História Ó Encontro - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Crack!fic, Mc Fioti, Mc Kevinho, Mc Livinho, Nine, Para Minhas Amigas
Visualizações 56
Palavras 1.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo Dois - Ela é de Gêmeos


Fanfic / Fanfiction Ó Encontro - Capítulo 2 - Capítulo Dois - Ela é de Gêmeos

X – Capítulo Dois. – X

X – Ela é de Gêmeos. – x

 

 

Jênifer estava em mais um dia comum da sua vidinha miserável – De acordo com ela. – Na escola.

Pra ser mais exata, estava em uma aula vaga, junto com suas duas melhores amigas; Maria de Fátima e Beatriz. As três estudavam em uma escola pública.

E elas admitiam; Não sentiam falta nenhuma de estudar numa escola particular. Estavam sentadas no pátio que ficava perto das salas.

Por que tinha o andar de cima, onde entravam e saíam da escola, junto com a diretoria, e o estacionamento para os professores. Tinha o segundo andar onde ficava o ensino fundamental, tinha  o primeiro pátio onde ficava a cantina e tinha o terceiro pátio – Onde estavam – O terceiro pátio era especialmente para o ensino médio.

Tinham uns bancos longos, feitos de cimento e pintados de verde, e no centro do pátio tinha uma coisa redonda, onde os alunos também sentavam.  

 – Jênifer, tipo; Você estava com dois Mc’s! – Beatriz, falou de frente para a mais nova, que estava sentada de boas, não ligando.

 – É, dancei. – Ela falou. – Mas foi até legal.

 – Depois essa vadia, diz que não sabe dançar. – Fátima debochou.

O nível de amizade das três era enorme. Fátima e Jênifer se conheciam desde a quinta série, e Jênifer e Biah se conheceram na sexta, e desde então, são amiguíssimas.

O nível de amizade é enorme, nem ligam mais para os xingamentos entre si, pois sabem que é xingamento de amor, levam na brincadeira.

 – Minha filha, aquilo ali, foi na pressão. – Jênifer se levantou nervosa. – Eu não dancei, só me mexi igual á uma idiota!

 – Ah, vai se foder. – Bia falou rindo. – Você tremeu, muito amiga! E foi no bom sentido!

 – Argh! – Jênifer resmungou, após ver a professora de história se encaminhar para sua sala. – Vamos indo, que a professora de história resolveu adiantar a aula dela...

 – Pelo menos não vamos ter o terceiro horário, já que biologia não vem. – Fátima se pós a andar do lado de Jênifer. – Vamos emendar o terceiro horário e o intervalo!

 – É Deus por nós,  amiga. – Bia brincou.

 

...

 

A aula estava chata.

Sentavam-se em dupla. Fátima e Bia na primeira fileira no canto, e atrás delas, Jênifer e Wesley.

Wesley, um garoto com a pele clara, cabelo castanho e olhos azuis. No iniciou do ano, eram apenas as três, e então Wesley acabou entrando no grupo, e se formou um quarteto.

Wesley era o pegador, do pequeno grupo. Pegador, bravo e protetor. E um excelente roubador de canetas alheias, diga-se de passagem. Todas as canetas que ele conseguia ficavam nas mãos de Jênifer.

Wesley e Jênifer, uma excelente parceria. O que ela tinha de cuidado, ele tinha de proteção. O que ela tinha de vingativa, ele tinha os planos. Melhores amigos, com certeza.

Entre as três garotas, ele tinha mais intimidade com Jênifer. Desde as brincadeiras, até as coisas mais serias, com toda certeza.

Jênifer estava ouvindo uma música – Funk, como sempre. – usando os fones brancos de Beatriz, já que sua própria mãe não lhe deixava levar seus fones para a escola.

Ouvia uma música excelente em sua opinião. Na sua, e na de Wesley também, já que esse tinha pegado um dos fones, para escutar também.

Ouviam; Mc Pedrinho – Nosso amor.

Mas na verdade, Jênifer só queria ouvir Mc Jerry – Pode se soltar, porém seu á pedido de seu amigo, deixou a música Nosso amor, tocar.

Infelizmente, Wesley havia sido fisgado, por uma garota do outro primeiro ano, tal de Catarina. Na opinião da cacheada, Catarina não prestava para seu amigo. Catarina era fresca demais, para Wesley. Escandalosa demais, para diminuir ela era uma...

 – Puta. – Jênifer sussurrou, ao ver Catarina andar pelo pátio.

Voltou á rabiscar alguma coisa no seu terceiro caderno, dado por sua mãe. Mas aquele caderno era especial, ele foi lhe dado para ela escrever tudo que estava sentindo, já que acabava ficando com raiva, e não conseguia coloca-la para fora.

– Oh? – Ouviu a voz da professora, porém não ao menos, levantou o olhar para saber o que a professora queria. Provavelmente era só mais um dos caras, panfletando cursos gratuitos, que não eram tão gratuitos assim. – Sim, podem entrar.

Porém suspirou ao notar que nenhum dos seus colegas e seus vadios – Amigos. – falavam nada, ou soltavam alguma piadinha. Porém preferiu nem ao menos cansar seus olhos, ao olhar para ver quem era.

– Eu estou procurando Jênifer. A mãe dela disse que ela estuda aqui. – Jênifer reconheceu a voz.

Rapidamente levantou o olhar, encontrando lá, Fióti acompanhado dessa vez, por Mc Livinho, que estava ocupado demais, olhando para sua amiga Fátima.

Rapidamente abaixou sua cabeça, tentando passar despercebida.

 – Jênifer? – A professora falou. – Ela está ali, do lado de Wesley.

Jênifer deu uma leve batida de cabeça na mesa, de raiva. O destino deveria estar de sacanagem com sua cara, só podia. Era só ter ido comprar pão, mas não... Fióti tinha que aparecer procurando ajuda.

 – Ah, oi. – Ela falou na maior cara de pau, olhando para o Mc que estava agora na sua frente.

 – Eu estava te procurando, sabia? – Ele perguntou colocando a mão na cintura. – E vim te informar, que vamos viajar.

 – OI?! – Ela gritou se levantando de uma vez e batendo a mão na mesa. – Meu filho, eu estudo, não posso viajar! E Mainha não vai deixar, eu viajar. – Sorriu vitoriosa.

 – Nine, né? – Livinho se meteu, chamando a garota pelo apelido. – Nós falamos com sua mãe, com a diretora do seu colégio, eles deixaram. E sua mãe também deixou, depois de chorar um pouco, dizendo que você estava crescendo. – Suspirou. – Sua viagem vai ser como um trabalho.

 – Que tipo de trabalho, cara?! – Jênifer perguntou abismada. – Como assim minha mãe deixou? Não erraram de casa, não?

 – Não erramos não. – Livinho afirmou. – No dia em que Fióti foi te levar em casa, ele te seguiu escondido, e tirou uma foto da frente da casa. – Sorriu. – E seu trabalho, vai ser dançar algumas vezes, do seu jeito. E acompanhar o Fióti.

 – Gente, eu não posso fazer isso. – Ela se abanou com a mão. – Eu não posso deixar elas duas aqui, sozinhas. E não posso deixar Wesley sozinho também. – Ofegou nervosa. – Eles não tem inteligência o suficiente, para se virarem sozinhos. Fátima e Bia, vão discutir algumas vezes, e Wesley vai filar aula, e se envolver em brigas.

 – Então fazemos o seguinte. – Livinho tocou a cabeça de Fátima. – Eu contrato Fátima como meia dançarina, e levamos á outra, como acompanhante, mesmo. E o garoto, nós damos uma viagem para Fortaleza, para a ele e a família dele.

“ – Ei! – Jênifer se irritou. – Não chame Bia de outra. O nome dela é Beatriz!

Todos da sala estavam quietos, e alguns filmavam.

Jênifer já estava com os braços na cintura, com uma expressão de raiva no rosto. Porém ela parecia mais uma chinchila, com raiva, já que as bochechas enormes, estavam maiores ainda.

 – Calminha, calminha... – Fióti, interviu, passando a mão na cabeça da garota como se ela fosse um cachorro, bravo que só precisava de carinho.

 – Eu gosto de carinho. – Ela falou, mas logo balançou a cabeça tirando a mão dele de cima. – Bom, já que todos aceitaram mesmo... VAMOS VIAJAR!

 – Ela é louca? – Sussurrou Livinho para Fátima.

 – Não, ela é de Gêmeos, mesmo.

 

Estava explicada, como ela passava de calma para brava, de brava para carinhosa e de carinhosa para animada em tão poucos segundos.

Depois de perceber o que disse, Jênifer entendeu:

Ela agora era dançarina.

 – Mas eu não sei dançar. – Ela falou, olhando para Fióti.

 – Pelo que eu vi ontem, você sabe dançar, e muito mais... – Ele sorriu sacana.

 

{...}

 

 

 

 

 

 



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