História O engano perfeito||Suga|| - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias A.C.E, Bangtan Boys (BTS), Monsta X
Personagens Chan, Donghun, I'M, Jason, J-hope, Jimin, Jin, Joo Heon, Jun, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Wow
Tags Bts, Namjoon, Suga, Taetae, Yoongi
Visualizações 57
Palavras 3.833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, esta é uma outra fic minha, ela esta disponível na wattpad também. Decidi trazer a vocês. Espero que gostem.

Capítulo 1 - A droga do aeroporto


  Eu estava feliz com a viagem. Desde a formuta esperava por isso, depois que meus pais me presentearam com aquela passagem eu estava piradinha, conhecer outro pais outra cidade seria excitante.

Ao chegar no aeroporto do Rio de Janeiro estava dando pulinhos, eu estava acompanhada dos meus pais e meu namorado - agora ex porque não suportou eu ir nessa viagem - quando chamaram meu voo comecei a chorar na despedida.

- Eu vou sentir saudades - eu disse a meus pais - eu voltarei logo.

- Filha cuidi-se, okay? - disse minha mãe.

- Alira, eu vou sentir saudade amor - disse Lucas meu ex - quem sabe quando você voltar a gente se acerte.

- É eu espero.

Quando fui para o corredor de embarque topei com uma confusão e fui arrastada por várias pessoas foi ai que me desesperei - bang - um tiro ecou alto no corredor de embarque e eu ouvi meu pai chamar meu nome e foi ai que eu senti a dor de ser atingida, meu braço estava sangrando e então depois apaguei.

☆☆☆

Acordei em um quarto escuro sem saber de nada. Não parecia ser um hospital, nem a minha casa ou a casa do Lucas dai eu comecei a entrar em pânico. Ouço vozes em uma língua diferente - coreano - eu estou na Coréia? Como? Não!

Tentei me levantar mais a dor me percorreu o braço baleado, percebi que tinha um pano amarrado em volta do machucado. Eu não me recordava de nada apenas de ouvir meu pai gritar meu nome - mãe...pai - meu pânico aumentou. Será que estavam bem? Podem eles estarem... Não, eu não podia pessar o pior.

Alguém entrou pela porta violentamente e me encarou freneticamente, era um cara alto de cabelo lilais e olhos escuros, era esbelto, magro porém era possível ver os músculos discretos pela camisa branca - era coreano - reconheci pelos olhos.

- vamos - disse ele ( em minha língua por sinal) me puxando violentamente pela porta.

Eu não disse nada apenas o segui por um corredor escuro. Vi que ele portava uma arma no cos da calça de couro e meu corpo foi atingido por um calafrio. Entramos em uma sala com muitas pessoas assustadas, algumas também machucadas. Naquele momento fiquei com medo e horrorizada - onde estou, deus? - lágrimas escorreram pelo meus rosto, me senti bem ao ver que o local era mal iluminado e ninguém notara meu choro.

O garoto de cabelo lilais me encarou ao perceber que eu chorava. Ele me pegou pelo braço e me jogou no chão e depois se abaixou por cima de mim e chegou perto do ouvido e disse.

- Vai ficar tudo bem - ele disse com voz rouca - meu nome é Namjoon, eu só fiz isso pra disfarça. Não vou machuca-la, só quero ajudar Alira.

Como ele sabe meu nome? Quis perguntar sobre meus pais mas ele já tinha se afastado. Uma garota chorava desesperadamente ao meu lado; não parecia ser muito mais nova do que eu, aprentava ter 12 ou 13 no máximo, eu arfei seu coro cabeludo e ela se assustou, seus olhos brilhantes me encararam e eu quase me debulhei em lágrimas ao vê-la desse jeito.

- Hey vai ficar tudo bem - eu disse - você esta com seus pais? Qual seu nome?

- A-Ariana - ela disse gaguejando - não sei onde estão meus pais.

Ela tinha um jeito estranho de falar, tinha olhos como os do garoto de cabelo lilais - outra coreana que fala minha língua - se não falasse nem me importava, afinal eu falava coreano desde pequena.

Meus avós eram coreanos e eu morei 2 anos em Busan então era fluente na língua. Depois de me apresentar a ela a menina se acalmou e parou de chorar, então começou a me contar como chegara ali. Basicamente ela estava em Busan no aeroporto e houve um tiroteio e ela se perdeu dos pais com a confusão e disse que estava sendo ajudada a ficar em "segurança" pelo garoto de cabelo lilais.

Ela disse já estava ali a mais ou menos 2 dias - será que eu apaguei por dois dias? - ela disse que escutou tiros boa parte do que ela achar ser a noite, fiquei pasma. Então o garoto de cabelo lilais entro na sala com sacolas e um cheiro bom invadiu a sala e todos se levantaram em fila para comer - lamén - eu estava faminta. O garoto me lançou uma piscadela ao me dar a tigela com a comida e os hachi.

Me segurei a não lhe responder atravessado. Ao dar a tigela a Ariana ele bagunçou o cabelo dela e perguntou(em coreano) se ela estava sendo forte e disse que ia tira-la dali a qualquer custo. Eu sorri ao ouvir isso, ele talvez não seja mal; ele pode estar enganando ela - pensei - a ideia me arrancou o sorriso bruscamente.

Ele acabou de destribuir a comida e outro cara alto e coreano de cabelos castanhos com fios rosa espalhados - rosa? Em uma cara? - entrou, ele sim parecia mal mas sorrio ao me olhar, eu corei de raiva, eu sempre odiava quando me encaravam diretamente. Ele começou gritar dizendo para não fazermos barulho a noite chorando e apontou para Ariana, eu segurei o braço da menina que começou a chorar.

Quase voei naquele cara, como ele pode ser tão cruel com ela? Fiz cara feia quando ele me encarou e então estalou os dedos para Namjoon que veio em minha direção e me puxou pelo braço para fora da sala e Ariana gritou e outro cara a empurrou e ela caio no chão chorando.

- Pare de chorar ou eu vou acabar com você pirralha. - disse outro cara

Fui levada pelo corredor escuro por Namjoon. Ele e o cara conversavam em coreano sobre mandar um tal pacote para Califórnia

*coreano on*

- Vamos mandar pela noite - disse o cara que eu não sei o nome - talvez aquela pirralha chorona vá também.

- Sim, senhor imagino que sim.

A furia me tomou o corpo e eu lembrei das aulas de artes marciais que fiz e me soltei da mão de Namjoon e fui em direção ao outro cara mas ele foi rápido como um ninja e me chutou na clavícula e eu apaguei.

*coreano off*

☆☆☆

Quando acordei estava em um quarto azul bem bonito até, a cama king size era confortável com lençóis felpudos vermelhos. Havia uma escrivaninha ao lado da cama e um bau em frente o mesma. Havia um sofá e uma poltrona ambos cinzas e uma televisão tela plana de mais ou menos 50 polegadas - cativeiro de luxo? - a idéia me fez rir mas logo parei ao senti a dor na clavícula.

Dei um grito quando Namjoon entro no quarto com uma toalha enrolada na cintura, seu abdômen era ben definido, seu cabelo estava molhado e pingava sobre o pescoço - uau - em outra situação eu ate ficaria excitada mas agora só queria soca-lo. Ele realmente ia deixar Ariana ser levada pra sei lá onde naquelas pessimas condições; ele a enganara.

- Veja quem despertou - eu tinha de admitir, aquela voz rouca era de tirar o folego - devia tomar cuidado com quem tanta socar Alira, Hope não é muito paciente. Mas não deixa de ser legal - ele riu alto.

Então entrou em uma porta há alguns metros da cama e alguns minutos depois voltou com uma jaqueta de couro preta com estrelas nos lados, camisa branca e uma bermuda com rasgos na perna e um tênis preto e o cheiro de perfume exalava dele. Eu não podia negar - meu deus que gatooo - mas ele ainda era mal e eu precisa sair dali e precisava passar por ele.

Ele veio em minha direção e se sentou na beira da cama, nossos olhares se encontraram e seus olhos escuros me fizeram tremer por dentro, eram incrivelmente lindos. Sua mão veio em direção ao meu rosto e ele acariciou minha bochecha com as costas da mão, era macia e um tanto reconfortante.

Eu me retrai e seu olhar se tornou triste. Eu corei por um momento e então ele me entregou uma toalha e roupas que eu reconheci da minha mala de viagem e me indicou o banheiro. O banheiro era extremamente luxuoso e grande, com uma pia de marmore branco polido, uma banheira, um chuveiro ao fundo e tapetes de algodão super macios.

O banho não demorou muito, com a ducha quente me senti revigorada e as roupas limpas me deram um ar de nova mas eu sabia que por dentro meu visual era destruído. Ao sair vi Namjoo de costa para a porta do banheiro encarando o chão.

Me aproximei e ele sentiu minha presença e se virou bruscamente. Sorriu ao me ver limpa e cheirosa, mas eu estava pessima e aquele visual era só uma mascara. Não havia percebido que estava chorando, só quando Namjoon estava me abraçando - por favor Ali não chore - meu apelido? Como ele ousa me chamar assim. Ele não merece essa intimidade, tentei me afasta mas ele era forte e eu não queria, chorar em seu ombro era a única opção naquele segundo.

- Por que enganou Ariana?- eu gritei - ela só tem 13 anos, como poder afastar ela dos pais assim? - eu soluçava.

- Eu não a enganei - disse ele, pude sentir o espanto em sua voz - só disse aquilo porque tem cameras e escutas por quase todo prédio, ela vai sair em segurança eu prome...

Ele foi interrompido pelo cara que me chutou na clavícula - Hope - que entrou no comodo falando.

- Nam eu trouxe uns analgésicos pra Ali quando ela acor... - disse Hope - Ali você já acordou, eu trouxe um saco com gelo e analgésicos.

Ele se aproximou e eu me encolhi na cama, ele fez uma cara triste, pareceu que ia chorar em certo momento mas apenas chegou mais perto e deixou a sacola com Namjoon.

- Oh, hey, eu não vou te machucar - disse Hope, eu senti a dor na voz dele - Namjoon você não disse pra ela que somos os mocinhos

- Você atrapalhou antes de eu começar, você faz essas coisas Hope. - exclamou Namjoon - Alira nos somos do bem; por incrível que pareça. Nós estamos disfarçados a 4 anos nessa organização, ela é conhecida como IHit-Lost e trabalha com poder bélico forte fornecido pela NASA, MI6, CIA, FBI - ele fez uma pausa e Hope se sentou na cama deu tapinhas no ombro de Nam que baixou a cabeça.

- Resumindo fazemos o trabalho sujo, matamos, sumimos mas acima de tudo... - os olhos de Hope me fizeram chorar - não existimos.

Eu não resisti, me joguei em cima de Hope e o abracei forte, ele começou a chorar e eu também, ele contou que precisava me fazer desmair e que sabia que a clavícula era um ponto fraco. Eles eram treinados e sabiam tudo sobre cada pessoa que esta ou já passou por ali. Ele me contou também que foi obrigado a matar um homem pai de família e que nunca se perdoou por isso e quase se matou anos atrás por isso e me mostrou uma cicatriz no pulso esquerdo.

Ele interrompeu a história ao ouvir uma sirene alta e disse para Namjoon em coreano - chefe - eles pediram Desculpas e me arrastaram pelo braço e pediu que eu fizesse silêncio total para não dar pista do disfarce. Estávamos em um lugar que parecia um auditório - ou um hospício abandonado - havia muitas pessoas ali, machucadas e judiadas.

Ariana me abraçou por trás e eu me assustei, segurei a mão da menina para acalma-la mas eu também estava em pânico. Ariana correu em direção ao cara que entrou na sala, um cara alto de cabelos castanhos também coreano e outro com uma máscara de palhaço e usava um modulador de voz.

- Ariana já disse que não vai sair viva daqui e esse seu ex vizinho não ajudará. - disse o cara da voz modulada - talvez eu a mate hoje.

- Senhor... - o cara a quem Ariana estava abraçada começou - queremos o dinheiro dela não a vida, isso praticamente já tiramos.

- Fale outra vez e eu troco você com ela Tae - disse a voz modulada - quer voltar a essa condição? - disse ele apontando as pessoas da sala que estavam presas ali - você provou seu valor mas posso tirar isso com um estalar de dedos.

- Não senhor - disse Tae - perdão chefe.

- Mande Ariana para CIA, hoje ela sai daqui.

- disse a voz modulada - pobre e miserável mas vai sair.

- Seu monstro - eu disse baixo.

- Alira, a famosa Alira - disse a voz - sei tanto sobre você, merecia que eu lhe desse uma canseira das boas; amarrada alias.

As lágrimas ameaçam vir mas eu me controlei e agora eu só queria voar naquele cara. Ele estalou o dedos para Hope e ele me puxou para fora da sala gandre e fomos seguindo o cara da voz. Chegamos a outro quarto luxuoso, mas esse era vermelho e tinha uma garota algemada no dorsel da cama, Namjoon a tirou dali. Ela não se mexia, foi quando vi a mancha escura na blusa dela, um tiro bem no coração.

Ele provavelmente a abusara e a matara. Hope me olhava incrédulo e com os punhos serrados, ele devia odiar aquilo e sofria muito, quis abraça-lo mas ele me reprimiu. Namjoon falava com o chefe em coreano sobre a saida de Ariana, talvez fosse agir hoje para tira-la dali mas pelo que vi seria difícil.

- Alira seu pai me deve muito - disse o chefe

- você vai arca com essa dívida. Mas antes quero me diverti torturando-a.

Alguém fora do comodo gritava - Ariana - eu cai de joelhos ao lado de Hope que emitiu um som de susto e puxou meu braço para que eu levantasse. Havia um cara loiro na sala não tão alto que me encarou profundamente e sorriu, então o chefe estalou os dedos e o coreano loiro veio em minha direção. Ele me deu um tapa no rosto e minha bochecha ardeu. O chefe estalou de novo e ele me deu outro tapa agora do outro lado.

- Jimin - disse Hope - eu cuido disso.

Hope me levou até a cama e sussurrou um pedido de desculpa e me socou na barriga, eu pude ver lágrimas em seus olhos. O chefe saio do comodo e disse que precisava cuidar de Ariana. Eu comecei a soluçar e Jimin se debruçou na cama e se aproximou de mim sorrindo - não por favor tudo menos ser ... - eu colegei no lugar.

- É você mesmo - ele disse me envolvendo em um abraço apertado, minha clavícula protestou - o tapa fez parecer você ainda mais. Alira você cresceu.

- Eu só quero ir pra casa - eu gritei para ele - quem é você? Quem são vocês e não entendo mais nada - meu choro intensificou.

- Jimin ela não deve lembrar de você - respondeu Nam. - faz anos e anos.

Foi então que Jimin me contou. Quando eu morava em Busan eu tinha um vizinho que era 2 anos mais velhor que eu mas eu adorava brincar com ele e ele comigo - Park Mimin - lembrei de como eu o chamava. Lágrimas ameaçaram cair mas eu só consegui me jogar nele e abraça-lo, ele riu e continuou contando como tinha sido depois que eu me mudei para o Brasil. Ele estava tão diferente - ele esta loiro - eu ri com a idéia dele ter pintado o cabelo.

Ele estava incrivelmente gato, ele me explicou mais sobre IHit-lost e sobre a I-Lost a organização que combatia a IHit-Lost. Era como eu um filme de espinagem todos ali eram bem treinados, pra investigar, caçar, torturar e matar. Eles não gostavam daquela vida mas precisavam fingir até poderem acabar com aquela barbárie.

- Park mimin você cresceu muito - exclamei - você está muito alto.

- Você que está muito baixa Lira - ele me chamar pelo apelido de infância me fez rir e bater nele, me senti segura apenas naquele segundo. Era bom ter alguém familiar - nossa Lira você tem o que, 19 anos agora?

- 21 seu boco, nem sabe mas minha idade - eu baguncei seu cabelo - você já tem 23 agora. Cara você ta incrível.

- Se vocês já pararam com a palhaçada acho que já podemos ir - disse Hope - temos gente pra caçar.

Eu olhei incrédula, ele me lançou um olhar de desculpa e então eles saíram me deixando sozinha no quarto. Eu olhei para o comodo e me senti extremamente cansada então adormeci.

Ao abrir os olhos eu estava em um jardim cheio de flores azuis, um cara de cabelo castanhos vinha em minha direção, ele tinha uma arma e ria ao apontar para um cara de joelhos, mas ao mesmo tempo que ria chorava. Quando puxou o gatilho eu gritei, ele me olhou e gritou meu nome - Tae - o cara do chefe.

- Acordei Alira - disss uma voz desconhecida - você precisa de um banho, vamos.

- Me solte - disse a Tae que me segurava(sem machucar por sinal) - eu posso levantar sozinha.

Ele me olhou surpreso e eu fiquei imovel. Ele não disse nada por um segundo, me entregou mais roupas que eu sabia serem da minha mala. Fui para o banho e ele começou a cantar - nosso que voz - a voz dele era linda, rouca e aguda, perfeita, acho que qualquer garota piraria com aquela voz, mas eu não estava em condições de me alegrar com isso.

Quando eu sai do banheiro ele estava na cama deitado encarando o teto. Eu me aproximei e ele não se mexeu, deitei ao lado dele e fiquei nervosa e me perguntado o porque de querer ficar proxima dele.

- Você é muito ransinsa Ali, deve tomar cuidado com o que faz aqui.

- Eu tenho consciência disso - nós rimos - não consigo controlar. Mas e você, não banque o certinho comigo.

- Certo eu não sou e nunca serei - ele disse com voz triste - não depois deste lugar. Eu estou aqui há tanto tempo, perdi a noção. Só queria ir pra casa.

Eu quis abraça-lo mas o medo era maior - talvez ele não fosse mal - eu queria saber mais sobre ele.

- Por que seu chefe disse aquilo? - eu perguntei - sobre você ter provado seu valor e ele poder tirar isso?

- Quando eu cheguei aqui estavam eu e minha irmã mais nova - ele começou - fomos sequestrados quando estavamos voltando para casa em um dia comum. Um carro apareceu, atiram no meu braço - ele levantou e me encarou - fomos trazidos para cá e eu bom, não imaginava o que era o quem eram mas eu sofri. Eles nos torturaram. - ele começou a chorar -todos eu dias, mas a pior parte era o chefe. Ele me amarrou numa cadeira um dia e pós uma 12 na minha cabeça e pegou minha irmã, a jogou na cama e a estuprou. Ele me obrigou a ver, disse que se eu desviasse o olhar ele atirava em mim ou nela.

- Tae eu...

- E todos os dias ele repetiu a cena - ele soluçava - me obrigava a assistir. Mas não era ele que fazia, a primeira foi ele mas então ele mandou um dos seus discípulos fazer isso. Eu ficava irado, um dia quando ele veio ate nosso quartinho eu pirei e tentei mata-lo. Sem sucesso. Mais ou menos um mês depois ela morreu de una DST que aquele desgraçado passou para ela.

- E ele? O que aconteceu com ele? - idéia de isso ter sido feito por Jimin, Hope ou Nam me embrulho o estômago.

- Ele ia fazer a mesma coisa com uma garotinha que havia chegado - ele disse - eu o desarmei o matei com um pedaço de ferro do estrado da cama.

Eu congelei - seu valor - ele me contou que o chefe o pegará para si e o fez seu guarda pessoal. Ele contou também que o chefe o treinara e tentou obrigar ele a estuprar uma garota que na espoca devia ter uns 18 anos e ele disse que a levou para um quarto e disse a ela para gritar a vontade, ele a fez cócegas e dizia - Grite vadia - eu ri com a idéia genial dele. Ele a protegeu por muito tempo e acabou que ela se tornou sua família e sua amada, então um dia quando o chefe pediu que ele a abusasse ele levou ela para o quarto mas ao vez dela se preparar para as cócegas ela o beijou.

Ele disse que naquele dia fora perfeito, ele transaram, ele não a abusara; ela queria e ele também. O namoro começou então o chefe descobriu e a matou na frente dele, depois de estupra-la.

- Então por que você o segue desse jeito - eu disse o interropendo.

- Eu estou tentando ver um jeito de sair daqui, nada melhor que o chefe para me dizer a saida.

Nós rimos, ele se aproximou e eu fiquei tentada a tocar em seu rosto, ele foi chegando mais perto e eu corei. Um segundo depois eu estava em seus braços em um abraço forte e confortante. Eu não quis mais chorar para não faze-lo senti pior. Ele pediu que eu falasse um pouco sobre mim e eu contei a minha história.

☆☆☆

O dia - ou noite pois eu não não tinha noção de hora - passou lentamente e logo eu estavam na sala cheia de pessoas de novo; nem sinal de Ariana. Meu estômago embrulhou com a idéia de estarem fazendo algo de mal à ela.

Eu dormira no chão todo o tempo que eu passará ali; Namjoon, Hope, Jimim tinham sumido eu estava surtando ali, eu não falava com ninguém e apenas observava mais pessoas chegando e saindo. Tae trazia a comida e não trocava muitas palavras comigo.

- Eu não aguento mais - sussurrei sozinha em um canto da sala.

- Aliraaaa - alguém cantarolou. - Aliraaa, hora de brincar.

Me virei e dei de cara com o Chefe que ria ao me ver jogada no chão eu não disse nada, Jimin estava ao seu lado, usava uma calça preta rasgada no joelho, camisa preta de gola V e um terninho mei azulado de tecido aveludado e algo em volta do pescoço. Era legal ver como ele esta diferente.

O Chefe se abaixou e acariciou meu rosto, aquele toque parecia familiar e eu me arrepiei; pegou minha mão e ne guiou ate uma sala com apenas uma cadeira e uma mesa. Eu me sentei calada - não chore Ali - pensei. Fui vendada por Jimin, sua pele era tão macia; ele era incrivelmente fofo, dava vontade de morder.

Alguém puxou meu braços e amarrou uma fita elástica no mesmo e depois eu senti uma picada no braço e segundos depois eu desmaiei.


Notas Finais


Espero que gostem, aviso logo que é uma viagem ♥♥ :)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...