História O erro - Steroline - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bill Forbes, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Enzo, Klaus Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Steroline
Visualizações 28
Palavras 3.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi gente, minha primeira fanfic, a história vai ser Steroline, num mundo aleatório onde todos são humanos.
Me inspirei no livro o erro, porém não será uma adaptação porque pretendo mudar muita coisa.
Enfim espero que gostem, boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo I


 Stefan


Estar a fim da namorada do seu irmão é uma merda. Primeiro, é estranho. Ninguém quer sair do quarto e dar de cara com a garota dos seus sonhos depois de ela ter passado a noite com o seu irmão. Depois, você fica com ódio de si mesmo. É meio difícil não se achar um babaca quando se fantasia com a pessoa que seu irmão acredita ser o amor da vida dele.

Por enquanto, estou na fase estranha. O maior problema é que moro numa casa com paredes muito finas, o que significa que posso ouvir cada gemido ofegante que escapa da boca de Elena. Cada suspiro e arquejo. Cada baque da cabeceira na parede enquanto meu irmão transa com a garota que não sai da minha cabeça. Super legal.

Estou deitado de costas na minha cama, olhando para o teto. Já até parei de fingir que estou procurando alguma coisa na biblioteca do iPod. Coloquei os fones de ouvido na intenção de abafar os sons de Damon e Elena no outro quarto, mas ainda não apertei o play. Pelo jeito estou a fim de me torturar esta noite.

Não sou idiota. Sei que ela está apaixonada por Damon. Vejo o jeito como olha para ele, e como os dois ficam quando estão juntos. Faz seis meses que estão namorando, e nem mesmo eu, o pior irmão do planeta, posso negar que são perfeitos um para o outro.

E, cara, Damon merece ser feliz. Nunca tivemos uma vida fácil e Damon sempre esteve do meu lado para tudo e todos os problemas. Sempre me espelhei nele. Entrei no hóquei por causa dele. Ele sempre foi um irmão nota dez. O que torna a situação um trilhão de vezes mais complicada. Não posso odiar o meu irmão por está pegando a garota de quem gosto.

Ouço um ranger de porta e passos ecoando no corredor, e peço a Deus que nem Damon nem Elena bata no meu quarto. Ou abra a boca, aliás, porque ouvir a voz de qualquer um deles agora só vai me machucar ainda mais. Por sorte, a pancada forte que faz o batente da minha porta tremer vem do outro cara que mora conosco, Klaus, que entra sem esperar por um convite.

“Festa na Phi Omega hoje à noite. Você vem?”

Pulo da cama muito rápido, de um jeito que beira o patético, porque, neste momento, uma festa parece uma excelente ideia. Encher a cara é um jeito infalível de parar de pensar em Elena. Na verdade, preciso encher a cara e pegar alguém. Assim, se só uma dessas coisas não for o suficiente para não pensar em Elena, a outra serve de apoio.

“Tô dentro”, respondo, já procurando uma camiseta.Visto uma limpa e ignoro a fisgada no braço esquerdo, que ainda está dolorido da entrada violenta que tomei na final do campeonato, na semana anterior. E valeu a pena pelo terceiro ano consecutivo, o time de hóquei de Duke ganhou o Frozen Four. Aparentemente três não é demais, e todos os jogadores, inclusive eu, ainda estão colhendo os louros do tricampeonato nacional.

Klaus, que joga na defesa comigo, chama a fase que estamos vivendo de “Três Fs da Vitória”: festa, fama e foda. E ele acertou em cheio, porque tenho feito todos os três desde a grande vitória.

“Você é o motorista da vez?”, pergunto, enquanto visto um moletom preto e fecho o zíper.

Ele deixa escapar uma risada. “Como é que é?” Reviro os olhos. “Foi mal. Onde eu tava com a cabeça?”

A última vez que Klaus Mikaelson esteve sóbrio numa festa foi nunca. Sempre que sai da casa, o cara enche a cara e fica completamente doidão. E se você acha que isso afeta o desempenho dele no gelo, está muito enganado. Klaus é uma dessas raras criaturas que consegue se divertir como antigo Robert Downey Jr. e, não sei como, ser tão bem-sucedido e amado como o atual Robert Downey Jr.

“Não esquenta, Matt vai dirigir”, diz Klaus, referindo-se ao outro membro da nossa república. “Ele ainda tá de ressaca de ontem. Disse que precisa de um tempo.”

Não culpo o cara. A pré-temporada só vai começar daqui a umas duas semanas, e estamos todos aproveitando a folga um pouco além da conta. Mas é o que acontece quando você vem de uma onda de vitórias no Frozen Four. No ano passado, fiquei bêbado por duas semanas depois que ganhamos o campeonato.

Quando Klaus e eu descemos, o motorista da vez já está esperando na porta da frente. Seu rosto parece ter sido devorado por uma barba loira que dá a ele uma pinta de lobisomem, mas Matt está determinado a seguir com o visual desde que uma garota que conheceu numa festa na semana anterior disse que ele tinha cara de criança.

“Você sabe que essa barba de Abominável Homem das Neves não deixa você mais macho, né?”, pergunta Klaus, animado, ao sairmos de casa.

Matt dá de ombros. “A ideia é parecer mais rústico.”

Contenho uma gargalhada. “Tá longe disso também, bebezão. Você tá parecendo um cientista maluco.”

Ele me mostra o dedo do meio enquanto caminha para a porta do motorista da minha caminhonete. Sento no banco do carona, e Klaus pula para a caçamba, dizendo que quer um pouco de ar fresco. Acho que ele está tentando imitar o visual descabelado que faz as meninas ficarem doidas. Klaus se acha, mas tem a maior cara de modelo, então talvez esteja certo em se achar.

Matt liga o motor e eu batuco com os dedos sobre as coxas, ansioso para começar a noite. A arrogância do pessoal das fraternidades universitárias me irrita, mas estou disposto a deixar para lá… Se organizar festas fosse um esporte olímpico, as irmandades e fraternidades de Duke seriam medalhistas de ouro.

Matt engata a ré e meu olhar repousa sobre o Jeep preto de Damon, brilhando na vaga, enquanto o dono passa a noite com a garota mais legal do planeta e…

E chega. Essa obsessão por Elena Gilbert está começando a me enlouquecer. Preciso pegar alguém. Logo. Matt está excessivamente tranquilo no caminho até a festa. Parece estar franzindo a testa, mas é difícil dizer, considerando que alguém raspou todos os pelos do corpo do Hugh Jackman e colou na cara dele.

“Por que o silêncio?”, pergunto, na boa.

Ele vira o rosto na minha direção com um olhar azedo, então volta a atenção para a estrada.

“Ah, qual é? É por causa da barba?”, pergunto, exaltado. “Essa é a primeira lição do Manual da barba, cara: se quiser virar um homem das.cavernas, seus amigos vão tirar sarro de você. Fim de papo.”

“Não é isso”, murmura ele.

Franzo a testa também. “Mas você está chateado com alguma coisa.”

Quando ele não responde, insisto um pouco mais. “O que aconteceu com você?”

Seus olhos irritados encontram os meus. “Comigo? Nada. Com você? Tanta coisa que não sei nem por onde começar.” Ele xinga em voz baixa. “Você tem que parar com essa merda, cara.”

Fico confuso, porque, até onde sei, tudo o que fiz nos últimos dez minutos foi ficar empolgado com a festa.

Matt percebe a confusão em meu rosto e esclarece, num tom sombrio:

“Essa história com a Elena”.

Embora meus ombros fiquem tensos, tento manter uma expressão vaga no rosto. “Não sei do que você tá falando.”

Pois é, escolhi mentir. Que novidade.

Não estou a fim de Elena. Ela é namorada do meu Irmão!

Na verdade essa história toda é um pé no saco, e a última coisa que quero é que meus amigos fiquem com pena de mim.

“Guarda essas desculpas para o Damon" retruca Matt. “Aliás, sorte sua ele estar distraído com toda aquela baboseira romântica, senão ia ter notado como você tá se comportando.”

“E de que jeito eu tô me comportando?” Não consigo afastar a irritação da voz ou a forma defensiva como minha mandíbula se fecha. Odeio que Matt saiba que sinto alguma coisa por Elena. Odeio ainda mais que ele tenha tocado no assunto depois de todos esses meses. Por que não pode deixar quieto? A situação já é ruim o suficiente sem ninguém me dando bronca.

“É sério? Quer que eu diga? Tudo bem.” Ele começa a recitar todos os detalhes que fazem com que eu me sinta tão culpado. “Você sai da sala toda vez que eles aparecem. Se esconde no quarto quando ela passa a noite em casa. Quando você fica na mesma sala que a Elena e acha que não tem ninguém olhando, fica olhando para ela sem parar. Você…”

“Tá legal”, interrompo. “Entendi.”

“E isso sem falar na pegação desenfreada”, resmunga Matt. “Você sempre foi mulherengo, mas, cara, só esta semana já ficou com cinco.”

“E daí?”

“E daí que ainda é quinta-feira. Cinco meninas em quatro dias. Faça as contas, Stefan.”

“E qual é o problema com isso?" Retruco. “Tenho vinte e um”, continuo falando, irritado. “Posso ficar com quem eu quiser. Aliás, é isso mesmo que eu tenho que fazer, porque estamos na faculdade. A ideia é se divertir, transar e zoar antes de cair no mundo real e a vida virar uma merda.”

“Até quando vai continuar fingindo que essas garotas todas são parte da experiência universitária?” Matt balança a cabeça, em seguida deixa escapar um suspiro e suaviza o tom de voz. “Você não vai esquecer a Elena assim, cara. Pode dormir com cem mulheres hoje que não vai fazer diferença. Tem que aceitar que não vai rolar nada com ela e seguir em frente.”

Ele tem razão. Sei muito bem que estou alimentando minha própria dor e depois fazendo sexo a torto e a direito só para me distrair. Também sei muito bem que tenho que parar de beber até cair. E preciso abrir mão desse resquício de esperança de que algo aconteça e aceitar a realidade. Amanhã, quem sabe? Mas hoje à noite vou seguir com o plano original. Ficar bêbado. Pegar alguém. E que se dane o resto.


Caroline

Entrei na faculdade virgem. Estou começando a achar que vou me formar virgem também. Não que isso seja um problema. E daí se logo faço dezenove anos? Estou longe de ser uma solteirona e não vou ser humilhada em praça pública por ainda ter um hímen intacto. Além do mais, oportunidades não faltaram. Desde que vim para Duke, minha melhor amiga me arrastou para mais festas do que sou capaz de contar os caras dão em cima de mim. Alguns tentaram me levar pra cama. Um deles até me mandou uma foto dos seus países baixo com a legenda “Todo seu, gata”. Isso foi… bem nojento, na verdade, mas se eu gostasse dele poderia ter me sentido, hum, lisonjeada com o gesto. Será?. Mas eu não estava interessada em nenhum deles. E, infelizmente, os que me atraem nem reparam em mim. Até hoje.

Quando Bonnie falou que íamos à festa de uma fraternidade, não tive grandes esperanças de conhecer alguém. Parece que todas as vezes que vamos a uma dessas, os garotos só querem saber de pegação. Mas hoje conheci um cara de quem meio que gostei. Ele se chama Tyler, é bonito e até agora não deu uma de babaca. Está levemente sóbrio, usa frases completas e não disse “caralho” nem uma vez sequer desde que começamos a conversar. Ou melhor, desde que ele começou a falar. Para ser sincera, talvez seja melhor eu não falar nada. Garotos bonitos me deixam nervosa. Parece que meu cérebro dá um nó. Fico sem filtro e, de repente, estou contando que fiz xixi nas calças durante uma excursão no terceiro ano, que morro de medo de marionetes ou que tenho um transtorno obsessivo- compulsivo leve e começo a arrumar o quarto de outra pessoa no instante em que ela vira as costas. Então é melhor só sorrir, concordar e, vez ou outra, soltar um “Sério?”, para que eles saibam que não sou muda. Só que, às vezes, isso não é possível, especialmente quando o cara bonito em questão pergunta algo que requer uma resposta de verdade.

“Quer ir lá fora beber isso?” Tyler pega uma garrafa de bebida em cima da mesa. “Ah… não, obrigada”, respondo sem jeito.  

“Você não bebe?”. Ele pergunta

“Não. Quer dizer, não sou muito fã de bebida. Ele me encara decepcionado, com certeza suas intenções eram outras mas eu não estava com vontade de fazer nada aqui.

“Ah, tá… legal.” Ele se levanta desajeitadamente . “Vou no banheiro. Vejo você depois.”

Consigo conter o suspiro até ele se afastar, e então solto o ar de forma brusca. Droga. Nunca fui boa de papo, e talvez eu seja um pouco até careta mas passei minha adolescência inteira escutando sermões da minha mãe o quando álcool e drogas fazem mal a saúde. E com certeza toda essa minha caretice afasta os garotos. Estou fadada ao fracasso. Com outro suspiro, desço e procuro por Bonnie. A cozinha está cheia de bebida e garotos. A sala de jantar também. A sala de estar está lotada de caras bêbados e barulhentos demais e um mar de garotas seminuas. Fico impressionada com a resistência delas, porque lá fora está um gelo, e a porta da frente abre e fecha a todo instante, mantendo o ar frio dentro da casa. Eu estou bem quentinha vestindo calça skinny e blusa de gola alta.

Não encontro Bonnie em lugar nenhum. Com um hip-hop ensurdecedor estourando as caixas de som, pego o celular na bolsa para ver a hora e descubro que já é quase meia-noite. Mesmo depois de oito meses em Duke ainda sinto uma pontinha de alegria toda vez que fico na rua depois das onze, que era a hora que eu tinha que estar em casa quando morava com minha mãe. Ela sempre foi muito rigorosa com tudo, sempre foi extremamente chato ser filha de uma policial.

“Caroline!”, grita uma voz feminina por cima da música. Bonnie aparece e me dá um abraço apertado. Bonnie sempre foi minha melhor amiga, dês a infância, nunca nós separamos. Na época do colégio, Bonnie era do tipo que gostava de se divertir e quebrar as regras, e eu era a menina comportada que editava o jornal estudantil e organizava todos os eventos de caridade. Se não fôssemos vizinhas, provavelmente nem teríamos nos conhecido direito, mas caminhar para a escola juntas todos os dias levou a uma amizade de conveniência, que acabou se transformando num vínculo verdadeiro. Tão verdadeiro que, quando estávamos considerando para qual faculdade iríamos, tomamos o cuidado de nos candidatar para as mesmas e, quando entramos na Duke, pedimos a minha mãe para conversar com o pessoal do alojamento e dar um jeito de sermos colegas de quarto. E apesar das diferenças, Bonnie sempre foi como uma irmã para mim.

“Vi você indo para o andar de cima com o Tyler”, ela sussurra em meu ouvido. “Vocês ficaram?” 

“Não”, respondo, desanimada. “Acho que o assustei.”

“Mas o que aconteceu? Vocês pareciam está se divertindo". Bonnie pergunta, e eu nem sei como responder, dês o colegial eu falo que sou um fracasso em relacionamento e alguém teve ter jogado uma praga em mim. Mas Bonnie sempre achou isso uma grande bobagem e diz que somente não encontrei o cara certo.

"O de sempre, acho que estou fardada a isso". Falo frustada.

"Você sabe que isso é uma grande bobagem né?." Ela suspira e continua. "Você só tem que se solta mais, tem que se divertir, você passou semestre inteiro com a cara nos livros." Dou um sorriso sem dente a Bonnie. Eu sei que ela têm razão, mas escolho por não falar nada. Não quero entrar nessa discussão agora. Sempre discutimos sobre isso, sobre eu não sair, não me divertir e que estamos na faculdade, temos que nos divertir mais.

“E aí? Quer ir embora ou ficar um pouco mais?”

Olho ao redor mais uma vez. Meu olhar recai num canto, onde duas meninas de jeans e sutiã estão se agarrando, enquanto um dos caras da fraternidade filma com um iPhone. A visão me faz sufocar um gemido. Aposto dez dólares que o vídeo vai acabar num desses sites pornográficos gratuitos. As meninas não vão saber de nada por anos, até uma delas estar prestes a se casar com um senador e a imprensa desenterrar seu passado “vergonhoso”.

“Topo ir agora”, admito.

“É eu também.”

Levanto as sobrancelhas. “Mas e o Enzo?. Eu vi vocês dois se agarrando no jardim”

“Longa história." Ela suspira e continua “A gente acabou discutindo, ele não se decide sobre o que quer.”

Já faz alguns meses que Bonnie e Enzo estão ficando, e o problema se resume em que Bonnie quer algo sério mas Enzo não.

“Posso dar um pulinho no banheiro antes?”, pergunto a ela. “Encontro você lá fora.”

“Tudo bem. Vou tentar chamar um táxi mas você sabe o quanto o serviço da universidade é ruim.” Dou uma risada e falo. “Boa sorte”.

O banheiro está com uma fila gigante, então navego por entre a multidão e subo até onde Tyler e eu estávamos conversando antes. Quando chego ao banheiro, a porta se abre e uma loira sai dele. Ela leva um susto ao me ver e, em seguida, abre um sorrisinho presunçoso e ajeita a barra de um vestido que só pode ser descrito como indecente. Dá até pra entrever a calcinha cor-de-rosa dela. Com o rosto ardendo, desvio o olhar, envergonhada, e espero até que tenha chegado à escada antes de pegar a maçaneta da porta. Mal encosto nela e a porta se abre de novo, então outra pessoa sai. Meu olhar se choca com os olhos verdes mais vivos que já vi. Só preciso de um segundo para reconhecer de quem são. Quando isso acontece, meu rosto fica ainda mais quente.

Stefan Salvatore.

Isso mesmo, Stefan Salvatore. A estrela da defesa do time de hóquei. Sei disso porque seu rosto sexy e perfeito foi capa do jornal da universidade na semana passada. Desde que ganharam o campeonato, o jornal tem entrevistado todos os jogadores, e não vou mentir: a matéria com Stefan foi a única em que prestei atenção. Porque o cara é lindo demais. Assim como a loira, ele leva um susto ao deparar comigo no corredor, mas, também como ela, recupera-se depressa e abre um sorriso para mim. Então fecha o zíper da calça.

Ai, meu Deus.

Não acredito que ele acabou de fazer isso. Meu olhar cai involuntariamente sobre sua virilha, mas Stefan não parece se importar com isso. Ergue uma sobrancelha, dá de ombros e vai embora. Nossa. Então tá. Só isso já deveria bastar para me deixar enojada. Não estou nem falando do sexo no banheiro. A fechada de zíper já o colocaria direto no rol dos babacas. Mas saber que ele acabou de transar com aquela garota no banheiro dispara uma onda de ciúmes em mim pela qual não esperava. Não estou dizendo que quero fazer sexo aleatório no banheiro, mas…

Tá, mentira. Eu quero, e muito. Com Stefan Salvatore, pelo menos, quero. Pensar em suas mãos e seus lábios no meu corpo desencadeia uma onda de arrepios quentes pela minha coluna. Por que não posso me divertir com um cara no banheiro? Estou na faculdade, droga. Deveria estar aproveitando a vida, fazendo besteira, “me encontrando”, mas não fiz merda nenhuma o ano todo. Estou cansada de ser cautelosa. E boazinha. O semestre está quase no fim.

Ainda preciso estudar para duas provas e ensaiar para o corar, mas quem disse que não posso tirar um tempinho para me divertir também? Faltam só algumas semanas para o primeiro ano da faculdade acabar. E sabe de uma coisa? Vou fazer bom uso delas.


Notas Finais


E então, comentários?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...