História O erro mais perfeito - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Blanca Padilla, James Bay, Moda, Modelos, Romance, Triângulo Amoroso
Exibições 135
Palavras 2.819
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi suas putinhas, tudo bem com vocês? Sorte de vocês, porque eu tô o próprio lixo esses últimos dias, tá tudo uma completa bosta, mas ok, vamos ao que interessa.
Eu sei que demorei para postar, mas tentem me perdoar, eu quebrei o carregador do meu notebook e o da minha mãe estragou então eu fiquei sem escrever, mas eu tô dando meus pulos. Enfim, eu espero que vocês goste.

LEMBREM BEM DESSE CAPÍTULO, ELE DA INICIO AO TRIÂNGULO AMOROSO DE VERDADE.

Capítulo 14 - I don't know what you fucking do.


Fanfic / Fanfiction O erro mais perfeito - Capítulo 14 - I don't know what you fucking do.

Jasmine Bradshaw P.O.V

 

Acordei com sussurros altos vindos do corredor. Demorei um pouco até me acostumar com a claridade artificial que era transmitida pelo abajur branco ao lado da cama. Que não era minha. Olhei ao redor vendo a imensa branquidão de meu quarto. Era triste. Suspirei e um ponto de interrogação surgiu em minha mente: há quanto tempo estava ali?

 — Uma semana. — Uma voz disse, compreendendo o que a confusão em meu rosto significava. A voz era inconfundível, se tratava de Alice.

— Uh, eu devo estar fedendo. — Franzi meu nariz, e a garota que se aproximava de minha cama riu levemente. Ela se sentou ao lado de minhas pernas finas e as acariciou como se tivesse saudade daquele contato. A mesma tinha ido passar umas semanas no Alasca, sua avó materna estava morrendo, pelo que Liana me contará. Não quis perguntar se a velha estava morta.

— O que estou fazendo aqui? — Levei meus dedos até a lateral da cama, onde sabia que encontraria um botão, que, gentilmente dobraria minha cama, me dando a oportunidade de sentar.

Em meu braço, havia algumas fitas brancas que seguravam as seringas que estavam perfuradas em minha pele. Dei de ombros, já estava acostumada com aquilo. Tenha bulimia sua adolescência toda e irão conhecer os médicos mais gatos do seu país.

— Depois de uma discussão com Dave, você desmaiou e ficou em coma até agora. — Discussão com Dave, suas palavras me acertaram em cheio novamente, como a primeira vez. Eu matara Heide, e descobri que não estava ficando louca, as memorias eram reais.

Meus olhos se encheram de lagrimas, e Alice percebera isso, por em poucos instantes estava agarrada ao meu corpo, sussurrando palavras de consolo e afins. Senti o peso da culpa cair sobre meus ombros e em questão de segundos chorava como uma criança que estava em seu primeiro dia de aula. Sentia-me exposta, vulnerável, porém naquele momento ser vista como um bebe chorão não importava. Nada ao meu redor importava.

Só o fato de eu ter matado minha melhor amiga.

 

Dia 1° de outubro, 2014.

McLean Hospital

10h P.M

— Você sabe que eu nunca faria isso, Heide. – Disse pela vigésima vez durante aquela conversa ridícula. Ela era uma tola ao pensar que eu a ajudaria se matar. Infelizmente, eu estava enganada.

— Vai fazer o que, então? – Falou alto e friamente, ela sabia como ser persuasiva. — Pretende continuar me mantendo aqui para sempre?

— Até você se curar.

— Ah pelo amor de deus! – Praticamente gritou, olhei diretamente para a porta conferindo se nenhuns dos enfermeiros idiotas estavam vindo. — Você sabe bem que eu sairei daqui e irei direto para alguma boca de fumo atrás de droga.

Um arrepio percorreu toda a minha espinha, eu sabia que ela faria isso, e ouvi-la dizendo aquilo trouxe um gosto amargo em minha boca. Queria vomitar, precisava vomitar.

— Joga tudo pra fora, você sempre faz isso. – Disse com escarnio na voz. Caminhei até o banheiro e fiz o ritual de sempre. Dedo na garganta e pronto, tudo estava boiando sobre a água na privada.

Voltei para o quarto, encontrando os olhos frios de Heide. O cabelo loiro estava uma completa bagunça e o rosto mais magro do que nunca. Engoli seco, sua feição caveirosa me causava calafrios.

— Vai me ajudar ou não? – Falou com uma maciez incrível na voz, como se estivesse me pedindo um vestido da Prada emprestado, como se aquilo não fosse nada demais.

Caminhei até ela, escorreguei meus dedos até sua bochecha, acariciando levemente seu rosto esquelético. Sua mão apertou meu punho, e olhei no fundo de seus olhos, sentindo meu coração se despedaçar.

—Eu odeio você. –Sussurrei aproximando nossos narizes. Ela abriu um sorriso contagiante, o que não era nada apropriado para aquele momento. Nossos lábios se tocaram levemente e pude sentir o gosto de despedida tão presente como o amor.

Finalizei o beijo dando um selinho. Quando finalmente abri os olhos, me deparei com o rosto molhado de Heide, e então foi sua vez de abrir as pálpebras, seu dedo fino limpou as lagrimas caídas. Eu a amava, e isso era desesperador.

— Eu te amo. – Falamos juntas, e soube que estava na hora de agir.

 

Momento atual

New York City, Hospital Croyden,

Abri meus olhos e pisquei algumas vezes até me acostumar com a claridade que era vinda da janela. Escutei alguns murmúrios sem sentido e passos cada vez mais próximos. Logo, um vulto entrou em meu campo de visão, não tinha muita noção de quem era então levei minhas mãos até os olhos e os esfreguei. Quando os abri, conclui que se tratava de minha mãe. Ela sorriu.

— Bom dia, Sunshine. – Beijou a ponta de meu nariz e sentou na minha maca. Analisei suas roupas e abri um enorme sorriso vendo que se tratava de Chanel, uma das peças que eu havia desfilado na ultima PFW.

— Uh, você está belíssima, querida. – Dei de ombros subindo a cama até que pudesse ficar sentada.

— Seu bom gosto não vem apenas de personalidade própria, Jas. – Riu e pegou um copo de agua e me entregou em seguida. Beberiquei o liquido fechando os olhos levemente. – Alice me disse que acordou ontem.

— Pois é, mas logo que me dei conta do porque estava aqui. – Disse e logo engoli seco. Minha mãe desviou os olhos dos meus, mas apertou meus dedos que estavam entrelaçados nos seus. Ela definitivamente sabia disso.

— Você não deve se sentir culpada. – A encarei embasbacada, como ela podia dizer aquilo? Respireifundo e passei as unhas entre meus fios castanhos. — Ela pediu Jas. Heide implorou para você ajuda-la a se matar.

Mamãe se levantou da cama e caminhou até sua bolsa, pegando um documento, logo voltou a se sentando novamente. Entregou-me a folha e apontou para onde estava a causa da morte de Heide.

Causa da morte:

Overdose. Foram encontrados substancias como maconha e cocaína em seu organismo, mas foi definido que a causa da morte foi overdose do medicamento Secobarbital.

O ultimo nome rodeou minha mente algumas vezes, até eu sentir minha mente ser invadida pelas lembranças daquela noite.

 

Dia 2° de outubro, 2014.

McLean Hospital.

00h A.M

Encontrei seus olhos castanhos de longe. Podia perceber o suor escorrer de seu rosto, suas mãos estavam tremulas e ele não parava de olhar para os lados. Se eu não tivesse que fazer algo maior em minutos, com toda certeza socaria sua cara e o mandaria virar gente.

— Você tem certeza do que está fazendo, Jasmine? – Engoli seco. Com toda certeza, não, mas eu precisava ao menos fingir, já bastava ele pirando. Com sua palma suada, ele entregou o frasco transparente com uma etiqueta colada.

Segurei com força, como se a qualquer momento pudesse escapar de meus dedos ou algo do tipo. Por ser tarde, poucas pessoas se locomoviam ali.

— Garotos. – Uma mulher disse, fazendo ambos virarmos em sua direção. Minha respiração estava descompassada. Dave estava pior ainda, estava na cara que ele estava matando alguém. A mulher obviamente percebeu e por isso arqueou a sobrancelha. — Você está bem?

Ele assentiu com a cabeça, fazendo a mulher balançar a cabeça e revirar os olhos.

— Enfim, vocês precisam ir. - Mordi meus lábios com força, isso definitivamente não estava no plano.

— Eu... – Minha voz soou estranhamente fina, pigarreei e olhei para a mulher com um sorriso tímido no rosto. — Eu só preciso pegar minha bolsa.

Podia ver os olhos marejados de Dave, aquilo acabou comigo. A mulher falou para sermos rápidos e saiu em direção a outro grupo de pessoas.

— Eu vou fazer isso. – Falei, mas meu irmão agarrou meu pulso com força e me encarou.

—O mínimo que você pode fazer é me deixar vê-la pela ultima vez. – Eu queria gritar, mas sabia que isso só traria problemas. Agarrei Dave com força, o abraçando. Depois de alguns segundos, o soltei e olhei no fundo dos seus olhos.

—Ela te ama.

—Se isso fosse verdade, ela teria pedido para mim. – Saiu em direção ao quarto. Aquela foi a ultima vez que o vi.

 

New York City, Manhattan.

Duas semanas depois.

 

Acredite se quiser, minha sanidade mental estava incrivelmente estável, o que era assustador. Eu não via gente morta ou tentava bater nas pessoas, entretanto os pesadelos me assombravam todas as noites, mas eu conseguia me manter firme.

Sobre Dave, não o via desde o ocorrido há algumas semanas, e também não me importava, nunca gostei muito dele mesmo.

— Vire a esquerda em 100 metros. – Disse a voz irritante de dentro do GPS. Quando eu disse que não conhecia a parte mais suburbana de Manhattan, eu realmente estava dizendo a verdade. Dirigia há uns 20 minutos e ainda não tinha achado a bendita casa onde iria ocorrer a festa.

Falando sobre esse assunto, Quennie – uma amiga que tinha feita na aula de literatura – me obrigou a ir a esse jantar, era algo ridículo que por mim não compareceria nem arrastada, mas nada que um bom chamego e algumas horas trancadas em um quarto não me fizeram mudar de ideia.

Bati minhas unhas no volante e finalmente encontrei a casa. Havia alguns carros na frente e alunos sem graças caminhando em direção a porta.

O jantar se tratava de uma confraternização com todos os alunos de letras, até mesmo os que só estudavam por ser matéria extracurricular. O motivo? Hoje era o dia de alguma coisa relacionado à pedagogia, e o porquê de ter tantos alunos? Valia nota.

Estacionei meu carro e desci após pegar minha bolsa. Tranquei o mesmo e guardei a chave caminhando em direção a porta. O vento frio de fim de outono batia em meu rosto com força, fazendo minhas bochechas ficarem mais vermelhas que o comum.

Ao entrar, ri internamente vendo a quantidade de jovens que estavam ali, a idéia de falar que contaria pontos foi genial, parabéns professores. Olhei-me no espelho que estava logo na entrada. Usava uma meia calça preta, bota de couro de cano baixo e um casaco vermelho que ia até o meio das coxas, meu pescoço era aquecido por um cachecol preto e minhas orelhas por um gorrinho.

Tirei o casaco, dando a visão da minha saia de couro e blusa preta de manga comprida, tirei as luvas e o gorro em seguida colocando tudo no cabide junto com os pertences de outras pessoas.

— Jasmine! – Escutei meu nome ser chamado por uma voz fina, e olhei para trás encontrando a dona da mesma, se tratava de Quennie, a garota que mais parecia à branca de neve. Ela vestia um vestido roxo – sua cor favorita – e uma botinha. Não precisava de uma identificação para saber que ela cursava jornalismo. Ri com meus pensamentos e a abracei casualmente dando dois tapinhas em suas costas. — Cristo, você é tão insensível.

— Obrigada pelo elogio, deus me livre ser chamada de sensível. – Comecei a caminhar entre os jovens e adultos, cumprimentado alguns professores e a procura de uma taça de champanhe.

— Ele está ali. – Arqueei a sobrancelha confusa sobre quem ela estava falando, mas quando meus olhos seguiram para onde seus dedos apontaram, pude compreender. James.

Ele usava seu casual chapéu marrom e o sobretudo preto. Ele mais parecia um daqueles vampiros sexys de filmes adolescentes. Se fosse, provavelmente eu compraria um cartaz e colaria na parede de meu quarto.

Não tinha comentado com ela sobre Mrs. Bay, mas Quen percebeu em uma de suas aulas comigo que eu tinha uma queda pelo professor charmoso de literatura.

Ainda bem que ela considerava uma queda, porque eu já tinha aceitado que tinha um abismo pelo homem de cabelos compridos.

Suspirei e voltei a bebericar o liquido dentro de meu copo enquanto escutava Quennie falar.

— Essa é a primeira e a ultima vez que eles servem bebida alcoólica.

— Por quê? – Encarei a garota.

— Alguns professores já estão mais pra lá do que pra cá, se é que me entende. – Ri do termo usado por ela e dei uma ligeira olhada pelos rostos que pareciam pertencer a professores. Ela estava certa, a maioria parecia estar mais feliz do que o costume.

— Isso vai ser ótimo. – Joguei a cabeça pro lado descruzando minhas pernas e começando a andar entre as pessoas, pretendia conversar com a reitora sobre minhas constantes faltas em menos de um mês, mamãe já tinha ligado para conversar com ela, mas era bom confirmar e fazer a típica garota preocupada com as notas. Patético.

Quando estava chegando próxima a ela, escutei “Jas” ser dito de uma maneira tão sensual que pude sentir minha calcinha molhar. Olhei por cima do ombro encontrando os olhos escuros de James, que me encaravam de uma forma enigmática, e bêbada.

— Qual o insulto da vez? – Disse, mas logo a carranca formada em meu rosto foi mudada por um sorriso malicioso. Se controle, garota.

— Eu estava vindo fazer um elogio. – Arqueei a sobrancelha surpresa e molhei meus lábios por instinto, logo percebendo que seu olhar vai diretamente para ele. Meu pisca-pisca interno brilhava dizendo perigo. — Você não parece ter saído de um desfile hoje.

— Uh, isso é um insulto daqueles.

— Não na minha visão. – Ele me encarou e levou a taça aos lábios, me deixando saborear sua imagem misteriosa. – Onde está indo?

— Conversar com a reitora.

— Eu até lhe acompanharia essa noite, senhorita Bradshaw, mas não quero que me observe de perto nesse estado.

— Bêbado? – Ri olhando diretamente para ele. O mesmo levou a mão até o cabelo o jogando para o lado.

— Por mais que o álcool tenha a ver com isso, digamos que não quero ser visto sendo eu mesmo, relaxado.

— Pode deixar que continuarei tendo a mesma imagem do senhor. – Falei com calma e ele riu olhando para os lados. Seu corpo se aproximou de mim e ele levou os lábios até meu ouvido.

— Você está linda, Jasmine.

Quando ele disse, senti um leve arrepio subir pela minha espinha e minha respiração falar, o que me deixou furiosa. Por sorte, quando ele se afastou eu já estava de volta ao meu corpo.

— Só não deixe as pessoas te verem sendo um jovem comum, ok? – Falei rindo e sai andando, se eu continuasse mais um segundo perto daquele homem teria um treco.

 

 

[...]

 

Após um discurso desgastante da reitora, minha cota de boa aluna do dia já havia estourado e meu corpo pedia por descanso. Dei tchau para alguns professores e procurei James, não o encontrando. Um pingo de decepção desceu rasgando pela garganta e eu me senti ridícula por aquilo.

Coloquei meus pertences de volta no meu corpo e abri a porta sentindo o vento se chocar em meu rosto. Suspirei e levei as mãos até o mesmo, tentando esquentar minhas bochechas. Enquanto caminhava em direção ao meu carro, percebi um corpo escorado nele.

Estreitei meus olhos percebendo que a figura ficou mais reconhecível à medida que eu me aproximava, e aos poucos pude dar um nome para aquela figura. Professor James.

— O que devo a honra de seu corpo raquítico em meu carro? – Falei chamando sua atenção.

— Não vai negar uma carona para seu professor favorito, vai?

— Não estou vendo Mrs. Foster por aqui. – Me fiz de desentendida e ele riu negando com a cabeça. — Entra aí. – Abri a porta e me aconcheguei no banco de couro.

Quando ele adentrou, dei partida e comecei a dirigir, esperando ele me dizer onde era sua casa. Ele logo me explicou e por fim percebi que era em menos de 10 minutos até lá.

— Sabe... – Ele disse após alguns instantes de um silencio constrangedor. Olhei para ele rapidamente como se pedisse para continuar e voltei a prestara atenção na estrada. — Eu não fui muito legal aquele dia. – Disse baixo. Sorri e montei a melhor expressão de confusão que conseguia.

— Eu não sei do que está falando. – Fiz uma curva já podendo ver de longe sua moto estacionada.

— Eu disse que não fui muito legal com você aquele dia.

— Que dia?

— Por favor, Jasmine, não se faça de idiota. – Gargalhei da forma que ele falou e parei o carro na frente do que presumi ser sua casa.

— Quando você falou com todas as letras que eu era inútil? – Arqueei minha sobrancelha enquanto girava meu corpo em sua direção. — Se for, tenho de concordar que não foi gentil da sua parte.

— Eu só não sabia o que fazer. – Suspirou enquanto levava os dedos para o cabelo e os puxava levemente.

— Você não pode ser um babaca toda vez que não souber lidar com algo. – Dei de ombros fingindo que aquilo não tinha me afetado.

Eu não sei o que você faz comigo, porra. – Resmungou.

Era isso que eu queria ouvir.

Mordi meus lábios e encarei seus olhos. Levei minha mão até meu cinto e o soltei, me aproximando de James.

— Aonde você quer chegar com isso?

— Aqui. – Ele disse me puxando para seu colo e me beijando profundamente.

Foi aí que descobri que James era muito mais que uma queda, ou uma porta atraente para o perigo. O homem misterioso tinha me conquistado e eu soube que seria meu fim. 


Notas Finais


O que acharam? O capítulo ficou simples, mas totalmente necessário, aqui se dá inicio de verdade ao triângulo como disse no começo, espero que tenham gostado.

Bieber está voltando para o prazer de algumas e desprazer de outras - eu sou team James - enfim, beijinhos.

roupinha da Jasmine: http://www.polyvore.com/party_in_university/set?id=212358236

Entrem em contato comigo pelas seguintes redes sociais (eu solto spolier)

twitter: imvoguex

ask: guccivy

XOXO.


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