História O estranho mundo de Jenny - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Jenny, Mundo Estranho
Exibições 25
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tomara que gostem.

Capítulo 3 - A família real parece gostar de mim.


Fanfic / Fanfiction O estranho mundo de Jenny - Capítulo 3 - A família real parece gostar de mim.

         - ...Meus pais. - Ema abre a porta e vejo o rei e rainha, e seus trajes reais são deslumbrantes, o da rainha verde como esmeralda e o rei era um amarelo ouro, não cor ouro, é ouro de verdade.

      - Ema, esses devem ser seus amigos.  - O rei nos cumprimenta.

         - Meu nome é Jenny e esse é o Christopher. -  Digo apertando o pescoço do Christopher de forma amigável.

    - Sem dúvida é um Pégaso muito bonito.

      - E ela também, né, querido. - A rainha diz se aproximando de nós.  - Jenny?

- Sim. - Respondo prontamente.

- Você é uma moça muito bonita. - Ela me diz e abro aquele sorriso.  - E esse Pégaso também.  - Ele é o Christopher. - Digo sorridente.

- Christopher, você é bem bonito rapaz. - Ela diz acariciando o seu focinho.

- Ai valeu, alteza. - Ele responde como um bobo alegre.

- Ema, você escolheu bem suas companhias. - A rainha diz.

- Nem tanto. - Tristan diz, e percebo que ele ainda estava ali, por que ele não faz um favor para a humanidade e apenas se suicida.

- Ahh. - Suspiro. “Seria tão bom.”

- Tudo bem, Jenny? - Ema me cutuca.

- Tô sim.  - Respondo.

- Que pena. - Tristan diz e eu me enfureço.

- Você quer…

- Jenny… - Ema coloca a mão no meu ombro e entendo a mensagem subliminar, respiro fundo e digo:

- Você quer pegar o néctar para tomarmos? - Falo doce e gentilmente escondendo minhas verdadeiras invenções com um belo de grande sorriso falso.

- Não. - Ele me responde frio e grosso.

- Tristan, por favor.  - Pede a rainha.

- Sim, majestade. - Ele assenti e some entrando no corredor.

- Vejo que o Tristan não gostou de você. - Diz a rainha.

- É um pouquinho.

- Fique calma, quanto mais ele te provocar e te alfinetar melhor.

- Como assim?  - Digo tentando entender isso.

- Isso quer dizer que ele está gostando de você.  - Ela diz.  - Vem venha sentar à mesa. - Depois que ela falou isso, eu percebo a enorme mesa no meio da sala real cheia de petiscos e comes e bebes.

O rei se sentou na ponta esquerda e a rainha na outra ponta, a direita. Me sento no meio e Christopher se senta no chão do meu lado, Ema se senta na minha frente. Logo Tristan chega com carregando uma jarra enorme de néctar caminhando apenas com as patas traseiras, tenho que admitir que ele é enorme, devia ser do tamanho de um trator e pela primeira vez o achei fofinho.

- Aqui está o néctar real, - Ele diz. - Que como “alguns” de nós sabemos... - Retiro o que disse. - É feito do mais puro mel, dos melhores morangos e do melhor leite do Fim do Mundo.

- Obrigado, Tristan. - A rainha agradece e ele se senta ao lado da Ema, acho que sinto seus olhos me fitando.  - Agora vamos comer.

Começamos a nos servir, comecei pegando algumas fatias de peito de peru, uma porção de ovos de codorna e uma coxinha, - É tem coxinha aqui. - puxo uma porção de cenoura cozida para o Christopher e as dava na boca dele.  Ema pegou ovos de codorna, algumas fatias peito de peru, uns quibes e umas coxinhas. O rei optou por pastéis, pelo cheiro eram de camarão, e fatias de salame que regava espremendo limão.  A rainha segui pros queijos, cortou um belo pedaço de gorgonzola e outro de mussarela, pegou uns espetinhos de camarão e algumas fatias de presunto. Tristan puxou uma tábua de iscas de peixe e espetinhos de camarão.

Comia sorridente, afinal estava do lado da família real, uma das pessoas mais influentes e importantes de todo o Fim do Mundo.

- Nem me esperaram. - Um rapaz diz entrando pela porta.

Mais que rapaz, nossa! Olhos castanhos, cabelo loiro, armadura reluzente… Asas, é duas asas brancas enormes, como um anjo.

- Olá, filho. - A rainha diz.

- Filho? - Digo olhando para a rainha.

- Sim, esse é o Henry, nosso filho mais velho e ele é um arcanjo. - Ela me responde.

- Mas  a Ema não tem asas.

- Apenas o primogênito consegue herdar essa característica. - Henry se aproximou de mim. - Prazer?

- Ah sim, sou Jenny.  - Ele pega minha mão e a dá um beijo.

- É um prazer conhecê-la, senhorita Jenny.  - Ele diz recolhendo as asas e fica só… ele.

- Como fez isso? - Pergunto.

- Habilidades. - Ele diz abrindo um sorriso e eu retribuo com um sorriso também.

- Qualquer um sabe disso.  - Resmungou Tristan, nem dei bola.

Ficamos nos olhando por um longo período, olhamos um no olho do outro e fiquei pensando em dizer que ele era um tremendo de um gato ou que parecia um anjo, bem ele é um arcanjo, né, então obviamente ele era um anjo, mas seu sorriso era como uma estrela reluzente, os olhos castanhos mais lindos que já vi, cabelo perfeito, levemente alisado para o lado, o rosto perfeito e os lábios carnudos.

Eu me perdi nos olhos dele e só consegui ficar olhando para ele, e eu…

- Minhas asas não voltam. - Christopher diz cortando todo o nosso clima.

- É claro você é um Pégaso, suas asas não voltam. - Digo voltando a me sentar.

Henry cortona a mesa e senta do lado de Ema e Tristan.  Tristan o abraçou e o Henry o abraçou também,  acho que escutei um “amigão” no meio do abraço.

Depois do abraço caloroso os servos reais retiraram os petiscos da mesa, algo me dizia que iria participar de um almoço completo. Eles tiraram tudo da mesa, em seguida soou um sininho fino e agudo que ecoou por toda a sala.

E entram os serviçais carregando pratos. Eles colocam os pratos para cada um na mesa e entra um Porco Gigante com um chapéu enorme de Chef gastronômico na cabeça.

- Essa é a entrada: Maionese de ovos, presunto e queijo, Cebolas douradas e caramelizadas regadas ao molho Rose.

- Obrigado, Chef Luí. – Agradece o Rei.

- Bom apetite. – Ele diz se retirando.

Pego um garfo e começo comer a entrada. Sem duvida esse porco sabe cozinhar. A Maionese de ovos está tremenda muito bem temperada e junto ao molho Rose ficava deslumbrante.

- Então, Majestade. – Digo me referindo ao rei. – Como está o reino?

- Está tudo em ordem, senhorita Jenny. – Ele diz levando o garfo à boca. – Os reinos estão em paz, há boatos de guerreiros querendo desafiar o reino, mas são apenas o que são, boatos.

- Mas e o Conselho? – Perguntei intrigado com o assunto.

- Ele diz que não tem com o que se preocupar com isso e também ficar atento em questões territoriais.

- Mas não está preocupado?

- Sinceramente, não. – Ele responde comendo a porção de cebola. – Senhorita Jenny, entendo sua preocupação, mas eu tenho os maiores guerreiros ao meu lado e um exército também, cheio de dominadores de nuvem, arcanjos e mais meu filho Henry e minha filha Eva, uma das maiores dominadores de nuvem.

- Valeu, pai. – Ema e Henry disseram.

Toc, Toc.

- Droga, vocês me dão licença um pouco? – Digo piscando os olhos três vezes. – O que você quer Danny? – Digo ao ver que me meu irmão mais novo estava a porta.

- Freya, vamos brincar.

- Peter, estou ocupada com você sabe o que...

- Você tava no Fim do Mundo!

- Não grita! – Digo gritando.

- Você tava no Fim do Mundo. – Ele diz sussurrando.

- Tava. – Afirmo.

- Deixa eu ir com você? – Ele me pede fazendo um beiço.

- Peter...

- Vai! – Ele insistiu.

- Tá, mas fale baixo. – Digo entrando da quarto e fecho a porta.

 



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