História O Fantasma da Minha Casa (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Imagine, Jungkook, Romance, Sobrenatural, Você
Exibições 382
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem ♥

Capítulo 2 - Álcool


Fanfic / Fanfiction O Fantasma da Minha Casa (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 2 - Álcool

O Fantasma da Minha Casa

Capítulo 02

______ (seu nome)

Fiquei encarando o lugar onde ele estava com os olhos arregalados e a boca aberta em perfeito "o". Eu não estava acreditando no que tinha acabado de ver. O que ele é? Como ele fez aquilo? Seria coisa da minha cabeça? Apenas imaginação minha? Eu devo estar ficando louca.

Dou passos apressados até a escada e subo olhando para todos os lados. Entro no quarto e fecho a porta as pressas. Corro para cima da cama e me escondo entre as cobertas. Minha respiração estava descontrolada. Mas pelo cansaço acabo pegando no sono e dormindo daquele jeito.

[...]

Acordo ouvindo um barulho vindo lá debaixo. Levanto da cama e desço as escadas lentamente. Olho para a porta e vejo Yong.

— Eu te falei para não me esperar acordada. -diz embolando nas palavras.

— Yong, aonde você estava?

— Eu preciso dormir... -fala passando por mim esbarrando em alguns móveis.

— Yong! -o abraço e sinto cheiro de álcool. — Você estava bebendo? -pergunto o afastando.

— O quê que você acha? -me responde com muita dificuldade.

— Ai, você está fedendo! Vai tomar um banho gelado agora! -aponto para as escadas e ele me ignora, se deitando no sofá. — O que você está fazendo?

A minha paciência já estava se esgotando.

— Me deixa.

— Aish... -subo as escadas batendo os pés e me jogo (literalmente) na cama.

Eu não estava acreditando. Por quê ele bebeu? Yong nunca gostou de beber. Será que é por minha causa? Eu não deveria ter feito aquilo. Tinha que ter sido mais forte e tentado ser menos medrosa. Estou me sentindo horrível agora. Como eu sou idiota. Me cubro novamente e depois de um tempo consigo voltar a dormir.

"Vai embora da minha casa"

— O QUÊ? -acordo com o corpo todo suado e a respiração descompassada. Passo as mãos pelos cabelos e caminho até o banheiro. Aquela voz, aquela mesma voz de ontem. Da onde estava vindo? Não tinha ninguém além de mim dentro daquele enorme quarto. Yong provavelmente havia pegado no sono no sofá da sala. Me olho no espelho e me desanimo ainda mais. Eu estava acabada. Meus cabelos estavam bagunçados, estava cheia de olheiras e o meu rosto estava vermelho e inchado pelo choro. Respiro fundo e abro a torneira, jogando um pouco de água na minha testa. Volto para o quarto e me deito. Viro de um lado para o outro, procurando uma posição confortável, mas não conseguia. Algo estava me incomodando. Sinto como se estivesse sendo observada por alguém. Abro os olhos e olho em volta, mas paro na porta quando vejo um menino. Aquele mesmo menino.

— Por que ainda está na minha casa? -pergunta me encarando.

Nunca havia reparado no seu rosto.

É... bonito.

— Como ela é sua casa? Eu e meu marido compramos esse lugar. -falo calma.

— Queria que você se casasse com uma pessoa que realmente te amasse. -diz com um olhar que eu não conseguia decifrar.

— O quê? Como assim? -sento na cama o olhando.

Não conseguia entender o por quê, mas eu não sentia mais tanto medo de ficar perto dele quanto antes.

— Por que ainda tenta?​

— O que quer dizer com isso? -franzi a testa.

— Ele nunca vai te ouvir, por que ainda tenta?

— Isso não é da sua conta. -cruzo os braços.

— Você sabe que eu estou certo, só não quer admitir. -sorri de lado.

— Como sabe? -levanto uma sobrancelha.

— Eu apenas sei. -dá de ombros.

— O que você quer de mim? -cerro os olhos. — Por que está me seguindo?

— Não estou te seguindo, você que invadiu a minha casa.

— De novo com isso? -bufo. — Eu já disse que essa casa é minha. Eu e o Yong ficamos juntando dinheiro a anos para comprá-la.

— Isso não importa, ela ainda me pertence.

— Como ela pode ser sua? Você é só uma coisa da minha cabeça. Você nem existe.

— Claro que existo. -fala adoravelmente irritado. — Eu não sou coisa da sua cabeça, eu estou bem aqui!

— Quem é você então?

Ele me olha meio triste.

— Ninguém importante. -abaixa a cabeça.

Me levanto da cama e vou na direção dele. Quando eu ia tocá-lo ele desaparece como da última vez.

Nessa mesma hora Yong aparece no quarto e entra no banheiro sem falar comigo. Suspiro e novamente me deito. Fico em uma ponta, deixando um espaço pra ele e fecho os olhos ainda segurando todas as lágrimas. Eu estava tão mal, só queria que as coisas melhorassem entre nós. Sinto o colchão afundar e ele me abraçar, me puxando para mais perto de si. Sorrio percebendo que ele não estava mais chateado comigo e me aconchego no seu peito. Ele começa a fazer cafuné em mim e quando eu estava prestes a adormecer, ouço o barulho da porta e abro os olhos rapidamente.

— Será que dá pra você chegar pro lado? -Yong fala saindo do banheiro.

Fico encarando-o assustada.

— Que é? -pergunta deitando na cama enquanto eu ainda o encarava assustada. — Vai ficar me olhando ou vai logo ir dormir?

— J-já v-vou. -me ajeito na cama ainda sem entender um fio de história.

Se não era ele que estava me abraçando, então... quem era?

[...]

Acordo com a claridade no meu rosto. Abro os olhos e quando eu ia acordar o Yong, ele não estava lá. Ele já deve ter ido trabalhar. Me levanto e vou para o banheiro. Faço as minhas higienes matinais e troco de roupa no quarto. Desço as escadas e entro na cozinha para preparar a comida. Faço um café e fico bebendo enquanto assistia um dorama qualquer. Eu não estava nem um pouco contente. Me sentia deprimida e pra baixo como eu nunca fiquei antes.

— Não acredito que ele quis voltar a trabalhar logo hoje! -resmungo chutando a mesinha de centro. — Eu te odeio, Yong! Eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio!!!

"Então por quê continua com ele?"

— O quê? -olho em volta e não vejo ninguém.

"Não entendo por que ama uma pessoa como ele."

— Aonde você está? -grito ainda o procurando. — Eu sei que está aí! -ele aparece na minha frente. — Do que você estava falando?

— Ele não te ama.

— Hã? Como pode ter tanta certeza?

— Eu vejo como ele te trata.

— Ele estava bêbado, não sabia o que estava falando. Ele é uma boa pessoa. -me sento no sofá e bebo um pouco de café.

Eu realmente não me importava com a presença daquele menino. Era como se ele fosse o meu passatempo da minha imaginação. Uma forma de não me sentir sozinha.

— Não, não é. -me encara sério e eu reviro os olhos.

— Eu não vou te escutar, não acredito em você. -volto a prestar atenção na televisão. Ele estava falando alguma coisa, mas eu não estava ouvindo. Até que a tevê desliga sozinha. — Omo, o que foi isso? -olho pra ele indignada.

— Você não está me ouvindo.

— Então foi você que fez isso? -falo com os olhos arregalados.

— Fiz e posso fazer muito mais do que isso. -diz simplista.

— O que você é? -o encaro e ele parece assustado. — Está tudo bem?

— Sim, não é nada. -e desaparece.

Por que sempre que eu toco no assunto sobre ele, ele some? Eu disse alguma coisa errada?


Notas Finais


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