História O faraó do Egito - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Faraó Atem, Joey Wheeler (Katsuya Jonouchi), Personagens Originais, Téa Gardner (Anzu Mazaki)
Visualizações 28
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo minna! Eu sei que prometi postar todos os dias, mas eu não consegui. Está caindo mt água do céu e minha net caiu. Estou postar pelo celular, é mt complicado por isso está tendo tanto erro de ortografia e peço que me perdoem. Bom, não vou enrolar mais... Desejo a vcs boa leitura!

Capítulo 16 - CAPITULO XVI


Fanfic / Fanfiction O faraó do Egito - Capítulo 16 - CAPITULO XVI

Com Anzu era sempre educado, comportando-se como um anfitrião com uma hóspede. Não ia mais ao  quarto dela, mesmo durante o dia. Ela não sentia que possuía status. Foi uma espécie de expêriencia, para ver se o faraó poderia ser homem outra vez. Agora que tinha essa segurança, perseguia a sra. Ryo, que as mexiriqueiras asseguravam estar em crise com o marido, sendo o motivo da discussão a vibda dela para o Egito. Anzu encontrou um aliado inesperado em seu ex-inimigo, o velho faraó. Certo dia, ele  a convidou para ir ao seu orquidário e começou a ensina-la sobre orquídeas. Ela se revelou uma ótima aluna, ouvindo com atenção, enquanto ele explicava as diferenças entre espécies, as condiçõe de crescimento e a qualidade do peefume exótico da planta. As orquídeas cresciam em teoncos de árvires, e não no solo, fato que fascinou Anzu. Ela tocou um botão frágil de phalanopsia com a ponta dos dedos.

— São tão individuais.... Como pessoa.

— Gosto de pensar que também possuem peesonalidade. - Observou o faraó. - Algumas são tímidas e só desabrocham quando recebem amor e carinho. Outras são exibidas, sempre mostram muitas flores. Existem ainda as reclusas, que escondem os botões embaixo das folhas.... Eu as acho fascinantes.

— Eu também... Todas elas. O senhor deu nome a todas?

— A cada uma delas. E muitas tem idade suficiente para ser minhas filhas, e outras netas.

Caminhavam entre as fileiras de plantas, cercados por todos os tipos de árvores e arbustos tropocais. Era um ligar que qualquer jardineiro invejaria. Ele olhou para a nora, que trajava uma gellabia de algodão, branca e cor de rosa, com um turbante ao redor dos cabelos chocolates. Ela se adaptou tão bem, pensou ele. Nunca forçava ou mandava; persuadia e levava as pessoas o que desejava que fizessem. Era cortês mesmo com os criados. O cozinheiro emviava para ela guloseimas por intermédio de Mana. A costureira se esforçava ao máximo nos trajes para ela. O vendedor de doces trazia para ela amostras dos melhores chocolates, e os pães e confeitos mais frescos e bonitos vinham para Anzu todas as manhãs. Desde a a avó do velho faraó não houve no palácio uma mulher tão querida por todos. Mas ela também não estava feliz. Ele ouviu notícias sobre a noite do casamento e havia evidências mais do que amplas de que a união foi consumada. Mesmo que Átem não fosse capaz de ter filhos, poderia se casar com ela numa cerimônia formal. Eram notícas maravilhosas para um homem que julgou eterna impotência do neto. Porém algo deu errado. Átem passava todos os momenros livres com Teana e o filho, deixando Anzu de lado.

— Por que ele deixa você pela mulher de Paris? - perguntou ele de repente.

— Ele a ama. - Respondeu Anzu, com simplicidade.

— Você não pretende competir com ela?

— Como poderia? Não tenho  a mesma classe social dela, e também não sou bonita como ela, nem tenho uma história antiga de amizade com Átem. No momento em que ele a viu, passou para o lado dela e me esqueceu. -  Anzu reclamou, olhando para o chãoe desejando ter ousado vir desclaça.

— Ele deseja você. Essa é uma arma que pode usar. - Aconselhou ele, ignorando as observações dela.

— Acho qie não seria o suficiente. Não se ele a ama. Estou pensando em voltar pra casa.

— O quê?

— O senhor deve perceber que não vai dar certo. Átem não teria me escolhido para esposa nem em cem anos se ue não parecesse com ela. Ele sabe agora que é um homem completo e acho que já está pensando nas qualidades que deseja em uma companheira. Pode acreditar, não estou no seu nível.

— Teana é casada e tem filho. 

— Ela teve uma discissão com o marido quando resolveu vir pra cá. - Anzu contou o que sobe por Mana. - Átem a ama e ela deve ter algum sentimento por ele. Comko posso lutar contra isso?

— Precisa tentar, pelo menos... Se é que o ama.

— E se eu falhar?

— Nesse caso... Eu mesmo a ajudo a ir embora, se você quiser, com a condição de que Phillipe vá com você. Dartz tem um longo alcance, mesmo até o México. Qualquer que sejam os defeitos de meu neto, ele não deseja que você corra nenhum risco.

— Phillipe irá odiar sair daqui. Deixa Mana, seu país...

— É minha condição. - Insistiu ele.

— Muito bem. - Disse ela, em um suspiro.

— Mas não até que você faça um último esforço para salvar seu casamento, minha jovem. Não gosto da ídeia manda embora a única pessoa que gosta de orquídias em todo o palácio.

— Está bem. E muito obrigada. - ele deu de ombros e pegou um podador.

— Agora vamos aprender a arte da preparação da muda.

Naquela noite, Anzu tomou banho e se perfumou. Vestiu um vestido verde e um sapato de salto preto ( n/a: vestido da capa, sem a bolsa e as flores.) deixou os cabelos que estavam grandes cairem em uma cascata pelos ombros e costas maquiou-se e passou um belo batom vermelho. Com toda a esperança de resolver alguma coisa, caminhou devagar até o quarto do marido com o coração batendo forte, pensando em seduzi-lo. Ela era como um patrulheiro perseguindo sua presa. Penetrava nos domínios de Átem, sabendo que ele a desejava e que era a mulher com a qual teve mais sucesso. O único ponto a seu favor, ainda que o faraó não a amasse. Chegou até a porta dupla, onde foi barrada por dois guardas. Um deles estreitou os olhos.

— O que deseja? Ninguém pode entrar aqui sem autorização. Sobretudo uma mulher impropriamente vestida e mostrando totalmente seu corpo e maquiada como se fosse uma concubina*. 

Ele falava com desprezo e asgo. Não a conhecia. Anzu também nunca o vira. Mas a atitude do homem a deixou furiosa. Por que Átem tinha guardas que não reconeciam a própria esposa?

— Quero ver meu marido!

— E por que ele estaria aqui? Quem é ele?

— O faraó Átem! - Respondeu ela, os olhos azuis faiscando.

— Não acredito nisso! O sidi não é casado! - Protestou ele.

— Mas ele é, e pode ir chama-lo. Agora!

— Muito bem. Espere aqui. - Disse o guarda, depois entrou no quarto.

O companheiro permaneceu na porta olhando para ela de cima em baixo até que escutaram uma conversa abafada no interior. Em seguida o guarda retornou, com Átem logo atrás. Estranho e atraente. Ele ergueu o queixo, olhando para Anzu como se não a reconhecesse. Pouco tempo depois ouviram um movimento e Teana entrou no campo de  visão dele. Estava vestida com um conjunto de seda branca e não parecia desalinhada, embora o fato de se encontrar com Átem aquela hora fosse mais do que eloqüente .

— O que quer, Anzu? É um pouco tarde para ditar, agora. - disse ele, com formalodade.

— Ditar? - estranhou ela.

Percebeu, pela expressão do rosto de Átem, que fosse o que fosse o que exiatiu entre eles, já desapareceu.


Notas Finais


* concubina: prostituta, membro de um hárem.
Sei que foi curtinho, mas eu só queria dizer que esse cap vai ser divido pq, na verdade, ele é mt grande. Vou tentar postar a segunda parte ainda hj.
Obrigada por lerem.


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