História O filho da luz e a filha das sombras - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alvo Dumbledore, Argo Filch, Bellatrix Lestrange, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Personagens Originais, Ronald Weasley
Exibições 278
Palavras 1.233
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie!
Então fofonetes, a capa desse cap é a varinha da Ana
Ela foi selecionada com os traços da personagem e eu respondi as perguntas como se eu fosse a própria Ana

Capítulo 2 - O Beco-Diagonal


Fanfic / Fanfiction O filho da luz e a filha das sombras - Capítulo 2 - O Beco-Diagonal


31 de julho de 1991
=POV Anamelech=
Um homem foi atingindo pelo raio verde, depois uma mulher, ela tinha cabelo castanho claro, quase ruivo e segurava um bebê, um menino de mais ou menos um ano, ela implorava para que poupasse a vida dá criança, mas ela também foi atingida pelo raio, então veio uma risada maléfica, sobrou somente o bebê no comodo, e quando ele foi atingido pelo mesmo raio verde, tudo acabou, veio uma escuridão e puf!
Eu acordei suando frio e me sentei na cama rapidamente, meu coração havia perdido o compasso e minha respiração estava acelerada.
Mas eu já havia me acostumado com pesadelos desse tipo, essa não é a primeira vez e nem será a última. Desde que eu descobri sobre meus verdadeiros pais, ando tendo sonhos como esse, eles já viraram parte dá minha rotina, no começo, eu quase não conseguia fechar os olhos, sempre com medo de como seria o próximo pesadelo, mas agora, deixou de ter importância.
Me levanto da cama e calço minhas pantufas, saio do meu quarto, atravesso o corredor e desço as escadas rumo a cozinha
-Bom dia mãe- digo quando entro na cozinha e logo depois me sento a mesa
-Bom dia querida! Tenho uma novidade!- ela diz com empolgação -olha o que chegou para você!- ela diz me entregando uma carta, pelo selo eu já sabia sobre o que ela se tratava, porém fiz questão de abri-la. Lá estava escrito que eu tenho uma vaga na tão famosa Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
-Atrasados, se quer saber minha opinião. Como eles querem que eu confirme até o dia 31 de julho, se eles enviaram a carta no dia 31 de julho?- pergunto indignada

-Bem pelo menos ela chegou! Coma rápido, não quero me atrasar, tenho que passar na sua avó depois de irmos ao Beco Diagonal- minha mãe me apressa
-Mas mãe, ainda temos tempo antes das aulas começarem- eu digo
-Não, não temos não. Você sempre deixa as coisas para última hora, mas não dessa vez- ela diz.
Me apresso a comer ou minha mãe não desgrudaria do meu pé. Depois do café, vou para meu quarto me arrumar, escolho uma roupa simples, depois vou para o banheiro, tomo um banho rápido e me visto, olho meu reflexo no espelho e percebo que eu continuo exatamente igual ao que eu era a um ano atrás, dou de ombros e escovo meus dentes, depois saio do banheiro e desço as escadas  minha mãe já me esperava sentada no sofá da sala de estar, depois eu e minha mãe usamos pó de flu para ir ao Beco Diagonal. 
Chegando lá, nossa primeira parada foi o Gringotes, pegar dinheiro bruxo, para irmos as compras, depois rumamos ao Empório das Corujas, no caminho eu estava destraida olhando para a tão conhecida paisagem, quando avistei para um menino e no mesmo instante ele também me olhou, e por um segundo que pareceu durar a eternidade, eu perdi o controle do meu corpo, por mais que eu quisesse desviar o olhar, eu não conseguia, era como se eu perdesse o sentido dos movimentos, quando finalmente sai daquele transe, apertei o passo para alcançar minha mãe. No Empório minha mãe me comprou uma lida Coruja-das-Neves e depois fomos ao Floreios&Borrões, mas minha mãe parou na porta do estabelecimento
-Eu vou ficar aqui fora, não posso entrar com a coruja, aqui está a lista, pegue tudo que precisar, aqui estão o dinheiro, acho que isso é o suficiente- disse ela enquanto me entregava a lista e um saquinho com vários galeões, eu entrei na loja e depois de um tempo achei a prateleira que eu precisava, mas lá eu encontrei um menino, ele era o mesmo que eu encontrei no caminho do Empório, ele me era familiar, embora eu soubesse que eu  nunca havia o visto, me aproximei dele, foi quando eu percebi quem ele era: Harry Potter, o menino-que-sobreviveu
-Olá!- eu disse me aproximando com uma animação falsa, nesse ano, desde que eu descobri sobre meus pais, não consigo parar de culpar Harry Potter por eu ter me separado de meus pais. Se ele tivesse morto, meu pai estaria vivo e eu estaria junto dá minha mãe e meu pai. Desde o ano passado, tudo o que eu quero é vingança do testa rachada
-Oi- ele respondeu com uma feição de dor e depois levou a mão até a testa, foi quando eu vi a cicatriz e confirmei minha teoria
-Você é Harry Potter, não é mesmo?- fingi não saber
-Como você sabe meu nome?- ele perguntou meio desconsertado
-Todo o mundo bruxo sabe o seu nome e também a sua cicatriz te entregou- respondi sorrindo mais pela idiotice do garoto do que por simpátia -Primeiro ano em Hogwarts não é mesmo? Pois bem- eu disse e com a varinha antiga de minha mãe (que eu sempre carrego comigo) usei um feitiço (Carpe Retractum, que serve para atrair objetos ou atira-los contra alguém) e peguei dois exemplares de cada livro que precisávamos e coloquei um em cada cesto
-Então, em que casa você acha que vai ficar?- puxei assunto, afinal se eu quero que ele confie em mim, eu preciso parecer uma pessoa legal e simpática
-Eu não sei...- ele parecia meio envergonhado
-Bem eu acho que vou ficar na Corvinal ou na Sonserina- eu disse, mas ele pareceu não entender, então eu me lembrei que um dia minha mãe havia comentado que ele foi criado por trouxas
-Bem seus pais eram da Grifinória, acho que você vai ser de lá também- eu disse
-Meus pais?- ele pareceu interessado por esse assunto
-Sim, minha mãe estudou com eles, ela disse que eles eram pessoas muito legais- eu disse simplesmente, eu não queria prolongar nesse assunto -Bem aqui está tudo que você vai precisar- eu disse entregando a ele um cesto cheio de livros
-Obrigada- ele disse e eu respondi com um aceno de cabeça, depois fomos pagar e na saída da loja eu disse
-Nos vemos no Expresso- eu disse e ele fez um sinal positivo com a cabeça, dei uns passos e depois me lembrei de algo, virei para ele e disse -Aproposito, feliz aniversário!- eu tive que falar um pouco mais alto pois estávamos um tanto afastados e ele agradeceu, depois cada um seguiu seu caminho.
Fui em direção a minha mãe
-Achou tudo?- ela perguntou
-Achei sim- respondi, eu não havia achado apenas o que eu precisava, mas achei também o que eu queria, esse seria um ótimo ano, afinal, eu finalmente teria minha tão sonhada vingança
-Agora vamos comprar o resto do seu material, compraremos sua varinha por último- ela disse e depois de uma longa caçada pelo meu material, fomos para o Olivaras, não ficamos muito tempo lá, logo encontrei minha varinha: pelo de unicórnio, 21 cm, madeira de carvalho farfalhante, flexibilidade inflexível.
Depois desse longo dia, voltamos para casa e minha mãe foi visitar minha vó para elas irem fazer sei lá o que (minha mãe comentou comigo, mas eu não prestei muita atenção).
Fiquei em casa lendo os livros que pediram para comprarmos, depois pratiquei um pouco com minha nova varinha e batizei minha coruja com o nome de Charlot. Fiquei bastante tempo treinando feitiços, depois a minha mãe chegou e me ajudou com algumas coisas, me explicou outras e depois me obrigou a ir para cama.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, bjs e até a próxima!
Se gostaram comentem!


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