História O filho da minha madrasta (Pausado) - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Ninguém mexe no que é meu


Fanfic / Fanfiction O filho da minha madrasta (Pausado) - Capítulo 3 - Ninguém mexe no que é meu

As 14:34 a campainha toca e eu desço correndo e abro a porta antes da Joana.

- O trabalho de abrir a porta é meu Gabi - Joana diz rindo.

- Desculpa Joaninha - falo rindo junto - Por acaso, você não faria algo pra gente comer e deixaria na piscina?

- Claro querida - diz e sai pra cozinha.

- Oiii minha putinha!!! - a Fernanda fala pulando um mim.

- Oiie minha vaca!!!! - digo a abraçando - Está atrasada 4 minutos.

- Pra compensar aquela vez que tu marcou as 17:40 e chegou as 17:47.

Uma risada leve atrás de mim me faz virar, dou de cara com o Rafael só de bermuda encostado no corrimão da escada com uma caneca na mão.

- Quem é esse ser? - Fernanda me pergunta maliciosa - Agora anda trazendo os peguetes pra casa? - fala rindo.

- Cala a boca - digo rindo - Esse é o filho da Marcia.

- Por que você reclamando de morar com ele, é mo gato - ela cuchixa pra mim mas ele ouve e ri.

- Por que ele é um idiota - falo seria - Agora vamos subir, tenho que botar o biquíni - digo e nós subimos.

Fomos pro meu quarto pra eu escolher um biquíni. Coloco um estampado de verde e azul, um short jeans claro de cintura alta e uma rasteirinha bege.



Em quanto eu botava o short o Rafael abre a porta do meu quarto e fica me olhando de boca aberta de cima a baixo.

- Quer alguma coisa? - digo estalando os dedos para ele acordar do transe.

- Você - fala so pra ele.

- Falou alguma coisa? - ele sacode a cabeça pra voltar a terra.

- O Arthur chegou.

- Ok, já to descendo.

- Ok - diz e sai.

- Ele quer te pegar - a Fernanda diz saindo do meu banheiro.

- Para de falar merda - falo jogando um travesseiro nela - Vamos descer.

Descemos pra sala e o Arthur estava jogado no sofá.

- Que demora - fala se levantando e vindo nos abraçar.

- Que exagero - falo dando um tapinha no seu ombro - Vamos lá pra fora.

Saímos da sala e fomos nos sentar na mesa que tem em volta da piscina e a Joana tinha deixado um monte de coisa pra gente comer.

- Como eu amo a Joana -  o Arthur diz pegando um pedaço de bolo.

- A Joana ou a comida que ela faz? - Fernanda pergunta rindo.

- Os dois.

- Realmente, a comida dela é muito boa - Rafael fala pegando um pedaço de bolo também. Eu e a Fernanda rimos.

Ficamos sentados na mesa comendo, depois eu pego o telefone que tem aqui fora, o telefone liga pra onde fica o José, pra onde fica o Tobias o cuidador da Lola e do Jack, e pra onde fica o Arnaldo que é o segurança daqui de casa, tem um telefone aqui fora, na cozinha, na sala e nos quartos, sempre que precisar de um deles é só ligar que eles aparecem.

- Tu vai conhecer os outros moradores da casa - falo pro Rafael que fica sem entender nada.

Ligo pro Tobias.

Ligação on:

Oi Tobias

Oi Dona Gabriela

Pode soltar os meus bebês e mandar eles pra por favor?

Claro, eles chegam ai

Obrigada, tchau

Tchau

Ligação off.

- O que tu tá fazendo? - o Rafael pergunta.

- Uma coisa - a Fernanda e o Arthur que já perceberam o que eu to fazendo começam a rir.

Em seguida dois vultos vem correndo e pulam em cima de mim.

- Calma bebês - digo fazendo eles sentarem - Rafael esses são a Lola e o Jack, os meus filhos e os outros moradores da casa.

- Muito prazer - diz estendendo a mão pra cumprimentar o Jack que bota a pata em cima da mão dele - Olha, são mais educados que a dona - diz com um falso tom de surpresa.

- Idiota.

Rafael: Viu, eles são mais educados.

- Vão pegar - falo atirando uma bolinha pra eles.

Nos sentamos de novo e meu celular começa a tocar, vejo que é meu pai, atendo e coloco no viva-voz.

Ligação on:

Carlos: Oi filha

Eu: Oi pai.

Carlos: Está tudo bem por ?

Eu: Tudo, e ?

Carlos: Tudo... o Rafa ?

Eu: na minha frente, e a chamada no viva-voz.

Carlos: Ata.

Rafael: Oi Carlos.

Carlos: Oi Rafa.

Marcia: Oi filho.

Rafael: Oi mãe.

Carlos: Filha hoje é pra ti mostrar a cidade pro Rafael.

Eu: Vou ter que bancar a guia turística mesmo?

Carlos: Vai.

Marcia: Los Angeles é incrível filho, vai adorar.

Rafael: Uhum.

Carlos: liguei pra ver como vocês tavam e pra dizer pra ti mostrar a cidade pra ele, vou desligando, te amo minha filha.

Eu: Também te amo pai, tchau.

Marcia: Tchau filho, tchau Gabi

Eu e Rafael: Tchau.

Ligação off.

- Que legal, vou ter que bancar uma de guia turística - digo ironicamente.

- Eba, passar a tarde com uma menina marrenta - diz ironicamente.

- Quer saber, eu vou é nadar - me levanto tiro meu short e entro na piscina.

P.O.V Rafael

- Quer saber, eu vou é nadar - Gabriela diz se levantando e tirando o short.

CARALHO!!! Que corpo é esse??!! Que cintura, que bunda, que peito. Não conseguia tirar os olhos dela. Só agora percebo que ela tem uma tatuagem na costela, pássaros pretos voando, delicado mas muito bonito.


- Você tem uma tatuagem - digo.

- Duas - diz mostrando o dedo.

No dedo anelar da mão esquerda tem uma tatuagem escrito Family e um coraçãozinho.


- Legal - digo e ela entra na piscina. Fico a observando.

- Tem baba escorrendo no teu queixo Rafael - a Fernanda diz rindo.

Passo a mão na boca e não é que eu tava babando mesmo.

- Tenta disfarçar pelo menos - o Arthur fala rindo.

- Disfarçar o que? não sei do que vocês estão falando - digo me fazendo de desentendido.

- Ah não sabe, nem tava babando pela Gabi - a Fernanda fala ironicamente.

- Eu em, gente doida, vou nadar - eles começam a rir.

P.O.V Gabriela

Ficamos nadando um pouco depois subo com a Fernanda e o Arthur pra tomar banho por que depois íamos sair pra mostrar a cidade pro Rafael.

- O Rafael não tirava os olhos de ti - a Fernanda comenta.

- Ele estava literalmente babando por ti - o Arthur fala.

- Parem de loucura, óbvio que não.

- É muito cega mesmo - o Arthur diz.

- Vamos tomar banho logo - digo.

Eu e a Feh tomamos banho no meu banheiro e o Arthur toma no de visitas, depois volta pra se vestir no meu quarto.

Coloco uma saia preta, uma blusa de manga curta listrada preto e branco que deixa a barriga de fora e uma sapatilha rosa, passo um batom rosa e uma bolsinha da mesma cor, pego meu celular e descemos pra sala.



Chegamos lá em baixo e o Rafael estava esperando no sofá, ele fica me olhando de cima a baixo.

- Vamos? - pergunto.

- Vamos, já avisou pro José? - o Rafael pergunta.

- Hoje eu que vou dirigindo.

- Você dirige?

- Sim, agora vamos? - digo.

- Vamos - ele diz.

Pego o carro e ficamos dando voltas pela cidade, decidimos ir pro shopping comer alguma coisa.

- Até que para uma marrentinha você não dirige tão mal - o Rafael diz.

- Como assim eu não dirijo tão mal?

- Eu dirijo muito melhor.

- Há. há. há.

- Dúvida?

- Obivio, eu dirijo muito bem.

- Na volta eu dirijo.

- Não vai bater meu carro.

- Eu sou responsável.

- Uhum

Pegamos um lanche no Mcdonalds e nos sentamos em uma mesa.

- Vamos na balada hoje Gabi? - a Feh pergunta.

- Vamos, vamos Arthur? - digo.

- Bora.

- Eu também vou - o Arthur fala.

- Não te convidei - digo.

- Mas o Carlos disse pra você me mostrar a cidade e a balada faz parte da cidade, então eu também vou.

- Idiota, que horas a gente vai? - pergunto pra Fernanda.

- 22:30?

- Pode ser.

As 20:00 fomos pra casa e ficamos vendo TV até a hora de nos arrumarmos.

Coloco uma saia preta com flores vermelha alaranjadas, uma blusa de manga comprida branca com decote V, um salto cor de pele e um brinco dourado, passo um batom vermelho alaranjado, pego meu celular e minha bolsa cor de pele e desço com a Fernanda e o Arthur pra sala.



- Vamos dirigindo ou o José nos leva? - o Rafael pergunta.

- O José nos leva e depois eu ligo pra ele nos buscar, assim podemos beber sem nos preocuparmos.

- Ok.

Saímos de casa e o José já nos esperava no carro.

Chegamos na balada, eu, a Fernanda e o Arthur fomos para uma mesa e o Rafael foi pra outro lado.

- O Rafael quer te pegar - a Fernanda diz.

- Quer tanto que tá se agarrando com uma vagabunda - digo apontando pra pista onde ele tava quase comendo uma menina.

- Tá com ciúmes? - o Arthur pergunta rindo.

- Ciúmes de quem? Dele? Me poupe.

- Aham.

Ficamos bebendo e dançando até as duas da manhã e voltamos pra mesa.

- Eu já to indo pra casa, vou de táxi, tchau - o Rafael diz aparecendo na nossa mesa agarrado com uma garota.

- Ok - digo e ele sai.

- Ciúmes? - o Arthur pergunta.

- Claro que não, parem de idiotice.

- Ciúmes - a Fernanda confirma.

- Chega vocês dois!!! - digo batendo na mesa - Quer saber, cansei de vocês, vou pra casa, quero ficar sozinha!!

- Não vou mais dormir lá? - a Feh pergunta rindo.

- Não. Vocês vão ficar aqui ou querem carona?

- Carona seria ótimo - Fernanda diz.

- Então vamos.

Ligo pra José vir nos buscar. Deixamos o Arthur e a Fernanda em suas casas e voltamos pra casa.

Quando eu abro a porta dou de cara com o Rafael só de cueca com a garota da festa em cima dele só de calcinha e sutiã deitados no sofá.

- Tem uma coisa chamada quarto e é lá que se faz essas coisas, não no MEU sofá!!!

- Vai se catar garota - o Rafael diz.

- Tu que tá comendo uma garota na minha sala e eu que tenho que me catar? - digo subindo a escada - Ok!!!

Vou pro meu quarto coloco o meu pijama e me deito na cama.

Eu mereço, primeiro a Fernanda e o Arthur ficam enchendo o saco dizendo que eu tenho ciúmes do Rafael, coisa que eu nunca vou ter, imagina, ciúmes de um idiota como ele, e ainda quando chego em casa tenho que ver a cena dele se agarrando com uma vagabunda qualquer na minha sala.

Fico ouvindo música e acabo dormindo.

***
Acordo as 09:23, tomo um banho, coloco um legging preta e um moletom cinza de barriga de fora e calço minha pantufa de hipopótamo cinza.



Desço e vou pra cozinha, chegando lá o Arthur e a puta que ele tava comendo ontem estavam sentados na mesa.

- Oi - digo passando por eles sem nem olha-los.

- Oi.

Abro a geladeira pra pegar o meu doce de leite, quando digo meu é meu, ele é meu doce de leite favorito, ninguém ousa chegar perto dele se não eu mato. Procuro por toda geladeira e não acho, eu tenho certeza absoluta que eu deixei ele aqui.

- Alguém pegou o meu doce de leite - digo me virando pra eles.

Aah não!!!! Essa vaca não tá comendo o MEU doce de leite de colher!!!

- No caso esse doce de leite - falo apontando pro pote na mão dela - Eu aguentei você semi nua na minha sala, mas comer meu doce de leite é demais!!!!

- Para de fiasco pirralha, é só um doce de leite - a puta diz.

- Não, não é só um doce de leite, é o MEU doce de leite!!! - falo me virando de costas pra ele e pegando o telefone da cozinha.

- O que você te fazendo? - o Rafael pergunta e não respondo. Ligo pro Arnaldo, segurança.

Ligação on:

Arnaldo - falo com voz de choro.

Aconteceu alguma coisa Dona Gabriela?

Aconteceu, vem aqui na cozinha agora por favor, o mais rápido possível!!

Agora mesmo Dona Gabriela

Obrigada

Ligação off.

- Ligou pra quem doida?

- Já vai ver.

Em menos de 30 segundos o Arnaldo aparece na cozinha.

- O que deseja Dona Gabriela?

- Tire essa garota da minha casa!!

- O que?? - a puta pergunta.

- Pra aprender que NINGUÉM come o meu doce de leite.

- Claro Dona Gabriela - o Arnaldo pega a puta e tira ela de casa.

- Precisava disso? - o Rafael pergunta.

- Obivio.

- É muito marrenta.

A Joana aparece na cozinha.

- O que aconteceu?

- Uma vagabunda que o Rafael trouxe comeu meu doce leite.

- Explicado.

- Poderia comprar outro pra mim? - pergunto.

- Claro querida, agora mesmo - diz e sai.

Me sento na mesa e tomo um suco. O Rafael estava de pé me encarando.

- Vai ficar me encarando?

- É muito marrenta.

- É pra aprender que ninguém mexe no que é meu.



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