História O filho da minha madrasta - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Amor Proibido, Drama, Romance, Sexo
Visualizações 386
Palavras 1.026
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico), Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Comentem oque estão achando da história.
Espero que estejam gostando meus amores.
Beijoss Boa leitura.

Capítulo 49 - Capítulo 49


Fanfic / Fanfiction O filho da minha madrasta - Capítulo 49 - Capítulo 49

Ele estaciona a moto em uma rua escura, pelo horário a rua estava vazia, o silêncio era aterrorizante. 

 Ele desse da moto tirando a chave e guardando no seu bolso, desço logo em seguida o encarando seriamente. 

 - o que foi? 

 - porque me trouxe aqui? Esse lugar parece perigoso Anthony. 

- relaxa, eu vinha aqui as vezes. 

 Ele pega em minha cintura enquanto me guia pela rua, sua mão estava fria mas ainda se era possível sentir o calor que vinha de seu corpo.

 -não podemos demorar, não trouxe meu celular e logo logo meu pai vai estar me caçando.

 - ele desconfiará que você está comigo, então me ligará.

 Olho pra ele perplexa, ele dizia com uma calma que fazia com que os supostos problemas se tornassem simples e insignificantes. 

 Após alguns minutos chegamos ao final da rua, tinha uma cerca de arame com madeira de ponta a ponta, o vento parecia ter piorado eu mal conseguia ouvir sua voz. 

 - o que fazemos agora?

 - agora você pula. 

 - oque? Não! Você enlouqueceu? Olha a altura disso...

 - eu vou ajudar você, você estará segura. 

Meu corpo queria ir, mas meu subconsciente me travava, eu estava com frio, com medo e tensa, mas quando olhava em seus olhos tudo isso passava. 

 - não vai me deixar cair, promete?

 - prometo.

 Ele me ajudou a pular e eu pulei assim... sem  nem ao menos saber o que encontraria do outro lado. 

 Com os pés já firmes no chão, tento ficar calma respiro e inspiro lentamente. 

 Se era possível ouvir ondas, ondas batendo em pedras e onde eu pisava era macio e confortável. 

 Vejo Anthony no topo da cerca dando um pulo cauteloso parando ao meu lado.

 - meu Deus Anthony, onde estamos? 

 - bem vinda há Prainha morena.

 Ele me guia um pouco mais para frente na parte mais iluminada e então pude ver... aquilo era incrível... incrivelmente lindo. 

 Ondas se chocavam contra as pedras causando um barulho intenso, olho para o chão e posso ver areia fina cobrindo meus pés.Ele

  - nossa...É lindo.

 - é....é lindo. 

 Ele olhava para mim com um sorriso lindo no rosto.

 - oque foi? 

 - sabe oque é mais lindo que essa vista? 

 Ele se vira pra mim, ficando frente a frente comigo. 

 - não, oque?

 - você admirando ela.

 Minhas bochechas coram, pelo incrível que pareça Anthony estava sendo romântico, ou simplesmente tentando ser.

 - um elogio vindo de você...estou lisonjeada.  

- para vai, estou sempre elogiando você.

 Uma de suas mãos vai parar em meu rosto, fazendo um leve carícia.

 - ja vi oque você queria mostrar, acho melhor irmos.

 - e você... sempre fugindo de mim, sempre fugindo dos seus sentimentos.

 - eu não estou fugindo, acho que você já deixou bem claro sobre sua escolha. 

 - se você está se referindo ha Emanuelle pode parando, você sabe que isso não foi uma escolha. 

 Ele se distância de mim virando-se de costas colocando suas mãos no bolso de sua calça e erguendo a cabeça.

 - há não foi uma escolha? Então você tá saindo com ela, beijando ela, comendo ela, porque você quer?

 - eu não estou comendo ela Lorena, não se deixe levar por sua imaginação, eu apenas estou ajudando ela...Ela está passando por um momento difícil. 

 - eu já passei por esse momento Anthony, e não precisei ta me agarrando com alguém pra superar, ela está se aproveitando de você...esta forçando você há fazer oque você não quer. 

 - mas quem disse que não quero? Eu curto ela ok?! É uma longa história do passado, eu não há amo e pra mim é como se ela fosse minha prima...isso é uma fase maluca que ela está passando, isso vai passa.

 - e quando passa não serei mais essa idiota que cai sempre no seu papo, fui idiota em aceitar vir com você. 

 Me viro tentando escalar aquela enorme cerca que sem a ajuda dele parecia impossível, e quando estava quase conseguindo ele segura em meu braço e puxa com uma certa força.

 - ai, está maluco? Você me machucou.

 - e se isso fosse um sequestro?

 - que?... Olha acho que você precisa ir pra casa e descansar você já está passando dos limites.

 - limites? E quem disse que tenho limites. 

 Ele me pega no colo e começa a me levar para o mar. 

 - oque você está fazendo Anthony, para.

 Ele não dizia nada apenas continuava andando, esse Anthony eu ainda não conhecia e estava com medo de conhecer.

 Seus passos eram firmes e decididos, seu olhar se perdia na maré e suas mãos segurava firme o meu corpo. 

 Ele chegou na beira do mar e finalmente parou mas ainda não olhava pra mim e continuava me segurando em seus braços.

 - Anthony...me põe no chão por favor. 

 E seus olhos finalmente param mim com uma expressão séria, e naquele momento eu pensei em descarta-lo da minha vida, Anthony representava perigo...pelo menos nesse exato momento.

 - você precisa esfriar a cabeça, nada melhor do que um banho gelado.

 - Anthony... 

 Ele continua caminhando, com uma certa dificuldade pelo fato da água estar na altura de seus joelhos.

 E em segundos ele me solta, meu corpo faz um barulho alto assim que bate na água. 

Por um instante achei que fosse morrer, nunca fiz questão de participar da aula de natação e não...Eu não sabia nadar.

 As ondas faziam meu corpo dar cambalhotas em baixo d'água, eu estava engolindo goles e mais goles de água... água salgada, eu estava quase me entregando quando alguém me puxa com brutalidade pra superfície.

 - Lorena... Lorena... 

 Alguém chamava pelo meu nome, eu era incapaze de responder, parecia que havia litros e mais litros de água dentro de mim.

  Sentia o gosto Salgado da água em minha boca, queria vomitar...queria por aquela água pra fora mas não tinha forças, meus olhos estavam se fechando por vontade própria. 

 Então eu me entreguei, desmaiei nos braços de alguém que eu não conseguia ver o rosto. 

 De repente tudo ficou preto, tudo se acabou, parecia o fim... Eu simplesmente me entreguei, talvez metade de mim quisesse realmente se entregar.   



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