História O filho da minha madrasta - Capítulo 50


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Amor Proibido, Drama, Romance, Sexo
Visualizações 163
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico), Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 50 - (50) Ricardo


Fanfic / Fanfiction O filho da minha madrasta - Capítulo 50 - (50) Ricardo

Ricardo

 - quando penso que ela se acostumou com essa nova vida ela vem e me surpreende. 

 Eu estava irritado... desapontado, Lorena tinha voltado novamente com o assunto de voltar há São Paulo, fico nervoso so de pensar na minha garota tão longe de mim.

 Ela parecia feliz, parecia estar finalmente acomodada em Los Angeles mas de repente seu passado vem a tona e há faz de alguma forma se sentir culpada por estar tentando recomeçar novamente.

 - calma meu amor, ela apenas esta com saudades dos amigos e familiares que ficaram, deve estar sendo difícil pra ela recomeçar tudo de novo. 

 Minha 'namorada' Carla estava sentada entre minhas pernas e meu enteado estava deitado no sofá ao lado, Lorena tinha acabado de subir as escadas chatiada comigo por eu ter ha proibido pela centésima vez de retornar ha são Paulo. 

 - posso ir conversar com ela, se o senhor quiser.

 Anthony parecia ser um bom garoto, ele se refere ha Lorena como se fosse realmente sua irmã, ela aparentemente sempre tenta afasta-lo pelo meu ponto de vista, mas Anthony é insistente...talvez por ser um garoto carente e sozinho.

 - faça isso, tente explica la  o quanto eu há quero aqui, ela é muito cabeça dura não me ouviria de modo algum. 

 Anthony sobe lentamente as escadas, Carla continuou vendo tv, ela andava muito estranha ultimamente.

 Nos nunca tínhamos tempo para dialogar pelo fato da empresa estar uma loucura e ocupar a metade do meu dia, a outra metade Lorena e sua rebeldia se encarregava de fazer isso. 

 - Carla, está tudo bem com você?

 Ela me olha de relance, evitando que meus olhos se encontrem com os seus. 

 - está sim, porque não estaria meu bem? 

 - você anda quieta ultimamente, um tanto estranha comigo...Eu não gosto nada disso. 

 - é impressão sua amor, estamos bem, é normal...Quando o casal está bem um dos dois ficam procurando alguma imperfeição. 

 - não estou procurando imperfeições Carla, só estranhei sua inquietude.

 - então não estranhe porque não estou estranha, estou apenas apreciando o nosso momento em silêncio.

 Confesso que não acreditei em uma só palavra do que ela disse, mas acabei aceitando para evitar uma futura briga.

 - e qual sua opinião sobre esse assunto?

 - sobre qual assunto?

 - sobre minha filha querer fugir de mim. 

 - ela não está querendo fugir de você meu bem, ela apenas esta querendo rever as pessoas que ela ama.

 - então eu estou errado em proibi-la?

 - só acho que você devia pensar um pouco mais sobre isso com calma, daqui a pouco Lorena está completando 18 anos, ela não é adulta mas também não é mais criança... 

 Eu sorrio pra ela, mesmo não concordando com nada, pra mim Lorena sempre será minha menininha. 

 - em falar em criança... 

 Começo ha beijar seu pescoço, após Carla ter perdido o nosso bebê ela confessou que quer tentar novamente, nossos filhos não sabem ainda mas tenho certeza que terei todo o apoio de Lorena.  

- para...estamos na sala... 

 - então vamos pro quarto.

 Eu a pego no colo e vou em direção a escada, estávamos tensos e nada melhor do que fazer amor para relaxarmos.

Abro a porta de nosso quarto entrando lentamente e há fechando logo em seguida, há deito na cama e começo ha beija-la novamente,  um beijo lento e sedutor aos poucos ia tirando peça por peça de sua roupa. 

 - você realmente quer me provocar?

 - quero...e como quero...

 Carla me puxa fazendo assim eu cair por cima dela, logo em seguida ela inverte a posição ficando em cima de mim.

 - bom...você quem pediu. 

 Ela arranca minha camisa e logo em seguida minha calça, eu já estava excitado... Carla sabia exatamente como me tirar do sério.

 - vai com calma, as crianças estão no quarto ao lado. 

 - cala boca. 

 Carla da um leve tapa em meu rosto me provocando cada vez mais. 

 - há é  assim que você quer?! 

 Eu puxo seus cabelos de leve a fazendo deitar novamente, posiciono ela de quatro pra mim, e penetro meu pênis nela de uma vez só.

 Seu gemido sai abafado, mas sinto seu corpo totalmente entregue ha mim.


 ------------- 


 Após termos terminado nossa tranza Carla deita sua cabeça em meu peito, ficamos em silêncio por alguns bons minutos ate ela acabar adormecendo.

 Levanto lentamente, deslizando meu corpo na cama tentando fazer o mínimo de barulho para não acorda-la.

 Vou para o banheiro entrando dentro da banheira e esperando calmamente que ela encha...enquanto a água caia fazendo um barulho gostoso e molhando meu corpo aos poucos, vou pensando um pouco sobre minha vida.

 E tudo se volta ha Lorena, eu não podia ser feliz...não podia viver minha vida e esquecer que eu tenho uma filha adolescente que também quer viver sua vida e ser feliz.

 Penso se estou ha trancando de mais como ha Carla se referiu, ou se estou certo sendo  um bom pai protetor. 

 Aquele assunto ficou na minha mente o banho inteiro, aquilo me sufocava ter pedido a opinião de Carla não me aliviou em nada.

 Saio da banheira colocando meu roupão, Carla continuava dormindo, a luz da lua iluminava o quarto escuro.

 Já era tarde mas eu precisava ter uma conversa séria com Lorena, uma conversa de adultos...de pai pra filha. 

 Atravesso o corredor parando em frente ha sua porta, meu corpo estava arrepiado não sabia distingui se era por causa do frio que fazia aquela noite ou se era pelo fato de ter a tal conversa com minha menina. 

 Tudo estava em silêncio, dou duas batidas na porta esperando ouvir sua voz doce e ao mesmo tempo amarga dizendo: Não quero conversar pai, estou cansada e tenho aula amanhã... pode ser outra hora?!  

 Isso era típico dela. 

 Mas dessa vez não ouve resposta, talvez ela tivesse dormindo...ou não quisesse realmente falar comigo. 

 Abro a porta de seu quarto esperando encontra-la com sua cara de choro mas não... não tinha ninguém no quarto, seu quarto estava vazio não estava no banheiro, nem em baixo da cama, nem dentro do guarda-roupa....em lugar nenhum. 

Corro para o quarto de Anthony e abro bruscamente a porta, mas também está vazio. 

 - Lorena....Lorena...

 Grito na esperança de que ela estivesse na sala vendo suas séries ou na cozinha comendo seus lanches malucos mas não...não obtenho respostas... onde Lorena estaria ha uma hora dessas.

 - meu amor, oque houve? Porque essa gritaria toda? 

 Carla sai do quarto esfregando os olhos tentando se acostumar com a luz forte do corredor. 

- onde o Anthony  esta com minha filha?   



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