História Ragnarok: Nascidos dos Dragões. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Charli, Charlotte, Cotton, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Giles, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lynn, Lysandre, Manon, Melody, Nathaniel, Nette, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette, Wenka, Willi
Visualizações 69
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi para você aí. Ai como eu amo escrever essa fanfic, só Deus na causa.

Obrigada mesmo, vocês tem ajudado bastante, favoritando ou comentando.

AMO VOCÊS

BOA LEITURA

Capítulo 3 - Chapter III: I understand you!


- VOCÊS VÃO... CASAR? É ISSO QUE EU ESTOU ENTENDENDO?- Disse Castiel com a mão na testa.

- Sim, filho... Me desculpem por não avisar antes, mas achamos melhor dizer hoje...- Disse Valérie meio tristonha.

- Claro... - Eu disse meio incrédula.

- Vamos jantar?- disse meu pai mudando de assunto.

- Desculpa, mais eu preciso tomar um ar...- eu disse indo em direção a saída.

Eu fui para os fundos do restaurante, só preciso de espaço. Vi que tinha um pequeno laguinho é uma cerejeira linda, lugar perfeito para pensar. Eu não acredito que isso está acontecendo.

Castiel Collins vai ser meu meio irmão? Não posso acreditar. Ouvi uma pessoa se aproximando, virei-me para ver quem era. CASTIEL?

- O que você está fazendo aqui, Collins?- disse cruzando os braços.

- Não é só você que está achando isso uma loucura, okay? De um dia pro outro minha mãe surge com essa idéia maluca. - Ele disse pegando uma pedrinha e jogando no laguinho.

- Uau, pelo menos ele pensa!- disse fazendo cara de surpresa o provocando.

- Ha.... Vai se fuder!- disse ele dando um sorriso de canto, e eu caí na gargalhada.

- Será que eles vão marcar a data logo?- eu disse mudando minha feição para triste.

- Não sei... E, na boa, não quero que seja logo...- disse ele jogando mais uma pedrinha no lago.

- Você me veria como uma irmã?- disse o olhando.

- Não...- disse ele sério.

- Okay...- Fui interrompida.

- Arh... Crianças, vamos entrar!- disse meu pai se aproximando de nós.

- Okay...- Disse eu. Castiel apenas acenou um sim com a cabeça.

Adentramos o local com uma feição não muito boa. Nós jantamos todos em silêncio, que as vezes era quebrado por perguntas do meu pai ou da Valérie, respondidas com um simples "Hum" meu ou do Castiel.

Depois de jantarmos meu pai ofereceu carona para a Valérie, que recusou.

- Desculpem-me por tudo...- disse ela tristonha.

- Não se desculpe... Você não fez nada de errado. Foi só uma grande... Surpresa!- disse eu sorridente.

O-obrigada... Boa noite!- disse ela nos dando as costas sorrindo. Castiel só deu seu "Hum" de sempre...

Tchau para você também...

Fomos em direção ao carro, e andes de destrava-lo meu pai me faz uma pergunta.

- Você tem algum problema com a Valérie?- disse ele irritado.

- Eu pareço ter algum problema com ela?- disse no mesmo tom.

- Parece sim...- disse ele sério em sinal de repreensão.

- Poisé, achou errado...- disse por último entrando no carro e, meu pai fez o mesmo.

- Sabe? Ela foi a única mulher que me fez sorrir depois...- Ele disse lembrando das feridas não cicatrizadas.- Depois da sua mãe...- disse ele triste.

- Pai, não tenho nenhum problema com a Valérie. Foi tudo muito de repente. Minha reação foi de... Surpresa!- disse sorrindo.

- Obrigada...- ele disse sorrindo e eu fiz o mesmo.

O resto do percurso seguiu em silêncio. A única coisa que ainda tirava o silêncio era o rádio do carro, que estava ligado.

Chegamos em casa e eu fui direto para o meu quarto. Eu estava exausta e com uma dor de cabeça insuportável. Só quero dormir.

(...)

Eu acordei com o despertador tocando, e eu querendo me matar. Não tive uma boa noite de sono, me rebati muito na cama.

Fui em direção ao banheiro praticamente me arrastando. Tomei um banho gelado para acordar e, depois, coloquei uma roupa simples.

Desci as escadas e o cheiro do café tomou conta de mim. Fui rumo a cozinha e encontrei meu pai lendo o seu jornal. Dei uma beijo nele e saí de casa.

(...)

Cheguei na escola adiantada- Milagre, vindo de mim-, e fui ao encontro da Rosa e do Alexy.

Eles estavam muito eufóricos e eu não sei o porquê.

- Oi galera...- disse me aproximando deles.

- Oi frozinha...- disse Alexy me distribuindo beijinhos pelo rosto.

- Oi gata...- disse Rosa fazendo o mesmo.

- Qual é o motivo de tanta eufória?- perguntei.

- O show de talentos...- disse Rosa pulando e batendo palminhas.

- Owh...- Disse dando um sorriso amarelo. Eu não estou nem um pouco animada com isso.

Vai ser um desastre mesmo.

(...)

Depois de Rosa de contado todas as vantagens do tal "Show", nós fomos para a sala. A aula passou bem rápido, visto que era a professora Delanay.

No recreio estava com Rosa, até ser cutucada por algum ser.

- Castiel?- disse surpresa.- O que te traz aqui?- disse o encarando.

- Precisamos conversar...-Disse ele, e praticamente me arrastou daquele local.

Depois de andarmos um pouco ele, finalmente, achou um local vazio para conversarmos.

- Então, o que você quer?- disse eu cruzando os braços.

- Precisamos fazer alguma coisa... Esse casamento não pode acontecer... Eu sei que no fundo você concorda comigo.- disse ele segurando meu braço.

- Eu não vou ajudar você com isso...- disse tirando meu braço das mãos dele.

- E por que não? Não era você que estava tão decepcionada com isso?- disse ele, agora num tom irritado.

- Eu não quero estragar o amor dos dois...- disse eu aumentando o tom.

- Amor? Você realmente acha que isso é amor?- ele me perguntou cerrando os punhos.- Do que adianta a felicidade deles se nós vamos ter que estar juntos contragosto?- disse ele por último.

- Olha não conte comigo para isso...- disse com os olhos meio marejados. As lembranças voltaram a tona novamente.- É uma das únicas vezes que meu pai conseguiu sorrir... Conseguiu ser feliz novamente, e não vou estragar isso por causa de você...- Minha visão já estava embaçada por conta das lágrimas. De repente eu senti ele me abraçando, e eu olhei para ele assustada.

- Shhh, não chore...- disse ele secando minhas lágrimas.- Por incrível que pareça, eu entendo você!- disse ele ainda me abraçando, e eu nunca mais queria sair daquele abraço que me reconfortou.

Castiel Collins, esse é mesmo você?





Notas Finais


Desculpa a demora para postar amores, eu tava sem Net.

Eai, o que vocês acham que vai acontecer? Deixem nos comentários.

Críticas construtivas e idéias são bem vindas.

Caso tenha alguma dúvida chame no Privado.

Beijocas ❤


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