História O Filho Do Meu Inimigo - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Chouchou Akimichi, Hidan, Himawari Uzumaki, Inojin Yamanaka, Metal Lee, Mirai Sarutobi, Mitsuki, Orochimaru, Sarada Uchiha, Shikadai Nara, Shikamaru Nara, Shinki, Temari
Tags Anime, Gravidez Masculina, Hard, Hidan, Lemon, Mangá, Mpreg, Naruto, Omegaverse, Sexo, Shikadai, Yaoi
Visualizações 104
Palavras 1.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora pessoal! ^^""

Capítulo 5 - Reencarnados No Picadeiro Cigano


Rezando para que Boruto tenha usado remédios, Mitsuki deixou seu lar. Despediu-se de seu criador Orochimaru e de seu segundo pai Kakashi Hatake.

Acenava vagarosamente o de cabelos brancos para o jovem que se distanciava cada vez mais com sua mala. Era difícil para Kakashi ver aquele rapaz indo para longe, só de pensar que já segurou-o em seus braços.

Já estava em frente ao dojo dos Nara. Segurou a gargalhada ao ver Shikadai tentando se soltar dos braços de Temari, que o apertava parecendo que suas entranhas sairiam pela boca. E Shinki tentando fazer o mesmo, só que era Gaara que o prendia em um abraço de urso.

Shikamaru já passando vergonha com aquilo puxou a esposa para perto pedindo para ela se acalmar. Estavam resolvidos, o abraça abraça terminou.

Partiram os três em direção à Yugakure, na Vila Oculta das Fontes Termais. Todos diziam que era um lugar pacifico e calmo, Hidan tinha dito que isso o fez matar todos ao seu redor. Não suportava tamanha paz. Alguns dizem que ele matou sua própria família por conta de sua religião.

Foram horas de viagem, precisavam descansar. Shinki concordou que iria procurar algum hotel, já Mitsuki e Shikadai iriam procurar comida para o resto da viagem.

Algumas lojas já estavam se fechando. Um silencio doce misturando com a brisa vindo das águas termais próximas dali. Quem sabe iriam passar um dia lá.

Aquela calmaria foi quebrada quando ouviu-se gritos e xingamentos. Pareciam crianças, várias crianças. Shikadai disse que iria ver o que estava acontecendo, pediu para Mitsuki ficar por lá e pegar frutas e verduras.

O albino ficou parado em frente uma mesa cheia de frutas. Encarou a senhora, dona do estabelecimento, ela sorriu e suspirou com tristeza

- é assim todo dia – disse ela colocando outro caixote de maçãs no chão – eles brigam por verduras velhas, pobrezinhos...são de famílias pobres e brigam por comida.

Era uma idosa adorável, olhos caídos cor violeta e cabelos longos e brancos preso em um coque alto, adornado por brotos de camélias vermelhas. Usava um kimono branco com camélias bordadas em ouro nos ombros no busto

- lembro perfeitamente que meu filho brigava por comida, éramos miseráveis

- a senhora era casada? 

- ah sim, meu marido era um doce. Menos ao fato de sua religião... – suspirou triste novamente – ele influenciou meu filho, minha criança...

- a senhora sente muita falta?

- e como sinto, parece que foi ontem que o vi dando os primeiros passos – Mitsuki notou os doces olhos caídos da mulher encherem de lagrimas.

- eu possivelmente verei meu desentende dar os primeiros passos! – sorriu e corou – eu sou um Omega

- oh Deus! Isso é maravilhoso, querido! Omegas são uma enorme revolução a humanidade...”dar a luz” um poema de tão poucas palavras.

- dizem que dói muito um parto

- ah sim, essa é uma dor que ninguém merece. Nem mesmo o vilão mais horrendo do mundo – Mitsuki começou a pensar de outra forma de como daria a luz, mas nem sabia se estava grávido ou não. Faria um exame hoje mesmo.

Enquanto conversavam, Shikadai foi ver o motivo de tamanha gritaria. Eram cinco rapazotes chutando um rapaz menor, abraçado a uma sacola que fedia um tanto mal. O Nara entrou no meio dos chutes e pontapés, conseguiu os parar com um simples possessão das sombras.

Quando finalizou aquele jutsu os cinco fugiram. Aparentemente nunca viram um ninja na vida...eles sabiam o que era um ninja?

- hey garotinho, você ta bem?! – Shikadai estendeu a mão para o menor. E em troca recebeu um tapa na mão do menor

- eu to bem e não me chame de garoto! Eu já tenho quatorze anos!

O menor possuía cabelos longos, loiros como ouro. Olhos num tom mar profundo. Jurava que vira alguém desta forma alguma vez.

- oh tudo bem, rapaz...! – se afastou – mas por que quer tanto estas frutas?

- eu tenho um tubarão pra alimentar – se levantou ainda abraçando aquela sacola

- tubarões não comem carne?

- o meu aprendeu a viver com o que vier para perto da boca – respondeu grosseiramente – eles não tem um tubarão pra alimentar, eu quem mereço estas verduras e frutas – ele era um garoto bem convencido

- eu posso te escoltar até sua casa, sabe pra eles não voltarem – tinha razão, o garoto precisava de proteção.

O que pode fazer foi aceitar a proposta do Nara. Caminhando por um caminho de terra, começaram a ver alguns trailers, jaulas e caixas coloridas. Fios cheios de lâmpadas pendurados em postes e bandeirinhas de múltiplas cores penduradas juntas.

Aquela era sua casa? Um ferro velho colorido no meio do nada?

- bem e onde está sua mãe seu pai?

- sou órfão, idiota – respondeu – aqueles dois que me acharam não são meus pais nem aqui e nem na vila da areia!

A discussão foi interrompida com um choro e berreiro vindo da enorme tenda. Aparentemente o rapaz conhecia aquele choro, largou a sacola no chão e correu para dentro, foi logo seguido por Shikadai.

Era uma cena triste e estranha. Uma mulher, esbelta e linda, chorando de joelhos abraçada a uma serpente enorme. Com a cabeça totalmente deformada.

- coitadinha, pobrezinha da minha filhotinha! – chorava a mulher de cabelos roxos e curtos. Presos em um coque adornados por uma flor e pequenas perolas. A flor era de papel, um origami bem trabalhado, e as perolas um presente de seu marido – oh minha neném por que?!

- Konan, o que houve? – disse o rapaz se aproximando da mulher

- morta, apareceu morta no meio do picadeiro com a cabeça estraçalhada como lata velha – a maquiagem da mulher estava toda borrada por culpa das lagrimas.

Aquele povo possuía animais bem distintos, espécies, reinos animais e etc. Aquela mulher, cujo o nome Konan, possuía uma serpente enorme. Que possuía uma pulseira em seu corpo, como as perolas da sua dona.

Acabaram por chamar a atenção de um homem, alto, robusto e forte. Corpo moreno e olhos numa coloração estranha, seu globo ocular vermelho com Iris verdes. Cabelos até a cintura, negros. O corpo lotado de cicatrizes.

- mas que merda está acontecendo aqui? – o cigano se aproximou da multidão ao redor da mulher. Empurrando cada um que estava em sua frente chegou até ela. Uma espécie de doninha saio do meio de seus cabelos

Um animal pequeno de olhos vermelhos, assustador

- estas mordidas...tem cara de animal forte e feroz – voltou seus olhos para o rapaz loiro – talvez um tubarão?

- Kisame nunca faria isso!! – berrou o loiro – ele jamais saiu do lago, e não comeria uma sucuri, é nojento

- e que tal eu te dar de comer para ele? Ah ele pode achar que você é bem pior do que carne de cobra – respondeu o moreno calando o menor

“um brejo de ciganos” pensou o Nara. Era justo nesta classe social que os mercenários reencarnaram? Kisame um animal, Konan uma mulher dramática, Kakuzu um cigano ganancioso e Deidara uma criança cercado por ciganos.

Se a maioria reencarnaram...o que houve com os outros?...



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