História O Filho do meu Patrão - Gastina - Capítulo 23


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Ana, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Yam
Tags Gastina, Lutteo, Romance, Simbar, Sou Luna
Exibições 165
Palavras 1.692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OII LEITORES 😍 Eu fiquei tão feliz com os comentários do capítulo anterior 💙Continuem comentando, eu fico super feliz ❤️ Vocês são os melhores 💞Sem enrolação, vamos logo ao capítulo 💜
Capítulo dedicado a ~AnaBalsano, amo demais a Aninha 😍💙
Boa Leitura 💞

Capítulo 23 - 23 Capítulo


Fanfic / Fanfiction O Filho do meu Patrão - Gastina - Capítulo 23 - 23 Capítulo

ANTERIORMENTE:
[...]
Os três perceberam a aproximação do inspetor do colégio e ficaram calados.

— Nina Simonetti, Gastón Perida, o diretor está esperando vocês dois na sala dele.

Nina e Gastón se olharam rapidamente, sabiam o porquê de terem sido chamados. Os beijos dentro da biblioteca da escola.


[...]

CONTINUA...


P.O.V Autora On:

 

Nina e Gastón estavam muito encrencados a essa altura.

— Muito bem... — o diretor sentou-se. — Podem se sentar também, não tem espinhos na cadeira.

Os dois se sentaram com um certo medo percorrendo pela espinha. Gastón já havia ido para diretoria diversas vezes, mas mesmo assim sentia medo, da última vez não tinha caído muito bem para o seu lado. Já para Nina, era a primeira vez e na segunda semana de aula, uma pouco chato para ela.

— Já devem saber o motivo de eu ter chamado os dois aqui, não sabem? — indagou o homem e Nina e Gastón assentiram. — Gastón já não é mais novidade vê-lo aqui, mas você Nina? Está na sua segunda semana de aula aqui no Blake e já veio pra diretoria. Isso me decepcionou muito, mas vamos ao assunto. O que deu na cabeça de vocês para estarem se beijando dentro da biblioteca? Eu não admito esse tipo de comportamento da minha escola! Sem falar que se atrasaram pra primeira aula, não foi mesmo? — ele olhou para os dois a procura de uma resposta. — Quero que saibam que escola não é lugar de estar namorando, e sim estudando. — ele deu uma pausa. — Amanhã só entram na escola acompanhados dos pais de vocês. Quero ter uma conversa com eles. 

— Não por favor, meus pais não. — suplicou Gastón e Nina o olhou desentendida.

— Sr. Perida, pedir por favor não vai adiantar de nada, aliás, seu pai já está bem acostumado a vir na escola, não é mesmo? — disse o diretor. — Podem se retirar da sala.

Nina estava meio constrangida ao sair de dentro da sala do diretor, mas também estava com medo do que sua mãe e seu pai falariam, imagina quando o direto falar pra eles o que ocorreu, Ana e Ricardo nunca imaginariam que sua filha fizesse isso.

Gastón coçava a nuca um pouco preocupado, da última vez que seu pai tinha ido na escola não foi legal pro seu lado, seu pai poderia ser um pouco mais cruel do que na última vez.

— Tudo bem, Gastón? — perguntou Nina que caminhava ao lado do loiro.

— Tudo sim. — Gastón respondeu. — Pelo menos dessa vez não levei a culpa sozinho. — ele riu sem humor e Nina também.

— Espero que não me traga mais vezes para diretoria, fui por sua culpa. — ela cruzou os braços.

— Ah foi? Acontece que eu não beijei sozinho, minha boca não se moveu sozinha. — provocou Gastón.

— Ai, ai... — Nina revirou os olhos.

Luna esperava o irmão e a amiga fora da escola, a Mexicana parecia um pouco ansiosa para saber o motivo que Nina e Gastón tinha sido chamados.

— Que bonito Nina, foi chamada na diretoria, né? — Luna pôs as mãos na cintura ao ver os dois se aproximarem. — E logo com o Gastón?! Eu devo estar ficando louca.

— Irmãzinha, vamos embora, Jeff chegou, quando chegarmos em casa te explico o que houve. — Gastón puxou Luna pela mão e foram para o carro.


* * * 

P.O.V Autora Off.

P.O.V Gastón On:


Na quarta-feira de manhã o dia não tinha começado muito bem para mim. Meu pai poderia parecer um homem legal, mas nem sempre era assim, muitas vezes ele era rude comigo de um jeito que dá até medo.

A cada sermão que meu pai me dava Luna me enviava uma mensagem "Kkkkkk", eu tenho uma ótima irmã mesmo.

Assim que chegamos na escola encontramos Nina e sua mãe. Minha boneca estava de cabeça baixa enquanto sua mãe também lhe dava sermões.
Nos aproximamos das duas e segurei a mão de Nina.

— Senhor Perida, deve estar aqui pelo mau comportamento dos dois na escola, não é? — indagou Ana ao meu pai.

— Certamente Senhorita Simonetti, não esperava que Nina fosse assim. — ele olhou para Nina que se encolheu toda.

— Ela não é, sei que não, foi apenas um mau comportamento, não é Nina? — indagou para a filha.

— Sim, isso não vai mais se repetir. — ela me olhou tristonha.

— Bom, vir aqui no colégio virou rotina para mim, Gastón sempre está fazendo besteiras. Vamos entrar? O diretor está à espera, Luna, fique aqui, daqui à pouco é a primeira aula. — disse meu pai e fomos para diretoria.

Sussurrei um "Vai ficar tudo bem." no ouvido de Nina para tranquiliza-lá.

Eu já estava com nojo de olhar pra cara daquele diretor, esse homem só sabe infernizar minha vida.

— Perida, Simonetti, é uma pena tê-los aqui por conta dos filhos. — disse Jordan, o diretor.

— Ok, me fale o que gostaria, tenho que trabalhar, acho que Ana também precisa. — disse meu pai.

— Bom, não permito que dois alunos estejam se agarrando pela a minha escola, seja lá qual for a relação de Nina e Gastón, vão ter que controlar seus filhos, principalmente você Senhorita Simonetti, sei que faz muito anos que não dirige o cargo de mãe de Nina, e só agora conseguiu a guarda da garota, tem que saber lidar com as atitudes de sua filha. Perida te ver por aqui já não é mais novidade, mas dessa vez vou dar mais duro no castigo de seu filho. Os dois terão que manter uma distância de 1 metro aqui na escola, menos que isso não há!

— Achei uma falta de respeito o jeito que falou com Ana, ela é uma boa mãe Jordan. Mas bem, Gastón merece, agora eu vou indo, ou me atraso, em casa conversamos. — meu pai saiu sala junto a Ana.

Eu e Nina íamos saindo mas ele protestou antes.

— Entenderam o que o disse, não é? Um metro de distância dentro da escola. — apenas assentimos com cabeça. — Podem se retirar.

Saímos da diretoria e cada um seguiu para sua sala. 

* * *

P.O.V Gastón Off.

P.O.V Nina On:

Eu e Gastón trocamos olhares durante todo o intervalo e Luna me falava algo que nem escutando eu estava. 

— Nina! Ninaaa! — ela gritou me fazendo dar atenção pra ela. — Pode parar de olhar pra ele e me escutar alguma vez no dia? Eu hem, entendi que se amam, que mudou meu irmão e tals, mas eu ainda sou sua amiga e quero atenção. — disse Luna. 

— Me desculpe, é que me apeguei muito a Gastón, e agora temos que manter distância aqui na escola. 

— Mas depois vai ter todo o tempo do mundo pra ficar com ele. 

— Eu sei... — sorri. — Mas então, me conte o que está havendo com a sua vida, Senhorita Furacão. — ri.

— O que está havendo na minha vida é o Matteo! Não está dando nada certo eu e o Simón, e o Mauricinho sempre está me atordoando. Felicity me ajuda por favor. — pediu Luna por fim.

— Hmm... Eu acho que o amor que tem pelo Simón não é de namorados, é apenas de melhores amigos, e tem uma coisa que você não percebeu, acho que pelo fato de você ser um pouco lerda. O Matteo é louco por você, só que você não percebe. — falei a deixando com os semblantes preocupada.

— Olha só Nina, você é louca, de onde você tirou essa ideia? 

— Amiga, acredite, é só você que não percebe. — disse e o sinal tocou.

* * *

Eu estava sentada em uma das mesas do Jam&Roller, compondo uma canção que tinha em mente há algum tempo, até sentir meus olhos serem tampados por mãos.

— Hm... A mão não me parece a da Luna... Matteo? — indaguei já sabendo quem era.

— Matteo? Só pode está brincando.

— Não... Então eu não sei... — disse fingindo não saber, era óbvio que eu sabia quem era.

— Gastón, Nina! — ele sentou-se na cadeira da mesma mesa que eu estava.

— Eu sabia, só estava brincando. — ri.

— Nossa, estou morrendo de rir. — disse ele de deboche. — Mas então, foi chato ficar longe de você hoje.

— Pois é, eu fiquei muito desconcentrada... Ainda levei vários sermões quando cheguei em casa, pra piorar minha mãe perguntou se ainda era virgem, eu não menti pra ela, claro, e meu pai quase surtou lá em casa quando eu disse que não era. 

— Tadinha. — ele riu e eu cruzei os braços. — Me desculpa, não aguentei. Meu pai só chega de noite, então só levei sermões ontem à noite, mas ele me tirou o videogame.

— Lá em casa tem um, aliás, meu pai trabalha criando jogos pra videogame, então é um vicio muito grande. — revirei os olhos.

— Qualquer dia eu vou lá, aproveitamos e jogamos uma partida. — ele disse. — Mas então, o que está fazendo? 

— Compondo uma música, mas não está tão boa assim. 

— Posso ver? — ele pediu e eu cedi. — Está ficando muito boa, Nina. Por quê não apresenta ela no Open Music? 

— Open Music? O que seria isso? — indaguei.

— É um evento do exclusivo do Roller, no qual todos têm o direito de se inscrever e cantar qualquer música, incluindo uma original, só precisa dos arranjos da música e pronto. 

— Eu não sou muito boa com essa coisa de cantar, ainda mais em público. 

— Tenho certeza que deve ter uma voz linda. — ele passou a mão pelo cabelo loiro.

— Gastón... Você me deu uma grande ideia... — sorri.

— Como? Me conte essa ideia.

— Eu posso não cantar, mas a Felicity canta. — sorri.

— Isso é fantástico, Nina. — ele pegou minha mão e me fez levantar. — Tenho certeza que vão amar a Felicity, vai tocar no coração de cada um, assim como tocou no meu.

Fui puxada para um beijo tão de repente, mas logo me separei dele.

— Aqui não! — sussurrei quase gritando. 

— Por que não?

— Todos olham, não gosto disso. 

— Nina... O que isso importa? Eu gosto de estar com você, não importa se estão olhando ou não. — ele acariciou minhas mãos.

— Ainda é estranho estarmos numa intimidade tão grande assim, na frente de todos.

— Por que? Já transamos, ok? 

— Fala baixo! É algo íntimo, meu e seu! — juro que quase bati nele.

— Vem cá! — ele me sentou em seu colo. — Te adoro. 

— Eu também. — sorri e deitei minha cabeça em seu ombro.


[...]


Notas Finais


Gastina está muito fofo pro meu gosto 😂💜💜
No capítulo anterior conseguimos 17 comentários, que tal batermos essa meta leitores fantasmas 💙
Comentem ❤️ Me inspira e me deixa MEGA FELIZ 💞❤️
Besitoos 😚💙💜


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