História O Filho do Presidente - Capítulo 2


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Categorias Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Personagens Originais, Selena Gomez, Zayn Malik
Tags Ofdp, Selena Gomez, Zaylena, Zayn Malik
Exibições 96
Palavras 2.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hellooo babes! <3 Desculpem a demora, mas eu estava adiantando capítulos e estudando, porque minhas provas já vão começar. Eu até passei direto em todas as matérias, mas nunca deve-se cantar parabéns antes da hora né? Obrigada pelos favoritos e comentários do capítulo anterior <3 Vamos ao que interessa, certo?

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction O Filho do Presidente - Capítulo 2 - Capítulo 2

Eram sete horas da manhã, e eu já estava no trabalho. Aproveitei o tempo chuvoso e subi para o lugar mais tranquilo da empresa. Eu ouvi o plim do elevador, que abriu suas portas, indicando-me que havia chegado onde eu queria. O restaurante estava vazio e silencioso. Sorri, pois era tudo que eu precisava naquela manhã. Sentei em uma mesa ao lado da janela, pois assim eu veria muito bem o lado externo. O céu escureceu mais, e logo a chuva caiu. Apoiei meus cotovelos na mesa, e deitei a cabeça sobre as mãos, mantendo meu olhar fixo nas gotículas de água que batiam nos imensos vidros brilhantes. Esse momento de paz e tranquilidade deve ser aproveitado com sabedoria, pois num piscar de olhos, as coisas por aqui vão mudar.

Hoje seria o primeiro dia de Zayn na empresa. E eu admito que isso está me deixando nervosa. Trabalhei por um bom tempo com Yaser, que é um homem competente e responsável, além de um ótimo chefe. Já Zayn, eu ainda tenho um receio. Nosso primeiro contato não foi amigável, e a cara dele não transparece a de quem gosta de andar engravatado, lendo documentos e participando de muitas reuniões.

Olhei meu relógio de pulso e choraminguei, pois ele me lembrava que eu já deveria estar descendo. Peguei minhas coisas, arrastando-me para o meu andar de trabalho. Já em minha mesa, a deixei organizada e com tudo que eu deveria passar para o Zayn. Quero dizer, senhor Malik.

O problema é que eu esperei cinco, dez, quinze, trinta minutos. Eu batia os dedos freneticamente na mesa, e fazia a mesma coisa com os saltos agulha que eu usava. Até perguntei a Sarah, quando ela passou correndo por mim, onde estava o nosso chefe. Ela simplesmente disse que ele não apareceu, e voltou a andar veloz. Rolei os olhos, impaciente. Esperei mais um pouco, e vi que quarenta e cinco minutos foram-se embora. Minha bunda já doía de tanto ficar sentada, então me levantei e dei algumas voltas pela mesa, esticando minhas pernas.

E esperei, e esperei. Eu digitei relatórios, revi documentos, li e-mails inúteis e atendi telefonemas. Olhei rapidamente meu celular, e seu relógio marcava 10:00a.m.. Mas, de repente, vejo o homem moreno alto, que agora devo chamar de chefe, correr para a sua sala. A expressão dele era de quem bebeu todas, mas que tinha que trabalhar.

— Pelo menos, ele veio. — Eu falei, baixinho. De pé, peguei a agenda do dia. No corredor em forma de T, virei à esquerda e bati duas vezes na porta, para logo entrar. — Bom dia senhor Malik. — Eu falei, formal. Malik estava com cara de poucos amigos, e nem me respondeu.

— Eu disse que podia entrar? — Ele disse, rude. Eu me aproximei de sua mesa, entregando-o o que queria. — O que é isso? — Ele perguntou, passeando seus olhos sobre o papel que eu lhe entregara.

— É a agenda do dia. Tudo o que o senhor precisa saber, está anotado aí. — Eu falei, sendo breve. Alguns segundos em silêncio e ele me olhou dos pés a cabeça, o que me incomodou bastante. — Qualquer coisa que precisar, pode me chamar pelo seu telefone. Muito prazer, sou Selena. — Estendi minha mão e ele rapidamente a agarrou, retribuindo o cumprimento. Puxei minha mão, pois notei que ela estava “presa” a dele. Pedi licença e me retirei.



 

×××



 

Eu decidi não almoçar, então comprei apenas um suco e preferi bebê-lo na minha mesa. Ainda chovia lá fora e o frio já se fazia presente, forçando-me a vestir meu blazer. Não passavam ainda das duas da tarde, quando uma loira alta e muito bonita veio falar comigo.

— Bom dia. Em… — Eu nem terminei a pergunta que faço a todos, todos os dias, pois a loira foi falando na minha frente.

— O Zayn já chegou? — Ela perguntou e eu congelei, reconhecendo a voz. Ela era aquela mulher que me afrontou no dia da “brincadeira” do Zayn.

— Sim, ele já está aqui. Qual seu nome, por favor, para eu anunciá-la e perguntar se pode entrar. — Eu falei e ela deu um riso debochado.

— Não se preocupe, ele sabe bem quem eu sou. — Ela disse e antes de poder ir até onde queria, eu barrei seu caminho. — Querida, me deixe passar. Eu sou magra, mas nem tanto assim. — Eu franzi as sobrancelhas, chocada. Ela me chamou de gorda.

Mas que vaca.

— Me desculpe, mas é procedimento padrão. Seu nome, por favor. — Eu falei, sem querer deixar transparecer que entendi a piadinha subtendida.

— Gigi. — Ela disse e então eu girei meus calcanhares, andando até a presidência.

— Senhor Malik, a… — E, mais uma vez, fui interrompida. Agora, Gigi saiu empurrando a porta e esbarrando em mim, fazendo com que eu me apoia-se a parede para não cair.

— MEU AMOR! — Ela gritou, com uma voz estridente. Correu até Zayn e pulou em seu colo, dando-lhe um beijo digno de telas de cinema. Então  eles namoravam. Abaixei o olhar, não querendo ver a cena. — Ela não quis me deixar entrar. — Ela se queixou, manhosa. Arqueei a sobrancelha, indignada.

— É apenas o meu trabalho senhorita. Eu não sabia que era íntima do senhor Malik e, ainda sim, eu precisava anunciá-la, pois poderia atrapalha-lo em algo. Ele poderia estar trabalhando, por exemplo. — Eu me expliquei, tentando não me exaltar. Eu estava saindo como a errada e pela cara do meu chefe, ele realmente acreditou nisso.

— Mas eu não estava. — Ele me respondeu, ácido. Gigi me olhou e sorriu, maquiavélica. — Sempre que vier aqui querida, entre aqui direto. — Ele disse, romântico e beijou a bochecha da namorada. Rolei os olhos e imediatamente saí dali, antes que eu explodisse em raiva.

Ela não quis me deixar entrar. — Eu resmunguei, fazendo uma vozinha enjoada. — Eu sou magra, mas nem tanto assim. — Repeti o ato. Enquanto isso, eu mexia nas minhas coisas, freneticamente. Estava borbulhando de raiva, que sentia vontade de gritar.

— Eita, o que foi? — Ouvi uma voz, de repente. Olhei e vi que era Sarah. — Gente, o que aconteceu?

— Eu estou puta. A vaca da namoradinha do Zayn me chamou de gorda, e ainda mentiu para o ele, dizendo eu não a deixei entrar. Sim, não deixei mesmo, pois eu nem sabia quem era ela. Eu pedi o seu nome, mas ela prefiriu se queixar para ele, que acreditou em sua versão e ainda foi grosso comigo. — Eu tagarelei, nervosa. Quando terminei, puxei ar para os pulmões.

— Ah, eu vi quando ela chegou. Essa mulher é insuportável, manipula qualquer um. E o pior é que ela finge tão bem, que todos a vêem como uma princesa perfeita. — Sarah disse, com um tom de desdém.

— Tá mais para cretina, isso sim. — Eu falei, ainda com raiva. Se tem algo que não admito, é que me confrontem. Não sou calma e nem tenho paciência para esse tipo de gente. E odeio ainda mais quando me fazem de errada, sendo que não fiz nada de ruim.

— Prepare-se, pois ela virá bastante aqui. E ah, não se assuste, caso ela começe a dar ordens. Ela pensa que também tem esse poder aqui dentro. — Sarah me alertou e sorriu fraco, saindo do meu campo de vista.

— Ninguém merece. — Eu resmunguei, baixo. Liguei o computador e fui digitar. Precisava me distrair e desestressar.



 

×××



 

— Fala Justin. — Eu atendi o celular que tocava, já me preparando para sair.

— Fala você, porque pelo tom de voz… — Ele disse, direto. Eu não evitei sorrir fraco, porque só pela fala Justin sabia como eu estava me sentindo.

— Eu tive um dia péssimo dia. Estresse total, e eu quase voei numa pessoa hoje. — Eu disse e ri, seguida por Justin.

— Meu Deus, o que você aprontou menina? — Ele disse e eu ri mais.

— Depois te conto, vou desligar. Se eu for multada por dirigir enquanto falo ao telefone, você irá pagar.

— Tá, eu ainda tenho que terminar umas plantas aqui para o trabalho. Vem aqui pra casa, eu chamo as meninas e o Cole e aí pedimos pizza.

— Ótimo. Mas, eu vou demorar um pouco, porque está chovendo. Tchau, Justin. — Eu encerrei a chamada, e vi que eu ainda estava no vigésimo andar.

Quando finalmente cheguei na rua, a chuva tinha aumentado. Estava praticamente uma tempestade. Meus cabelos voaram e eu senti um frio surreal, o que me fez travar no mesmo lugar. Contei até três e saí correndo naquele temporal, entrando direto no carro. Os poucos segundos em que corri, foram suficientes para me encharcar. Girei a chave e o meu carro não se mexeu. O motor morria, fazendo uns barulhos estranhos.

— Tá de brincadeira… — Eu murmurei, jogando a cabeça para trás. — Não, ISSO.SÓ.PODE.SER.BRINCADEIRA. — Eu falei, pausadamente e aumentando o tom no final. No banco de trás estava o meu guarda-chuva, o qual tomei nas mãos. Abri a porta e fiz o mesmo com o objeto que estava comigo. Peguei a bolsa também e saí, correndo para debaixo da cobertura do meu trabalho. Eu já estava até discando o número de um carro para me buscar, quando alguém esbarrou com força no meu braço, fazendo-me vacilar com o celular, que caiu em uma poça d’agua.

— AH, QUAL FOI? — Eu esbravejei, vendo o eletrônico caído soltar algumas faíscas e logo em seguida, desligar para não ter mais volta.

Sem celular e sem carro. Com dinheiro, mas vou ter que andar até o ponto de ônibus. E, acredite, nem o salto mais confortável do mundo é capaz de impedir que você sinta dores.

— Ainda está aqui? Pensei que já tivesse ido há tempos. — Ouvi a voz rouca do meu chefe, que soltou também uma risadinha. O olhei, séria.

— Eu teria sim, mas meu carro quebrou.

— Eu não perguntei o porquê de ainda estar aqui. — Ele disse, cortante. Franzi o cenho, já cansada.

— Se você não tivesse jogado meu celular na água, eu poderia estar até em casa.

— Não tive culpa. Você estava na frente da passagem. — Ele falou, dando do ombros.

— Eu também não tive culpa. VOCÊ é que é um cego, que não me viu aqui.

— É verdade, não teria como não te ver. — Ele disse e deu um riso curto. Agora ele é quem estava me chamando de gorda.

— Está dizendo que sou gorda?

— Não, mas se a carapuça serviu… — E deu lugar à gargalhadas. Admito que eu estou tentando não levar a minha mão até o rosto dele, mas está impossível.

Eu estava tão nervosa, que nem percebi que a chuva diminuira um pouco. Portanto, girei os calcanhares e deixei Zayn ali, senão, nos próximos minutos, ele deixaria de ser homem.

Se é que me entendem.

Comecei a andar pela calçada, indo até um ponto de ônibus próximo. A rua estava bem iluminada, mas também bem molhada. E, apenas para melhorar a minha noite, escorreguei e caí de cara no chão. Literalmente. Senti meu queixo ir de encontro ao concreto duro, o que me fez gritar de dor. Eu já sabia que estava um lixo humano, toda suja e provavelmente, sangrando. Ao me levantar, retirei a sandália esquerda, pois o seu salto havia quebrado.

— Ah meu Deus, socorro… — Eu pedi, baixinho e olhando para o céu, quase chorando. Eu estava com frio, dor e descalça de um pé. De imediato, o carro que eu conhecia bem parou ao meu lado, revelando a face de Zayn no banco do motorista.

Bem Senhor, não era exatamente ESSA ajuda que eu queria, mas tudo bem. Pelo menos, quem sabe, ele não empreste seu celular para eu poder ligar para o Justin, pensei.

— Entra, porque já estou com pena de você. — Ele disse e eu curvei os joelhos, para poder enxergá-lo melhor. Vi seu telefone em cima do banco do passageiro e num ato rápido, eu já estava com ele em mãos. — Ei! Sua ladra! — Ele disse, ríspido. Engoli em seco, porque eu me ofendi. Rapidamente digitei o número do Bieber, que logo me atendeu.

— Justin, é a Selena. Poderia me buscar aqui perto do trabalho? Meu carro quebrou, perdi meu celular por ele caiu na água, eu também caí na rua e quebrei o sapato. Estou um caco de gente e não quero esperar um ônibus. Por favor, Jus. — Eu tagarelei, muito nervosa e chorosa. Justin logo se alterou e disse que já estava até dentro do carro. Falei onde estava e encerrei a chamada.

Virei-me e vi Zayn escorado em seu carro. Andei até ele e bati o telefone contra o seu peito, com força.

— Porra, o que…

— Eu não preciso da sua pena. E nem sou ladra, seu babaca. — Eu falei, visivelmente ofendida e enfurecida.

— Vai continuar na rua ou prefere engolir o orgulho e entrar no carro? — Ele perguntou, rude.

— Já tenho com quem voltar para casa, não se preocupe. — Eu falei, seca.

— Não me preocupo mesmo. — Ele disse, sério. Engoli em seco e fiquei sem resposta.

— Selena? — Virei e vi a figura de Justin, que sustentava um olhar conhecido por mim. Um olhar de confusão.

— Nossa, que rápido. — Eu falei, risonha. Porém, ele continuava a fitar Zayn, com cara de poucos amigos.

— É, vim rápido mesmo. — Justin falou, sério. Depois, ele desviou seu olhar para mim. — Nossa, você está horrível. — Ele comentou e Zayn riu, o que me fez fechar a cara.

Me tira daqui, ou eu vou voar em cima dele. — Eu sussurrei no ouvido do meu amigo, que riu e pegou minha bolsa, ajudando-me a andar melhor.

— Vai me contar depois, ou prefere ir para sua casa? — Justin perguntou, abrindo a porta do carro para mim.

— Minha casa primeiro, depois eu conto. Estou o bagaço da laranja de tão cansada. Argh, trabalhar com aquele cara me estressa. — Eu resmunguei, enquanto Justin começava a dirigir.

— Ele me pareceu ser gente boa, mas ele estava olhando muito para os seus peitos. — Ele disse e eu corei, envergonhada.

— Credo Justin! — Eu falei, cobrindo meus seios com os braços.

— Ué, eles são bem grandes. Chamam a atenção de qualquer um. — Ele disse, rindo. Eu corei ainda mais, gargalhando de nervosismo.

— Justin! Já chega de falar dos meus peitos. Dirige a porcaria desse carro e vamos falar de outra coisa.

— Das suas pernas? — Ele perguntou e eu dei um tapa em sua perna.

— JUSTIN! — Eu o censurei e nós dois caímos no riso. Essas nossas brincadeiras são tão velhas, mas ainda arrancam boas risadas. Seguimos conversando sobre qualquer coisa que NÃO fosse sobre o meu corpo, e ao som ambiente de uma música da qual não me recordo bem o nome.



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