História O filho do reverendo - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Inu no Taishou, Rin, Sesshoumaru, Youkai Satori
Tags Rin, Sesshoumaru
Exibições 139
Palavras 1.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura a todos =3

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction O filho do reverendo - Capítulo 1 - Capítulo Um

Sesshoumaru on

- Sesshoumaru, filho, você vai se atrasar pra sua aula dominical com as crianças. - Ouço minha mãe me chamar.

Eram 5 horas da manhã ainda.

- Mãe, a aula só é às 8 horas. - Semicerro os olhos.

- Mas mesmo assim. Você será um padre, daqui a um ano, e tem que dar o exemplo. Tem acordar cedo e orar pra Deus, pedindo que ele me perdoe por meus pecados.

- Ta mãe. - Sento e ela me beija a testa.

Sigo pro banheiro e vou fazer as minhas higienes.

Desde pequeno minha mãe me colocou pra aprender sobre Deus, com o padre Inu No Taisho, por quem sou bem obediente. O trato como se fosse meu pai. Ele me adotou como um pai mesmo, já que o meu morreu quando eu era bebê. Aprendi várias coisas sobre Deus com ele, e irei adorar ao senhor Deus até a minha morte.

Nunca estudei como as outras crianças normais, que vão à escola, pois meus estudos foram em casa com a minha mãe e às vezes na paróquia, com o padre Inu No Taisho.

Rin on

7h da manhã e cheguei à escola. Mal entrei e os garotos já vieram me encher o saco.

Miroku: Oi Rin! - Disse sorridente.

- Oi Mi. - Dei um sorriso simples.

Miroku: Não esquece. Você está me devendo um belo de um - Fez um sinal obsceno, indicando o boquete.

- Não faz esse tipo de coisa aqui. Alguém pode ver.

Miroku: Idai? Até parece que você é santa. Já ficou com vários garotos da escola.

- Sendo que meus pais não sabem disso. Se um dos professores, ou a diretora, ficarem sabendo, eu serei mandada pra um convento. Você não quer que a minha boca deliciosa seja mandada pra um convento, neh?

Miroku: Claro que não! Seria um desperdício. - Sorri malicioso.

- Ok. Então nos vemos no intervalo. - Mandei um beijo pra ele, enquanto seguia o meu caminho.

Sou a garota mais popular da escola. Meus pais são devotos ao catolicismo e são um pouco rígidos comigo, por isso faço minhas "travessuras" às escondidas.

Ainda sou virgem, pois não sou idiota ao ponto de entregar minha virgindade pra qualquer um. Sendo que tirando isso, já fiz várias besteiras, até beijar garotas. Não que eu seja lésbica, ou bi, mas eu fiz só pra experimentar.

Entrei na sala de aula e sentei no meu lugar, ao lado das minhas amigas.  

Sesshoumaru on

- Orou por sua mãe? Pediu que Deus me perdoasse? - De joelhos ao chão, perto da cama, abro os olhos e vejo minha mãe entrar.

- Já mamãe, não se preocupe. - Levanto e beijo sua testa.

Já sou um rapaz de 18 anos, sou um pouco mais alto que minha mãe, pois tenho 1.90 de altura.

- Vista a blusa. Você não pode ficar sem ela.

- Já vou vesti-la. Só não coloquei agora para não amassá-la.

Eu usava somente branco. Nunca tive outras cores de roupa em meu guarda roupa. Até mesmo as minhas cuecas eram brancas. Minha mãe sempre me trata como um bebê e só falta me dar comida na boca. Minhas roupas são sempre bem dobradas e passadas por ela.

Não estou reclamando, mas às vezes só não quero que ela se esforce tanto por mim, pois já sou crescido e sei fazer minhas coisas, mas ela não deixa e não vê isso.

- Vamos tomar seu café. - Abotoava minha camisa, depois que havia vestido a regata por baixo - Fiz tudo bem saudável pra você.

Aliás, sou vegetariano por causa da minha mãe também. Não como nenhum tipo de carne animal, mas nem por isso sou tão magro, já que às vezes eu mesmo, sem minha mãe ver, faço alguns exercícios físicos em meu quarto.

Apesar de nunca fazer nada de errado, eu era bem vaidoso. É, eu sei que isso é um pecado, mas não sei porque sou assim. Vaidade é um dos pecados capitais, e quando me tornar um padre nem poderei pensar em tê-la.

- Mamãe, acho que vou cortar meus cabelos. - Estávamos à mesa.

- Você ficou doido???? - Falou irritada - Não vai cortar coisa nenhuma.

- Mas...

- Sem "mas"! - Disse irritada.

Suspirei.

Faço tudo o que ela me manda, e às vezes ela não vê que isso me mágoa.

- Tudo bem. - Falo tristonho

Rin on

Na hora do intervalo, fiz o que tinha prometido ao Miroku. Lógico, foi escondido de todo mundo e com a minha amiga vigiando.

Sango e eu somos inseparáveis e sempre fazemos travessuras juntas. E com "travessuras" digo safadezas.

Sempre vou dormir na casa dela, aos finais de semana, e sempre chupamos uma a outra. Fazemos isso, pois ela também é virgem e não quer se entregar a qualquer um.

Claro, poderíamos pedir que um garoto nos chupasse, porém não confiamos neles. Garotos são traiçoeiros e podem acabar nos enganando. E eles tentaram abusar da gente? Não, não queremos arriscar. Somos amigas mesmo. O que acontece entre a gente, fica entre a gente. Além do mais temos certeza da nossa sexualidade. Sabemos que gostamos de homem, então uma diversão entre amigas não tem problema.

Sango: Vai pra minha casa no final de semana?

Estávamos no banheiro, pois eu estava escovando os dentes.

Posso chupar os garotos, mas os obrigo a usar camisinha. Odeio o gosto de látex na minha boca, mas é melhor do que o gosto do gozo deles. Nunca experimentei sentir, pois acho nojento, mas enfim...

- Claro! Já falei com os meus pais, mas no domingo eu vou a missa. Sabe disso, neh?

Sango: Sim, claro. Além do mais você precisa manter a aparência de santa.

Nós duas rimos e então voltamos para a sala de aula. 

Sesshoumaru on

- Bom dia, crianças! - Entro na paróquia e vejo todos os anjinhos sentados nos bancos, bem comportados

Tinham crianças de 6 a 12 anos ali.

- Bom dia, tio Sesshy! - Gritaram alegres

Todos me chamavam de “tio Sesshy” e eu não me incomodava com isso.

Sorri e sentei de frente pra elas.

- Como foi o final de semana de vocês?

Começam a querer falar ao mesmo tempo e eu sorri meigo.

- Acalmem-se. - Ri pelo jeito afoito deles - Vamos fazer assim... Faço a chamada e os nomes que eu for chamando, vão me dizendo como foi o final de semana. Tudo bem?

- Tudo!!!! - Gritaram.

- Ayame. - Chamo a primeira.

- Presente, tio Sesshy! - Disse rápida.

- Pode contar como seu final de semana.

- Tio, foi muitoooooooo legal! - Ela tinha apenas sete anos.

- Então conte-nos e compartilhe com a gente toda essa felicidade, minha flor.

Ela, sorridente, começou a falar e gesticulava com as mãozinha gordinhas, me deixando maravilhado.

Deus é um ser muito poderoso, e as crianças são seus anjos que ele manda para a terra. São tão dóceis e inocentes, porém temos que cultivá-las para que semeem o bem. 

 


Notas Finais


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Meu ginecologista: https://spiritfanfics.com/historia/meu-ginecologista-7027919

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