História O Filho do Tempo - Capítulo 29


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Calipso, Cronos, Hades, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Personagens Originais, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Zeus
Tags Acampamento Júpiter, Acampamento Meio Sangue, Cronos, Depois De Heróis Do Olimpo, Filho Do Tempo, Nico Di Angelo, Percy Jackson, Reyna, Tempo
Exibições 12
Palavras 1.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!1
EU VOLTEEEEEEI!!!!
AGORA PRA FICAAAAAAAAAR!
É melhor que gostem do desenho!
Por que levou muito tempo pra fazer e deu trabalho pra caramba!
Espero que gosteeeem!!!!

Capítulo 29 - Pazes no Aeroporto!


Fanfic / Fanfiction O Filho do Tempo - Capítulo 29 - Pazes no Aeroporto!

Ganhei uma passagem aérea do deus dos céus, que por acaso eu mandei calar a boca algumas horas antes. Será que eu devia me sentir seguro? Mas é claro que não!

Chegamos ao LGA (Aeroporto de LaGuardia) no Queens ás 17h, estava anoitecendo o que significava que eu iria dormir a viagem toda. Faltava quase meia hora para o embarque então fui procurar algo para comer e um travesseiro, pois esqueci o meu. Depois de comprar comida e um travesseiro me dirigi ao encontro dos outros, mas fui puxado de repente para trás pela gola da minha camisa e acabei num beco isolado no corredor que lava ao banheiro.

Se liga na minha situação, lá estava eu prensado contra a parede com uma barra de kit kat na boca e um monte de sacolas com salgadinhos e outras comidas que pais normalmente não deixam seus filhos comerem, com Reyna na minha frente impedindo qualquer chance de fuga.

- Então... Posso ajudá-la com algo? – Disse tentando não cuspir o único outro pedaço de chocolate na minha boca.

- Hmmm... Quem sabe? – Disse ela se fazendo de quem não tem intenção nenhuma.

- Estou começando a ficar com medo.

- Não se preocupe não vou te machucar, só quero um pouco de... Chocolate...

- Bom... É uma pena, mas aca... – Fui interrompido por um beijo de língua surpresa, e quando ela separou nossos lábios, percebi que meu chocolate tinha sumido. – Ei! Meu chocolate!

- Pare de reclamar! Eu estou tentando me desculpar com você aqui! – Disse ela me olhando com as bochechas infladas.

- Eu já te disse que você fica linda quando tá com raiva?

- Cala a boc... – Calei ela com outro beijo, que foi se intensificando e quando paramos para recuperar o ar, ela estava prensada na parede com as pernas entrelaçadas na minha cintura e com nossas testas encostadas.

- A-acho que é melhor voltarmos, vão notar que sumimos...

- Olha parece... – Peguei a capa de um jogo que comprei para passar o tempo, e virei de cabeça para baixo. – Que o jogo virou, não é mesmo?

Ela me encarou e colocou a mão no rosto para esconder o sorriso que se formava em seus lábios:

- Você é... Inacreditável.

- O que foi?! Eu não podia perder a oportunidade! Ah, qual é! Foi o melhor trocadilho que faço em semanas!

Ela colocou os pés no chão e disse:

- Terminamos isso depois. – Disse ela com um sorriso malicioso.

- Opa, quer dizer que tem continuação? – Devolvo o sorriso malicioso e ela riu.

- Quem sabe...

Fomos até Lilian e Nico que discutiam sobre Mitomagia, e Rodrick que simplesmente ria deles:

- Eu já disse que se você usar a carta de benção em uma figura de ação de um deus, ela não fará efeito! – Começava Nico.

- Mas está escrito no manual que você pode usar a carta de benção em qualquer personagem! – Rebatia Lilian.

- Vocês são muito infantis! – Disse Rodrick enquanto ria.

- Olha quem fala! – Respondiam os dois ao mesmo tempo.

- Eu ainda não sei como vocês não estão se pegando... – Disse Rodrick pensativo.

- Eu também não. – Eu disse surpreendendo aos outros com a quantidade de sacolas com doces que eu havia trago.

Chegamos na hora que começou a chamada para o embarque do voo à Paris. Era um pouco óbvio sabe, “terra do amor”, Paris, ok, não é?

Dentro do avião, eu peguei o pior e melhor lugar possível, tudo ao mesmo tempo, Reyna ficou do meu lado, mas atrás de mim tinha um moleque que ficava chutando o meu assento. Estávamos no ar à uma hora e o pirralho não dormia, nem parava de chutar até que cansei. Me virei para o moleque que estava sentado sozinho e Reyna ficou me encarando curiosa e risonha para saber o que eu iria fazer. Desacelerei o tempo e dei uma pancada na cabeça do moleque que desabou na hora, antes que alguém percebesse coloquei uma bolha temporal ao redor dele para que ficasse desacordado pelas próximas 2 horas. Voltei para meu lugar e Reyna se virou para o garoto e olhou para mim de volta:

- Você é mal, ou só não gosta de crianças?

- Sou mal com pirralhos irritantes, pois não gosto de pirralhos irritantes.

- Sinto pena da sua mãe, ela deve ter sofrido. – Disse ela para logo perceber o que disse, mas antes que ela pudesse pedir desculpas ou dizer algo como “eu lamento”, eu disse:

- A que sofrimento você se refere? Ao fato de ela ter tido que criar sozinha um pirralho catarrento que só sabia chorar, ou ao fato de ter tido o corpo desintegrado por um raio? – Eu disse sem olhar ela nos olhos. Antes que percebesse, um filete de água se formou nos meus olhos e desceu até o queixo.

- Me desculpe, eu... Não queria fazer você se lembrar disso...

- Não se preocupe... Me desculpe você, pelo que eu disse naquele dia... Eu não culpo vocês, semideuses, pelo o que aconteceu... Eu só estava com raiva.

Ela apoiou sua cabeça em meu ombro enquanto colocava a mão direita em cima da minha esquerda, e disse:

- Está tudo bem... Você não vai ficar sozinho de novo...

- Não está nada bem. Os deuses me mandaram para mais uma missão impossível na tentativa de me matar de uma vez por todas, o que não vai acontecer, e, bem, você sabe que é bem provável que depois dessa... Vida... Eu fique sozinho de novo.

- Eu não vou deixar.

- Isso não é algo que você possa simplesmente decidir. – Nesse momento ela me deu uma cotovelada na barriga e disse:

- Só cala a boca e me deixa te consolar.

- Ok... Ai...

- Um pouco de dor não faz mal.

- Quando a dor é causada por você, então sim, faz mal.

-...

-...

O silêncio ficou estabelecido, mas não era um silêncio incômodo, era um silêncio aconchegante. Quando me dei conta, nós havíamos caído no sono.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!
Até a próxima!


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