História O Filho -idiota- do Presidente - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kristao, Sulay
Exibições 122
Palavras 3.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu demorei pra cacetas eu sei, podem me xingar, eu deixo.

Bem, eu demorei porquê eu estava esperando o lemon que a moça ia fazer pra mim.

Bem, moça, eu agradeço muito, a @_Avallon, essa linda que fez o Lemon pra mim, eu só modifiquei algumas coisas, mas foi ela que me deu a base, OBRIGADA SUA LINDA. Ah, recomendo as fanfics dela sz.

Bem, espero que gosteem.

Eu falei "bem" três vezes :v

Capítulo 10 - Vamos ser felizes!


E pela terceira vez me vi sendo acordado por Luhan impaciente.

- Chanyeol, você quase não descansa, vá para a sua casa dormir. - Ele me brigou.

- Não consigo.

- Então vá para o quarto de Lay, por mais que eu quisesse que ficasse comigo.

Sehun não estava com ele.

- Estou aqui de novo, Baekkie... Sehun não pôde vir. - Ele falou para Baekhyun.

- Por quê? - Perguntei.

- Nós brigamos, vá logo.

E eu fui.

Chegando no quarto, Jinah não estava lá.

- Parece que somos só eu e você. - Falei.

Sentei no chão ao seu lado.

- Basta esperar, você vai ter o JunMyeon. - Falei.

Ri sem humor.

Pareço um esquizofrenico.

- Quero que fique melhor, você e o Baekhyun.

~*~

24 de dezembro. Véspera de natal. Sábado: 23h

- Feliz natal. - Luhan falou me abraçando.

Estávamos todos na minha casa.

Trocamos presentes. Eu ganhei um violão de Luhan. Foi o melhor que ganhei, mas exatamente ninguém precisava saber.

Ganhei desde calça de couro à batom -Kris é um idiota-

Todos nós compramos um presente para Baekhyun e Lay, menos Kris, Tao e Kyungsoo.

- Obrigado por virem.... Mas agora eu tenho que.. - Fui interrompido.

- Eu também vou vê-lo. - Suho falou. Eu sabia que ele se referia a Yixing.

Fomos até meu carro, liguei o rádio e fomos em silêncio.

Chegamos ao hospital, Suho e eu nos separamos para irmos ao quarto de nossos namorados.

- Feliz natal. - Desejava a qualquer um que visse.

Olhei para a porta onde meu amor ainda estava, desacordado.

Suspirei e entrei.

Sentei na poltrona e respirei fundo.

Ele me fez uma falta absurda em dois meses -Completa 2 meses que ele está desacordado, dia 1 de janeiro-.

Ele fora o único que me deu carinho em apenas dois dias de namoro, coisa que meus pais não fizeram em 19 anos -Fiz 19 anosdia 27 de dezembro, e ele não estava aqui-.


- Amor, você voltará né?

Falei e... Claro, não obtive resposta.

Fui sem pensar.

Beijei os lábios do meu Baekhyun

Durante o selo, deixei uma lágrima cair.

Saudade.

Eu estava com saudade, eu queria ele aqui, me correspondendo.

Me separei dele, enxugando minha lágrima.

Abaixei minha cabeça sobre seu braço.

Fiquei ali, perdido em pensamentos, mas...

Seu dedo mexeu, ele bateu contra minha testa.

Me levantei rapidamente em um susto.

- Ele mexeu! - Quase gritei.

Dei alguns passos pra trás.

- Baekhyun?

Vi seu olhinho se movendo.

- Ai meu Deus. - Saí correndo.

- ALGUÉM, SR. WON, ALGUÉEEEM? - Gritei.

- Sr. Park? Pare de gritar, o que aconteceu? - Ele apareceu em minha frente.

- O Baekhyun.... Aish! - Eu estava sem ar, por ter corrido.

Me apoiei nos meus joelhos.

- Aish. - Falei mais uma vez. - O Baekhyun... Ele acordou!

Fomos em direção ao quarto de Baekhyun.

Lágrimas teimosas rolaram por meu rosto. Eu estou acordado, certo?

Entramos na sala, e ele nos olhava confuso.

O médico pediu para que eu me retirasse, para o exame ser realizado. Assim fiz.

~*~

Quando o médico saiu, eu entrei.

Eu estava duro. Não lá embaixo.

Eu estava tenso, estava parecendo um robô.

Quando o vi me olhando senti vontade de chorar e ele pareceu notar.

- Não chora, meu amor. - Ele falou.

Me sentei na poltrona e fiquei o olhando.

Eu não estou dormindo, certo?

Ele estava tão branco, mas continuava tão lindo.

O meu Baekhyun estava de volta.

Ele sorriu.

Ah, esse sorriso.

O sorriso que eu mais senti falta.

- Oi? Terra para Channie?

- Eu estou... Sonhando? - Era difícil, passei 2 meses sem ele, e ele acorda... Tão do nada.

- Não, Channie, sou eu. - Sorriu. - Por quê está assim?

Dizer...

Me aproximei dele e o abracei.

Ou não dizer...

- Eu te amo... Eu nem posso acreditar.

Dizer...

- Eu também te amo, Channie, me explica o que está acontecendo.

Ou não dizer?

Tenho medo de dizer, e ele sofrer algum ataque.

Eu não quero perdê-lo novamente.

- Eu vou te explicar, mas não agora, descanse.

- Eu não estou cansado.

Não seja teimoso, meu amor..

- Quero que me explique agora, porque até dormindo fiquei confuso. - Ele riu.

Dormindo? Tem certeza?

- Eu estou com medo, Baekhyun. Medo de te perder. Eu... Eu vou ligar para uma pessoa vir, ele vai te explicar.

Saí da sala, apalpei meus bolsos em busca do meu celular.

- Atende, atende. - Eu falava baixinho.

- Chanyeol?

- Kai? Venha aqui, por favor, o Baekhyun acordou. - Não contive o sorriso.

- Meu Deus, estou indo. - Desligou.

Fui para a entrada do hospital.

Logo Kai chegou.

Chegando na sala, eu entrei primeiro, Baekhyu fez uma carinha de raiva muito fofa.

~*~

Após Kai explicar e Baekhyun me acusar de adultério.

Eu o abracei.

Senti ele tremendo abaixo de mim, e isso me deu uma certa alegria, ele estava chorando, mas estava vivo.

Liguei para Luhan e para Sehun virem. Fui egoísta em não pensar que poderia estragar o Natal deles. Não era meu turno com Lay, mas eu precisava resolver algo.

Fui até minha casa, precisava do meu violão, e pegar os presentes do Baekhyun -não levaria os do Lay, pois não tive notícias se ele acordou ou não-.

Eu estava como no dia em que Baekhyun entrou em coma. Mas dessa vez, eu não chorava a toa, eu sorria a toa.

Me pegava sorrindo, sem querer, sem perceber.

Logo todos saberiam de Baekhyun, pois Luhan é fofoqueiro de carteirinha, então nem me darei o trabalho de falar.

Coloquei meu violão dentro do carro, e fui procurar o presente.

~*~

Cheguei no hospital.

- Luhan. - O chamei.

- Sim?

- Vocês já podem ir, muito obrigado.

Mencionei que Luhan voltou com Sehun no outro dia depois de terem brigado?

- Ei, por quê você não entrega isso no Ano novo?

Olhei para o presente em minhas mãos.

Ok.

- Luhan, Baekhyun é curioso, o guarde pra mim.

Ele pegou o presente da minha mão.

Entrei no quarto, Baekhyun sorria.

- Oi, amor. - Ele falou.

- Oi, meu amor. - Sorri. - Esses presentes são seus. - Ele sorriu. - Preparei algo para você, algo que pensei por bastante dias, algo que eu planejava, e algo que, admito, achei que não conseguiria fazer tão cedo.

Peguei o violão e sentei na poltrona.

- Eu escrevi, mas sinceramente, ainda não terminei, eu vou te cantar um trecho. - Ele sorriu ainda mais.

Comecei a dedilhar o violão, e logo uma linda melodia saiu.

Olá anjo, você é como uma pintura.

É tudo que vejo quando olho pro céu.

As luzes da cidade, mesmo que elas se apaguem e a lua desaparecer.

Ainda é brilhante porque tenho uma estrela que caiu do céu.

E é você

Logo a parte do rap começou.

Todas as noites eu continuo rindo por alguma razão

Mesmo quando fecho os olhos, não consigo dormir

Eu passo a noite inteira com o pensamento em você

Seu sorriso brilhante me permite respirar

Provavelmente você, você

Tenho certeza que você deve ter asas escondidas

Qualquer um pode dizer que você é um anjo

Posso voar enquanto eu estiver contigo...

Ele começou a bater palmas.

- Você é meu anjo. - Sussurrei.

- Eu te amo. - Ele falou.

- Eu também te amo, Baekhyunnie. Feliz natal.

Era meia-noite, logo os fogos de artifícios foram ouvidos.

- É Natal?

Esqueci de dizer-lhe.

- Sim, é Natal e ter você comigo, foi o melhor presente que ganhei.

Ele sorriu.

- Feliz natal, Yeollie.

E meu Natal, comecou assim, com meu amor aos meus braços.

~*~

31 de dezembro. Sábado: 12h

- Feliz ano novo adiantado à todos! - Baekhyun corria e gritava pelos corredores do hospital, feliz da vida.

Ele havia recebido alta, e poderia passar o ano novo com todos os seus amigos... Nem todos.

- Tchau, Senhor Won, feliz ano novo. - Baekhyun abraçou seu médico de um modo desajeitado.

Eu apenas ria da alegria do meu namorado.

- VAMOS SER FELIZES, CHANNIE! - Ele gritou e saiu correndo com os braços levantados.

- Feliz ano novo, e obrigado por tudo. - Falei ao Senhor Won antes de sair correndo até Baekhyun.

Corríamos animados, as pessoas passavam, reclamavam e nos chamavam de retardados. Eu não me importo, a felicidade do meu amor me contagiava.

Chegamos na minha casa, gargalhando. Felizes.

- Eles chegaram! - Luhan gritou e 5 meninos e uma menina apareceram. Kyungsoo, Tao, Kris e uma menina continuaram sentados no sofá, reconheci a menina sendo ex-namorada de Sehun.

- Baekkie! - Sehun correu em direção a Baekhyun.

- Sehunnie! - Baekhyun gritou. Ri da cara que Baekhyun fez.

- Melhor presente de ano novo, só falta o... - Luhan falou e eu o encarei.

Não pretendia contar agora sobre Lay.

- Melhor recepção. - Baekhyun ria.

~*~

1 de janeiro. Domingo: 00:00

- FELIZ ANO NOVO, PORRA! - Luhan gritou.

- Cala a boca, Luhan. - Kris falou sem o seu típico tom de brincadeira.

Baekhyun riu.

- Não fala assim com ele. - Baekhyun brincou, mas..

- Falo do jeito que eu quiser, anão imundo. - Ele respondeu e o encarei.

- Fala assim mais uma vez com o meu namorado que eu te arrebento. - O encarei.

Ele se levantou e veio até mim, me encarando.

- Ficou corajoso depois que conheceu o baixinho?

- Sim, corajoso o suficiente para arrebentar sua cara.

O que era aquilo? Ele é um dos meus melhores amigos.

- Parem com isso. - Luhan falou.

- Vem Baekhyun. - O puxei. - Se quiser, durmam aí.

Puxei Baekhyun até meu quarto.

- Tenho um presente para você. - Falei.

- Uma música não terminada? - Ele brincou.

- Sim. - Gargalhei escandalosamente e ele me acompanhou. - Eu escrevi muitas músicas, mas não consegui terminá-las. Mas além da música tenho outro presente, que te entregarei depois da música.

Peguei meu violão e sentei na cama, ele se sentou ao meu lado.

Peguei o meu velho violão e comecei a cantar.

A confissão que não pude fazer e a história que teimosamente engoli

Estão revelando uma música que estou prestes a dizer 

Apenas escute, eu vou cantar para você

Eu te amo muito, mas meu orgulho nessas palavras 

Não me permitem dize-las a você

Hoje vou juntar toda a minha coragem e te dizer 

Então escute calmamente, eu vou cantar para você

O jeito que você chora, o jeito que sorri 

O quanto isso significa para mim?

As palavras que eu queria dizer as palavras que perdi a chance de dizer

Eu vou confessar, então escute eu vou cantar para você, cantar para você

Sorria pela menos uma vez.

Ele sorriu.

- Foi isso. - Sorri.

- Eu amei, Channie. - Ele me abraçou.

- O outro presente. Bem, talvez não seja o melhor, eu não gastei nada nele, desculpe. - Sorri envergonhado. - Mas o escrevi alguns dias depois de termos nos conhecido.

Entreguei um caderninho a ele.

- Leia em voz alta, por favor. - Pedi.

- "Dia 22 de novembro, era para ser um dia normal, um passeio com meus amigos, mas não, eu o vi, tomando um sorvete de sonho de valsa, destraído olhando seus pés, as vezes eu acho que minha mente babaca me ajudou muito naquele momento, se eu não tivesse esbarrado nele eu iria vê-lo novamente? A resposta viria dois dias depois. Será o destino?" - Baekhyun sorria a cada palavra. - Você é um bobo. - Comentou.

- "Dia 24 de dezembro, seria mais um daqueles dias entediantes de reuniões em escolas, bem, era pra ser. Quando entrei na sala, vi o menino raivoso de sábado, ele se apresentava, seu nome era Byun Baekhyun, nunca ouvi nome mais bonito" - Ele riu. - "O puxei a um canto, pedi desculpas, ele não aceitou, esperado, fui um idiota. Naquele mesmo dia o encontrei novamente na minha praça favorita, fui meio grosseiro ao puxar-lhe ao meu carro, propus de uma maneira covarde ir à sua casa, eu não sabia como fazer. Já na sua casa, Luhan e Sehun ficaram se comendo ao meu lado, não aguentando fui ao quarto de Baekhyun. Ele teve ciúmes quando falei sobre Luhan e Sehun, ele correu até a sala, e aproveitando sua saída, sentei em sua cama. Quando voltou, não me quis lá, mas o convenci fácil." - Baekhyun me olhou com falsa raiva.

- Continua. - Falei e ele o fez.

- "E de novo fui idiota, o chamei de pobre, eu tenho merda na cabeça, e algo que estava rolando tão bem, novamente virou ruínas."

- "Dia 25 de novembro. No dia anterior, eu havia para a diretora do colégio de Baekhyun e fiz minha matricula lá. No outro dia, fui buscar Baekhyun, fiquei com um pouco de ciúmes ao vê-lo com Sehun, mas acho que disfarcei. Chegando na sala, Baekhyun se irritou com a ideia de mapa de sala, e talvez comigol teria que se sentar ao meu lado todos os dias, pois fui eu quem fiz l mapa. No recreio, o levei ao restaurante e ele pediu japchae, brigamos novamente, guardei seu japchae. E eu sendo idiota pela terceira vez, na hora da saída, o fiz cair e derrubei seu japchae em sua cabeça, sussurrei palavras em seu ouvido e puxa, a imagem de um Baekhyun triste, me deixou triste, por isso fui embora, ou tentei. Após ele tacar o macarrão em meu cabelo, o tirei do cabelo e o esfreguei na cara dele, e aquilo, de alguma forma, virou uma guerra de resto de japchae. Fomos parar na diretoria. Ele saiu bravo por levar suspensão, e eu o tirei. Ao ir na praça e o lhe dizer, o beijei, foi algo que amei, é clichê dizer que foi o melhor beijo da minha vida? De qualquer forma, foi. O levei até sua casa e ele agradeceu. E no caminho todo, meus pensamentos estava nele, tanto que quase ultrapassei o sinal vermelho." - Baekhyun riu.

- Seu dia 25 foi longo, não? - Ele falou e eu sorri.

- Sim, mas foi bom.

- "Dia 26 de novembro. Eu não pude buscar Baekhyun, meu pai obrigou meu motorista o levar à um lugar e depois me levar à escola. Chegando lá Baekhyun disse que queroa falar comigo. Ele me mostrou uma mensagem de alguém o ameaçando, e eu me prometi cuidar sempre dele. Quando chegamos na sala, haviam novatos, dois deles eu conhecia Do Kyungsoo, ex-namorado possessivo, Kim Jongin, já fiquei, gosta de mim. No horário de aula, meu pai me chamou à uma reunião, então não fiquei na sala, mas após dar o horário da saída, fui procurar Baekhyun, o vi em frente a um carro, pensei ser seu pai, ou sei lá, mas ele não tinha pai, quando vi a porta do carro se chocando com a barriga de Baekhyun me apressei ir para meu carro. Os segui e fomos ao centro da cidade, eles entraram em algum lugar, não os vi. Mas quando saíram, eu bati em um menino magro, mas apanhei do mais velho. Eles foram embora, eu entrei no beco de onde saíram, o vi jogado no chão eu quis chorar mas não o fiz, levei ele ao meu carro, durante o caminho, peguei seu celular e avisei sua mãe. Depois daquele dia, Baekhyun virou meu amigo." - Ele me olhou. - Como assim você já namorou Kyungsoo? - Ele ficou enciumado mas continuou.

- "Dia 28 de novembro. Baekhyun me deixou abraçá-lo. Me sinto a pessoa mais feliz do mundo, haha. Hoje topamos ir a uma festa, sinto que a noite será longa."

- Foi longa, a melhor boate que fui. - Ele falou.

- Eu amei aquele dia.

- Channie... Podemos fazer de novo? - Suas bochechas ganharam um tom rosado.

- Você quer dizer...

- O que fizemos no banheiro naquele dia.

Sorri.

Peguei o diário de suas mãos.

- Leia depois.

Após deixar o diário em cima da escrivaninha, me aproximei dele.

Achei adorável ver suas bochechas rubras de vergonha.

Agarrei sua cintura, aproximando nossos rostos até que nossos lábios se tocassem em um beijo simples, ele rodou seus braços em meu pescoço e abriu a boca permitindo que eu invadisse sua boca com minha língua.

Suas mãos infiltrando sob minha blusa e retirando devagar enquanto tocava minha pele, já quente pelo desejo.

Não demorou para que nossas roupas estivessem espalhadas pelo chão e que nós dois estivéssemos deitados na cama nos beijando de forma mais íntima.

Desci meus beijos para o seu pescoço, mordiscando a pele sensível, depositando ali todo o meu desejo em seu pequeno corpo, o ouvindo suspirar vez ou outra. Seu membro duro e molhado em contato com o meu, me deixando cada vez mais excitado e com vontade de estar dentro dele.

Desci minha boca ao seu mamilo, onde mordisquei antes de começar a chupar, levei dois dedos em direção a sua boca, parando de chupar apenas para falar.

- Posso? - Perguntei.

Ele apenas puxou meus dedos e começou a chupá-los. Enquanto eu voltei a chupar seus mamilos, os deixandos rijos e avermelhados.

Tirei meus dedos de sua boca e os levei a sua entrada, penetrando os dois de uma vez. Aliás, ele não era mais virgem e eu tinha sua permissão. Ele escondeu seu rosto em meu pescoço, relaxando seu corpo para que eu pudesse mexer meus dedos.

Baekhyun P.O.V

Eu estava fazendo aquilo, nós estávamos.

Depois de dois meses me esperando, ele merecia uma recompensa.

Essa será a próxima vez que ele falou na boate.

Ao introduzir seus dedos em mim, senti a costumeira sensação de desconforto e escondi meu rosto em seu pescoço -sentindo seu doce cheiro que por seu jeito machão não combinava nada consigo- tentando relaxar para que ele pudesse mexer seus dedos.

E logo ele começou com um lento vai e vem, me fazendo suspirar, sentindo o desconforto desaparecer e o prazer aparecer a cada vez que ele tocava um ponto dentro de mim.

Voltei a beijar sua boca, gemendo contra seus lábios macios enquanto ele movimentava mais e mais seus dedos.

- Channie, você pode... Só... Só faz, Channie.

Não precisei dizer mais para que ele se posicionasse entre minhas pernas e começasse a adentrar seu membro em mim. Gemi novamente, pelo desconforo e o puxei novamente, beijando e mordendo seus lábios a procura de relaxar para que me acostumasse logo com aquilo.

Há quanto tempo não faço isso?

Chanyeol começou com estocadas lentas e foi aumentando a velocidade me fazendo fechar os olhos e suspirava enquanto passava as mãos por suas costas e sentia seu membro roçar minha próstata.

Mordia meus lábios para controlar o prazer que sentia, era difícil... Aquilo era tão bom, todas as vezes que fiz, não chegam nem perto dessa. Fazer amor é muito melhor que transar.

Troquei as nossas posições e passei a rebolar sobre seu membro enquanto o beijava de forma quase desesperada.

Chanyeol me ajudava nos movimentos enquanto eu rebolava com mais intensidade, senti meu fim chegando e logo aconteceu. Gozei, sujando seu abdomên e sentindo todo o meu corpo amolecer enquanto se contraía.

Chanyeol novamente trocou nossas posições e começou a estocar mais depressa, até que se desfizesse dentro de mim.

Caímos exaustos na cama, suados e ofegantes, mas com sorrisos marcando nossos rostos.

O abracei e dei vários selinhos em sua boca antes de esconder meu rosto em seu pescoço.

Adormecemos, ali, no quarto de Chanyeol, nus, abraçados, juntos.


Notas Finais


TEVE LEMON MESMO.

Bom, eu tinha coisas a avisar, mas esqueci :v
No próximo capítulo, as "tretas" irão "começar", e vocês descobrirão o que vai acontecer, a fanfic está quase acabando, mas antes que acabe, vou fazer um capítulo em que os "personagens esquecidos" apareçam.
Quero dizer também, que eu tô participando de um desafio, a tag Satansoo challenge, eu já postei duas fanfics, uma oneshot e uma 2shot, uma incesto e outra com a doença esquizofrenia. Se tiverem interessados, podem ir no meu perfil pq eu esqueci de pegar o link :v
E cá estou eu aqui editando novamente as notas finais aushauhsu Bom, eu tirei a tag Kaisoo, porquê como eu quero logo acabar essa fanfic, não vai ter como encaixar, e talvez o que acontecer com o Kyungsoo não permita eles nem se apaixonarem, mas eu posso fazer alguma oneshot Kaisoo, SE VOCÊS QUISEREM.
É isso, beijinhos sz


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