História O Fio Vermelho - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fátima Bernardes, William Bonner
Personagens Personagens Originais
Tags Fatwill
Visualizações 48
Palavras 1.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem o atraso, mas meu computador não colaborou ontem.

Capítulo 8 - Encontro


Ele ainda estava com a mão na minha cintura e me olhando, senti minha mão começar a suar.

-Aceita sair comigo amanhã? Só nós dois dessa vez – mordi minha boca e ele novamente desceu os olhos pra minha boca.

-Aceito – disse sorrindo e ele sorriu também – Sabia que eu adoro quando você sorri, seus olhos ficam pequenininhos, é lindo – ele sorriu mais ainda, abaixou a cabeça e levou a mão na boca mexendo no lábio inferior.

-Então tá combinado, amanhã depois do JN, vamos em algum lugar – assenti – Vou pensar num lugar bacana.

-Qualquer lugar ta bom, o que importa é a companhia – ele assentiu, me puxou me abraçando.

-Quando chegar em casa me avisa viu, é perigoso você andar sozinha uma hora dessas – ele falou no meu ouvido.

-Pode deixar – sussurrei, então ele se afastou e me deu um beijo na  minha bochecha quase pegando na minha boca.

-Até amanhã – ele colocou as mãos no bolso da calça.

-Até – dei um sorriso e entrei no carro, ele esperou até eu sair com o carro e depois foi pro carro dele.

Fui pra casa com um sorriso bobo no rosto, me sentindo uma adolescente com os sentimentos a flor da pele. Havia muito tempo que não me sentia assim com uma paixão tão boa. Cheguei em casa, entrei em casa com o celular nas mãos, a casa já estava toda escura, mandei uma mensagem pra ele.

-Acabei de chegar em casa – bloquei o celular e fui pro quarto da minha mãe, assim que entrei vi que ela estava dormindo, o celular tremeu e eu olhei, ele já tinha respondido.

-Demorou eim, já estava preocupado, mas ainda bem que chegou. Tenha uma boa noite, até amanhã, beijos – dei um sorriso.

-Minha casa é um pouquinho longe. Boa noite, até amanhã, beijos – ele visualizou e saiu, bloquei o celular novamente e fui até minha mãe, acordei ela pra avisar que tinha chegado.

Fui pro meu quarto, tomei um banho e deitei, demorou um pouco pra dormir, estava pensando na noite maravilhosa que tive. Senti uns cutucões e abri meus olhos lentamente, tentando me acostumar com a claridade, olhei e vi minha mãe sentada na minha frente me olhando.

-Bom dia – disse me espreguiçando.

-Bom dia – ela me deu um beijo, peguei meu celular e olhei as horas.

-Agora ta explicado porque meu despertador não tocou, não deu a hora ainda – me sentei na cama e fiz um coque no meu cabelo desgrenhado – Algum motivo pra me acordar as 8:00 da manhã?

-Esse motivo aqui – ela estendeu o celular na minha direção e eu peguei e olhei a matéria que estava em um site de fofoca, tinha várias fotos minha com o William, algumas de nós dois sentados no bar, ele estava com o braço nas minha costas na cadeira, tinha foto de nós dois tirando selfie com as mulheres, foto de nós dois abraçados perto do meu carro, foto que tiramos antes do jornal começar pra colocar na página oficial do JN no twitter, e o título estava escrito, “Primeiro affair de William Bonner após a separação é uma colega de trabalho” e no subtítulo “Ele foi visto em clima intimo com sua colega, a atriz e jornalista Cecília Santarelli”, não quis nem terminar de ler a matéria e entreguei o celular pra minha mãe.

-Que ótima maneira de acordar não – esfreguei meu rosto e apoiei ele no joelho.

-Filha me explica isso aqui, por favor – olhei pra ela.

-Não tem o que explicar mãe, eu te avisei que ia sair com meus amigos, e foi o que aconteceu, esse povo que se aproveita de coisas inocentes e transformam nisso ai – disse apontando pro celular.

-Filha me desculpa, mas aquele abraço não é nada inocente, tem foto que parece que estão beijando, vocês se beijaram? – me levantei e fui no banheiro lavar o rosto.

-Não mãe, não teve beijo, foi só um abraço – enxuguei meu rosto e olhei pra ela – Mas teve um pequeno detalhe.

-Que detalhe? – ela perguntou animada.

-Ele falou que queria me beijar, e me chamou pra sair com ele hoje depois do trabalho – ela arregalou os olhos e sorriu.

-Eu sabia que tinha coisa ai, aquele abraço é tudo menos inocente – comecei a rir e sentei na cama pegando o celular pra ver os comentários sobre a matéria – E porque não se beijaram eim?

-Nem eu sei mãe, acho que por estarmos na rua, precisamos de um lugar mais privado – mandei mensagem pra ele “Bom dia, já viu as matérias que estão rodando por aí, sobre nós dois?”, sai do whatzapp e fui para outra rede social – Imagina se tivéssemos beijado, meu Deus, gosto nem de imaginar – arregalei os olhos e ela riu.

-Nem começou e já tem gente colocando olho gordo, credo – ri do comentário.

-Ah nem me fala mãe, é um saco isso, mas fazer o que né, é o preço que se paga por ser conhecida – ela assentiu e ele mandou uma mensagem “Bom dia, acabei de ver, eles não perdem tempo mesmo, só ignora Ceci que eu vou fazer o mesmo, depois eles esquecem”, respondi “Vou fazer isso sim”, ele falou que ia fazer caminhada e nos despedimos.

Tomei café, me arrumei e fui pra minha aula de dança, depois que voltei assisti Encontro, um programa que assistia quase todas as manhãs. Almocei, me arrumei, peguei umas roupas pra apresentar o jornal e fui em direção ao CGJ, 10 pra 14h estava entrando na redação. O dia foi mais tranquilo, consegui editar uma matéria, fiz todo o ritual que fiz no dia anterior. Apresentamos o jornal, dessa vez eu levantei pra falar com a Maju na hora da previsão do tempo, o jornal já estava terminando, dei boa noite e a câmera focalizou no William.

-Uma boa noite e bom final de semana – ele deu um sorrisinho, dei um sorriso também e a câmera abriu em um plano, mostrando a redação toda, estava organizando meus papéis – Não aguento mais essa política viu – ele falou e deu um suspiro.

-Nem eu, dá um cansaço psicológico – desliguei o computador e olhei pra ele – Mas acho que tem muita coisa por vir ainda – ele assentiu.

-Muito cansada? – ele falou já tirando o microfone e levantando, repeti o ato dele.

-Um pouco, nada demais – dei a volta na bancada com meus papéis, despedi de todos que estavam ali, William também o fez e seguimos para descer.

-Se quiser remarcar, depois nós saímos, ai você descansa – ele falou com a voz um pouco baixa, com o rosto desanimado.

-Que isso William, não to cansada assim não, é claro que eu vou sair com você – ele levantou a cabeça e me olhou – Além do mais, sair com você vai me relaxar – ele riu e abaixou a cabeça em sinal de vergonha.

-Então ta, já que é assim – ele disse rindo.

-Só vou trocar de roupa viu – ele assentiu, paramos na minha mesa, alguns editores ainda estavam ali.

-Eai Ceci, vamos sair hoje também? – tirei meus olhos da minha bolsa e olhei pro Carlos.

-Hoje não vai dar Carlos, sinto muito – ele desfez o sorriso dele – Já tenho compromisso, foi mal – terminei de guardar as coisas na minha bolsa.

-Tudo bem Ceci, sei que seus contatinhos são mais importante que seus amigos – ele fez drama e eu ri, assim como todos.

-Não tenho contatinhos – ele me olhou não acreditando – Tenho um só – William mordeu a boca e abaixou a cabeça.

-Gente eu já vou indo, só vou trocar de roupa e já vou, Boa noite e até amanhã – todos despediram dele e ele foi para os camarins.

-Então você admite que vai sair com um contatinho – assenti rindo – Tá vendo falei que ia trocar a gente por contatinho – olhei no relógio.

-Deixa de ser dramático – disse rindo – Eu já vou indo que já estou atrasada, beijos – joguei um beijo pro ar e fui trocar de roupa, quando já estava terminando bateram na porta – Entra – William colocou a cabeça dentro do camarim.

-Vamos? – assenti, peguei minha bolsa e sai seguindo ele – Você vai me seguindo, ta? – assenti e fomos pra garagem, assim que sai com o carro William estava me esperando, ele me viu e deu partida no carro, segui ele até um restaurante japonês, demos as chaves dos carros pro manobrista e entramos.



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