História O Fio Vermelho do Destino - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Chinesa
Personagens Personagens Originais
Tags Akaito, Fiovermelhododestino, Lendas, Originais
Exibições 33
Palavras 1.747
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


NOTAS FINAAIIISSS

Capítulo 5 - Fácil...


Já era noite quando Louise chegou em casa, Amber a havia obrigado a ficar na casa dela até agora. Eram poucos quarteirões de diferença, mas a loira tinha uma irmã mais nova infernal, Louise nunca conhecera criança tão irritante. Ela era um ano e meio mais velha que o Luke, o que Lou realmente não entendia. Luke parecia um mini adulto de tão responsável que era. Os pais estavam na cozinha, uma vez que era possível ver a luz acesa pela janela. A morena entrou em casa esperando um sermão, mas tudo que viu foi Igor jogando algum jogo contra o Jhoe e Luke deitado no sofá os observando com um semblante sonolento.

-- Cadê os pais? -- A jovem entrou, colocando sua mochila ali perto.

-- Na cozinha. -- Igor falou com sua voz engraçadinha. -- Pai.S queria fazer um jantar que todos pudessem aproveitar, você sabe, pra comemorar a casa nova.

-- Acho que vou me oferecer pra ajudar. -- Luke levantou, mas assim que o fez Louise deu um gritinho de repreensão.

-- Eu fiquei fora até agora, deixe que eu faço isso.-- A morena foi até a porta da cozinha, que diferente da maioria não era aberta pra sala e soltou um suspiro de surpresa ao ver a cena.

Scott estava sentado no balcão da cozinha, junto com algumas folhas de alface e Todd estava entre as suas pernas, beijando seu pescoço o que fazia S morder o lábio inferior pra conter os gemidos, sem se preocupar com as arfadas que soltava. Todd pressionou as coxas do mais baixo por cima da calça e Louise bateu à porta, fazendo com que os dois se separassem meio surpresos e Scott parecendo um pimentão vermelho.

-- Sei que vocês queriam preparar um jantar para que toda a família desfrutasse... Mas acho que nem todos podem se aproveitar dessa refeição...

-- Mais respeito com seus pais. -- Foi a única coisa que Pai.T disse antes de voltar a cozinhar como se nada estivesse acontecendo e Pai.S descer do balcão só para voltar a lavar as alfaces.

--Bem... Eu iria oferecer ajuda, por que...-- Louise parou assim que viu o olhar de Scott.

-- Por que chegou agora e está se sentindo culpada? 

--Bem, talvez um pouco...

-- Não, vá para o seu quarto e fique lá até chamarmos.

-- Tá...-- A mais jovem não poderia reclamar. Era uma cidade nova e ela havia voltado para casa às nove da noite. 

Louise subiu na direção de seu quarto, ouvindo uma breve discussão vinda do banheiro antes de entrar no comodo. As paredes refletiam os cristais presos à janela com um fio meio invisível. Louise sorriu com a probabilidade de ter sido seu irmão mais novo e voltou o olhar até uma caixa mais clara que as outras, onde tirou seu computador e o carregador do mesmo, o conectando à tomada e indo direto ao Skype ver se Emilly estava online. A amiga logo lhe atendeu, aos gritos por ter demorado tanto. 

~chamada on~

Em : COMO ASSIM VOCÊ NÃO ME LIGOU QUANDO CHEGOU!?

Lou : Calma, Emy, eu dormi... Pode por favor parar de gritar?

Em : PARA DE GRITAR!!?? COMO?! 

Lou : Falando mais baixo?

Em : cala a sua boca, pelo amor de Deus. To muito puta com você.

Lou : Que? Por que?

Em : Você nem se deu o trabalho de mostrar como é a casa nova pra mim.

Lou : Quer que eu mostre meu quarto? É um comodo vazio com caixas de papelão.

Em : ..... Odeio você. Como foi o primeiro dia na escola nova? 

Lou : Hm... Péssimo, talvez?

Em : Ué, e por que? 

Lou : Hm... Era um colégio só para garotos até o ano passado, então só tem uma menina fora eu.

A loira ligou a câmera, mostrando um ambiente diferente do de seu quarto, vestindo uma blusa social masculina meio grande demais para seu corpo, os cabelos despenteados e um doce qualquer no colo. Louise ligou sua câmera em seguida, com os cachos presos num coque e sua carinha de sono.

Em : *olhando pro doce *  E daí? 

Lou : *num tom choroso*  E daí que o garoto que tem o Akai Itou comigo é o namorado dessa garota.

Em : *olha pra Louise * ....Wow....

Lou : *sorri de lado * ...Fantastic baby...

Em : Boa piada.

Lou : Eu faço o que posso.

Em : Você parece mesmo triste com isso...

Lou : é que ela é minha única amiga...?

Em : Ah... Entendi... 

Lou : *olha pra paisagem atrás da amiga* Você está em casa?

Em : Não. Andy me chamou pra dormir com ele essa noite. 

Lou : Sua mãe sabe não é?

Em : *quase ri * Ela sabe que eu estou na casa da Carter. Só isso tá ótimo.

Lou : *suspiro* Isso não vai dar certo...

Em : Sempre dá. 

Lou : Se lembra quando meu pai se recusou a mentir pra sua mãe?

Em : seu pai é uma exceção * A porta se abre * Ah, tenho que ir. Bos sorte amanhã com o que quer que você vá fazer com seu sábado.

Lou : * suspiro* obrigada, Emy.

~chamada off~

Louise fechou a tampa de seu notebook no mesmo instante em que Scott abriu a porta com seu sorriso animado de sempre anunciando que o jantar estava na mesa. Louise acenou e ele saiu do quarto, deixando a jovem sozinha em torno das paredes refletidas com os cristais. O azul ficava no meio e todos estavam posicionados de forma sincronizada. A morena observava cada livro de sua estante - a primeira coisa que tratou em organizar em seu quarto na nova casa - conferindo aos poucos seus títulos, que iam de "Morro dos ventos uivantes" e "Orgulho e preconceito" até "Turma da Mônica" e "Diário de um banana". A jovem voltou a olhar pela janela quando ouviu o grito de Todd para que descesse. Ela não tardou em obedecer.

 

~~\\~~

 

Louise teve um sonho estranho. Ela andava numa praia vazia até que uma luz forte veio por trás dela e uma voz masculina soou de lá.

-- Menina. -- A voz parecia séria. -- Tenho uma missão para você.

-- Missão? Que? Quem é você?

-- Eu sou eu. Você não tem nada a ver com isso.

De repente uma voz feminina soou mais calma.

-- Pare de ser grosso! -- A moça parecia irritada com o homem. 

-- Eu não fui grosso! -- O homem estava tão irritado quanto a moça.

-- Podem me responder? 

-- Querida, nós somos os deuses do amor. E também fomos quem colocou isso nos seus olhos, que permitia ver os akai itou.

-- .....Tipo... Afrodite e o cupido....? E por que eu?

-- Pode se dizer que sim. -- O homem falou com bom humor, parecendo ignorar a segunda pergunta. Louise resolveu então perguntar mais tarde.

 -- tá....-- A morena ainda estava estranhando. -- O que querem dizer com "Missão" ?

-- Sua missão é... -- A mulher parou, parecendo pensar.

-- Você deve encontrar o amor de cada um de seus irmãos antes de poder se abrir para o seu. -- O homem a interrompeu e um barulho de tapa foi ouvido.

-- O que? Abrir? Meu amor? Que amor?

-- Seu amor. Luther. -- O homem falou.

-- mas ele é da Amber. Não é..?

-- Sim. Mas isso sempre acontece.

-- Como infernos eu vou fazer isso?

-- O destino de vocês é ficar juntos. sempre foi. Desde que nasceram.

--..... Tá.... -- A jovem só achava tudo mais estranho a cada palavra. -- O que querem dizer com "abrir" ?

-- Ora, você sabe o que queremos dizer com isso. -- O homem falou como se fosse óbvio.

-- Eu não vou mais perguntar. Estou com medo de estar certa.

-- Okay querida. Boa sorte tentando encontrar os amores de seus irmãos.

Louise acordou meio assustada e olhou para o relógio ao lado de sua cama. Eram quatro e dez da manhã. Ela não conseguia voltar a dormir e pode ouvir a porta se fechando, mostrando que seus pais haviam saído para trabalhar. A morena voltou a rolar na cama e só ficou refletindo sobre o sonho. Por que ela havia sido escolhida...? Por que os deuses - ou seja lá o que eles eram - resolveram fazer isso com ela? Justo ela? Seu despertador tocou e a jovem viu, eram oito horas da manhã. Como o tempo passara tão rápido nem mesmo ela sabia.

 

 

Louise ainda se perguntava por que fazia questão de acordar cedo em pleno sábado. Não havia nada para fazer. Seus pais haviam saído para trabalhar, a deixando sozinha em casa com seus dois irmãos mais velhos e três mais novos. Ela não havia pedido o número celular de Amber, nem o de Luther, com medo de parecer meio entrometida. Então só se sentou na sala e ficou observando os irmãos jogando Mário, até que a campainha tocou. Ela foi atender e deu de cara com uma garota um pouco mais baixa que ela, com traços asiáticos e de cabelos azuis. Um azul claro que parecia o céu.

--Hm... posso ajudar...? -- Louise olhava a menina com certa curiosidade.

--Hm... Minha mãe me pediu para vir dar boas-vindas aos novos vizinhos por ela. Ela está doente e por isso não pôde vir.

-- Ah... Sou Loise... Meus pais estão trabalhando.... 

-- Sou Marissa. -- A mais baixa sorriu, deixando suas covinhas a mostra. -- Pode me chamar de Issa se quiser.

--Claro, Issa. Quer entrar? 

-- Ah, eu esqueci a torta encima do balcão. -- A menina sorriu sem graça e deu as costas, voltando minutos depois com uma torta em mãos.

-- Pode entrar. -- A morena deu espaço para que a mais baixa passasse e assim que fez a pequena tropeçou no degrau.

Louise á podia ver tudo. Issa se estatelando no chão e sujando toda a casa de torta, mas assim que fechou os olhos com medo do que veria ouviu um riso fraco e olhou de novo. Jhoe segurava a cintura da mais baixa com uma mão e a outra mão com a torta estava por cima da outra enquanto um coração enorme e pulsante pairava sobre as duas mãos juntas. Louise encarou a cena com os olhos arregalados e a boca aberta num grande "O". 

Isso seria bem mais fácil do que imaginara.

Continua...


Notas Finais


YYYYYYYYYYYAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY
NADA DE INTERESSANTE DE NOVO!
YAAY!
Espero que tenham gostado. Foi divertido escrever.
^^
No próximo haverão coisas mais interessantes, juro.


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