História O Fio Vermelho do Destino - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Chinesa
Personagens Personagens Originais
Tags Akaito, Fiovermelhododestino, Lendas, Originais
Exibições 38
Palavras 2.346
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


NOTAS FINAISSSSS<3 <3 <3
oBRIGADA PELOS 12 FAVORITOS<3
pode parecer pouco, mas eu sei lá ^^
Achei que não ia passar dos 6.
To me sentindo muito.
aushaushausha

Capítulo 6 - Quarenta minutos?!


Louise encarava Jhoe e Issa em silêncio enquanto os dois comiam torta sentados um ao lado do outro conversando sobre uma série qualquer, algo como Pretty Little Liars, Igor parecia concentrado em seu jogo e Luke olhava a menina com curiosidade, provavelmente pelos cabelos. Louise encarava os dois com certa curiosidade.

"Como fazer uma menina sã se apaixonar pelo Jhoe?" Ela pensava enquanto encarava os dois. Eles pareciam se dar bem.

-- Jhoe, posso falar com a Issa por uns minutos?-- Louise encarava o irmão com uma sobrancelha erguida.

-- Amh... Claro.... Mas por que está perguntando isso pra mim mesmo?

-- Ah, sei lá, me parece que vocês se deram tão bem... -- Louise sorriu de lado.

-- É mesmo... -- Issa sorriu animadamente, fazendo seus olhos fazerem somente uma linha.

-- Pois é... -- Jhoe sorria olhando pra ela, mas desviou olhos depois de alguns segundos.

-- Issa, vem na cozinha comigo? -- Louise sorria falsamente enquanto se levantava e a menina fez o mesmo.

As duas foram na direção da cozinha e Issa se sentou no balcão com um olhar curioso sobre tudo ali.

-- Issa, o que acha do Jhoe? -- Louise foi direta e sentou no balcão enfrente ao que Issa estava.

-- Como? -- Issa arregalou os olhos para Louise.

-- Jhoe? Namoraria com ele?

-- J-Jhoe? -- A menina de cabelos azuis pareceu pensar um pouco antes de responder. -- ah... Não sei... Ele é legal e bonito.. Mas parece ser do tipo que vale a pena se apaixonar... Mas não o risco... Entende...?

Louise encarou a menina por alguns segundos, ela entendia perfeitamente. Seus pensamentos foram levados a um certo olhar com olhos verdes e rosto manchado por sardas, até mesmo sua voz grossa e gélida passou por sua mente. Ela pôde imaginar o menino, com sua altura sendo quase o dobro da morena, a colocando contra os armários azuis da escola e a encarando nos olhos de forma penetrante, mas seus devaneios foram levados para longe com a voz de Issa lhe chamando.

-- Lou? Tá me ouvindo? Eu tenho que ir. -- A azulada sorriu antes de descer do balcão e ir até a sala.

Louise pode ouvir a jovem se despedindo dos meninos, mas parou de ouvir qualquer som quando sentiu suas bochechas arderem. O que infernos ela estava pensando agora pouco?!

 

~~//~~

 

Eram duas da tarde quando Louise sentiu seu celular vibrar pela quadragésima nona vez que seu celular vibrou embaixo de seu corpo. Ela pegou e viu que todas as mensagens eram de um número desconhecido. Ela começou a ler as mensagens até ver que eram de Amber. A morena ligou para o número que atendeu com a mesma animação de todos os dias.

-- Alô?! -- A voz da garotinha soou alta sobre uma música.

-- Amber? É a Louise. 

-- AH! Oi Lou!! Como você está? Eu estou numa festa na casa do Luther. -- A música no fundo começou a baixar, como se a menina se afastasse do som.

-- Ah, eu estou em casa. Por que você está numa festa? Temos aula amanhã, lembra? 

-- Eu sei, mas é tradição. -- Ela riu e cumprimentou alguém.

-- Entendo...

-- Se quiser vir o endereço está em umas das mensagens. Se vier venha com roupa de banho por baixo, vamos na piscina no final da festa.

-- Okay, eu.. Tenho que ver com meus pais. Obrigada, Ambbie.

-- Oh... De nada... E.... Obrigada pelo apelido... Foi a primeira que me deu um...

Ela desligou e Louise suspirou. Se era "tradição" festa todo domingo nesse lugar, na casa dos Hatter era tradição dormir até as sete da noite no domingo.

A morena começou a andar pelo corredor ouvindo os roncos de seus irmãos e o falatório de Igor durante uma partida de algum jogo. Ela continuou andando pelo corredor até entrar no quarte de seus pais. Ela andou em silêncio até o lado da cama de Scott e tocou seu ombro, o que o acordou rapidamente.

-- Pai, uma amiga minha me chamou pra ir numa festa na casa dela... -- Ela hesitou. -- Eu posso?

-- Não. Amanhã você tem aula e está tarde... Vá dormir...

-- Pai, são duas e meia. -- Ela insistiu.

-- Louise eu já disse que não. 

--Mas pai, todo mundo está lá!

-- Não te criei pra ser todo mundo, Louise. 

-- Deixe a Chocolate ir.. -- Todd se sentou na cama suspirando. -- Você queria que ela fizesse amigos e é isso que ela está tentando fazer. Além disso, ela não é irresponsável o suficiente pra beber até não acordar de manhã. -- Todd piscou para a morena que respondeu com um sorriso.

-- Tudo bem. Mas vai me dar o endereço e vai voltar antes das meia noite. -- Scott a encarava com um olhar sério.

-- Tudo bem, pai! Obrigada! -- A morena abraçou seus pais com animação e saiu do quarto com um sorriso aberto.

-- Não entendo o que você quer com essa bipolaridade. -- Todd suspirou.

-- Eu não sou bipolar... Talvez um pouco... Ah, mas você deveria me entender. Ela é só uma menininha!

-- Cootie... Sei que se preocupa com ela, mas talvez você devesse deixar que ela escolha algumas coisas...-- Todd abraçou seu marido por trás.-- Ela nunca nos deu problema e não é agora, com dezoito anos, que vai dar, não acha?

-- Não é nela que não confio, são nos outros! --- Scott tentou se defender. -- Uma festa? No domingoDe tarde?? Toddie, isso é estranho, não me cheira nada bem.

-- Calma, meu bem. Vai ficar tudo bem, okay? Qualquer coisa ela vai ligar para nós, como sempre fez. -- Todd encorajou e Scott pareceu pensar um pouco.

-- É, você tem razão... -- O mais baixo virou para seu marido e sentou em seu colo, o mantendo deitado. -- Agora.. Que tal continuarmos o que ia acontecer na cozinha noite passada?

 

~~//~~

 

Louise estava parada enfrente à casa cheia de gente. As pessoas no jardim seguravam copos vermelhos e conversavam entre si, assim como as pessoas dentro da casa, que dançavam mais que outra coisa. Ela observou cada canto da casa até avistar um sofá esverdeado, Amber estava sentada no colo de Luther, que ao contrário dos outros segurava um copo azul. A loira acenou animadamente e Louise foi para perto do casal, que estava rodeado de outras pessoas que a morena não conhecia.

-- Galera, essa é a Louise. Ela é nova na escola. -- Amber apontou e todos olharam para a morena.

-- Sou German, Mas todos me chamam de Ger. -- Um garoto de óculos sorriu, seus olhos castanhos brilhavam atrás das lentes e seu cabelo loiro bagunçado caía sobre a testa.

-- Sou Louis. -- Um garoto sorriu com os dentes perfeitamente alinhados, ele tinha olhos grandes e castanhos que contrastavam com sua pele clara e cabelos escuros.

-- Pode me chamar de S7. -- Outro loiro, mas mais baixo que o anterior acenou para a morena. Seus olhos azuis brilharam com certa intensidade quando Amber voltou a falar.

-- Pode se sentar, depois algum dos babacas vai pegar alguma bebida pra você. -- A loira sorriu .

-- Obrigada.

O grupo começou a conversar entre si e Louise começou a seguir suas linhas com certa curiosidade, a linha de Amber não era de nenhum dos três novos garotos, mas as linhas de Ger e de Louis se conectavam, Louise pôde perceber. Os garotos riam enquanto conversavam com Amber, e Luther apenas se concentrava em sua bebida. S7 chamou Amber para pegar alguma coisa pra comer e a loira levantou sorridente como sempre, indo junto com ele. Ger e Louis continuaram conversando enquanto se olhavam com um certo brilho no olhar. Os dois logo se levantaram e saíram dali sem falar nada, Louise permaneceu quieta até uma voz grossa começar.

-- Louise. -- Ela olhou para Luther, que a encarava com certa curiosidade. -- Por que veio?

-- Não sou bem-vinda na sua casa?

-- Não é isso... Mas.... Como chegou aqui...?

-- Amber mandou o endereço por mensagem...

-- Entendi... Você... Amh... Quer fazer alguma coisa?... -- O garoto a olhava com curiosidade e cautela, como se estivesse com medo de falar algo errado.

-- O que tem no andar de cima?

-- Quartos...

-- Por que?

-- Isso é uma das casas que meus pais têm para os hospedes.

-- Ah... -- Os pais dele são tão ricos assim? -- Então tem quartos...Pra que?

-- Você quer mesmo saber? -- Ele levantou os olhos do copo para a jovem e a mesma encarou as escadas, vendo Louis e Ger subindo as mesmas de mãos dadas.

-- Acho que já entendi.... -- A menina viu Amber subindo as escadas com um garoto que não conhecia e viu S7 sentar ao lado de Luther no sofá. -- Ei... Aquela é a Amber?

-- Acho que sim... -- Os dois olharam e Luther continuou. -- É, é ela sim.

-- Você não liga? Vocês não namoram? O que? -- Louise parecia realmente confusa enquanto observava a expressão de descaso de Luther.

-- Ela sempre faz isso... Namoramos... mas é aberto... Eu acho....

-- Você a trai?

-- Ela sim... Mas nenhuma garota por aqui me atraiu assim além dela.....-- O garoto olhou para Louise e demorou em seu rosto. -- Ainda.

 

~~//~~

 

Eram dez horas quando Louise aceitou a carona de Luther pra casa, ela ainda tinha duas hora e falou isso para o garoto ao lado dela, que riu e resolveu a levar até um FoodTruck qualquer, eles acabaram num podrão a seis quarteirões da casa dela e a dois da casa oficial dele. A morena riu quando ele usou esse termo, mas deixou baixo mesmo assim.

-- Então, onde você disse que conheceu a Amber? -- Louise colocava uma batata na boca quando perguntou.

-- Ah.. Bem.. -- o garoto deu um gole no refrigerante. -- Estávamos na escola e eu a chamei pra uma dessas festas, afinal, era uma garota bem bonita. Ela foi e... -- Ele riu fraco, mesmo sem nenhum tom de graça em sua risada. -- Acabamos num menage com um garoto aí. 

-- Nossa... Ambbie não parece dessas...

-- Ela topa qualquer coisa. -- Ele sorriu e deu uma mordida no montinho que a moça afirmara ser um sanduíche, mas que não se parecia nem um pouco com um..

-- E o que chamou sua atenção nela? -- Louise começou, mas o garoto pareceu não entender. -- Você disse que está com ela por que ela chamou sua atenção. Chamou com o que?

-- No início... foi o sorriso dela... Me fazia querer ver ele mais vezes... Mas... Ela sempre estava sorrindo.. Então depois de um tempo... Não sei... Eu enjoei, talvez?... Depois foi o modo como ela me olhava... Mas ela olhava assim pra todo mundo.... -- O garoto suspirou. -- Então não era lá essas coisas...Mas... Agora... Acho que.. É só por ela saber fazer o que faz e fazer isso muito bem... -- Ele mordeu o sanduíche.

-- Entendi... -- A morena suspirou, terminando suas batatas. -- Ainda temos uma hora e meia. O que faremos?

-- Tenho uma ideia.

 

~~//~~

 

Loiuse contou quarenta minutos. Em cinco minutos eles haviam ido pro carro, ligado o som e colocado uma música alta e muito boa. Em vinte minutos Louise e Luther haviam colocado outra música e o garoto dirigia até um tipo de penhasco que dava uma vista perfeita pra Lua e um lago. Em cinco minutos eles haviam cantado uma música inteira juntos. Em cinco minutos eles conversaram sobre coisas aleatórias e contavam piadas sem graças. Em cinco minutos Louise havia sido puxada para um beijo quente e faminto de desejo e colocada no colo de um garoto que ela conhecera e três dias.

-- L-Luther...-- A menina gaguejou. -- Nós n-não... -- Ela foi silenciada pela boca do mais alto contra a dela.

-- Shh.. Não fale... -- Ele apertou o braço ao redor da cintura da morena.

Luther apoiou uma mão em uma das coxas nuas da garota, apertando abruptamente, fazendo a garota gemer meio baixo e desceu os beijos até seu pescoço, a jovem arfou e segurou os ombros dele com mais intensidade. O mais velho subiu a mão que estava nas costas da menina e levou até sua nuca, a beijando novamente e colocando sua outra mãos por cima de seu short, apertando sua bunda levemente, até que uma batida foi ouvida na janela e a garota se afastou com um gritinho baixo, sentando em seu banco. Luther desceu o vidro e um guarda sorria de lado.

-- Senhor, é proibido estacionar aqui. -- O guarda parecia se divertir com a situação.

-- Ah, desculpe. Eu não sabia. Já estávamos indo embora.

-- Claro, claro. Eu sei.

O guarda se afastou e Luther deu ré, saindo com o carro na direção da casa da menina. O caminho foi feito em silêncio até que ele estacionou enfrente a porta da morena. 

-- Chegamos...  -- Ele olhou a menina que só fez que sim com a cabeça. 

-- Olhe.. Desculpa... -- Ela olhou o garoto. -- Eu realmente não sei o que deu em mim e eu-- Ela foi silenciada pela risada do mais alto.

-- Não se preocupe. Não a culpei de nada. -- ele sorria de lado e deu uma piscadela para a morena, que só desceu do carro meio sem graça e foi até sua porta.

A jovem se virou e acenou para o mais velho, que retribuiu antes de acelerar com o carro. a menina ouviu a porta ser aberta e quando se virou seus pais e Ithan a encaravam.

-- Temos muito o que conversar, não acha, mocinha? -- Ithan foi quem falou, por isso, risadas escaparam das bocas de todos que estavam ali e a voz do mais novo, Luke, pôde ser ouvida.

-- O que? --- Ele parecia confuso. -- Eu não entendi! O que aconteceu? Ei!

 

Continua...


Notas Finais


Bom dia!
Quem ficou extremamente envergonhada com esse capitulo?
*levanta a mão*
Sou inocente. Fazer o que né?
((moon face))


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