História O fio vermelho do destino - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Akai Ito, Fluffy, Shinee
Exibições 60
Palavras 3.024
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


YEY!!! CHEGAY!!!
Gente, eu fiquei tão feliz enquanto escrevia esse capitulo, porque escrever o Taemin feliz é um negócio bom demais. Adoro ver meu neném sorrindo até a bochecha doer ou derramando litros de lágrimas de felicidade.
Eu espero que vocês gostem.
Qualquer erro me avisem, revisei voando porque tinha uma certa pessoa no meu pé pra eu postar rápido (tô falando de você mesma, senhorita BakaRinPark)
Obrigada a todos que comentaram e favoritaram, significa muito pra mim. Obrigada de coração.
Boa leitura, vejo vocês nas notas finais.

Capítulo 2 - Taemin.


“How I love the way you move

And the sparkle in your eyes

Theres a color deep inside the night like a blue suburban sky

When I come home late at night

And you're in bed asleep

Now I wrap my arms around you so I can feel you breathe”

— Warrant (Heaven)

Acordei com meu celular tocando sobre criado que ficava ao lado da cama e tateei para encontrá-lo. Eu tinha programado um alarme? Antes que pudesse achar o aparelho, bati minha cabeça em alguma coisa não muito dura que estava acima de mim.

Ergui as mãos para procurar e, quando encontrei o objeto, percebi que era uma plaquinha e que tinha algo escrito nela (eu pude sentir a textura do braile). Puxei-a até mim e um balão bateu no meu rosto. Eu ri sem entender nada do que estava acontecendo.

Antes de ler, desliguei o alarme. Senti que algo envolvia um dos meus dedos. Passei a outra mão sobre o dedo e notei que era um fio de lã e que ele se estendia (até onde, eu não sei). Levei minhas mãos até a plaquinha na esperança de que ela tivesse algumas respostas.

“Bom dia, amor. Espero que tenha dormido bem”

“Feliz aniversário”

“Siga o coelho branco, quer dizer, o fio vermelho amarrado no seu dedo”

Sorri ao ler a referência de Alice no país das maravilhas. Era um dos meus livros favoritos e, por causa dele, quando eu era criança, fiz minha mãe comprar um coelho para mim só para que eu pudesse saber como era um. Quando ela chegou com o animal em casa, colocou-o no meu colo e eu a deixei guiar meus dedos por cada parte do coelhinho.

“Aqui está o focinho. Veja como é gelado”

“Aqui estão as orelhas. São grandes, não são? ”

Ela ia descrevendo o animal.

Eu não sabia se ele era de fato branco, mas era assim que eu o imaginava. Claro, eu não sabia exatamente que cor era o branco, mas minha mãe dizia que ele era a sensação de paz e eu sabia o que era se sentir em paz, então, para mim, o branco deveria ser uma cor tão maravilhosa e acolhedora quanto estar ao lado da minha mãe.

Ela sempre usava sensações, cheiros, barulhos ou sentimentos para me explicar as cores. Às vezes, eu ficava confuso porque ainda não havia experimentado nenhum daqueles sentimentos ou sensações. Quando ela me falou do vermelho, por exemplo, ela disse: “o vermelho é como a paixão”. Eu tinha apenas três anos, não sabia o que era paixão. Mas depois ela pensou melhor e disse que o vermelho era como o barulho das sirenes de ambulância, uma cor que chamava atenção ou como o calor de uma queimadura.

Toquei o fio vermelho que envolvia o meu dedo e, naquele momento, a única coisa que pude associar àquela cor foi o sentimento de amor e carinho que eu tinha por Minho. Atualmente eu sabia o que era se apaixonar, o que era amar alguém (um amor diferente do que eu sentia pela minha mão ou por meus amigos). O vermelho não era só uma cor chamativa ou quente, ela também era suave e confortável, como quando se dorme nos braços da pessoa que ama.

Levantei-me e sentei na beirada da cama, pegando minha bengala que estava encostada na parede. Antes de seguir o fio amarrado em meu dedo, fui até o banheiro escovar os dentes. Eu odiava o gosto horrível que ficava na minha boca quando acordava. Para não mudar a direção do fio, tirei-o do meu dedo e o deixei sobre a cama e assim que voltei, o recoloquei no mesmo lugar.

Saí do quarto, segurando a plaquinha, ainda de pijama, descalço e, provavelmente com os cabelos desalinhados. O fio me levava em direção à sala e, assim que pisei nela, senti a textura gostosa de pétalas de flores na sola dos meus pés. Também o gostoso cheiro de incenso de lavanda (eu amava aquele cheiro).

Abaixei-me e peguei algumas pétalas para poder sentir o cheiro e textura. Havia pétalas de margaridas do campo (era a flor favorita de Minho; uma vez ele me disse que essas pétalas eram brancas), havia, também, rosas (as minhas favoritas; o cheiro delas era muito bom e a textura das pétalas era tão gostosa que eu não me importaria de deitar numa cama feita delas). Levantei e voltei a seguir o fio, chegando a um piano no centro da sala. Toquei as teclas e, ao ouvir o som que elas faziam, não pude evitar de sorrir.

Eu amava a música. Ela sempre foi o meu refúgio. Na escola, eu sofria bullying por ser cego e por ter uma aparência feminina e a música acabou se tornando minha válvula de escape.  

Certa vez, quando fui atacado por um dos meninos da minha sala que queria abusar de mim, uma professora me salvou e me levou até a sala de música do colégio, dizendo que tinha algo que podia me acalmar. Então, ela tocou piano e, perdido naquelas notas e naquela melodia tão bonita, eu encontrei um refúgio.

Sentei-me em frente ao piano e toquei uma de minhas músicas favoritas “I don’t wanna miss a thing”, do Aerosmith. Eu considerava que essa música trazia muita coisa relacionada a mim e a Minho, porque nós dois temos a agenda cheia e, às vezes, temos que ficar afastados um do outro, mesmo que queiramos estar sempre juntos e nunca sentir falta um do outro e nem perder nada.

Quando acabei de tocar, ouvi La Campanella de Franz Liszt, Niccolò Paganini começar a tocar do aparelho de som da sala. Sorri. Aquela foi a primeira música que toquei no concerto em que conheci Minho. De acordo com ele, quando me ouviu tocar a primeira nota, já não conseguia mais tirar os olhos de mim. Aquela música significava muito para ele. E para mim também.

Perdi-me no meio da melodia, deixando todas as sensações que ela proporcionava me invadirem. Um misto de inocência e alegria. Ainda me lembro de que, no dia em que conheci essa composição, a primeira coisa que disse foi que a cor dela era o amarelo, porque de acordo com minha mãe, amarelo é a cor da alegria.

Assim que a música acabou, levantei-me com um sorriso no rosto e senti algo descer pelo fio e bater em minha mão; outra plaquinha. Deveria estar em cima do piano e, para garantir que eu a achasse, Minho deve ter feito algum buraquinho nela para passar o fio. Apoiei-a sobre o piano, onde encontrei mais pétalas de rosas e passei meus dedos sobre o que estava escrito.

“Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirar

Ver você sorrir enquanto dorme

Enquanto você está longe e sonhando

Eu poderia passar minha vida nessa doce redenção

Eu poderia me perder neste momento para sempre

Todo momento que eu passo com você

É um momento precioso”

Eu já sorria tanto que minhas bochechas doíam. Aquela era a melhor surpresa de aniversário do mundo e ela ainda nem tinha acabado.

Peguei a plaquinha, dando um jeito de tirá-la do fio, a coloquei junto àquela que achara no quarto e voltei a seguir o fio, com La Campanella tocando novamente no aparelho de som.

Supus que o fio me levaria para o segundo andar da casa, já que eu caminhava para escada. Enquanto eu subia os degraus, senti algo caindo sobre mim. Toquei meu rosto e meus cabelos e senti que era purpurina. Assim que cheguei no topo da escada, senti Nina passar correndo bem próximo às minhas pernas e ir para algum lugar daquele andar.  

Voltei a andar e acabei chegando a uma mesa. Senti o cheiro do café da manhã: suco de laranja, leite, algumas frutas (consegui distinguir o cheiro das uvas e das maçãs), bolo de chocolate e torradas com mel.

Enquanto eu comia, uma outra música começou a tocar. “Milk and toast and honey”, da Roxette.

Nada tinha sido escolhido por acaso. Minho tinha sido cauteloso e bem minucioso em cada escolha.

Primeiro, os balões, remetendo ao dia em que o pedi em namoro, depois, o piano e La Campanella, me levando ao dia em que nos conhecemos. A letra de “I don’t wanna miss a thing”, a nossa música, escrita na plaquinha sobre o piano. E, agora esse café da manhã ao som da “Milk and toast and honey”.

A primavera estava no auge e, finalmente eu tinha tomado coragem e chamado Minho para sair. Não seria algo chique ou elaborado, apenas iríamos até minha lanchonete favorita (onde eu não ia há muito tempo, por causa da agenda incrivelmente apertada daquele ano e do ano anterior) e jogaríamos conversa fora para nos conhecermos melhor.

Tínhamos nos tornado grandes amigos desde o dia em que ele fora me visitar no camarim para me parabenizar pelo concerto há um ano. E, com o passar do tempo, quanto mais eu o conhecia, mais eu sentia que me apaixonava.

Eu gostava do jeito responsável dele. Ele se dedicava muito à empresa que tinha herdado dos pais e fazia aquilo porque gostava e não por ter sido obrigado. Além disso, a maneira humilde e simples como ele se comportava, mesmo sendo um empresário rico e influente, me cativava. Nunca gostei de pessoas arrogantes e mesquinhas, porque, para esse tipo de gente, o dinheiro era a coisa mais valiosa do mundo e elas não se importariam em machucar os outros para conseguir ainda mais riquezas. Além disso, pessoas arrogantes e fúteis, só se importam com o ter e nunca com o ser e isso era ser muito superficial.

Outra coisa que fazia eu me sentir confortável perto de Minho era o fato de que ele nunca me tratou como um incapaz por causa da minha deficiência visual. Ele sabia dos meus limites e os respeitava, mas nunca me diminuiu ou insinuou que eu não era capaz de fazer algo porque não enxergava. Claro, ele era protetor (assim como Jinki, Key e Jonghyun), mas nunca me tratou como um inválido.

Às vezes, ele era um pouco difícil de se ler e, muito frequentemente, ele escondia suas tristezas e angústias e isso me incomodava um pouco, porque eu nunca gostei de ficar na ignorância. Entretanto, me apaixonei até mesmo por esse lado quieto e reservado, porque sabia que, com o tempo, as coisas poderiam mudar.

Quando eu cheguei à lanchonete, a atendente do local, me disse que ele já me esperava. Desde os primeiros encontros, Minho sempre chegava bem adiantado. Um pouco ansioso, diga-se de passagem.

A tarde passou bem rápido em meio a conversas relaxadas, um delicioso café da tarde e músicas agradáveis. Quando começou a tocar “Milk and toast and honey”, Minho se levantou da cadeira e me puxou para dançar, dizendo que era uma de suas músicas favoritas.

Eu me senti feliz dançando ao som de Roxette no meio da lanchonete, principalmente porque aquela dança inesperada tornou aquele primeiro encontro ainda mais especial.

Dei uma mordida no bolo de chocolate e bebi um gole do suco de laranja.

Senti o focinho gelado de Nina nos meus pés. Coloquei a mão debaixo da mesa para acariciá-la e percebi que ela trazia algo na boca. Ela colocou o objeto no meu colo e latiu alegremente. Quando toquei, percebi que o que Nina tinha deixado em meu colo era uma coroa de flores. Eu sempre gostei delas, principalmente porque minha mãe tinha o costume de fazer algumas para mim.

Coloquei-a na minha cabeça e tentei ajeitar os cabelos o máximo que pude. Tateei a mesa em busca das uvas e assim que toquei em uma, senti também outra plaquinha.

“Amor verdadeiro pode cair do céu

Você nunca sabe o que encontrar”

Minnie, saiba que encontrar você, foi a melhor coisa que aconteceu comigo. E, às vezes acho que você realmente veio do céu. Como um anjo.

 “Aqui vem ele

Trazendo um pouquinho de amor”

Obrigado por me amar. E obrigado por me permitir amar você.

Eu te amo tanto, meu doce anjo.

Senti que o sorriso em meu rosto se abriu tanto que poderia rasgar minhas bochechas. Meu coração batia tão rápido que pensei que fosse saltar do peito. Eu sentia inúmeras borboletas no estômago. Era como se eu estivesse de volta ao começo de tudo. A gostosa sensação de se apaixonar, de querer estar com a pessoa o máximo que podia. Eu estava revivendo tudo, desde o dia em que encontrei Minho pela primeira vez. Eu não queria que esse presente de aniversário acabasse nunca. Queria ficar sentado naquela mesa para sempre, esperando Minho aparecer e me tirar para dançar ao som de “Milk and toast and honey”.

Mas minha curiosidade para saber o que me esperava ao final daquele fio de lã era enorme, então, peguei um cacho de uva, juntei a nova plaquinha às outras duas e, enquanto saboreava as deliciosas frutas, me pus a seguir o fio novamente, indo parar na cobertura do apartamento de Minho.

Assim que cheguei na cobertura, ouvi alguém tocar violão atrás de mim e Minho começar a cantar “More than words”. A princípio, ele estava distante, mas a voz dele ia se tornando cada vez mais próxima de mim, à medida que o comprimento do fio de lã que estava embolado na minha mão ia diminuindo. Supus que Minho puxava em direção a ele.

Eu o imaginava se aproximando no ritmo da música e sorrindo, enquanto enrolava o fio em alguma das mãos.

“Mais do que palavras,

Agora que eu tentei

Falar com você e te fazer entender,

Tudo o que você tem que fazer

É fechar os olhos e estender suas mãos

E me tocar, me segurar forte 

E nunca me deixar ir”

Eu queria correr até ele, o abraçar, o encher de beijos e dizer que eu nunca o deixaria ir, mas me convenci a esperá-lo onde eu estava. Eu não precisava dizer isso, eu só precisava fazer.

Quando a música estava quase acabando, senti as mãos de Minho envolverem as minhas. Nesse momento, as plaquinhas, as uvas e até mesmo minha bengala caíram no chão. Ele levou minhas mãos ao seu peito e colou nossas testas.

“Então você não poderia criar coisas novas

Apenas dizendo ‘eu te amo’"

Ele finalizou a música.

“More than words” dizia que ações eram mais preciosas do que as palavras para se mostrar o amor que se sente por alguém e que, aquele que a canta queria que seu amor entendesse isso.

— Escolhi essa música porque você sempre me deu muito mais do que apenas palavras bonitas. Você me deu o amor mais sincero e puro do mundo. Você cuidou de mim, me deu puxões de orelhas quando precisei, me mostrou que tudo é possível quando se corre atrás. Você é minha luz. Meu pequeno anjo.  

Eu chorava enquanto ouvia Minho. Eu estava tão feliz que não podia conter mais conter aquele sentimento em meu peito. Ele secou as lágrimas com o polegar e em momento nenhum desgrudou nossas testas e nem nossas mãos esquerdas. Desde o momento em que ele entrelaçou nossos dedos, eu senti que na mão dele também havia um fio de lã amarrado, assim como na lenda chinesa, estávamos ligados um ao outro.

I don’t wanna miss a thig começou a tocar em algum lugar, mas apenas uma parte.

“Não quero perder nenhum sorriso

Não quero perder nenhum beijo

Bom, eu só quero ficar com você

Aqui com você, apenas assim

Eu só quero te abraçar forte

Sentir seu coração perto do meu”

— Eu só quero ficar com você. Neste momento e para sempre. — Ele soltou minhas mãos e desgrudou nossas testas. Ouvi o barulho de alguma coisa abrindo e então ele pegou minha mão esquerda. — Para todo o sempre. — Ele respirou. — Taemin, casa comigo?

Nesse momento, as lágrimas já escorriam sem parar. Meu peito queria explodir de tanta felicidade e as borboletas em meu estômago voavam completamente desorientadas.

Levei minha mão à boca, completamente surpreso. Eu estava esperando que, na cobertura, estivessem meus amigos e que eles fossem cantar “Parabéns pra você”, não um pedido de casamento desta dimensão.

— Tae?

— É claro que eu aceito, seu bobão. É claro que sim. Sim, sim e sim. — Puxei-o para mim e tomei seus lábios em um beijo. Nossos lábios se encaixaram perfeitamente e se moveram suavemente. Nossas línguas se entrelaçavam carinhosamente. Senti-o envolver minha cintura e levei minhas mãos aos seus cabelos, aprofundando o beijo.

Quando nos soltamos, ele pegou minha mão e soltou o fio do meu anelar, substituindo-o por uma aliança.

— Eu tenho uma igual. Tem um fio vermelho desenhando no interior dela, afinal, por alguma razão eu passei a acreditar que sempre houve me ligando a você. — Ele colocou a ponta dos meus dedos sobre o anel em seu dedo. — Estou tão feliz. Agora vou poder viver ao seu lado para sempre.

Ele me pegou pela cintura e rodopiou comigo, depois colocou-me no chão novamente. Ouvi ele mexer em alguma coisa e logo começou a tocar “Milk and toast and honey” outra vez.

Dançamos pela cobertura enquanto cantávamos e logo, eu pude ouvir, duas vozes se juntando as nossas (Key e Jonghyun. Por que não me surpreendia, Minho tê-los arrastado para a organização disso?)

Os dois me abraçaram, me deram parabéns (tanto pelo meu aniversário, tanto pelo noivado) e me entregaram presentes e não tardaram muito a irem embora, dizendo que não queriam atrapalhar meu momento junto a Minho.

Depois que nossos amigos se foram, Minho e eu passamos o resto do dia na cobertura, apenas eu e ele ao som do novo jukebox. Cantamos, dançamos, comemos e trocamos carinhos e beijos durante todo o dia.

 Eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Aquele tinha sido o melhor presente de aniversário pedido de casamento de todos e eu sabia que, a partir daquele dia, eu estaria ao lado de Minho para sempre.

Eu não perderia nenhuma lágrima, nenhum sorriso, nenhum beijo. Juntos, enfrentaríamos tudo e encararíamos todas as dificuldades de cabeça erguida.

Eu nunca mais perderia nada.

Eu seria dele e ele seria meu para todo o sempre.

Heaven isn't too far away

—Warrant (Heaven)

 


Notas Finais


GENTE, POR QUE 2MIN TEM QUE SER TÃO LINDO ASSIM? Eu os amo tanto *suspira*
Gostaram do pedido de casamento do menino Minho?
Não deixem de comentar com suas opiniões

É isso, espero que tenham gostado
Um beijo na bunda (opa, o quê? não, pera) um beijo no coração de cada um de vocês <3


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