História O Fruto da Submissão - Capítulo 38


Escrita por: ~ e ~Seki_Master

Postado
Categorias Originais
Tags Gravidez Masculina, Homossexualidade, Lemon, Romance, Yaoi
Visualizações 118
Palavras 2.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltamos! Com uma tortinha de lemon fresquinha saindo do forno 🌚

Capítulo 38 - Olhar perseguidor


    Jake…


 

  Eu imaginei muitas formas dessa noite terminar, uma delas seria comigo pegando um avião para a Europa, ou até mesmo tento uma briga feia com a Miranda por convencer o Charlie a me “deixar”...Ah, minha mãe é louca… Mas, em nenhum momento eu pensei que estaria no meu quarto, semi nu, com Charlie em meu colo e puta ereção entre as pernas.

 

- Jake...Você ainda está bravo?...- Disse Charlie entre suspiros e arfares.

 

  Bravo? Eu não estou bravo, estou puto da vida! Talvez não totalmente, pelo menos não com o Charlie, mas ainda sim eu sinto como se pudesse brigar com a minha mãe por dias só por conta desse maldito susto.

 

- O que você acha? - Respondi voltando a beijar o seu pescoço.

 

  Ah, Charlie vai me pagar direitinho depois do que me fez passar hoje. E eu vou aproveitar cada segundo disso.

 

-  Mas eu já disse que-...Ah! - Interrompi Charlie com um tapa estalado em sua coxa, deixando um desenho avermelhado na mesma. Essa será a primeira de muitas marcas que eu vou deixar nele hoje.

 

- Eu ainda nem comecei a te punir e você já está reclamando? - Disse. - Ah, Charlie,será que vou ter que aumentar a sua punição?

 

- Não…Eu vou ser um bom garoto.

  Ah, ele está me provocando!

 

- É mesmo? - Perguntei. - Então porque você não cavalga em mim? Como um bom garoto faria. - Falo com o meu sorriso mais pervertido possível. Ele ruboriza e nada responde.  

 

  Se Charlie quer brincar, eu vou brincar.

 

- O que foi, Charlie? Não era você que disse que ia ser um bom garoto? - Lentamente passei minhas mãos pelas suas coxas desnudas e macias, sentindo a sua pele quente entre meus dedos…Como eu senti falta disso… - Vamos, Charlie. Me mostre o que você pode fazer.

 

  Ele me encarou com os olhos cheios de determinação e luxúria. E com um movimento rápido ele saiu do meu colo e começou a tentar tirar a minha calça.

 

- Você vai ver o que eu sei fazer. - Disse Charlie enquanto acariciava o meu pênis por cima da cueca.

 

  E então, como se quisesse me torturar, ele enfiou a mão dentro da minha cueca e agarrou o meu membro, começando uma lenta masturbação.

 

- Já está duro, Jake? - Disse Charlie em um tom sacana. - Mas eu ainda nem comecei.

 

  Ah, filho da puta...

 

  Finalmente, quando pensei que essa pequena tortura do Charlie tinha acabado, ele abaixa a minha cueca e inicia uma onda de breves selares no meu pau. Cacete...Como eu queria joga-lo nessa cama e o foder até amanhã!

 

- Quer que eu te chupe, Jake? - Perguntou Charlie me encarando com um ar de “inocente”.

 

  Eu não faço ideia do que aconteceu com ele esses dias para ficar tão safadinho assim, mas eu espero que continue.

 

- Me chupa logo…- Disse ansioso.

 

  Sem cerimônia alguma, Charlie colocou o máximo do meu membro que podia na boca e começou a me chupar com uma maestria sem igual. Puta que pariu!... Ele me chupava ao mesmo tempo em que estimulava a própria entrada, se preparando para me receber, e eu não consigo tirar meus olhos dessa linda cena.

 

- Hm!...- Geme Charlie colocando seus dedos mais fundo dentro de si.

 

  Merda...Estou tão excitado que acho que posso gozar a qualquer momento.

 

- Chega. - Disse ofegante. - Por quanto tempo mais você vai me fazer esperar?

 

  Charlie me encarou e sorriu, tirando lentamente meu pênis de sua boca, dando um leve beijo na minha glande inchada e logo se colocando sobre meu colo novamente.

 

- Com pressa, Jake? - Perguntou Charlie enquanto se preparava para me receber.

 

- Não. Nem um pouco. - Com uma estocada forte, meu membro entrou completamente dentro dele.

 

- Ahhh!...- Gritou ele surpreso.

 

  Caralho! Charlie sempre foi tão apertado assim? Quente e apertado...Porra! Parece que meu pau está derretendo! Como eu pude ficar tanto tempo sem fazer isso?

 

- Jake...Me toque! - Ah, essa expressão de desespero e tesão misturada. Essa cara de safado que só ele consegue fazer. Eu adoro!

 

- Não. - Disse. - Hoje quem vai conduzir tudo será você. - O beijei de um modo afoito e molhado, arrancando arfares do mesmo. - Me enlouqueça, Charlie.

 

  Ele não disse mais nada, e nem precisou. Charlie subiu o máximo que pode e desceu com força no meu pau.

 

- Porra!...- Exclamei quando senti o interior dele me apertar mais do que já fazia.

 

  Subitamente, modo mais pornográfico possível, Charlie me puxou para um beijo, logo se direcionado para o meu pescoço, onde vários chupões foram distribuídos. E se antes eu já estava muito excitado, agora todo o meu tesão parecia ter duplicado. Nós nos beijávamos, gemiamos e arfarvamos, ao mesmo tempo em que Charlie praticamente quicava no meu pau. O quarto já estava emanando cheiro de sexo. E a cada momento eu me controlava mais para não jogar o Charlie na cama e foder ele como nunca antes. Ah, como eu queria!  

 

- Jake!...Eu não aguento mais. - Disse Charlie parando os movimentos. - Por favor!

 

  Aquilo foi o estopim.

 

  Segurei Charlie pela cintura e o coloquei embaixo de mim.

 

- Por favor o que, Charlie? - Perguntei malicioso.

 

  Seus olhos, que antes encaravam qualquer coisa a não ser o meu rosto, se direcionaram a mim transmitindo luxúria. Mesmo com toda essa perversão estampada em seu rosto, ele continua lindo.  

 

- Me fode com força, Jake!

 

  Era tudo o que eu precisava ouvir.

 

  Segurei sua cintura com firmeza e atendi o seu pedido, encostando na sua próstata o fazendo gritar.  

 

- AH!...J-Jake…

 

  Como eu amo ouvir seus gemidos!

 

  Não consegui mais me conter. Dei um tapa em uma das coxas do Charlie o fazendo gemer mais. O estoquei bem fundo, sentido todo o seu interior quente me apertar mais. A cada estocada eu me sentia mais perto do meu clímax, e isso me incentivou a ir mais rápido. E assim continuei: forte e fundo.

 

- E-eu vou…- Disse Charlie entre gemidos. - ...gozar!

 

  Com um estocada brusca ele se desfez no seu abdômen. Logo o seu interior, incrivelmente quente, vibrou e me apertou mais ainda. Ah, merda! Como isso é bom! Eu não fiquei para trás e gozei dentro dele.

 

  É, talvez essa confusão toda que a minha mãe arranjou serviu para alguma coisa.


 

   [...]


 

  (1 mês depois)


 

  Não acredito o quanto o tempo passou rápido. Daqui a 3 dias começará o campeonato, e com isso eu e meu time estamos treinando como loucos. Agora mesmo eu estou saindo de um puta treino que levou quase 4 horas. Não sei qual de nós está mais nervoso, mas com certeza nem se compara ao treinador. Deus...Uma hora esse cara vai nos matar de cansaço.

 

- Até, Jake. - Disse um dos jogadores do time. - Não esquece que tem treino amanhã de novo!

 

- Se eu não aparecer o treinador me mata. - Falo. - Tchau, Phil.

 

- Você e todos nós. Fica tranquilo, mano. Ele sabe o que faz. - E com isso ele foi embora.

 

  Não tinha percebido que só havia nós dois na quadra, quer dizer, agora só a mim. Antes eu não me incomodaria com isso, mas recentemente eu tenho a sensação de estar sendo observado. Pode parecer estranho, considerando que eu estou em uma escola e tem sempre garotas na minha cola, mas agora é diferente. Não é o tipo de olhar que elas costumam me dar. Essa pessoa fica me encarando por longos minutos, e sempre que eu olho para trás não consigo encontrar essa pessoa. Assustador. Mas, talvez seja coisa da minha cabeça... É melhor que seja.

 

  Recolhi meus equipamentos e peguei a minha mochila, sem muita pressa andei para fora da quadra, que parecia bem mais gelada hoje.

 

  Nossa, já são quase 18:00 horas. Charlie vai querer me matar por eu me atrasar tanto assim. Mas isso tem acontecido várias vezes essa semana, com o campeonato se aproximando cada vez mais é inevitável algo assim não acontecer. Na última vez, eu cheguei em casa umas oito horas da noite. Meu Deus...A cara de raiva que o Charlie fez quando eu cheguei foi de assustar até o diabo. Quando coloquei os pés dentro de casa, ele não só gritou comigo sem motivo algum como também me acusou de eu estar o traindo. Não pensei que chegar sempre no mesmo horário fosse algo relevante, mas aparentemente é muito para o Charlie. Não vou nem descrever o que ele disse que faria se eu me atrasasse de novo…É, Charlie sabe ser assustador quando quer.


 

  Estava quase saindo da escola, em direção ao estacionamento, mas aquela estranha sensação que eu conheci tão bem essas semanas voltou. Puta merda! Só pode ser brincadeira.

 

- Quem está aí? - Perguntei me virando. - Eu sei que tem alguém aqui, porra. É melhor você sair logo. - Ninguém me respondeu, mas eu já esperava por isso. - Não vai responder? Então foda-se.

 

  Continuei a caminhar para a saída da escola.  Mas ainda sentia alguém me observando em algum lugar. Passos começam a ser ouvidos... Leves demais para um garoto. Cada vez mais rápido a pessoa se aproximava. Ela, ou ele, claramente estava se preparando para me atacar, mas com certeza não sabia que eu já tinha ouvido seus passos. Segurei o meu taco de hóquei bem firme na minha mão e esperei o meu perseguidor se aproximar.

 

  Ah, esse filho da puta já me irritou o suficiente.

 

  A pessoa chegou mais perto e então eu sabia o que ela estava planejando. Antes que essa pessoa pudesse fazer qualquer coisa, eu empunhei meu taco de forma rápida e me virei com tudo para trás, acertando o rosto da pessoa em cheio.

 

   A pessoa cambaleou para trás e caiu, colocando as mãos na cabeça e deixando uma pequena faca cair para longe de si.

 

- Filho da puta! - Digo. - Que merda você pensa que está fazendo!?

 

Olhei melhor o ser a minha frente, e como eu tinha previsto era mesmo uma garota. Ela trajava uma jaqueta cinza com capuz, que cobria quase todo o seu rosto, uma calça jeans até os joelhos e tênis longos roxos.

 

- Quem é você? - Perguntei.

 

  Ela me olhou e parecia bem brava, mas o seu olhar não me ameaçou nem um pouco.

 

- Ainda acha que você está em posição de me ameaçar? Não se esqueça que você me atacou primeiro, porra. - Disse irritado. - Por que caralhos você me atacou?

 

  Nada foi dito em resposta, ela começou a olhar em volta procurando por algo.

 

- É isso aqui que você quer? - Perguntei pegando a faca do chão. - Não me diga que você queria me ferir com isso.

 

  Mais um olhar de ódio foi me direcionado. Ah, essa merda já está me cansando!

 

- Olha, se você for uma dessas garotas que não aceita levar um fora, e por isso está tentando me matar ou seja lá o que for. - Disse tentando me acalmar. - Só vou dizer isso uma vez: eu tenho uma namorada, e eu amo ela, vamos ter um filho juntos.

 

  Ela me olhou perplexa e disse quase sussurrando:

 

- U-um... bebê?

 

- Sim, isso mesmo. - Respondi.

 

- Impossível! - Disse ela se levantando.

 

  Como assim impossível?

 

- Sinto muito, mas eu não vou ficar com você. - Me aproximei dela. - Siga com a sua vida e pare de me vigiar, porque de nada vai adiantar.

 

  A garota misteriosa começou a rir do nada e logo disse:

 

- Você não sabe de nada, não é, Jake?

 

- Do que eu não sei? - Perguntei.

 

  Ela se aproximou de mim, especificamente do meu ouvido,colocou os braços no meu ombro e disse:

 

- Você logo saberá...de tudo! - Rapidamente ela me deu um chute bem nos países baixos.

 

- Sua filha da puta! - Exclamei de dor.

 

  Depois disso ela saiu correndo na direção oposta, me deixando para trás ajoelhado no chão com uma puta dor no saco. Essa vagabunda! Além de me seguir por aí durante dias, ainda me dá um chute no saco! Caralho, se eu a encontrar por aí de novo ela está muito fodida!

 

  E eu só consigo pensar...Mas que merda aconteceu aqui!?


 

  

 

   


Notas Finais


Parece que era uma torta lemon recheada com treta, não é mesmo? 🌚


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