História O Fumante - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 24
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Lírica, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


O-oi!
Turubom? *Morrendo*
Bem, desculpa estar postando tarde ;-; <3
E tem nego que tá me chamando pra postar, gente nem sabia que vocês gostavam mesmo :v ( Sz Anna)

Anyways, Espero que gostem de mais um capítulo com o Nile -u-

Capítulo 5 - Fama de Lucas


Fui no meu quarto, peguei uma camiseta cinza e um sapato preto, e fui indo em direção a porta com carteira no bolso. Enquanto eu fechava a porta, Lucas a abre e diz: - Eu vou contigo, ajudar a separar as coisas.

Eu- Vamos no seu carro ou na minha moto?

Lucas- Você sabe que eu odeio andar de moto.

Eu o empurro pra dentro, jogo as chaves da minha moto e da casa na mesa e saí em direção ao elevador, ele fecha a porta e vai pro meu lado quando o elevador chega, entramos e fomos para o carro dele.

Eu- Por que caralhos você comprou um carro tão chamativo? - eu o perguntei enquanto entrava e colocava o cinto.

Lucas- E qual o problema? É só um carro.

Eu- Comprava um preto, cinza, seu lá, mas um vermelho vibrante e esportivo?

Lucas- "Vermelho vibrante"? Falando de cores assim tá sendo mais gay que eu, e aliás, é vermelho escarlate.

Eu- Foda-se, é a mesma coisa.

Lucas- Nossa, por que tá tão irritadinho? - disse enquanto abria o portão com o controle.

Eu- Você mudou depois da fama, cara.

Lucas- Isso é ruim?

Eu- Não, mas... Sei lá.

Lucas- O que houve Nile?

Eu- A Mae, ela fica me contando as coisas e não tenho certeza se vai dar certo.

Lucas- Vai sim, relaxa. - ele disse enquanto dava um tapa razoávelmente leve na minha nuca.

Quando chegamos no GhasPed ele apenas deixou o carro estacionado em um lugar qualquer e nós fomos para dentro, e como de costume, algumas garotas já foram para cima dele, a única coisa que eu consigo pensar é "Tão iludidas, da fruta que vocês gostam, ele come até o caroço." (Dani: E essa referência aí? / Autor: me deixa ,_,).

xxx- Lucas, qual foi a inspiração para aquela sua última música? Que sortuda a garota!!

Lucas- Bem, é sigiloso, me perdoem!

xxx- Lucas, você é hétero?

Lucas- Gente, eu só vim acertar umas coisas, mas agradeço o carinho de vocês. - ele disse com um belo sorriso no rosto, ah esse cantorzinho falso do cassete.

xxx- Lucas! - chega, cansei... eu o puxo pelo braço para dentro, sento no banco que eu costumo ficar e o faço sentar do meu lado.

Eu- MARIANAAAAAAAAA - eu a chamo/grito me apoiando no balcão.

Mari- Não é que você veio mesmo? - disse enquanto polia algum copo, que ela deixou no armário cheio de copos logo atrás dela. - Ah, aliás, obrigada Lucas por fazer um monte de garotas estranhas virem aqui, e elas já estão vindo novamente.

Eu- Pelo amor de Deus, posso entrar aí pra arrumar as contas?

Mari- Claro, pula aí. - ela disse afastando algumas garrafas de bebida que estava no balcão, enquanto algumas garotas já estavam novamente encima de Lucas.

Lucas- Nile, vai fazer sozinho?

Eu- Óbvio, a não ser que queira que suas fãs vejam o quanto você bebe.

Lucas- E qual o problema?

Eu o olho e ele estava com um sorriso de canto de boca, "Droga Luh, como você consegue me convencer a fazer as coisas?", eu pulei por cima do balcão e peguei o bloquinho de notas que Mariana tinha deixado lá.

Depois de separarmos tudo certinho, eu me apoiei no balcão e coloquei um cigarro na boca, quando eu fui acender, a dona do estabelecimento literalmente voou na minha mão.

Mari- DANIEEEL NÃO OUSE!

Eu- O que houve? - eu disse com os dentes parados segurando o cigarro.

Mari- Olha o tanto de bebida aqui! - ela pega meu isqueiro e coloca no bolso do avental que ela estava usando.

Eu- Hey, 'perae', eu tinha esquecido, me devolve antes que eu roube um teu, vou fumar lá fora, te juro.

Ela me joga o isqueiro e eu sento no balcão, antes de me virar para outro lado, Lucas me puxa e me carrega, me fazendo derrubar o cigarro.

Eu- OW CARALHO! MEU CIGARRO PORRA!!!

Lucas- Você não vai fumar, vamos passar em casa pra buscar os dois e ir na pizzaria.

Eu- Me deixa no chão pelo menos. - eu digo já desistindo de fazer ele me soltar, ele é mais alto e mais forte que eu, então ele facilmente faz isso desde que a gente se conhece.

Ele me jogou no banco de trás no carro e fechou, e como eu simplesmente desisti da vida eu fiquei lá deitado, peguei outro cigarro e acendi. Ele começou a dirigir em direção a nossa casa e ele sente o cheiro do cigarro mais forte que o normal, pega um spray do porta luvas, que eu não faço a menor ideia do motivo dele ter um spray no carro, e espirrou em mim, fazendo eu me levantar para secar meu rosto.

Eu- LUUUUH!!

Lucas- NILEEEE!!

Eu- Para cara.... - eu digo ficando emburrado ao ver meu cigarro apagado, com um resto de tragada que ainda tinha nos meus pulmões e assoprei nele.

Eu- Estamos quites.

Lucas- Você sabe que eu preciso dos meus pulmões para trabalhar.

Eu- E eu preciso dos meus para treinar. - digo indo sentar no banco da frente, coloco o cinto e jogo o cigarro molhado pra fora do carro, Lucas abre todos os vidros para sair o forte cheiro de cigarro.

Chegando em casa, ele ligou para o namorado chamando ambos, eu acabei roubando o celular dele por meio segundo pedindo para pegarem meu celular e uma jaqueta, e fiz questão de falar para a Mae pegar porque eu confio mais nela, convenhamos, devolvi o celular para o rapaz do meu lado e ele se despediu da pessoa do outro lado da linha.

Quando os dois estavam vindo da portaria em direção ao carro que estava do outro lado da rua, algumas garotas viram o Lucas e ficaram pedindo autógrafo, e eu como sempre, entro no estofamento de tanto que eu deito me escondendo.

Após os dois entrarem no carro, e as garotas deixarem meu amigo em paz, ele acelerou o carro e fomos em direção a pizzaria.

Ao chegar lá, eu percebi que era um lugar de luxo, e mesmo estando com uma camiseta cinza, uma calça de moletom preta,um sapato preto e com jaqueta preta... eu tô pouco me lixando.

Sentamos em uma mesa e decidimos a pizza que comeríamos, enquanto eu esperava a pizza, peguei meu celular e vi as mensagens que havia, apoiei um pé na cadeira e abracei meu joelho enquanto abria as conversas.

A pizza chegou, na real eu nem tinha percebido, Maely teve que me chamar, eu deixei o celular encima da mesa e fui pegar meu pedaço, quando eu sentei novamente Maely estava lendo minhas conversas com meu celular na mão, |não que eu não deixe, eu sempre digo tudo a ela, mas meu celular cara|.

Maely- "Por favor volta pra mim", "Eu estava errada, desculpe", "Dani, me responda, amor", essas garotas estão se derretendo por você, hein Nile. - ela disse relativamente baixo, eu peguei meu celular de volta e a respondi no mesmo volume: - Eu não tenho culpa se sou um profissional em quebrar corações.


Notas Finais


Esse capítulo depois de ler eu fiquei meio 'meh' mas faze oq não é mesmo? Skjaksja

Curiosidade: A Mae e o Lucas chamam ele de Nile porque quando eles ainda eram adolescentes, Daniel costumava a digitar sem olhar para a tela, e uma vez ele foi falar: "Pode me chamar de Dani ou de Niel" mas ele trocou o E pelo L, de tanto os amigos zoarem o chamando de Nile, acabou pegando :v

Espero que tenham gostado, qualquer erro pode falar e sugestões também.
Beijo no kokoro e até o próximo capítulo.


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