História O Garoto - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson, Zayn Malik
Tags Larry, Zarry, Zouis, Zourry
Visualizações 47
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláá! Olha quem voltou!!
Bom, nesse capítulo se inicia, realmente, toda a trama da história. Para quem leu da primeira vez, sabe que as mensagens deixadas ao Jake, no fim dos capítulos, revelam coisas importantes sobre Louis.
Para quem chegou agora, criem suas teorias a partir deste capítulo. A titia aqui gosta de teorias, okay? Podem me dize-las a qualquer momento! (Não que eu vá revelar nada, talvez sim, talvez não).

Boa leitura a todos!

Capítulo 3 - Il


 Depois da melhor surra que levei na escola, e eu espero que sinta ironia em minhas palavras, eu pude chegar à minha adorada e tranquila residência nas quebradas de Londres. Sim, moro nas quebradas e estudo em uma escola de ricos. Desenhe novamente o “me chute” em minha testa e um alvo em minhas costas, porque é assim que o pessoal da escola me enxerga depois do diretor “acidentalmente” mencionar de qual bairro eu venho. Achar alguém mais filha da puta que o diretor, impossível. Espera, eu sei de alguém mais filha da puta que o diretor do colégio, e eu estou olhando para a cara dele agora. Ele que deveria cuidar de mim, e que também é meu chefe além de meu padrasto. Obrigado vida! (sentiu a ironia?)

- Vá se vestir, putinha, logo, logo seu cliente chega. - A voz embriagada do adorado chefe, sinta a ironia novamente, e padrasto atinge meus ouvidos antes da garrafa de vodka, que ele segurava, atingir a porta atrás de mim. Isso é como ele me recebe carinhosamente após um dia de surra e estudos.

Resolvi não arranjar brigas, principalmente com esse homem, e fui para o meu quarto trocar de roupa. O me leva a crer que prefiro apanhar todos os dias do Liam do que trabalhar no que eu trabalho, pelos motivos que eu trabalho. Claramente, neste momento, está discordando de mim. Porém você não tem muita noção do que seja o meu trabalho, o qual sou forçado a fazer coisas para pagar “minha moradia e alimentação” na casa da minha, falecida, mãe.

Após colocar minhas roupas de trabalho – que consistia em uma mini saia xadrez, vermelha e preta, uma blusa social branca transparente, calcinha de renda, meias 7/8 também brancas e uma cinta liga vermelha – fui em direção ao meu banheiro, afim de passar minha maquiagem. Devo dizer que sei me maquiar muito melhor do que a Gigi Hadid ou a Taylor Swift, já que elas não tem noção do que é uma maquiagem casual para aula.

Mal terminei minha obra de arte, ouvi batidas na porta do quarto, sinalizando que meu cliente havia chego. Enquanto caminhava até a porta do meu quarto, eu me preparava mentalmente para o que aconteceria comigo e rezando para que o cliente fosse no mínimo legal.

Sabe aquela vontade básica de morrer? Então, acabei de sentir ela assim que abri a porta e me deparei com uma figura muito conhecida, infelizmente.

- Sabe, Ise, você deveria morar num bairro um pouco melhor. - A voz do homem soou, senti seus lábios roçando meu ouvido, o que me fez sentir repulsa. - Mas se fizesse isso, minha mulher poderia descobrir, não é mesmo?

Eu fui jogado em minha cama, com toda força, e meus braços foram amarrados – provavelmente pela gravata do homem – na cabeceira da minha cama. Fechei meus olhos com força, tentando reprimir o nojo que sentia de tudo o que estava acontecendo, sentindo o homem passar as mãos grandes, ásperas e calejadas por todo o meu corpo, após abrir minha camisa. Ouvi a braguilha da calça do homem ser aberta e senti seu membro duro sendo esfregado em minhas bochechas, antes de ser forçado contra meus lábios. Sabendo que seria punido se não fizesse tudo o que o homem queria, abri minha boca, deixando-o fodê-la.

Os movimentos bruscos faziam com que minha cabeça batesse ritmadamente contra a madeira da cabeceira, algumas lágrimas escaparam – por sorte, não borrando minha maquiagem – sem que eu pudesse impedi-las. Não tive nem tempo de me sentir minimamente aliviado ao sentir o falo sendo afastado da minha cavidade bucal, pois sabia que o que viria seria pior. Fui bruscamente virado de costas, e deixado de quatro, minha calcinha foi colocada de lado e ouvi algo ser rasgado – um pacote de camisinha – antes de sentir o membro ser forçado contra a minha entrada, como se a lubrificação que vem na camisinha fosse o suficiente. Mordi meu lábio inferior com força, rasgando-o em alguns pontos, e minhas lágrimas corriam livremente pelo meu rosto, enquanto o homem começava a estocar, forte e fundo, rasgando-me por dentro.

Em momento algum a dor e a queimação diminuiu, e o executivo nem ao menos se importou com isso, buscando o próprio prazer. E sinto dizer que era assim com a grande maioria dos meus clientes. Não satisfeito, o homem passou a distribuir tapas pela minha bunda e coxas, - não de maneira gostosa como quando você faz com o seu namorado e ele procura te dar mais prazer, mas de maneira descuidada, deixando a aliança, que ironicamente ainda estava no dedo anelar do indivíduo, cortar minha pele devido a força aplicada nos tapas – e sinto dizer, novamente, que ele nem é o pior dos clientes.

A tortura finalmente chegou ao fim, com um gemido alto do mais velho, que se retirou de mim, retirando a camisinha, - neste momento eu havia aberto meus olhos, agora avermelhados e inchados – e a jogando em qualquer lugar do meu quarto. Ao soltar minhas mãos do aperto, ele me sussurrou o mesmo aviso de sempre.

- Lembre-se, meu filho não pode saber do que acontece aqui, gracinha. - E então ele ajeitou suas roupas e se retirou, jogando o dinheiro em minha mesa de estudos, ao lado da porta.

E eu realmente não teria como denunciá-lo, afinal junto estaria denunciando o cara que “me dá abrigo e comida”. O filho do executivo nem ao menos teria como ser avisado de tudo isso, afinal ele pertence ao topo da pirâmide e a menos que eu quisesse morrer não teria como dizê-lo que sua mãe é chifrada toda semana, por um estupro.

“Querido Jake,

Eu sinto nojo de mim mesmo, desde que você e mamãe saíram de minha vida, ambos de maneira cruel, eu sinto nojo de mim mesmo. Nojo da sociedade, nojo da vida.

Por mais que eu me lave, as dores e as marcas não irão me deixar por alguns dias, até mesmo porque terei que me deitar com outros, contra a minha vontade.

Desculpa por deixar você sentir a minha dor. Você deveria estar em paz, mas eu sei que você ainda está aqui, rezando para que eu consiga sair dessa de alguma forma.

Eu ainda te amo, não tenha dúvidas. E espero que possamos nos encontrar, antes do planejado, pois essa é a única saída que vejo no momento. Afinal eles tiraram tudo de mim, meu pai, minha mãe, você, e, talvez a pior perda que tive, a minha dignidade.

Sinto sua falta.

Com amor,

L.T.”


Notas Finais


Alguém precisa de lencinhos?
Então como sempre: comentem, deixem estrelinhas, compartilhem com os amiguinhos. Seja um coelhinho e saiba quando ocorrerá as atualizações através desse link: https://chat.whatsapp.com/DiDiQL146Yv9C5F1c9O56a
Até mais, meus bebês e...

Chocokisses =*
Titia Bunny


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