História O garoto da loja de hqs - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Wanna One
Personagens Daehwi, Guanlin, Jihoon, Jinyoung
Tags Bae Jinyoung, Baehoon, Guanlin, Jihoon, Jinyoung, Lai Guanlin, Park Jihoon, Winkdeep
Visualizações 83
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá olá
bom dia pra vocês chuchus
gente eu tou viciada em energetic mas q hino scrr
enfim enfim
boa leitura sz

Capítulo 4 - ;temos um problema;


Sehnsucht (s.);

do alemão: a “saudade inconsolável” vinda do coração por “não sabemos o quê”.

 

— Será que ele foi abduzido? — o Lai questionou assim que estavam fora da loja. Jihoon deu de ombros, visivelmente incomodado com a situação.

Já era o quinto dia em que os dois garotos iam até a loja à tarde apenas para ver se encontravam com o tal garoto. Mas nada. Nenhum sinal do mesmo. E isso só fazia Jihoon ficar mais e mais angustiado. Até mesmo Guanlin estava um tanto que incomodado com aquilo, mas, ainda assim, tentava deixar o clima mais leve com alguma piada, que na maior parte das vezes era ignorada pelo outro.

 

[…]

 

Assim que o Park chegou em sua casa aquela noite, ficou perguntando-se o por quê de fazer aquilo. Qual era dessa necessidade de ver novamente o garoto? Por que toda essa fixação?

Jihoon estava ficando louco! Não aguentava mais aquilo.

E foi por esse motivo que pôs em mente que se no dia seguinte o garoto não estivesse lá desistira de vê-lo novamente, de o encontrar e seja o que for. Não podia ficar para sempre com essa quase rotina doentia.

 

[…]

 

O caminho para a loja no dia seguinte era silenciosa. Guanlin até tentou puxar assunto com o amigo, mas nada que rendesse mais que alguns múrmuros vindos de Jihoon.

Por incrível que pareça, o Park não estava nervoso, na verdade estava até calmo demais, no entanto, não queria conversar. Algo dentro de si dizia que o garoto definitivamente não estaria lá, e que ele teria que superar toda aquela situação.

Suspirou alto quando fitou a loja a sua frente, a adentrando no segundo seguinte com Guanlin a seu encalço.

Os mesmos não enrolaram, passando reto por todas aquelas estantes e prateleiras, e foram direto aos fundos do local, onde ficava o caixa.

— Por que não estou surpreso? — Jihoon questionou.

E lá estava, como sempre, o velho. Nenhum sinal, por mais pequeno que fosse, do garoto.

— Calma! Podemos voltar… — e antes que pudesse completar o que iria ser dito, Jihoon interrompeu o mais novo.

— Não, Guanlin! Não podemos e não vamos voltar amanhã. — disse convicto, apesar da carga de frustração que carregava em seu tom de voz.

O Lai nada disse. Não sabia o que responder ao amigo, e, sendo sincero, estava até um pouco surpreso com aquela reação do outro.

Um pigarro foi ouvido, e instantaneamente suas atenções foram voltadas ao caixa.

— O que vocês querem afinal crianças? Todo dia vocês aparecem aqui, olham para minha cara, sussurram coisas e vão embora. Cês tão tirando uma com a minha cara? — a voz grossa do homem, o tal velho barbudo e gordo, fez-se presente no local, fazendo os dois garotos estremecerem.

Engoliram a seco, sem saber se respondiam o homem com uma desculpa qualquer ou se corriam de lá.

Guanlin respirou fundo e se aproximou mais do caixa, o que deixou Jihoon com um enorme ponto de interrogação sobre o que diabos o amigo faria.

— Não! Não! Não! — o taiwanês respondia afobado, acenando com as mãos. — É que é uma situação um pouco complicada. — tentava explicar.

Jihoon não estava acreditando. Guanlin realmente falaria o que estava acontecendo para aquele homem? Aquilo era realmente o que estava acontecendo? Queria ir até o mais novo e lhe tirar dali, mas seu corpo parecia estar paralisado. Havia virado um expectador da sua própria desgraça.

— Complicada por que? Descomplique e me diga. — o homem pediu.

O Lai tombou a cabeça para o lado e pensou um pouco antes de prosseguir com o que diria.

— Esses dias havia um garoto atendendo aqui na loja, e, bom, ficaram pendentes algumas coisas entre ele e meu amigo e queríamos saber se tem como o senhor poderia nos informar quando ele estará aqui na loja novamente. — o suspiro vindo de Jihoon pode ser ouvido após a fala do amigo, o coreano realmente acho que o amigo diria besteiras ao homem.

O homem fitou o Park, que apenas sorriu amarelo, enquanto batia o pé contra o piso da loja numa forma de extravasar o nervosismo.

— Bae Jinyoung. — o homem soltou, deixando subentendido que era o nome do garoto, e continuou: — Ele é meu sobrinho, ficou aqui naquele dia porque eu estava doente, mas ele não trabalha aqui. Mas posso te passa o número dele caso queira falar com ele. — já pegava um post-it de seu bloquinho e uma caneta.

— Ele quer sim! — Guanlin respondeu entusiasmado.

O homem, por fim, anotou os números no papel amarelo e entregou ao mais novo, que lhe fez inúmeras reverências agradecendo.

— Vamos, Jihoon hyung. — puxou o mais velho pelo braço para fora da loja.

 

[…]

 

Guanlin e Jihoon encontravam-se jogados os dois na cama do mais velho, fitavam o teto sem dizer uma palavra sequer. O mais velho ainda tinha o post-it em mãos, mas não sabia o que fazer. Não podia simplesmente ligar para Jinyoung, seria no mínimo estranho.

— Qual foi Jihoon? Não vai fazer nada? — Guanlin o questionou, quebrando o silêncio. O coreano perguntava-se quando que o mais novo parou de chamá-lo de hyung.

— Não! Mas não vou ligar para ele, né? Ia ser estranho demais. — o respondeu.

Guanlin levantou-se da cama e foi até a mesa de computador que havia em seu quarto a qual estava seu celular, o pegou e voltou até a cama.

— Qual o nome do menino mesmo?

— Bae Jinyoung. — Jihoon nem precisou olhar no papel para responder o mais novo. — Vai fazer o que? — se sentou, chegando mais perto do mais novo.

Fitou o celular alheio e notou que Guanlin estava no facebook, e já digitava rapidamente o nome que lhe foi dito.

— Tentando encontrar algum vestígio dele. Ele deve ter no mínimo um perfil no facebook.

O Park assentiu, e junto a Guanlin entrava nos perfis que apareciam com aquele nome, mas nenhum deles passava nem perto do verdadeiro Jinyoung.

— Tá difícil hein. — o mais novo reclamou, saindo de um perfil e já entrando em outro. — Certe…

— É ele! — Jihoon interrompeu Guanlin, dando batidas seguidas e entusiasmadas em seu braço.

— Tá, calma. Vamos ver as fotos.

Guanlin não podia negar, Bae Jinyoung era realmente o Deus da beleza assim como foi dito por Jihoon. Haviam poucas fotos, mas tiveram sorte ao ver que na biografia do garoto havia o lugar a qual estudava e o link de seu instagram.

— Onde é isso? — Jihoon questionou sobre a localização do colégio que constava ali.

— Eu não sei bem ao certo, mas sabe o Seonho? Aquele coreano que moro ali na outra rua e vive vindo aqui sem avisar. — Jihoon assentiu, querendo que o amigo prossegui-se logo. — Ele estuda lá, já o vi com o mesmo uniforme que esse menino.

Não é como se aquilo de fato fosse mudar algo para Jihoon, haja vista que não passava pela sua cabeça ir no colégio do garoto para o ver. Aquilo seria estranho, e era tudo o que o coreano não queria ser perto do seu mais novo crush.

— Vamos entrar logo no instagram dele. — pediu ao mais novo, que clicou no link quase que instantaneamente.

Diferentemente do facebook do garoto, seu instagram era repleto de fotos. Jihoon derretia-se mais a cada foto que passava.

— Omo! Agora te entendendo, hyung. — Guanlin disse, enquanto deslizava os dedos pelas grades de fotos.

Jihoon num ciúmes sem fundamento puxou o celular da mão do amigo e murmurou algo que não se deu para compreender. Guanlin apenas revirou os olhos. Park Jihoon sendo Park Jihoon.

— Guanlin, temos um problema. Quer dizer, eu tenho um problema.

— Que problema? — fitou o celular.

No visor estava uma publicação recente de Jinyoung, com um garoto.

— Pelo visto ele já tem um namorado. 


Notas Finais


olha eu de jihoon rsrs
o capítulo cinco já está quase pronto, entoa prometo que dessa vez irei demorar menos
xoxo sz


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