História O Garoto da Profecia (Remake) - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EEEEAAAAIIIIIIIIII
beleza?

pois é~ né. parece que essa fic voltou. SIMMM ELA VOLLTOOOUUUU

SENHORAS E SENHORES, MENINOS E MENINAS, JOVENS E VELHOS, HÉTEROS E HOMOSSEXUAIS. TRAGO NOVAMENTE PARA VOCES, O REMAKE DAQUELA FANFIC MINHA

O GAROTO DA PROFECIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Asura: VOLLTAMOOOOOOO
Eu: FESSTAAAA


Enfim. cof cof... algumas coisas mudaram, como o nome do personagem principal, um pouco do modo de escrita e alguns outros paranaues ai.

enfim voces vao descobrir lendo

BOAA LEITURAA




VOLLTOOOOOOOOO

Capítulo 1 - O Dia em que Minha Vida Mudou


Cap1-O Dia em que Minha Vida Mudou

 

POV: ???

Sangue, gritos, pessoas mortas, o caos se espalhando. Meu corpo doía como se mil agulhas me perfurassem, era uma dor sem fim. Eu sempre disse que iria protege-la, que iria voltar para ela..., mas eu não consegui. E isso é o que mais me irrita, eu fui fraco!

Sempre me disseram que guerras começam quando ambos os lados querem algo em comum. Essa guerra começou com uma perda. A minha perda.

A escuridão foi a última coisa que eu vi. Tudo a minha volta escureceu e um frio doloroso dominou o meu corpo. A dor, era apenas isso que eu sentia naquele momento. A dor de perder algo que ama.

Se para acabar com tudo isso é preciso deixar aquilo me dominar... então não irei me conter.

“Para derrotar um monstro é preciso se tornar um demônio”

 

~~//~~

 

POV: AUTOR

- Edgar! Acorda logo!

Gritava Josh ao lado da cama de seu irmão que dormia como uma pedra. Todo dia era a mesma coisa, não era uma batalha para acordar, mais sim uma guerra!

- Então vai continuar dormindo né seu preguiçoso. – Dizia Josh de um modo ameaçador enquanto cutucava Edgar com o pé. – Foi você que escolheu.

Ainda usando seu pé, Josh fez um rápido movimento para cima fazendo Edgar bater de cara na parede, afinal sua cama era no canto do quarto perto de uma janela, o lugar favorito de seu irmão.

Com essa pancada no rosto, Edgar acordou assustado.

-AAAIII! – Ele gritou com as mãos no nariz que sangrava um pouco. – JOOSH~~!

Edgar levantou de uma cama e partiu para cima de seu irmão mais velho, que estava segurando o riso. Eles começaram ali mesmo uma pequena luta que todo irmão tem, e como de costume, o mais velho massacrando o mais novo. Josh era faixa preta em taekwondo e kung-fu, então isso dava uma boa desvantagem para seu irmão mais novo que era conhecido como “Bom-em-nada”.

Se tivesse um juiz com certeza ele diria que foi uma vitória por nocaute. Edgar estava no chão um o nariz sangrando um pouco e com o pé de Josh em seu peito, o mais velho fazia uma pose como se tivesse matado uma grande besta e agora se orgulhava por isso. Que bela relação entre irmãos!

- Meninos! A mamãe tá mandando vocês virem logo tomar café. – Disse uma garota de curtos cabelos castanhos como chocolate abrindo a porta e vendo a situação atual. - ... de novo? – Ele perguntou naturalmente.

- Sim! – Disse Josh mandando um joinha para a morena.

Ela se aproximou de Edgar no chão e começou a contar igual ao juiz em uma luta:

- Um, - Edgar continuava deitado. – Dois, - nenhuma reação – Três. Derrota! E o vencedor foi Josh! Com essa são 100 vitorias consecutivas.

- 99. – Corrigiu Edgar se levantando do chão. – Essa foi a vitória de número 99 dele.

- Então você tem contado as minhas vitórias. – Zombou Josh.

- Marque o que eu digo, não deixarei você chegar na 100° vitória, afinal essa será a minha vez de brilhar! – Disse Edgar enquanto apontava para Josh.

-Aguardo ansiosamente por isso. – Disse enquanto saia do quarto.

- Ana, me ajuda a andar até a porta do banheiro? – Edgar perguntou – acabei torcendo o meu pé com isso. – Disse ele lagrimando. – Consegui fingir que estava bem até ele sair.

- Você e esse orgulho de se mostrar forte na frente do seu irmão. – Falou Ana.

- Não posso demonstrar fraqueza na frente dele, afinal, ele é quem eu mais quero superar, se eu demonstrar fraqueza estarei admitindo minha derrota... agora me ajudar que tá doendo muito.

 

...

 

Após tomar um banho, vestir uma roupa simples e passar um gel no seu pé. Edgar foi para cozinha onde todos já estavam o esperando para tomar café. Chegando lá viu seu irmão sentado em uma das cadeiras ao lado de um homem que lia um jornal, esse era o seu “tio”.

Porque entre aspas?

Pelo simples motivo deles não serem parentes de sangue. Na verdade, naquela mesa o único parente de sangue que Edgar tem é seu irmão Josh.

Seu tio se chama Jorge, um verdadeiro pai de família que dá tudo de si para cuidar de sua esposa, Mariana, e de suas filhas gêmeas, Sara e Ana.

Assim que ele se sentou em uma das cadeiras vagas que era ao lado de sua prima Sara, um vulto surgiu atrás dele colocando um chapéu pontudo em sua cabeça, Josh puxou algo cilíndrico que estava escondendo em baixo da mesa e girou o mesmo em suas mãos fazendo vários papeis coloridos voarem até Edgar que tinha um olhar confuso.

- O que tá rolando aqui? – Ele perguntou confuso.

- como você consegue esquecer o próprio aniversario? – Perguntou Josh descrente.

- Perai é hoje?! – Ele pegou seu celular e viu a data. – 10 de agosto, é hoje mesmo que eu faço 17 anos! – Ele falou surpreso.

Josh bateu em sua própria testa por causa da lerdeza de seu irmão e pensou:

“Que lerdo! Deve ser por isso que ainda não percebeu que as gêmeas dão bola pra ele. ”

Ainda com o celular nas mãos Edgar viu as horas e se assustou.

- Caramba! Eu vou chegar atrasado! – Disse ele.

Ele correu para seu quarto pegar sua mochila.

- Cadê o seu fardamento menino? – Perguntou Mariana.

- Hoje é o dia “Sem Fardamento”. Como amanhã vai ter a feira de ciências eles querem que a nossa farda esteja devidamente limpa para se usar na feira. – Explicou Edgar enquanto voltava com sua mochila. – Já tô indo! Até mais tarde tia, tio.

- Até. – Disseram os dois juntos.

- Edgar! – Chamou Sara. – Quando chegar eu darei o seu presente, já que agora você está meio atrasado.

- Eu também! – Disse Ana.

- Não precisa se preocupar com isso meninas. Mas vou aceitar. Até mais! – Disse dando um beijo na testa das duas que coraram em seguida.

- Pega aí pirralho. – Disse Josh jogando algo brilhante para Edgar.

Ele quase derrubou mas pego antes de cair.

Era um anel prateado, estava um pouco riscado por causa do tempo. Tinha algo escrito nele, mesmo com os riscos ainda era possível ler.

“Nós somos o futuro. ”

- O anel da mamãe? – Perguntou Edgar, Josh apenas assentiu. – Achei que tinha perdido no acidente.

- Na verdade eu tinha guardado para uma ocasião especial, eu não usei porque com certeza perderia. E na verdade esse anel antes de ser da mamãe era dele.

- Entendi..., mas ainda assim não deixar de ser da mamãe... vou cuidar bem dele! – Disse Edgar colocando o anel no dedo. – Serviu como uma luva. Bem, já vou indo. Até mais pessoal!

Dito isso saiu de sua casa foi para a garagem e pegou sua bicicleta. Pedalou o mais rápido que podia até sua escola.

Ele conseguiu chegar no momento que o porteiro estava fechando o portão, sorte dele que não era prova do Enem, o porteiro deixou ele entrar.

Deixou sua bicicleta acorrentada em uma coluna e correu para sua sala de aula. Já na porta ele viu pelo vidro que o professor já estava na sala fazendo a chamada. Edgar rapidamente pegou seu celular e mandou uma mensagem para o seu melhor amigo que era da mesma sala.

Edgar: Em que nome ele estar?!

Ele esperou seu amigo terminar de digitar, aqueles pontinhos se mexendo lhe davam uma ansiedade de matar.

Até que chegou:

Brother: No Bernardo ainda. Arruma logo um jeito de entrar.

- Ai caramba, ai caramba... – repetia Edgar enquanto pensava. Ele olhou para o alarma de incêndio. – Não, muito clichê esse método. Pensa...pensa...

Até que uma luz no fim do túnel veio na sua cabeça.

- Já sei!

Como estava no corredor dos armários, Edgar foi até ao armário do seu amigo e como sabia a senha, tirou do mesmo, três explosivos pequenos. Seu amigo gostava muito de fazer bombinhas caseiras.

Pegou o isqueiro e ascendeu o pavio das três e jogou no corredor.

Quando o pavio foi totalmente queimado chegando a pólvora da bombinha fazendo a mesma explodir. Os sons das explosões com certeza fizeram todas as salas se assustarem, afinal, parecia que estava acontecendo um tiroteio no corredor. Edgar rapidamente se escondeu atrás de uma lixeira quando todos os alunos das salas saíram para ver o que estava acontecendo. O corredor ficou cheio de alunos e professores. Aproveitando isso, Edgar se misturou com os alunos e quando tudo foi se acalmando e todos os alunos voltaram para suas salas ele seguiu sua turma.

Se sentou em sua carteira com um sorriso vitorioso.

- Onde parei mesmo? – Perguntou o professor.

- No Eduardo Barreto, professor. – Disse alguém da sala.

- Ah sim! – Ele disse. – Continuando: Edgar Kuromake.

- Presente!

 

...

 

O almoço chegou. Edgar procurou seus amigos e encontrou os mesmos sentados perto da quadra de esportes. Se aproximou deles e se sentou com eles.

- Cara, você escapou com um triz. – Disse Henrique, o melhor amigo de Edgar.

- O Henrique nos contou tudo. Como você consegue ser tão sortudo em certos momentos e azarado em outros? – Perguntou Juliana, a melhor amiga de Edgar.

- Me empresta um pouco? – Perguntou Moises. Um amigo de Edgar.

- Galera, nem eu sei como eu consigo.

Eles começaram a conversar normalmente, do jeito que fazem todo o dia. Mas dessa vez eles fizeram algo diferente:

- como nenhum desses dois disseram nada eu vou ser a primeira. Depender de vocês é foda viu. – Resmungou Julia. Ela pegou um embrulho que estava escondido atrás dela. – Feliz aniversário Edgar!

- Err... realmente não precisava.

- Então posso ficar? – Ela perguntou e eu rapidamente peguei o presente.

- Claro que não, não precisava, mas eu aceito o presente. - Ele olhou para o embrulho. Estava tão bem embrulhado que dava pena de rasgar, Juliana realmente tinha mãos de artesão.

Rasgando o papel ele viu uma caixinha azul, abriu a mesma e dentro tinha uma foto dos três quando eram crianças. Edgar, Juliana, Henrique e Moises, os quatro se conhecem desde os 9 anos.

- Nossa... que nostalgia. Foi nesse dia que você nos deu aqueles cordões...

- Sim, até hoje o meu está guardado com a corrente quebrada. – Disse Juliana.

Eles ficaram um bom tempo lembrando do passado, mas logo voltaram ao presente com Moises jogando uma camisa no rosto de Edgar.

- Esse é o seu presente. Cuida bem hein, paguei o olho que eu não tenho.

Edgar olhou a estampa da camisa, uma caveira enorme do Justiceiro.

- Valeu cara.

- Agora o meu! – Disse Henrique me dando uma moeda de 1 real. – Esse é o seu presente. – Sim ele estava me zoando, como não tinha nada resolveu me dar uma moeda, fiz isso com ela ano passado.

- Nossa cara! – Fingi surpresa. – É igualzinha ao do meu tio!

- Eu sei. – Ele fingiu estar se gabando.

Rimos muito após isso e voltamos a conversar.

Mas logo nossa conversa foi interrompida por causa de um raio que caiu bem no meio do campo de futebol. Dizem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mas esse caiu mais de 50 vezes no mesmo lugar.

As nuvens do céu começaram a escurecer e começava se formar um ciclone, de pois outro e outro. Os raios voltaram a cair, agora era raios no centro e ciclones girando ao redor de onde os raios acertavam. Por incrível que pareça, aquilo não parecia tão perigoso... até algo sair de lá de dentro.

 

POV: JOSH

 

Eu tinha sido o último a terminar o café da manhã e havia permanecido sentado na cadeira lendo um pequeno folheto.

- Pode me ajudar? –Ana estava parada do lado de um armário tentando alcançar um pacote de bolacha que estava mais alto.

- Já tentou com a cadeira? –Ela apenas afirmou com a cabeça. –Um minuto.

Levantei da minha cadeira deixando o folheto em cima da mesa e indo até o armário estendendo um pouco a mão para cima e pegando o pacote. - É muito ruim ser pequena. –Choramingou pegando o pacote.

-Você é tipo um polegarzinho. –Soltei uma risada alta vendo ela dar socos no meu ombro.

-Vai se atrasar também. –Ela abriu o pacote pegando uma e comendo.

-Atrasar para quê?

-Ainda pergunta? –Ela arqueou uma sobrancelha mastigando. -O que o trabalho? O TRABALHO! –Dei um pulo lembrando que hoje tinha dito ao meu chefe que não iria faltar de jeito algum.

Fui para o banheiro e tomei um banho básico me secando e vestindo um terno correndo até o lado de fora.

-Esqueceu a mala! –Olhei para trás e vi Mariana parada na porta segurando minha mala e ofegante.

-Obrigada! –Peguei a mala e beijei a bochecha dela correndo até o carro do meu tio entrando com muita pressa.

Comecei a dirigir desrespeitando todas as regras de transito. Quase atropelei umas 5 pessoas e um cachorrinho no caminho. Cheguei no prédio do meu trabalho e peguei o elevador apertando o botão do nono andar batendo o pé no chão impaciente falando “vamos” várias vezes baixinho.

-Atrasado de novo! –Droga! Meu chefe estava me esperando do lado da minha mesa.

-Eu disse que não faltaria, não disse que não me atrasaria. –Digo deixando a mala do lado da minha mesa me sentando na cadeira.

-Próximo atraso é demissão!

Respirei fundo e me estiquei na minha cadeira olhando fixamente pela janela.

 -Mais um dia normal. –Talvez eu tenha dito tarde demais por que assim que terminei a frase vários ciclones começaram a se formar e o céu a escurecer. –Mas que merda é essa? Vários raios começaram a cair em um lugar só e eu me dei conta de que aquele lugar era a escola do Edgar.

 

POV: AUTOR

 

Após Josh sair apressadamente de casa, era a vez das gêmeas saírem, nesse dia elas não teriam aula então iam aproveitar o dia para comprar o presente do seu querido “primo” Edgar.

Ambas andavam pelas ruas da cidade, a cada loja de roupas que paravam elas viam algo para comprar para Edgar, porém não sabiam se o mesmo ia gostar. Edgar tinha aquelas – como as pessoas gostam de chamar – frescuras para com roupas.

“Nada muito social! ”

“Nada muito largado! ”

“Nada muito marginal! ”

“Nada gay! ”

“Esse tecido me deixa com coceiras! ”

Isso sempre irritava Mariana, era incrível como quase nenhuma roupa era boa o bastante para aquele garoto. Por isso nunca é ela quem compra as roupas dele.

As gêmeas desistiram de comprar uma roupa e foram procurar algum acessório.

Mas novamente o, ‘porém’.

Anel: ele sempre perde.

Cordões: por algum motivo sempre quebra.

Pulseiras: a maioria coça no braço dele.

Relógio: ele tem um celular.

Não importava o que elas vissem, nada se encaixava em seu “primo”.

Parecia que o dia não estava nada bem para elas. E realmente o dia não estava nada bem, além de não saberem o que comprar, o clima estava com a impressão que iria chover a qualquer momento.

- Que legal. – Resmungou Sara. – Não achamos nada pra comprar.

- Ei mana... olha aquilo. – Apontou Ana para uma área do céu não muito longe do local onde estavam. – Aquilo são ciclones?

- Nessa cidade? É praticamente impossível, mas como estamos vendo com nossos próprios olhos, realmente é possível! – Disse Sara surpresa.

- Ei... aquela não é a área do colégio do Ed? – Deduziu Ana.

- Deve ser em um local perto. Relaxa com certeza ele está bem. Vamos voltar pra casa antes que comece a chover.

 

...

 

Enquanto isso na escola de Edgar, a situação não estava nada bem. Edgar via aquele ser de estatura média sair do meio dos raios e andar entre os ciclones como se fosse uma pequena brisa em seu corpo. Em momento algum ele cambaleou, diferente que Edgar que quase caiu quando os ventos se intensificaram.

Era um homem, tinha longos cabelos negros, um olhar frio desprovido de emoções, usava um tipo de armadura vermelha, mas o que mais chamou atenção de Edgar foi o rosto daquele homem. Aquilo eram rachaduras?

O homem olhou em volta, seus olhos tinha um estranho brilho vermelho, parecia que aqueles olhos viam a alma das pessoas e aqueles olhos foram parar logo em Edgar.

- Você. – Apontou o moreno, fazendo todos os alunos que estavam ali olharem para Edgar. – É você.

- Eu? Eu oqu-

Edgar não pode terminar sua frase, pois o homem do nada aparecera na sua frente em milésimos de segundos. Quando o jovem se virou para correr sentiu seu peito se rasgando, sangue jorrou de sua boca. Olhou para seu peito e viu uma mão atravessando o mesmo.

Ele olhou para trás e viu que dono da mão era aquele cabeludo, que agora mais perto de si, pode finalmente reconhecer aquele rosto. Como não tinha percebido antes? Estava claro como água, os olhos, as roupas, tudo era igual aquele homem.

- M-Ma-d-da-ara Uc-hiha? C-como? – Disse Edgar com dificuldade antes de cair inconsciente no chão.

 

Continua...


Notas Finais


Comentem para eu saber oq acharam do retorno dessa delicia

versao antiga:

https://spiritfanfics.com/historia/o-garoto-da-profecia-5148934

Espero que tenham gostado

PROXIMA FIC A SER ATUALIZADA: The Black Exorcist


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