História O garoto de Busan - JIMIN (interativa) - Capítulo 24


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Hoseok, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namjoon, Rap Monster, Suga, Taekook, Taemin, Vhope, Wings, Yoongi, Yoonseok, You Never Walk Alone
Visualizações 149
Palavras 3.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - View


Fanfic / Fanfiction O garoto de Busan - JIMIN (interativa) - Capítulo 24 - View

 

- CAPÍTULO - PAISAGEM.

Já fazia alguns dias que não tinha notícias sobre o estado de saúde de Jung Suk. Mesmo preocupada em saber mais sobre; permaneci receosa em perguntar sobre como seu estado de saúde se encontrava, e ter que enfrentar aquela maldita conversa, que ainda não havíamos tido depois daquela noite na faculdade. Não vou negar que após aquele dia que tive de confissão com Jimin, esqueci completamente de toda burrada que havia feito no passado. Eu poderia deixar isso de lado, e fingir nunca acontecera algum dia. Mas possivelmente me traria algum desconforto no futuro. 

Mensagem via celular 

Eu: está tudo bem? 

Jung Suk: eu estava presta a te enviar uma mensagem! 

Eu: É mesmo ? 

Jung Suk: Sim! Então, teria como nos encontrarmos hoje? 

Eu: hmm.. acho que sim. 

Jung Suk: Ótimo! irei lhe encaminhar o endereço e o horário. Logo nos veremos então. 

 

Logo o endereço estava aparecendo na tela do meu celular, indicando no mapa para aonde seria nosso encontro, naquela noite. Já estava anoitecendo, e faltavam apenas algumas poucas horas para alcançar o horário no qual estava descrito na mensagem. 

Tudo indicava, pelo horário e local, que Jung Suk havia planejado algo para que pudéssemos conversar, e ainda mais o local escolhido por ele pra que isso fosse feito. Era localizado em uma das áreas mais nobres de Busan, conhecida por suas mansões e casa de veraneio dos grandes ricos que vinham de Gangnam e Seoul, fugidos da grande cidade na época mais tropical do país. 

Me arrumei calmamente, para descobrir se os detalhes da minha roupa, serviriam pelos menos para me camuflar entre todos os ricassos que andavam naquela região. O  vestido era básico, sem muitos detalhes, com suas alcinhas finas, acompanhado de um casaco branco com grandes botões à sua frente; podendo manter meu corpo fechado, por conta do clima frio que fazia.

Enquanto estava sentada, fechando o feicho de minha sapatilha, olhei para meu armário, que encontrava-se com uma de suas portas abertas, com diversas roupas uma por sobre a outra, mas uma era tão deslumbrante, que se atenuava diante das demais, chamando a minha atenção repentina. 

Levantei-me, e fui de encontro até a peça, puxando-a do emaranhado de roupas. Era um vestido branco de renda. O vestido que tanto fez Jung Suk mudar seus olhos. O vestido de sua falecida mãe. 

- Tinha esquecido dele - falei baixo, enquanto segurava o tecido em minhas mãos. 

As memórias vieram como uma avalanche em minha memória. A grande árvore com flores rosas, o lago que refletia a lua, a casa com grandes janelas brancas. Jung Suk mesmo com a perda de sua mãe, havia sempre boas lembranças em seu interior, até mesmo eu que nunca havia vivido com sua mãe, podia construir seu rosto em minha mente, podia sentir seu afeto pelos filhos, e todas os demais sentimentos que uma mãe teria por eles. 

A chegada ao local foi rápida, considerando o tempo em que fiquei relutante dentro de minha casa, até colocar os pés para fora. O local era um grande hotel conhecido por toda Busan, que até eu mesma, que não tinha senso nenhum de direção ou locais para se visitar ali, sabia de sua existência. Ele era um dos mais antigos da região, sua estrutura simulava os grandes pilares feitos por artistas renomados do passado. Seus detalhes eram minuciosamente delicados, feitos à mão, com seus pequenos anjos abençoando as cabeças de quem entrava naquela saguão. Pra todo lugar que se olhava havia o branco; era tudo tão branco, que o medo de sujar alguma parte daquele lugar com certeza passava pela cabeça de quem pisasse naquele chão. 

Parei na recepção, segurando em minhas mãos a alça da sacola de papelão que havia trazido de casa, olhando fixadamente os elevadores logo à frente. E permaneci assim por alguns segundos, estagnada. 

- Boa noite senhorita, como posso lhe ajudar em algo ? - o senhor com uma bela gravata, e terno tom azul escuro, me despertou ao dizer. 

- A-ah, uma pessoa pediu para que eu viesse lhe encontrar aqui, mas eu não sei aonde seria - falei, confusa. 

- Pois não! a senhorita veio encontrar o senhor Jung Suk não é mesmo? Faça a gentileza de me seguir por favor - o senhor engravatado disse, enquanto estendia seus braços me dando passagem até o acesso aos elevadores à nossa frente. 

O silêncio era tanto, até mesmo para um hotel, que mesmo sem salto alto, podíamos ouvir nossos passos se firmarem no chão a cada centímetro andado. Ao chegar nos elevadores, o senhor apertou o botão, chamando um deles, que logo se abriu em minha frente. Me dando educadamente passagem para que eu entrasse; assim que entrei, me posicionei ao fundo do elevador, vendo o senhor apenas apertar alguns botões e logo se retirar do elevador, me fazer frisar a testa em confusão. 

- O senhor não vai entrar? - perguntei. 

- Não senhorita, pode fica tranquila que ele te deixará exatamente no local do seu interesse. A cobertura! - ele falou gentil, e continuou se despedindo - Aprovei sua noite! 

A porta se fechou, enquanto minha boca se abriu por completo. Com toda certeza do mundo, aquilo estava parecendo uma daquelas histórias feitas para um filme romântico de algum roteiristas desconhecido. Eu podia olhar no visor, cada andar que o elavador deixava para trás, chegando até o andar de número cem e parando sua atividade. 

A porta se abriu, e estranhamente meu olhos se perturbaram com a grande ante-sala vermelha que apareceu do lado de fora do elevador, assustando-me de certa forma, já que todo hotel, até então, era branco, com seus detalhes brancos e tudo mais branco. 

- Olá, boa noite - ouvi ela falar, assim que o elevador parou. 

Era uma linda garota com traços exóticos, roupa vermelha, combinando com o tom que o ambiente servia aos olhos, e um elevado rabo de cavalo preso no alto de sua cabeça, com seu enorme e brilhoso cabelo preto. A vi intencionar para que a seguisse; por um momento minha respiração começou a falhar, imaginando um milhão de possibilidades que poderia ocorrer. E a principal delas, era que aquela seria apenas uma triagem para minha morte, que possivelmente, com sorte, meu corpo seria servido em uma seita maligna. Tirando essa parte, estava tudo ocorrendo estranhamente bem. 

Andamos o longo corredor da sala vermelha, até chegarmos à uma porta com duas folhas de tom preto e alto. A garota jogou seu corpo com toda força sobre a madeira, abrindo a grande porta, dando acesso para outra área do grande hotel. 

- Aproveite a noite - Ela disse, assim que me viu entrar, batendo a porta logo atrás de mim. 

Ao tornar meu olhar para frente, me deparei com um grande salão que não havia fim. Dando alguns passos para frente, inconsciente, atraída pela visão que logo estava perante meus olhos. Toda a cobertura era cercada por janelas, não havia uma só parede delimitando, ou coluna para assegurar o teto que estava sobre minha cabeça. 

De pé, apenas a alguns centímetros da janela, podia ver a rua que passava pela frente daquele arranha-céu. A sensação de que a qualquer momento meu corpo se desequilibra-se dali era presente; mas diferente de muitos, eu permanecia ali, segura de mim, admirando as luzes que coloriam a cidade de Busan logo à frente. Toquei com a palma de minha mão o vidro da janela, circulando na ponta de meus dedos área aonde ficava a praia de Haeundae. Podendo ver as ondas que invadiam a praia, clareadas pelos refletores do calçadão que cruzava toda sua orla. 

Era incrível a capacidade de como aquela praia sempre podia ser vista por mim, de qualquer parte da cidade. E era algo no qual alegrava e aquecia meu coração, não só por sua beleza inconfundível, mas por todos os novos e duradouros momentos que vivia em sua presença. Enquanto em minha memória, as imagens se reproduziam como um filme. Levei meu corpo à sua margem, imaginando estar à sua presença novamente. 

- Muito lindo não acha? - ouvi a voz surgir repentinamente por trás de mim, me fazendo saltar em susto. 

Olhei para trás, com uma de minhas mãos em meu peito, sentido o pulsar acelerado de meu coração, vendo ali; de pé, Jung Suk. Ele estava com um ar mais fresco, com suas roupas um pouco despojadas e de tom claro, mesmo assim, ainda demonstrando certa elegância em cada detalhe de suas peças. Seu cabelo perfeitamente alinhado, estava para baixo, transformando sua feição amistosa e jovial. 

- Você já está aqui?! - eu disse, surpresa. 

- Na verdade, eu estava aqui desde o momento que você entrou por aquela porta - ele disse, colocando as mãos em seus bolsos.

- Jura? - falei assustada, por não ter me dado conta de que ele estava presente a tanto tempo ali, e pedi - me desculpe.

- Está tudo bem! Na realidade, achei bem fofo ver sua admiração por essa paisagem, que nem se deu conta com o que estava acontecendo ao seu redor - ele disse rindo, enquanto vinha até minha direção e parava frente à mim. 

Envergonhada por conta de seu comentário, abaixei minha cabeça fitando o chão, podendo ver nossos pés alinhados um ao outro, a poucos centímetros de distância. Senti sua mão tocar meu queixo, elevando meu rosto para si. Seus olhos estavam fixos aos meus, podendo quase sentir quase todos os pensamentos que estavam passando em sua cabeça. Sua mão foi de encontro ao meu cabelo, dedilhando delicadamente o fio lateral de meu cabelo, e depositando ele logo atrás de minha orelha, podendo sentir o fresco do ambiente em minha bochecha. Sua mão ficou ali, ainda segurando meu cabelo junto à orelha, dando um passo a frente vindo de encontro ao meu rosto. Fechei meus olhos fortemente, podendo sentir em minha testa, o tocar aquecido de seus lábios por sobre a pele, depositando um leve beijo na área. 

- Como você está? - eu disse, enquanto desvencilhava meu corpo do dele, o vendo me deixar partir. 

- Como pode ver, estou completamente bem - ele disse, enquanto mostrava seu corpo para mim. 

- Que ótimo - falei, sorrindo de leve. 

- Aliás, acho que essa ida repentina ao hospital serviu de algo bom. Baek e eu nos reconciliamos. Ele voltou para casa , agora está tudo bem entre nós - ele explicou. 

- Sério?! - falei, um pouco supresa. 

Mesmo tendo visto Baek entrar no hospital naquele dia em desespero, ele era um garoto muito cabeça dura, sua postura diante de qualquer situação era de ser inesperada. 

- Sim! Nós só temos um ao outro agora, nós somos a família um do outro, devemos ficar juntos, não importa o que aconteça - ele disse, firmemente e feliz, e continuou - Aliás, eu ainda não tive a oportunidade de agradecer pela sua ajuda por aquele dia. 

- Não precisa, foi o mínimo que eu poderia fazer! Quantas vezes você me ajudou sem ao menos esperar algo em troca - falei. 

-  Mesmo assim, eu me sinto muito culpado pelo o que você fez. Ainda mais por ter praticamente me carregado até a UTI - ele falou, demonstrando preocupação. 

- Está tudo bem! Acho que ganhei até alguns músculos após aquele dia - falei brincando, enquanto mostrando meus bíceps. 

O vi gargalhar com minha resposta inusitada. Recuperado de seu fôlego que havia sido cortado a alguns segundos. O vi olhar para o fundo da sala logo atrás de si, chamando minha atenção para uma grande mesa, cheia de louças brilhantes por sobre uma linda toalha de seda branca. 

- Vamos? - ele falou, indicando com seus braços para que fossemos nos sentar à mesa. 

- Na verdade.. eu não vim aqui para comer - eu disse, um pouco fria. 

Surpreso com a minha resposta, e confuso ao mesmo tempo, pude ver a veia em seu pescoço saltar. 

- Então.. não espere. Eu me precipitei achando que você gostaria de jantar ou algo do tipo.. me perdoe - ele falou, afogando entre palavras. 

- Está tudo bem! - eu disse, fraco. 

O silêncio se perdurou por um tempo, meus olhos estavam vendo Jung Suk como um borrão, mesmo estando olhando em sua direção, pois eles apenas focavam na praia de Haeundae, logo atrás de si, na grande janela. 

- Já que estamos aqui.. - Jung Suk cortou o silêncio como uma faca, trazendo toda minha atenção para ele novamente. 

- Já que estamos aqui.. - eu repeti, estendendo uma de minhas mãos em sua direção segurando a sacola de papel que havia trazido comigo. 

- O que é isso? - ele perguntou, assim que pegou a sacola de minhas mãos. 

- É o vestido de sua mãe - falei. 

- Não precisava me devolver, ele estava com a pessoa certa. Na verdade, ele fica lindo na pessoa certa - ele soltou, tornando seu olhar repentinamente ofuscante. 

- Não, obrigado - falei. 

- Você está tentando me fazer desistir de você ou você quer que eu apenas olhe pra você? - Ele questionou. 

- O que ? - perguntei. 

- Não está claro pra você ainda? Sempre que eu estou com você, todos os meus problemas parecem ficar mais claros. Desde que eu a conheci, eu não conseguia tirar da minha cabeça cada detalhe seu. Sua pele macia e sempre fria, parecendo implorar por minha proteção. Seu olhar triste e convidativo que demonstra guardar alguns segredos, que curiosamente, eu insisto em descobri. Então como posso viver sem te ver? - ele disse. 

- Você está apenas confuso Jung Suk! - falei, o deixando de pé, e encaminhando para me retirar da grande cobertura. 

- _______! - eu o ouço chamar pelo meu nome, fazendo meus passos pararem bruscamente. 

De costas para ele, pude ouvir algo cair ao chão, e seus passos se aproximarem de mim rapidamente cada vez mais. Quando menos esperava, o senti agarrar meu corpo por trás, me abraçando completamente em seus braços. 

- Por favor, me deixe ir - soltei baixo. 

- Espere um pouco - ele disse ofegante, próximo ao meu ouvido, ficando em silêncio por alguns segundos, e logo prosseguindo  - Fique comigo, eu preciso descansar nos seus braços. Por que você está agindo dessa maneira? 

- Por Favor Jung Suk! Eu não quero - falei, me soltando bruscamente. 

Tornei meu corpo, podendo vê-lo de pé, desolado à minha frente. Vendo que o barulho de algo que havia caído anteriormente no chão, era a sacola de papel com vestido de sua mãe dentro dele. Seu olhar pesou por sobre mim como uma sombra, tentando me manter firme em minhas ações, para que não pudesse desviar do objetivo que havia colocado em mim, levei meus olhos para outra direção evitando contato direto. 

- Eu pensei que poderia mudar as coisas, fazer com que tudo voltasse como era antes, mas pelo visto não posso. Eu não tenho como agradecer à altura por tudo que você fez por mim - falei. 

- Apenas não me afaste de você! Já é o suficiente, não me diga para te deixar partir sem antes mesmo tentarmos - ele pediu. 

xxx

Passei por um longo período sentido a dor e a imagem de Jung Suk em minha cabeça, enquanto tentava ser fria diante aquela situação que ocorrera no hotel. Eu não era o tipo de pessoa que saia por aí sendo fria e calculistas com qualquer um, ainda mais com alguém que me impulsionou e me ajudou a melhorar em todos os meios possíveis. Em minha cabeça estava tudo planejado para que pudesse ter Jung Suk ao meu lado, mas de uma forma amigável e harmoniosa. Mas tudo saiu do trilhos no momento em que ele induziu algo mais sentimental relacionado à nós dois. 

A culpa por tratá-lo daquele jeito, apertava meu coração como uma laranja em um centrífuga, que é jogada de um lado para o outro. O melhor seria tê-lo me odiando, do que me amando e não poder ser correspondido, e nem mesmo alimentando falsas esperanças com algum futuro próximo. 

A única coisa que me conforta e me tirava de toda essa pressão mental, era as conversas que tinha com Jimin; passamos longas madrugadas conversando por conta da distância entre Busan e Seoul. E essa madrugada não foi diferente, estávamos ainda mais animados por conta do Festa Fênix. A competição já era amanhã! E o quanto esperamos por ela, que parece que levou quase que uma eternidade para a sua chegada. 

A esperada do Jimin estava me deixando um pouco ansiosa e estressada. A cada mensagem trocada, ele falava todas as coisas que estava guardando e fazendo para logo partir e pegar o último trem-bala do dia. Ele havia programado sua chegada à Busan, assim que o dia amanhecesse. 

O sono tomou conta de mim, sem me fazer perceber, que quando acordei repentinamente, alcancei meu celular com certa pressa, constatando que a última mensagem que estava na tela de meu celular, era minha, perguntando se ele já estaria vindo para Busan. 

- Que estranho.. talvez ele já esteja no trem - soltei com a voz rouca, passando a mão em meus olhos, do sono pesado que acabara de acordar. 

Como de costume, o horário que constava nos ponteiros do relógio, não ajudavam com meu atraso rotineiro. Tentei ajeitar todas as coisas que necessitava o mais rápido que pude em seus lugares e compartimentos. Revisei item por item para que nada fosse deixado para trás. Já que seria quase impossível voltar para Busan caso algo fosse esquecido. 

O Festa Fênix seria realizado na cidade de Ulsan, a mais ou menos, 150 quilômetros de Busan. Era considerada uma cidade neutra, por não haver nenhuma escola artes em toda seu território. 

Já alguns minutos, seguindo o trajeto exato que constava no GPS do carro, a quantidade de carros que começavam a dividir a estrada, foi se tornando cada vez mais presente, me fazendo manter o veículo em marcha lenta. 

Minha atenção que antes estava na estrada, foi divida pelo som emitido de meu celular, sinalizando que havia recebido uma mensagem. Agarrei-o com uma de minhas mãos por sobre a poltrona do carona, deslizando a tela de bloqueio podendo ver a mensagem na qual acabara de chegar. 

" Filha como está tudo? Espero que bem! Estamos na capital, caso queira que levemos algo para você, nos avise. Um beijo de sua mãe " 

 

Um misto de alívio e frustração caiu sobre mim, que estava esperançosa que aquela mensagem estivesse sido de Jimin. Que até então, não havia entrado em contato desde a madrugada que se passou. Depositei o celular novamente na poltrona, acelerando mais um pouco o carro, já que o trânsito aparentava estar seguindo como o planejado. 

- Por que ele ainda não me respondeu? - soltei baixo, desviando minha atenção assim que vi aquela grandiosidade em minha frente, vislumbrei soltando - wow! que incrível! 


Notas Finais


Próximo capítulo irá chocar à todos! em poucos dias eu irei postar 2~3 mais ou menos (:


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