História O garoto de olhos verde musgo - Capítulo 5


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Categorias Originais
Exibições 14
Palavras 532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura :]

Capítulo 5 - O primeiro beijo


Júlia faltou, e sua ausência poderia estar relacionada com as brigas de seus pais. Ela não atendeu minhas ligações.

Faço meus deveres e desço para almoçar.

— Mãe?

— O que foi?

— Pensei que sua folga era amanhã. O que aconteceu?

— Mas é amanhã. Hoje vou chegar um pouco atrasada. Está querendo se livrar de mim?

Aquiesço. Ela me encara incrédula.

— Por quê?

— Porque meu amigo virá aqui. — Lívia ergue as sobrancelhas. — Ele é importante.

Ela desvia o olhar da tela do computador e me encara, depois suspira e diz:

— Quer conversar sobre isso?

— Não vai me mandar embora daqui de casa? Ou gritar comigo?

— Acha que vou latir com você como uma cachorra louca e expulsá-lo de casa? Eu não sou louca. Eu iria querer que você voltasse assim que colocasse os pés para fora daqui, querido. Não, não vou gritar e nem expulsá-lo de casa.

— Você é a melhor mãe do mundo — digo, depois lhe dou um abraço apertado. — Mas não quero continuar essa conversa.

Lívia inspira e solta um suspiro pesado, em seguida, me beija na bochecha. 

— Tudo bem — diz ela, mexendo no meu cabelo. — Eu amo você.

 

Jonas não foi pontual, mas considero que sua mãe está doente e que ele precisa cuidar dela enquanto o pai procura por emprego.

— Jonas, eu tive uma ideia!

— O quê?

— Venderemos meus quadros por um preço razoável, e depois compraremos os remédios de que sua mãe precisa.

— Não, nem pense nisso.

— Jonas, por favor, eu quero te ajudar.

Pego o violão de suas mãos e o coloco sobre a cama, em seguida, pego em sua mão e o levo para olhar dois dos meus quadros.

— Não são tão ridículos, alguém irá se interessar.

— É claro que não são, mas não quero que venda seus quadros.

— Por favor?

Ele revira os olhos.

— Tudo bem.

 

Nós vendemos dois quadros, e conseguimos cem reais — cinquenta em cada. Perdemos à tarde toda, mas foi divertido. Na minha casa, ele pega o violão e o guarda, lhe entrego o dinheiro e ele promete devolver, mas desiste quando insisto que não quero que ele devolva.

No jardim, caminhamos de mãos dadas, e Jonas para quando chegamos no portão de barras de ferro grossas cor de creme.

— Amanhã quero levá-lo para conhecer o meu mundo.

Aquiesço e o admiro por um breve momento. O cabelo louro desgrenhado sendo agitado pelo vento, o contorno dos lábios finos e avermelhados dando contraste com a pele de sorvete de flocos de um jeito atraente. E, principalmente, os olhos verde musgo vibrantes.

Jonas se inclina, os lábios aproximando-se dos meus numa espécie de encanto. Sinto cada terminação nervosa vibrar, o sangue explodindo em minhas veias numa sensação de eclosão. Ele me beija, sua língua invadindo minha boca numa intensidade incontrolável. Entro no ritmo de seu beijo, e estamos sem fôlego. Ele investe contra meus lábios mais uma vez, e meus batimentos cardíacos aceleraram, ele tem um ritmo incrível. Enquanto nos beijamos, o meu corpo é alvo de suas mãos habilidosas, que se movimentam constantemente, sem sequer uma vez ultrapassar os limites. Ele é insaciável, assim como eu. Jogo a cabeça para trás e inspiro, e ele traça uma linha de beijos pelo meu pescoço. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :]


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