História O garoto de olhos verde musgo - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 31
Palavras 761
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura :]

Capítulo 6 - Inconscientemente


No dia seguinte, Júlia me envia um sms:

*Estou com conjuntivite, não é nada com que tenha que se preocupar. Obrigada, e me desculpe por não atender suas ligações. Beijos! *

No refeitório, pego meu exemplar surrado de "Inferno”, de Dan Brown, mas nem o abro porque Jonas se senta ao meu lado e perco minha concentração — o que acontece quando estamos juntos, ele é uma distração e tanto.

— Olá.

— Olá — digo, ainda constrangido pelo beijo da noite anterior. 

— Dormiu bem?

— Sim. E você?

Jonas aquiesce e diz:

— Eu beijo bem?

— Muito. E eu?

— Você é incrível, eu quero de novo.

— Eu também — nós nos entreolhamos. — Você comprou os remédios? — que mudança radical de assunto.

— Sim, numa farmácia de plantão.

— Ah.

— Mamãe quer conhecer a versão masculina da Branca de Neve — diz ele, encaro-o perplexo.

— O que disse a ela?

— Eu disse que encontrei alguém que me faz sorrir. 

— O que ela disse?

— Que consegue amar qualquer um que me faça sorrir... Que me faça feliz.

 

Fiz meus deveres — eram poucos. Júlia me ligou, disse que não iria na escola semana que vem e me mandou uma imagem de seus olhos numa situação crítica.

Mamãe me ajudou a dar uma arrumada no meu quarto, já que estava de folga hoje. Ela disse que iria dar uma faxina na casa e jogar o que fosse desnecessário no lixo. Me desculpei por não poder ajuda-la e me sentei com ela para contar sobre a noite anterior. Na moral, fiquei com medo, mas não foi tão difícil como imaginei que seria, ela reagiu de uma maneira saudável.

Jonas me buscou, e antes que partíssemos, o apresentei formalmente para mamãe.

— Foi um prazer conhecê-lo — diz ela, depois eles trocam um aperto de mão. — Espero que venha jantar conosco um dia desses.

— O prazer foi meu Sra. Alvarez — Jonas esboça aquele sorriso de orelha a orelha encantador. — Tudo bem. Boa noite!

— Boa noite!

Encaro mamãe maravilhado por sua gentileza, e lhe dou um abraço apertado antes de acompanhar Jonas.

 

No hall de entrada, sinto minhas pernas vacilarem com medo do que me espera lá dentro. Jonas pega em minha mão e nós entramos — prendo a respiração. Não há ninguém na sala de estar, mas ouço vozes vindo do fundo da casa. Na verdade, gritos e gemidos de desespero. Jonas solta minha mão, ele corre pelo corredor e entra num quarto. Um homem, provavelmente o pai dele, sai do quarto, com a respiração ofegante e aos soluços. Ele dá uma rápida olhada na minha direção e segue rumo ao telefone, disca um número e grita:

— Uma ambulância na rua José de Matos, número dezessete, por favor. Minha esposa está morrendo!

 

Jonas joga uma única rosa vermelha sobre o jazigo de sua mãe, eu o abraço tão apertado que não consigo repreender minhas lágrimas.

 

Acompanho Jonas até sua casa, ele me leva para seu quarto, que é pequeno e bem iluminado, as paredes são brancas e há uma janela com vista para o terreiro.

Fecho a porta e ele se põe seminu, em seguida, senta-se e recosta-se na cabeceira da cama, me sento à sua frente de pernas cruzadas e encaro os vibrantes olhos verde musgo. O meu coração acelera e sinto as pálpebras tremerem.

Jonas se inclina e me beija. O sangue explode em meu corpo num fervor intenso e pulsante.

Inconscientemente minhas mãos se movem para o seu zíper, ele tenta afastá-las, mas insisto e o abro, tocando em sua ereção. Um gemido escapa por entre seus lábios e ele sorri, depois morde meu lábio inferior e puxa, isso faz com que meus músculos se contraiam de uma forma deliciosa.

Jonas inclina o quadril para cima, e em segundos eu o deixo nu, puxando sua bermuda e sua cueca para baixo de seus joelhos num movimento gracioso. Ele geme baixinho quando pego em seu membro e o coloco na boca e movimento, lambendo a "cabeça" e chupando com força. Um liquido lubrificante escorre por entre meus lábios e chupo com mais força. Jonas se contorce, e começo uma tortura com a ponta da língua. Ele me encara extático e geme, os lábios entreabertos.

Apoio as mãos em suas virilhas afastando suas pernas. Traço uma linha de beijos do seu umbigo até seu membro, depois com a língua, numa lentidão torturante.

Pego em seu pênis e o coloco dentro da boca novamente, dessa vez com mais praticidade e chupo com força desfrutando do que tenho em mãos.

Jonas chega ao orgasmo com um gemido glorioso e satisfatório. Depois ele desaba de costas na cama, exausto e ofegante. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :]


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