História O garoto do capuz azul - Mitw, Cellps, Jvtista - Capítulo 62


Escrita por: ~

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Palavras 1.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente desculpe por ter demorado a escola consumiu a minha alma nessas ultimas semanas
Espero que gostem
Não vou demorar para postar

Capítulo 62 - Chega de ser bonzinho


Fanfic / Fanfiction O garoto do capuz azul - Mitw, Cellps, Jvtista - Capítulo 62 - Chega de ser bonzinho

Leiam as notas do autor

Por Mike

Acordo em um quarto, estou em cima de uma cama, meu pé está acorrentado na perna da cama, as janelas estão fechadas, a onde será que estou? Ouço a porta se abrir, quando vejo que era meu coração se enche de ódio.


 

Ah olha quem acordou – Pai

Oi filho, como vocês está? – Pai (Ele pergunto sarcasticamente)

Seu filho da puta – Eu (Tento pegá-lo, mas estou proso na cama)

Quem você acha que é pra bater mim – Pai (Ele me dá um soco que me faz cair na cama)

Pensei que você tinha morrido – Eu (Falo passando a mão no lugar que ele deu o soco)

Eu não morro tão fácil, mas digo uma coisa foi por pouco – Pai

Então meu esforço foi em vão – Eu

Que esforço? – Pai

Você sabe o porquê do carro cair do penhasco? – Eu

Sim, sua mão perdeu o controlo e não conseguiu frear – Pai

Não, eu cortei os freios, eu ia ligar para polícia, assim eles iriam atrás de você, então você fugiria de carro, e quando chegasse perto do penhasco não conseguiria para e cairia – Eu

Eu falei isso pra mãe, só que ela achou muito arriscado, pois você estava nos vigiando, então veria eu ligando pra polícia, por isso ela resolveu se sacrificar – Eu

O que? – Pai

É, lembra quando ela me abraçou antes de entrar no carro, nós choramos certo? – Eu

Sim – Pai

Foi por isso, ela me pediu para cortar os freios, pois ela iria tacar o carro no penhasco – Eu

Não acredito – Pai

É, agora me responde uma coisa, ela disse que viu um corpo dentro do carro, se não era você quem era? – Eu

Um cara qualquer, as vezes alguns jovens desciam até a parte mais baixa do penhasco, e um deles teve o azar de me encontrar, então eu o matei e coloquei em meu lugar, no caso da sua mãe ter sobrevivido – Pai

Seu bosta – Eu

Olha como fala comigo, sou seu pai – Pai (Ele me dá um tapa)

Você vai ver, quando eu sair daqui, vou te fazer sofrer que nem eu sofri – Eu

O que você sofreu? Seus avós te mandaram para um internato a onde você foi bem tratado – Pai

Que, claro que eu sofri, eu achei que o amor da minha vida estava morto e que minha mãe também estava morta, eu sofri por vários anos, você não imagina o quanto de ódio que eu tenho por você, isso tudo é culpa sua – Eu

Minha, a culpa é sua, se você fosse homem de verdade e não tivesse amado aquele garoto, nada disso teria acontecido – Pai

Você está dizendo que tudo isso é culpa minha só porque eu amei alguém? – Eu

Você amou um homem, filho se isso fosse certo, Deus não teria deixado eu te punir, ele deve pensar o mesmo que eu – Pai

E quem você acha que é, para achar o que Deus pensa – Eu

Olha cansei de discutir, eu tenho coisas melhores para fazer – Pai

Tipo o que? – Eu

Ir atrás do Pac – Pai (Ele sorri)

No meu Tarik você não encosta – Eu

“Meu Tarik” (Ele cospe) você devia ter vergonha de falar isso – Pai

O que você vai fazer com ele? – Eu

Vou aprender a como fazer um aborto – Pai (Ele sorri e fecha a porta)

VOLTA AQUI SEU FILHO DA PUTA, U VOU TE DESTRUIR SEU PORRA!!! – Eu (Tento ir até a porta, mas não consigo a cama é muito pesado, não dá para arrastar)

E agora?


 

Por Pac


 

Já escureceu o Mike não voltou, pegaram ele só pode ser, eu estou no quarto do Rezende eu vim o consolar, mas agora é ele que está me consolando.


 

Cara calma, ele deve estar bem, mas o que ele foi fazer fora do internato? – Rezende

Ele foi comprar uma arma, ele sabe quem está por trás dos sequestros – Eu

E por ele não deixa para os policiais? – Rezende

Pois é o pai dele que está por trás de tudo isso, essa história é minha e do Mike – Eu

Poxa, se você tivesse me avisado antes, eu teria ajudado – Rezende

Como assim? – Eu

Lembra quando o meu pai era diretor? – Rezende

Sim, o que tem? – Eu

Ele era paranoico, tinha medo que um dia um grupo de bandidos invadissem o internato, por isso ele construiu uma sala e encheu de armas, para casso disso acontecer, só que ele fez isso na encolha, tanto que só ele e eu sabíamos disso e tínhamos acesso à sala – Rezende

Espera, então é isso que tem naquela sala da quadra que sempre está trancada? – Eu

Sim – Rezende

Porra, se você tivesse avisado antes – Eu

Não se preocupe, os policiais estão fazendo de tudo para achar os garotos, eu vi, o policial Galaxy está indo de um lado para outro para descobrir a onde os garotos estão – Rezende

O QUE!!! Você disse Galaxy? – Eu

Sim, ele é o chefe dos policiais, mas o que tem isso? – Rezende

Ah bosta – Eu


 

Por Void


 

Parece que alguém se divertiu com o presente – Eu

Sim, presentam, valeu mano – Saiko

De nada, e só pra falar eu conversei com chefe dos policiais – Eu

O que cê tá louco? – Saiko

Não se preocupe, eu o reconheci, estudei com ele, não precisamos mais nos preocupar com ele, e só pra falar você está me devendo 2 mil – Eu

O que você está querendo dizer com isso? – Saiko

Os policiais estão do nosso lado, o Galaxy também odeia gays, ele está disposto a nos ajudar, eu só tive que dar uma graninha para ele comprar os outros policias – Eu

Ou seja, agora temos aliados dispostos a nos ajudar – Eu

Maninho, nunca tive tanto orgulho de você – Saiko


 

Por Pac


 

E qual é problema de ser o Galaxy? – Rezende

Ele era um policial corrupto na cidade em que eu morava e geralmente ele trabalha com gente que também não é honesta, que eu me lembre ele também é homofóbico – Eu

Que bosta, a gente só dar azar – Rezende

E agora, o que nós vamos fazer? – Rezende

Já sei – Eu (Me levanto da cama e olho para a floresta)

O que? – Rezende

Você ainda tem acesso as armas? – Eu

Provavelmente sim, meu não deve ter falado para Nilce sobre a sala – Rezende

Ok, então eu quero que você reúna todos os gays da escola amanhã e levem todos para o meu quarto – Eu

O você vai fazer? – Rezende

Vamos fazer justiça com as próprias mãos – Eu

Vamos mostrar o que acontece quando mechem com um de nós – Eu

Chega de ser bonzinho – Eu


 

Olho para a floresta, vejo alguns policiais passando.


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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