História O Garoto e as Bruxas - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais
Tags Harry Potter
Exibições 5
Palavras 859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Nesse cap, eu apresento a versão feminina do mais amado professor de Hogwarts. E espero que sejam leitores verdadeiros e saquem das referência!
Kiss *3*

Capítulo 7 - Rômula Lubin e o Livro Misterioso de Neon


Depois da escola, resolvi ir até a biblioteca da escola. Era um lugar grande e espaçoso cheio de livros empoeirados e desespero no ar. Os nerds eram escondidos pelos grandes e grossos livros do J. R. R. Tolkin.

         Eu estava lá andando despreocupado quando de repente, um monte de livros quase me derrubaram, por sorte, fui salvo.

         -Você está bem? – perguntou a mulher que me salvou.

         A mulher era alta, com cabelos castanhos e roupas muito velhas e pobres. Tinha no pescoço um colar com um pingente de lobo.

         -B-b-b-e-be-m, eu e-e-stou bem - gaguejei.

         -Prazer, sou a Profº Rômula Lubin, e você é? – perguntou ela.

         -Hermes Ranger – respondi, constrangido.

         Rômula abriu um sorrisinho e me ajudou a levantar.

         -Tome mais cuidado – disse a professora, simpática – Você estuda em Gogvards, não é?

         -Sim, sou da Casa dos Leões – disse meio hesitante.

         -Que bom! Sou professora lá.

         -Interessante. Por que nunca te vi lá?

         -Vou começar essa semana.

         Mas algo tirou minha concentração.

         Atrás de Rômula, havia um cartaz dizendo: “PROCURADA! VIVA OU MORTA. SIRIAS WHITE”.

         -Também está preocupado com a assassina à solta? – perguntou Rômula, despreocupada.

         -Você não?

         -Bem, digamos que sei de coisas... mas, isso não importa! Olhe, ali tem livros excelentes de história! Vá lá esfriar a cabeça com alguma aventura.

         Então, ela passou a mão no meu cabelo e se dirigiu até a saída.

         Decidi seguir seu conselho.

         Entrei num aglomerado de estantes que estava muito vazio. Vários livros empoeirados estavam distribuídos pelas estantes. Quase mudei de ideia para não começar a atacar minha rinite quando vi vários títulos curiosos: “Tetra-Polo Através dos Séculos”, “Os Contos de Hubble, o Barbudo”, “Bichanos Incríveis e Onde Se Encontram” e finalmente, “Gogvards, Uma História.”

         Me senti hipnotizado pelo livro.

         Devo ter estado lá durante uns belos de uns dez minutos.

         Até que senti uma mão ossuda me pegar pelo ombro e me virar.

         Era um velho esquelético, com cabelos brancos e caídos, óculos finos presos por uma corrente em volta do pescoço e vestes típicas de um senhor de idade.

         Sério!

Só faltava as muletas com bolas de tênis!

-Quem é você? – perguntou ele.

         -Her-hermes Ra-rager – respondi assustado.

         -Sr. Ranger, sabia que esta é uma seção proibida? – ele se aproximou do meu rosto me fazendo ir contra a estante.

         -N-n-não... n-não sa-sa-sabia... hã, senhor...

         -Pierce. Sr. Pierce.

         -Eu não sabia, Sr. Pierce.

         -Pois então... SAIA DAQUI!

         Saí correndo da biblioteca, completamente assustado.

        

         Estava andando até a Toca dos Ruivos.

         Ainda não tinha me recuperado do susto com o Sr. Pierce.

         Eu só queria chegar no meu quarto, fazer a lição, jantar e dormir. Ou ao menos tentar.

         Só reparei que estava sendo seguido, quando me aproximei da Toca dos Ruivos e encontrei o Sr. Weeney com uma espingarda apontando para um cara de bicicleta caindo aos pedaços de tão velho, com cara de macumbeiro.

         -Sou um carteiro, senhor – disse o homem.

         Logo a Sra. Weeney saiu da pousada e chegou perto do carteiro.

         -E o que quer com o Hermes? – perguntou a Sra. Weeney.

         -Mandaram entregar esse pacote ao Sr. Ranger – respondeu o senhor, com muitos detalhes.

         -Que pacote? – perguntei curioso.

         Logo, o velho senhor tirou da sacola presa a bicicleta um grande e empoeirado livro sem título e o deu em minhas mãos.

         -De quem é o remetente? – perguntou o Sr. Weeney, desconfiado.

         -Disseram que era uma mendiga simpática dando a você boas-vindas – respondeu o carteiro, coçando a cabeça – Não se preocupe, senhor. É só um livro. Nós da Correios Corujão garantimos o selo de que é apenas um livro.

         Abri o livro.

         Mas estava em branco.

         -Isso é alguma piada? – perguntei sem pensar.

         -Não sei. Eu só entrego.

         E o senhor sentou na bicicleta e saiu.

        

         Depois do jantar, corri até meu quarto e fiquei encarando o livro. Nem percebi que Rosa e Hanny havia entrado no quarto, e Rosa me dando um belo susto.

         -Ah! Quer me matar do coração?! – perguntei, exaltado.

         -Você tá me matando do coração por ser feio – respondeu Rosa, debochando.

         -Rosa! – censurou Hanny – Hermes é nosso amigo, devemos trata-los com respeito.

         -Você que sabe. E que livro é esse?

         -Sei lá – respondi – Uma pegadinha que me fizeram. Veja, tá em branco.

         Abri o livro e elas viram o mesmo que eu. Um monte de página em branco.

         De repente, a luz caiu.  

         Repentinamente, luzinhas começaram a encher as páginas do livro. Num trecho assim:

         “... a abobada da escola de Gogvards é feita de estrelinhas com tinta fosforescente para dar um aspecto de um céu estrelado nos eventos noturnos que acontecem na escola desde a fundação da cidade...”

         -Que treco é esse?! – perguntou Rosa, surpresa.

         -Parece aquelas... como se chama – murmurou Hanny, pensativa - ... ah! É luz de neon!

         Logo ouvimos a porta se abrir e eu fechei rapidamente o livro. O Sr. Weeney com uma vela explicou que a luz havia caído e que queria ver se estávamos bem.

         Sem esperar resposta, ele nos pegou pelo braço e nos mandou para a sala cheia de velas.

         A curiosidade tinha me domado.

         Mal podia esperar para ler o conteúdo daquele livro misterioso, cujo título eu sabia muito bem.

         “Gogvards, Uma História.”


Notas Finais


Eu sei q disse que seria difícil postar tão rápido mas, é q eu sofro de Toque nível 2, então tudo tem q ser postado a cada três dias!
Mas, sei lá. Alguém realmente liga pro que eu digo nas notas finais?
Até o próximo capítulo o/
e quem vcs acham q foi quem entregou o livro para o Hermes?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...