História O Garoto e as Bruxas - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais
Tags Harry Potter
Exibições 6
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii, gente! o/
N sei se para vcs, mas para mim to um pouquinho atrasada.
Queria agradecer ao usuário ~Little_BatBear que já é o terceiro que favorita a fic. Sei o q devem estar pensando "Sério? Essa doida vai agradecer a todo mundo q favoritar a fic?" A resposta é sim e dane-se! As notas do autor são do autor e n reclama não!
Se desde o começo vcs n estavam pensando isso e ainda estam lendo, boa leitura! <3
(ô mina estressada!)

Capítulo 8 - "Você Não Está me Contando Algo"


Amanheci no outro dia com uma pulga atrás da orelha. Passamos a noite toda na sala, dormindo em sacos de dormir, perto uns dos outros.

         Só entrei no meu quarto para me trocar e tomar café, porque infelizmente, o ônibus havia chegado mais cedo.

         Durante o trajeto, estava muito distraído. Tentando saber o que mais encontraria naquele livro.

         As aulas?

         Não faço ideia de porcaria nenhuma que estavam dizendo.

         O almoço?

         Silêncio profundo.

         Até que de repente, Hanny abriu uma lata de refrigerante e me lembrei da noite da explosão.

         Até aquele dia, nunca parei para pensar que várias coisas estranhas estavam acontecendo comigo.

         Um: Hanny começa um explosão sem mais nem menos no quatro de Rosa.

         Dois: Draxia esgana mentalmente o Prof.º Marte.

         Três: Descubro sobre uma assassina solta na cidade.

         Quatro: Conheço uma professora muito esquisita.

         Cinco: Um bibliotecário maluco me expulsa da biblioteca.

         Seis: Uma mendiga me envia um livro.

         Sete: Esse livro é de neon.

         Que raio tá acontecendo na minha vida, meu Deus?!

         -Tudo bem, Hermes? Parece preocupado – comentou Hanny.

         -Estou pensando em como minha vida está um caos – respondi.

         -Sobre o que você acha que é o livro? – perguntou Rosa, de repente.

         -Sei lá, mas tem a ver com essa cidade esquisita.

         -Como assim esquisita?

         -Ora, Rosa, faça-me um favor! Sabe muito bem que Hanny explodiu alguma coisa no quarto e não foi uma experiência química! – explodi, por sorte ninguém estava prestando atenção.

         -Hermes, já disse que foi uma experiência química! – respondeu Rosa, irritada.

         -Hanny, me diga a verdade. O que aconteceu naquela noite? – perguntei.

         Não aguentava mais.

         Eu sabia que elas não estavam me contando algo.

         E eu precisava saber. Afinal, não eram minhas amigas?

         -Hermes, o que aconteceu naquela noite foi um acidente. Mas, está dando importância demais a isso – respondeu Hanny, com cara de quem está escondendo algo.

         -Por que não me diz a verdade?

         -Essa é a verdade! Hermes, precisa entender que é para seu próprio bem.

         -Mas... então o que aconteceu realmente? Sei que está mentido. Está estampado na sua cara! Por que não posso saber?

         -Porque você não é confiável! – explodiu Hanny, atraindo plateia.

         Aquilo doeu.

         Aquilo doeu mais que mil facadas.

         Até o nerd mais saco de pancadas do mundo poderia ter saído mais ileso que eu.

         Queria sair dali.

         -CHEGA! – explodi na frente de todos – Cansei!

         Saí da cadeira com minha bolsa de livros, sem terminar meu almoço. Não liguei se ficaram comentando. Mas, no fundo podia ouvir Hanny chamando meu nome, desesperada.

         -Hermes! Hermes! Volte!

        

         Estava sentado no estacionamento.

         Me recusava a voltar para lá e encarar Hanny, de novo.

         Mas seria difícil evita-la já que morávamos na mesma casa e com quartos em frente ao outro.

         -Chateado? – perguntou uma voz que eu conhecia bem.

         Draxia se sentou ao meu lado no estacionamento.

Estávamos sozinhos.

         -Um pouco – respondi, ainda cabisbaixo.

         -Que houve?

         -Hanny ainda não me quer falar o que aconteceu naquela noite da explosão.

         -A que você me falou no ônibus?

         -Sim – suspirei.

         Era legal falar com ela.

         -Você não gosta de coisas estranhas? – perguntou Draxia, em tom de brincadeira.

         -Na verdade, não. Só gosto quando tem uma explicação lógica e plausível – expliquei – Não sabe o quando fico estressado vendo o Scooby-Doo Mistérios S. A.

         Draxia então começou a rir sem parar.

         Ou eu devia ser mesmo um retardado ou devia fascinar ela.

         -Ok, Sr. Preciso De Uma Explicação Lógica – disse Draxia, brincando.

         Abri meio sorriso.

         Mas Draxia logo ficou séria quando viu o Prof.º Marte passar por nós, cheio de papéis.

         -É melhor voltarem para o refeitório, senão descontarei pontos de vocês dois – disse o Prof.º Marte, saindo do estacionamento.

         Draxia começou a olhar frio para o professor e seus olhos começaram a ficar cinza. O Prof.º Marte parou no meio do caminho começando a perder a cor.

         -Draxia! – chamei ela.  

         Sua concentração parou e o professor continuou seu caminho.

         Isso me lembrou de quando aconteceu a mesma coisa na aula de Aritmética e Draxia ficou do mesmo jeito.

         -Por que me interrompeu? – perguntou Draxia, irritada.

         -Para você esganá-lo como daquela vez? – retruquei.

         -Do que está falando?

         -Sabe muito bem do que estou falando, Draxia! Eu vi naquela aula você esganando o Prof.º Marte.

         -Eu estava parada. E até onde eu sei, Ranger – (Quando começam a me chamar pelo sobrenome é coisa é séria) – se eu estivesse esganando o professor, eu estaria presa por tentativa de assassinato e agressão a autoridade.

         -Você esganou ele com telecinese. Tipo um jedi.

         -Um o quê?!

         -Jedi.

         -Que droga é isso?

         Ok.

         Essa doeu.

         Mas continua coração!

         -Não importa! – tentei mudar de assunto, um pouco machucado por ela não saber o que é Star Wars – Você está sendo que nem a Hanny.

         -Não me compare aquela Para-Raios (referência)! – esbravejou Draxia – Já não basta minha mãe querer que eu a supere em ma...

         - “Ma...” o quê?

         Ela quase deixou escapulir.

         Percebendo seu erro, Draxia saiu correndo para dentro, me deixando plantado no estacionamento.

         Para piorar, começou a chover em mim.

         FALA SÉRIO, VIDA! ATÉ TU QUER ME F****?

 

         Ao chegar em casa, corri direto para meu quarto, percebendo as porcarias que fiz hoje. (Para não dizer outra coisa)

         No travesseiro, comecei a chorar em silêncio.

         E para você, que vai me chamar de boiola, sabia que em Cavaleiros do Zodíaco, os caras choram mais que personagens de anime shoujo!

E o pessoal nunca reclamou disso!

         Mas, enfim...

         Era incrível como pude fazer um monte de m**** num dia só.

        

         Desculpe o palavreado! :-(


Notas Finais


Eu to meio revoltada assim mesmo, pq é segunda feira. Então se vc se ofender, saiba que tanto eu quanto o Hermes estamos revoltados por boas razões!
Só faltam seis dias para minhas férias e o pessoal na escola tá me irritando pra caramba! N sei se to na bad ou na rav (raiva)!
:´-(


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