História O garoto que controlava mentes - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Ficção, Poderes
Exibições 13
Palavras 2.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


3º capítulo de O garoto que controlava mentes. Este capítulo pode conter ''easter eggs''. Este capítulo foi baseado em um comentário.

Capítulo 3 - Existem mais pessoas como eu


Fanfic / Fanfiction O garoto que controlava mentes - Capítulo 3 - Existem mais pessoas como eu

~3º dia com a namorada, quarta-feira, 03:00 da manhã, mansão de Anne~

Eu acordei com a cabeça meio zonza, com o corpo todo mole que nem gelatina, quase não tinha forças para me levantar da cama, fui andando até a cozinha, pois eu estava sentindo um cheiro muito bom. Quando entrei na cozinha vi Anne usando um avental, que cobria os seus belos seios. (ela estava sem roupas, apenas usando o avental)

Anne: Bom dia dorminhoco. Finalmente acordou. (falava enquanto me dava um beijo na bochecha esquerda)
             (???): Oque aconteceu? E quanto tempo eu dormi? (pergunto enquanto sento em uma cadeira para relaxar)
             Anne: Ontem nos fizemos o ''oba-oba'', você acabou adormecendo por 20 horas. Agora estou fazendo o café da manhã.
             Anne: Ovos com bacon.
             (???): Huumm, parece delicioso.
             Anne: Ah, antes de comer, por favor vista suas roupas e tome um banho. Higiene vem em primeiro lugar.

Olhei para baixo e percebi que estava completamente nu. Fui para o quarto de Anne e peguei minhas roupas que estavam jogadas no chão, depois fui para o banheiro, liguei o chuveiro. A água estava morna. Depois peguei a toalha e me sequei, vesti as minhas roupas e fui para cozinha. Eu e Anne tomamos o café da manhã, ela colocou a farda da escola e fomos para lá.

Quando chegamos, os portões da escola estavam fechados.

Anne: Que droga, porque ainda não abriram?
             (???): Porque ainda são 04:00 horas da manhã.
             Anne: Então teremos que esperar 01:30 para abrirem a escola.

*01:30 depois*

Vimos o diretor e os professores chegando perto dos portões, o diretor abre os portões da escola e entramos. Já que a classe não tinha ninguém ainda, nós começamos a nos beijar. Fazer oque né. Depois 1 aluno chegou e nos paramos com os beijos. Depois mais alunos foram chegando. Demorou quase 01:50 para que todos os alunos chegassem. Quando a classe estava cheia, a professora entrou na classe e  começou a explicar assunto novo de ciências.

Eu estava quase adormecendo, esqueci de tomar café para manter as energias, a professora olhou para mim e me chamou:

Professora: (???)! Me responda: Como surgem os bebês?
              (???): (resposta) (Autor: Não irei colocar a resposta, é um assunto muito complicado)
              Professora: Está correto... Alunos! Fiquem aqui, não façam barulho, vou sair um instante e já volto.

A professora saiu da classe e os alunos começam a fazer barulho. Mas antes de alguém perde a audição a professora voltou e com um olhar furioso. Todos se calaram e ficaram com uma aurora em cima da cabeça, se comportaram que nem anjinhos. 2 minutos de puro silêncio depois, a professora volta e me chama.

Saiu da carteira e a acompanho, nos fomos até a enfermaria, ao entrarmos vejo a enfermeira. Que por algum motivo ela era muito bonita, tinha peitos e bunda muito grandes, cabelos longos e marrons, olhos castanhos. Ela me manda sentar na cama e diz a professora que ela pode voltar e dar aula. A professora sai.

A enfermeira me encara por 3 segundos começa a me investigar, ela me faz uma pergunta:

Enfermeira: Soube do que aconteceu.
             (???): Que? Soube do que?
             Enfermeira: Você resolveu um cálculo impossível e disse como os bebês nascem, a professora ia explicar como eles surgiam mas, você sabia a resposta.
             (???): E oque tem de errado?
             Enfermeira: A sua inteligência.
             (???): Que? Porque?
             Enfermeira: O seu QI é muito maior que de outros alunos. Muito maior mesmo.
              (???): Mas isso não é normal? Qual é o nível do meu QI?
             Enfermeira: Não, não é normal. O seu nível do QI pode ser maior que a de um grande gênio: Albert Einstein. (Autor: Acho que é assim que se escreve)
             (???): Ele era um dos maiores gênios que já existiu. Pena que ele morreu.
             Enfermeira: Pena mesmo. Vou fazer perguntas para você e você deve responde-las rapidamente.
             (???): Certo...
             Enfermeira: 12 x 38
             (???): 456.
             Enfermeira: 18 x 9 (dividido por) 18
             (???): 9
             Enfermeira: 88 (dividido por) 4 + 32 x 152
             (???): 8208
             Enfermeira: Quem descobriu o Brasil?
           (???): Pedro Álvares Cabral, mas não foi o primeiro português a pisar em solo brasileiro. Na verdade, quem fez isso foi Duarte Pacheco Pereira.
             Enfermeira: Quanto é 1000 - 7?
             (???): 993
             Enfermeira: Quem inventou a lâmpada?
             (???): Thomas Edison.
             Enfermeira: Quanto é 1000 x 43 (dividido por) 50 - 860 + 0?
             (???): 0...

A enfermeira olha para mim um pouco, ela pega a calculadora e começa a digitar. Os seus olhos ficaram arregalados, suas mãos começaram a tremer, ela olha para mim e diz gaguejando:

Enfermeira: E-está... Correto. Isso... Não é possível. Pode voltar para a sua classe... Eu vou resolver isso depois.

Eu me levanto da cama e saiu da enfermaria, entrei na classe e vejo a professora me encarando com medo nos olhos. Sento na minha carteira e ela continuava me olhando daquele jeito. Ela para de me encarar e continua com assunto que estava explicando. Anne faz uma pergunta para mim:

Anne: Oque aconteceu?
             (???): Fui para a enfermaria.
             Anne: Você se machucou?
             (???): Não. Apenas me chamaram para eu responder perguntas facílimas. (Facílima: Modo de dizer que é mais fácil que o normal)
             Anne: Quais foram as perguntas?
             (???): Uma ela me perguntou quem foi que descobriu o Brasil, a outra foi quem inventou a lâmpada e o resto foi continhas.
             Anne: Qual foi a pergunta mais difícil que você respondeu?
             (???): Todas eram fáceis demais.
             Anne: Tem certeza? Nos ainda não estudamos quem descobriu o Brasil.
             (???): Hum... Ela também falou que o meu QI é muito alto. Tão alto, que é maior que a do Albert Einstein.
             Anne: Nossa... Parece que você vai ser um daqueles cientistas loucos.
             (???): Não exagera.

Em algum momento em que eu e Anne conversávamos, vi um homem branco, meio gordinho, usava óculos preto(óculos para ver de longe), um terno preto e era careca, carregava uma maleta preta na sua mão direita. Ele deu bom dia aos alunos e foi conversar baixinho com a professora. Alguns alunos começaram a falar ''pelos cotovelos'' sobre oque eles estavam falando, ninguém entendia sobre oque eles estavam falando.

Eu apenas olhei para a boca do homem e da professora, eu conseguia entender cada palavrinha que eles diziam só pelos movimentos dos lábios, era tipo assim:

Homem: Você conhece um aluno chamado: (???)?
             Professora: Sim conheço, ele fica bem aqui nesta classe... Não me diga que...
             Homem: Isso mesmo. Vim busca-lo.
             Professora: Está bem. Vou chama-lo.

A professora se virá e me faz um sinal de ''venha aqui por favor'', eu saiu de minha carteira e vou para perto dela.

Professora: Então (???). Este é o...
            (???): Cientista Azenildo. Sei o seu nome olhando para o seu crachá. Também percebi a roupa de cientista que guarda na sua maleta, dá pra ver um pouquinho dela fora da maleta. 
             Azenildo: Apenas me siga, por favor.

Eu segui ele, nos saímos da escola e vi um grande carro preto, parecia uma limousine. Entramos no carro e ele começou a dirigir. Fomos para longe da escola. Comecei a sentir saudades de Anne, já estava me afetando. O Azenildo olhou para mim por um tempo e fala:

Azenildo: Me desculpe por isso garoto.
             (???): ?

Ele pega um spray que coloca as pessoas para dormir e solta aquilo em mim, começo a ficar com sono, fecho os olhos. Quando eu acordo, percebo que meu cérebro estava sendo examinado por vários cientistas e médicos profissionais. (o cérebro ainda estava na cabeça, os cientistas e médicos viam ele por uma televisão que estava ligada a mim por um fio)

Tento me mexer mas não consigo. Então o Azenildo que tinha jogado spray adormecedor de elefante na minha cara, vem até mim com um sorriso na cara.

Azenildo: Aposto que está com medo.
             (???): Não, tô de boa.
             Azenildo: Sabe porque não consegue se mexer?
             (???): Vocês ejetaram alguma coisa em mim que faz o meu cérebro desativar algumas partes do meu corpo, grande coisa, além disso meu cérebro já está recuperando algumas partes do meu corpo. E também não precisava jogar aquele spray de elefante na minha cara.
             Azenildo: Era preciso, para você não saber onde nos estamos.
             (???): Cara... Estamos no deserto do Saara, a vários metros a baixo do chão em uma base secreta!
             Azenildo: Como você sa... UNGH! *tampa a boca com a mão*
          (???): Simples, eu apenas controlei algumas células do meu corpo para que o spray não fizesse efeito em mim. E então fingi que dormi, de vez em quando eu abria o olho ou ouvia ou outra coisa para descobrir a minha localização.
             Azenildo: Impressionante...
            (???): To zoando! Leva um tempo para eu controlar cada célula do meu corpo, por isso eu apenas não respirei e fechei os olhos. Dãã!
             Azenildo: Oh... Claro... Porque não respirar para o spray não fazer efeito em você. Humpf!
             (???): E então? Vai estudar o meu cérebro ou não? Ouvi você conversando com os seu ''amigos''.
             Azenildo: Que garoto chato!

Azenildo pega o seu spray e coloca na minha cara, adormeço.

Azenildo: Finalmente! *Vira*
             (???): Sabe que eu só estou fingindo né?
             Azenildo: AH FILHO DA...
             (???): OLHA A BOCA!!
             Azenildo: Desculpe... *torce*... Nós vamos estudar o seu cérebro, para entender melhor de onde vem toda essa sua inteligência.
             (???): Ok.
             Azenildo: Mas... Antes disso. Vamos ver como você reage a alguém que é igual você... Não no sentindo literal... Apenas passe por aquela porta.

Ele aponta para uma porta rosa, me levanto e chego perto dela e a abro. Quando eu abri, percebi que era apenas um quarto totalmente branco com uma cama. Eu olho ao redor do quarto e não encontro mais nada. Me viro e pergunto ao Azenildo:

(???): Eerr... Meu quarto?
             Azenildo: Não... mas O DELA.
             (???): Mas eu não estou vendo...

Ouço um barulho vindo de baixo da cama, me agacho e percebo que tinha alguém se escondendo lá. Era uma garota, ela tinha cabelos curtos e cor-de-rosa, olhos amarelos quase marrons, e era um pouco menor que eu, usava roupas -cor-de-rosa também. Ela apenas ficava olhando para mim, com aquele olhar de curiosidade, que pareciam dizer: ''Eu sei quem é você''.

Continuei olhando para ela, e então ouço uma voz na minha cabeça:

???: Eu sei quem é você.
             (???): ?
             ???: Deve está se perguntando: De onde vem essa bela voz?
             (???): Aaahhh..... Agora entendi. Você pode...
             ???(interrompe): Ler mentes. 
             (???): Não apenas ler, mas também se comunicar na mente dos outros.
             ???: Prazer em conhece-lo (???). Meu nome é Betty.
             (???): Muito prazer, oque está fazendo em baixo da cama?
             Betty: Tenho medo daquele homem.
             (???)(pensamentos): Oque ele faz com você?
             Betty: Ele me obriga a fazer experimentos e testes por causa desse meu dom.
             (???)(pensamentos): Não se preocupe, vou tirar a gente daqui.
             Betty: Você pode mesmo fazer isso?
             (???)(pensamentos): Com o meu QI alto, temos no mínimo 30% de chance de escapar daqui, mas como não conheço o lugar...
             Betty: Eu conheço algumas partes desse lugar.
             Azenildo: E então? Gostou dela?
             (???): Como?
             Azenildo: Agora você é colega de quarto dela. Fui.
             (???): Não espera!

*Fecha a porta*

(???): Droga! Ele trancou a porta! Tire-nos daqui seu...
             Azenildo: Seu oque? Relaxa. Você não ira morrer de fome ou outra coisa. Temos horários para comer e ir ao banheiro.
             (???): Apenas tire-nos daqui droga!
             Azenildo: Hum... Deixa eu pensar... Não! Hahahaha! *torce*! Ai... Num devia ter rido alto...

Então Azenildo sai de perto da porta, eu e Betty ficamos naquele quarto totalmente branco. Ela sai de baixo da cama e se deita nela, ela começa a chorar por um tempo. Tento acalma-la alisando os seus curtos cabelos cor-de-rosa.

(???): Calma. Eu vou tirar a gente daqui. Eu prometo.
             Betty: V-você promete mesmo? *snif*
             (???): Sim. Com o dedo mindinho.

Betty coloca o seu dedo mindinho no meu e começamos a cantar a música da promessa, que era curta demais para ser uma música: ''Você fez a promessa, quem não prometer ira engolir 1.000 agulhas''!

Continua...
                                        


                                                                                                                            


                
                                           
                   
                                                           
                                                   

           
                    

 


Notas Finais


3º capítulo de O garoto que controlava mentes. Obrigado por lerem. Este capítulo foi baseado em um comentário, muito obrigado. Easter eggs: 1. Encontrem-no se quiserem.


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