História O garoto que controlava mentes - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Ficção, Poderes
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Palavras 2.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


4º capítulo de O garoto que controlava mentes.
Este capítulo pode conter ''easter eggs''.
Este capítulo foi baseado em um sonho. '-'

Capítulo 4 - Hospício para crianças com habilidades


~Quinta-feira, 1º dia no ''hospício'', quarto da Betty, hora ??:??~

Depois de ter feito um juramento com a Betty, nós fomos dormir, na mesma cama. Não que você pensasse  algo meio ''mente poluída'' ou ''é só pega ela enquanto dorme'', ela tinha apenas 9 anos, não queria invadir o seu espaço e fiquei bem na pontinha da cama. Ela quase não parava de se mexer na cama, assim fazendo eu me aproximar mais ainda do chão. Cai de nariz no chão, olhei para ela e percebi que ela tinha um sono pesado, do tipo: ''Terremoto! Acorda! Já era...'' Não acorda nem com o fim do mundo.

Usei o meu casaco como travesseiro e dormi mesmo no chão, porque o chão tava geladinho e gosto de coisas geladas. É... Apaguei a luz (sim, tinha luz lá no quarto) e dormimos. Passou-se cerca de 50 minutos e vi duas sombras na brecha de baixo da porta, alguém bate nela:

???: Almoço!

Era apenas um cientista junto com dois soldados usando uma roupa especial, preto com azul e armas de choque. Ele disse pra gente sair de lá e ir pro refeitório. Me levantei e cutuquei Betty 13 vezes chamando pelo seu nome. Olhei para o cientista com cara de: ''Acho que ela morreu". O cientista colocou a sua mão na testa como se quisesse dizer: ''Odeio meu trabalho''.  Ele apenas chegou perto dela e cutucou o pescoço dela com os dois dedos.

Ela deu um pulo da cama e foi para ''os meus braços''. Ela se segura forte em mim. Não sei muito bem o que o cientista fez mas, era até que uma técnica boa pra acordar alguém com sono pesado. Então nos seguimos o cientista, no final do corredor tinha duas portas, cada uma com uma janelinha. Ele abriu a porta da esquerda.

Quando nos passamos por lá, eu apenas via caos, era um monte de crianças e adolescentes com ''super poderes'', umas tinha habilidade do voo, outras da força, outras dos elementos, vocês me entenderam. Elas estavam jogando comida e talheres para todo lado, como guerra de comida normal... Só que com poderes... Ou habilidades...

Cientista: Lá no final desse refeitório tem umas belas moças servindo comida, é só chega perto delas com os seus pratos que elas colocam a sua refeição. Entendido?
             (???)/Betty: Sim senhor.
             Cientista: Certo, apenas não façam como esses... Mal comportados, não gosto de limpar a merda que eles fazem.
             (???): Cuidado com a língua, tem uma garotinha aqui.
             Cientista: Ah, e não me de ordens, nem me atrapalhe ou me irrite se não... Vou lhe mandar para o quarto 44.
             Betty: Na quarto 44 não!
             Cientista: Ou até mesmo no quarto 13.

Ele faz um olhar psicopata ao falar do quarto 13. Betty se escondeu atrás de mim com medo das palavras do cientista. Ele apenas se vira e vai embora. Segurei a mão de Betty e fomos caminhando até as ''moças'' que estavam servindo comida. Ao chegar pego um prato para mim e um para Betty. Me deram um sanduíche vegetariano e Betty um sanduíche de carne.

Fomos sentar em uma mesa. Mas quando eu sentei Betty não queria sentar. Perguntei qual era problema:

(???): Que foi?
             Betty: Você... Está sentado...
             (???): Sim eu estou mas, qual é o problema?
             Betty: Está sentado no lugar errado.

Olho em volta e percebo que todo mundo para de jogar comida e barulho, me olhando com medo nos olhos. Eu não entendi nada, então... Sinto uma mão quente, saindo fumaça, estava segurando a minha cabeça com força. Ouvi a voz feroz e assustadora do indivíduo:

???: Saia do meu lugar... Seu verme!

Engoli seco, olhei para trás e vejo um garoto um pouco maior que eu, de cabelos marrons bagunçados, olhos cor vinho escuro que estavam quase brilhando. Seu corpo saia fumaça com umas chamas, mas pequenas. Ele começou a me erguer lentamente apenas com uma mão, ele apontou a sua mão esquerda em mim, uma chama saiu dela.

???: Você vai virar churrasquinho!
           
  Betty: NÃO! POR FAVOR! ELE É NOVO AQUI! A CULPA É MINHA POR NÃO TER ORIENTADO ELE!

Ele olha com raiva para Betty, a chama de sua mão apagou e ele me largou no chão, ele olha para trás e fala com uma voz assustadora:

???: Na próxima, eu não terei piedade...

Chamas começaram a girar em volta dele e ele some, apenas deixando fumaça negra e o chão queimado. Olho para Betty e pergunto:

(???): Quem é aquele cara?
          Betty: Ninguém sabe o real nome dele. Apenas chamamos ele de: Garoto das chamas ou até mesmo de Inferno. Qualquer nome relacionado a chamas.
            Betty: Ele sempre foi desconhecido e também temido, tem problemas de raiva e jura no que diz. Se mandassem ele matar alguém... Ele mata sem dó e sem piedade.
              (???): Não vou chegar perto dele, nem 10 metros.
              (???)(pensamentos): Preciso conhecer aquele cara!
              Betty: OQUE VOCÊ PENSOU?!
              (???): Estava lendo a minha mente?!
              Betty: ... Me desculpe... Precisa retirar as imagens da minha cabeça.
              (???): Que imagens?
            Betty: As imagens da cabeça do Inferno, eu estava lendo a mente dele quando ele te segurou. Eu via imagens de pessoas mortas, trituradas, cabeças rolando... O próprio inferno... (ela começa a chorar)                   
              (???): Calma... Não pense mais nisso... Venha, não é preciso se preocupar com isso.

Eu a abraço para que ela não pensasse mais naquilo. Me levantei e fui sentar em outra mesa. Ela era vegetariana, troquei o meu sanduíche com o dela. Olhei em volta e percebi que ainda tinha pessoas me encarando. Depois elas começaram a falar baixinho. Li os lábios delas, percebi que estavam falando que eu fui o único a sobreviver do Inferno sem ser espancado quase até a morte:

???1: Vocês viram oque eu vi?!
             ???2: Isso só pode ser uma ilusão sua. Pare já com isso! 
             ???3: Tá maluco?! Eu não faço mais isso!
             ???1: Quem é aquele cara?
             ???3: Falamos com ele?
             ???2: Não...
             ???3: Ah qual é? Ele deve ter feito alguma coisa lá para que o Inferno não batesse nele.
             ???4: Certo! Eu falo com ele.
             ???1-3: ..............
             ???4: Que foi?
             ???2: Nada... *torce*... É porque você é... Digamos assim...
             ???4: Mulher?! *Humpf*! Seus machistas de merda! Eu vou lá falar com ele. Filhos da pu... 

(Quem diria que eu podia transformar uma conversa silenciosa em uma conversa não tão silenciosa) Então a mulher foi até a minha mesa, ela tinha cabelos longos cor preto em cima e roxo em baixo, seus olhos eram roxo clarinho, usava uma roupa especial, cinza,preto e roxo. (imaginem uma roupa de espiã que ficará mais fácil).

Ela se senta e fica me encarando com cara de vergonha e medo nos olhos. Olho ela por 6 segundos e nenhuma voz saia de nossas bocas. Então eu falo primeiro:

(???): Oi. Precisa de alguma coisa?
             ???: .........
             (???): Você parece...
             ???: OI! Meu nome é...
             (???): ...... Seu nome é....
             ???: ..............
             (???): Você está bem?
             Betty: Ela está com medo e vergonha de falar com você porque te acha um ''gato''
             (???): Nossa... 
             (???): Então.... Deixa eu apenas me virar. *vira*
             ???: ???
             (???): Agora me diga o seu nome.
             ???: Meu... Meu nome é.... Lisa.
             (???): Belo nome... Oque veio fazer aqui?
             Lisa: Bom eu.... Eeerrrr...
             (???): Veio falar comigo só porque sobrevivi ao Inferno?
             Lisa: Como você...
             (???): Enquanto conversava com os ''machistas'', eu li os lábios de vocês.
             Lisa: Nossa...
             (???): Meu nome é (???). Prazer em conhece-la. (estendo a mão para ela, como um aperto de mão)
             Lisa: Prazer... *aperta a minha mão*
             Betty: Vocês estão namorando?
             (???): QUE?!
             Lisa: ?
             (???): Eeeerrr... Desculpe, apenas foi essa... Pirralha que falou comigo... Com a mente.
             Lisa: Ela lê mentes?
             Betty: Isso mesmo, deu para perceber que você gosta de...

Rapidamente tapo a boca de Betty com a minha mão antes que ela terminasse o resto da palavra. Fiz um sinal com a mão para que ela não falasse sobre esse assunto enquanto ela estivesse por perto.

(???): Eeeerrr... Nós precisamos ir.
             Lisa: Já? Acabamos de nos conhecer.
             (???): É porque... Betty está com muito sono.
             Betty: Mas eu acabei de acor...

Olho para Betty e ela da a língua para mim, coisa de criança. Então um alarme toca, todos se levantam e saem do refeitório. O cientista veio até mim dizendo que estava na hora de me limpar, ou seja, hora do banho. Tive que separar de Betty porque os banheiros masculino e feminino são separados. Só para evitar ''punheteiros''.

Ao chegar no banheiro, era como um banheiro normal, muito macho, muitos corpos fortes e muitas varas para cima. (esqueçam a última parte)

Fui para o chuveiro e comecei a me molhar, tava relaxante até ouvir alguém gritando:

???: SEEENTIDO!

Todos desligaram os seus chuveiros e fizeram a posição que um soldado ficaria, vi Inferno andando até o seu chuveiro, quando ele ligou o chuveiro, chamas começaram a sair... Porque não né? Todos voltaram a tomar o seu banho, eu percebi que o chuveiro do Inferno era ao lado do meu, ou seja, fazia um calor monstruoso lá. Mesmo com água fria não conseguia esfriar aquele ''inferno''.

Desliguei o meu chuveiro e me sequei, amarrei uma toalha na minha cintura para que ninguém visse aquele... Negócio meu. No meio do caminho vi uma turminha reunida olhando para um buraco, ou melhor, cada um tira seu buraco na parede. Cheguei perto e perguntei o motivo de ficaram lá:

(???): Oque tão fazendo?
             ???: Deixa eu fazer um buraco aqui para você.

Ele fez um buraco na parede com seu dedo, dei uma espiada e percebi que dava para ver o banheiro feminino. Uma garota foi para um espelho e retirou a toalha que cobria o seu corpo. Ouvi um garoto da turminha falar:

???: Se preparam!

Olhei para eles e quase fiquei cego. Eles tiraram as suas toalhas e depois começaram a fazer ''5 contra 1''. Putz! Eram punheteiros mesmo. Sai de perto quase não enxergando nada e quase colocando a comida para fora do meu corpo. Sai do banheiro (com roupas) e fui caminhando até o meu quarto.

No caminho eu vi uma porta gigantesca e feita de um material super resistente. Coloquei o ouvido nela e ouvi gritos, muitos gritos. Dava até calafrios na espinha. Um soldado apareceu e disse para eu voltar para o meu quarto e não ficar perto daquela porta. Nunca. Eu estranhei. Apenas fui para o meu quarto.

Quando entrei nele Betty já estava dormindo na cama, ela estava em uma posição estranha. Não liguei muito, dormi no chão e fiz o meu casaco de travesseiro. Peguei no sono.

Momento Sonho:

Eu estava no corredor da minha escola, fui andando até encontrar a minha classe, ao chegar vi Anne. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Anne falou para mim chorando:

Anne: Pensava que não ia voltar nunca mais!
             (???): Nunca irei te deixar!

Anne ficou deitada no chão e eu em cima dela, começamos a tirar as nossas roupas. Ela abriu a boca e começou a chupar o meu pênis. Gozei no seu rosto e dentro da boca. Ela começou a virar fumaça, se transformou na Lisa. Sai de cima dela, mas ela me agarrou e me derrubou no chão, correntes surgiram e fortemente seguraram as minhas mãos e pernas. Lentamente Lisa se aproximava de mim, ela chegou perto do meu pênis e começou a fazer carinho nele com os seus seios.

Novamente gozei, seus seios e rosto ficaram completamente melados. Ela virou fumaça, e se transformou na Betty. Tentei me livrar das correntes mas, mais correntes surgiram e me seguraram com mais força, Betty se sentou em cima de meu pênis começou a se rebolar nele. Eu não podia gozar outra vez, só conseguiria aguenta gozar duas vezes, uma terceira seria muito difícil de resistir.

Então fiz de novo. A vagina dela estava completamente gozada. Comecei a e tremer, não estava aguentando tanta pressão. Então ela virou fumaça e se transformou em outra garota. Ela parecia ter 19 ou 21 anos, tinha cabelos longos cor azul escuríssimos e olhos da mesma cor. Ela se aproximo de mim, o seu rosto ficou perto do meu, e então ela disse:

???: Acorde... Ou ira morrer!

Acordando para a vida real:

Acordei totalmente assustado, respirava forte e coração batia rápido demais. Olhei um pouco em volta e percebi que foi apenas um sonho. Relaxei e suspirei aliviado. Senti algo quente e pesado em mim, olhei e percebi que Betty tinha caído da cama e caiu bem em cima de mim.

Não podia acorda ela, então a única coisa que fiz foi alisar os seus cabelos rosados. Ela deu um sorriso e se abraçou fortemente em mim. Depois comecei a pensar:

(???)1: Será que foi realmente um sonho?

*Parte extra, ou seja, não tem nada relacionado com a história é apenas uma cena extra*

Peguei o meu telefone que estava no meu bolso e coloquei os fones de ouvido nele:

''Não tenho medo do escuro, mas deixe as luzes acessas agora!
              ''Oque foi escondido é oque se escondeu e oque foi prometido ninguém prometeu!
               "Nem foi tempo perdido! Somos tão jovens.
               " Tão jovens.
               "Tão jovens!

Continua...            

     

 

     

                                          

 

                                                     


Notas Finais


4º capítulo de O garoto que controlava mentes.
Easter eggs: 1.
Dica: Faz parte de uma música antiga.
Espero que tenham gostado.


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