História O garoto que não queria mais viver — Jikook - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Depressão Sexo Traição
Visualizações 125
Palavras 769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora...eu não sabia o que escrever...mas...aqui está, eu espero que gostem!

Capítulo 3 - Chapter III: centro de recuperação


Fanfic / Fanfiction O garoto que não queria mais viver — Jikook - Capítulo 3 - Chapter III: centro de recuperação


       :pov jungkook:


Me tranquei no banheiro e me sentei no chão. Eu queria poder ser forte, eu queria poder me defender de tudo isso, mas eu não consigo! Por mais que eu resista, as lágrimas teimam a rolar pelo meu rosto, eu parecia uma criança, uma criança carente, que necessita de amor.

Me olhei no espelho, minha aparecia estava horrível, meu rosto estava cheio de marcas, meus olhos estavam inchados, ah como eu queria me vingar de todos os que me fizeram mal! Vi a minha mão sangrar, e percebi que tinha dado um soco no espelho, os cacos se espalharam pelo chão, me deitei entre eles e comecei a me cortar, aquilo parecia doer, mas...eu já não sentia mais nada.

Quando estou prestes a adormecer, ouço passos, como se estivesse alguém se aproximando,  me levanto rapidamente e saio correndo do local. Coloquei meu casaco para cobrir os cortes, ninguém poderia me ver assim, entrei discretamente na sala, peguei minha mochila e saí. 

Eu não estava afim de ir para casa, percebi que estava perto de um beco e estava para chover, diminui os meus passos e me sentei colado ao muro. Logo senti a água cair sobre meu corpo, tentei me proteger com as mãos mas não deu certo (foto da capa) eu já estava enxarcado, meus olhos gotejavam como a chuva que caía sobre mim, será que alguém ainda se importa comigo?

Horas depois...

Abri meus olhos, vi tudo escuro, vi que já tinha anoitecido,me levantei do chão, peguei minha mochila e saí. 

Chegando na porta de casa, olhei pela janela, e vi a cena mais deprimente de todas: a minha família toda jantando e conversando, teve um momento que eles se abraçaram, aquilo me destruiu ainda mais, eu me senti um lixo, agora eu nem sei se quero entrar em casa, agora nem sei se repararam a minha ausência.

Esperei todos irem dormir, como eu tinha a chave reserva, destranquei a porta, girei a maçaneta lentamente e entrei a passos lentos.

Vi que todos estavam dormindo em colchonetes em volta da sala, estavam todos abraçados e dormindo tranquilamente, subi de fininho até o meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama:

Estou com frio, estou com medo, não estou mais resistindo, a toda essa dor que recebo.
Não aguento mais viver assim, será que alguém pode cuidar de mim?
 meus únicos amigos, são as sombras e este diário, este foi meu único presente de aniversário.
Sou um grão de areia, ninguém me ouve, ninguém me vê, até eu me assusto, com esse meu jeito de ser.

Eu ainda me pergunto, por quê? Por que isso está acontecendo? Por que eu tenho que sofrer tanto?

Será que eles não sabem, eu também existo, eu também preciso de amor!


Me sento na beirada da janela e fico observando a noite, a chuva voltou e ainda mais forte, fui até a cozinha, quando tento comer, não consigo, parecia que tinha algo na minha garganta, impedindo que a comida passasse, eu não conseguia comer nada, por mais que eu tentasse.

Voltei para o meu quarto e me sentei no chão ao lado da cama, tentei de todas as formas dormir, mas não consegui. Logo vi a luz do sol clarear todo o meu quarto, rapidamente fechei todas as janelas, eu não gosto muito de luz.

Entrei no banheiro, me despi e entrei no chuveiro, a água fazia os meus cortes arderem, como eu ainda estava ferido, quando entrei em contato com a água, piorou ainda mais, tomei um banho rápido, tive que vestir um suéter grande, pois as marcas estavam bem visíveis. 

Quando estou descendo as escadas, vejo um grupo de pessoas na porta conversando com os meus pais, olhei sem entender nada, o que será que aconteceu?

— olá garoto, você é jeon jungkook?

— sim! Por quê? 

— quando estávamos limpando a escola, vimos cacos de vidro no chão di banheiro masculino, e tinha alguns rastros de sangue! — quando ele disse aquilo, meu coração congelou, será que ele descobriu? 

— e...o que e-eu tenho haver c-com isso? — perguntei totalmente sem graça

— É que analisamos o sangue...e o teste diz que é o seu!

— isso é verdade jungkook? — perguntou a minha mãe,  não respondi, por que...eu não tinha o que falar, fiquei paralisado ali por um tempo, todos ficaram me encarando e isso me deixava ainda mais envergonhado:

— me desculpe jungkook, mas não temos outra opção! 

— o-o que vão fazer comigo? — Perguntei trêmulo, pois eu não fazia ideia de que iria causar tudo isso:

— depois do que aconteceu, só nos resta uma solução! — minha vida já era ruim, e agora...

— vamos levar você para um centro de recuperação! 




Notas Finais


E agora?
Perfil —> @Sexy-Cat


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