História O garoto que observava as estrelas - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Duran Duran
Personagens John Taylor, Nick Rhodes, Personagens Originais, Roger Taylor, Simon Le Bon
Tags Câncer, Comedia, Depressão, Drama, Mortes, Romance, Suícidio
Visualizações 34
Palavras 3.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction O garoto que observava as estrelas - Capítulo 2 - Capítulo 2

 "Por favor, transforme o meu tormento em claridade, lave a minha alma na água suja"

 

 

                                                                                                1

                                                                                           Como quebrar o coração de alguém.

 

O cheiro de Cookies tomava conta da cozinha, Nick deixou o livro de receitas da avó em cima da bancada e pegou as luvas de formato de morango da mãe, ele abriu o forno, o vapor flutua de dentro até o seu rosto. Estava no ponto certo.

Nick se lembrava de quando fazia cookies com a avó, ele amava a avó, ela era gordinha e tinha cabelos loiros e brancos nas pontas, houve uma certa fase em que Sylvia desejava abortar Nick, se não ela ia perder a tão sonhada carreira de modelo, lógico que Kate não deixou. Kate foi a primeira pessoa que ganhou o afeto e a confiança de Nick. Bem, agora ela estava morta.

De certa forma, fazer cookies lembrava os dias com a avó.

Nick puxou a assadeira do fundo do forno e o desligou, o cheiro era agradável. Nick sorriu ao lembrar do sorriso da avó depois de fazer cookies, mesmo que na primeira vez Nick tenha deixado alguns queimarem, mas Kate tinha paciência com o seu pequeno aprendiz. Lembrar de Kate foi sempre algo doloroso para ele, depois de todo esse tempo, ele nunca seguiu em frente.

Mas nem essa dor era capaz de apagar as lembranças felizes da avó. Era uma época aonde Nick achava que o mundo de certa forma era... bom.

Mas é claro que ele estava terrivelmente enganado.

Agora querido leitor, aconselho a ler outra coisa, algo mais agradável, uma história com um lindo final feliz aonde todos acabam em Paris. Aqui você não vai encontrar um final feliz, pelo menos não por enquanto. 

Quando Nick foi para a sala com a assadeira nas mãos, ele logo sentiu o cheiro da cerveja, dos cigarros baratos e aquele perfume de motel. Estava demorando demais para isso acontecer, Nick deixou a assadeira com os cookies caírem no chão, de repente as memorias infelizes com Kate apareceram em sua cabeça como um filme cruel, a morte de Andy, a descoberta da anemia, eram coisas demais.

Mas por enquanto lá estava o seu pai no chão da sala, beijando - ou devorando - uma mulher jovem e loira, ela era bem bronzeada e parecia saudável. Que tipo de piada cruel era aquela? Quando Nick desviou o olhar para a porta que levava até o segundo andar, lá estava a sua mãe, com aquelas olheiras fortes de dar medo, era tão magra que dava de ver e contar os ossos dos braços e corpo.

Claro, troque-a por uma mulher mais jovem e bela, seu pai ainda amaria se fosse jovem e saudável? 

- Vá para o seu quarto, eu limpo a bagunça.

Era sempre assim. Nick ia para o quarto. Sylvia limpava a bagunça dos dois. É a vida.

Quando chegou correndo no quarto, por um estante, ele ignorou a tempestade lá embaixo, fechou a porta e se encostou nela, e se sentou lentamente no chão, é pedir demais pelo menos um dia normal? Como uma dessas famílias perfeitas de Hollywood? Nick levantou o rosto e prendeu o olhar na janela, começou a olhar o céu estrelado, a única coisa que iluminava todo aquele quarto escuro. Ele gostava de imaginar que o teto do seu quarto era o céu.

Um quarto escuro, interessante, parecia até o seu coração agora.

Um coração escuro. Partido ao meio.

Antes de dormir, Nick pensou em uma coisa impossível:

- Encontrar a verdadeira felicidade.

 

 

                                                                                       2                

                                                                                                                    Como sobreviver?

   

 

Naquela noite, Nick sonhou com cookies e com Kate, era um sonho bom, quando começou a ficar melhor, o despertador fez o seu trabalho infernal, Nick desejava tomar várias pilulas da felicidade e ir dormir para sempre.

Ele não tomou café naquela manhã, na verdade ele sentia uma leve vontade de vomitar o almoço do dia anterior. Escovar os dentes foi tedioso, normalmente ele fingia estar escovando os dentes para nunca mais ter que pisar em um consultório de um dentista novamente. Arrumar a mochila foi a coisa mais tediante, a cada livro que guardava de alguma matéria diferente, ele imaginava o quão tedioso seria aquela aula.

E claro que Nick não podia esquecer da jaqueta de John, ele lavou aquela jaqueta, provavelmente era mesmo a sua jaqueta da sorte, e bom, até onde ele sabe, os jogadores de basquete da escola não costumam lavar a jaqueta da sorte.

Será que ele ia desconfiar se a jaqueta aparecesse limpa no seu armário no vestiário? Por incrível que pareça, Nick sabia a senha do armário de todo mundo do time de basquete, um dia ele ficou de detenção e teve que limpar o vestiário. Não foi uma boa experiência.

Após arrumar a mochila, Nick foi andando para a escola, tinha chovido muito naquela noite, a chuva deixou pequenas poças de lama pela rua, inundou jardins e atrapalhou planos do pessoal que saí pra se divertir de madrugada. As ruas estavam desertas, ele estava amando aquela solidão junto com o cheiro da terra molhada, os pinheiros da propriedade Hastings pareciam estar brilhando nessa manhã, as rachaduras no chão pareciam ter sido substituídas por piscinas para formigas. Pelo menos era na mente dele.

Aquela manhã estava tão calma, Nick podia jurar que o dia seria bom, mas ele sabe que a calmaria sempre vem antes da verdadeira tempestade, mas pela primeira vez ele tentaria ser otimista, e pesou: "Será um bom dia!" 

Pela primeira vez ele decidiu acreditar em uma ilusão. Seria sim um bom dia, um bom dia para morrer.

Era tanta animação que ele começou a saltitar no meio do caminho, segurava as duas alças da mochila e um belo sorriso no rosto, quando passou perto do asilo Montgomery para idosos, ele acenou para os idosos que estavam jogando dominó no jardim.

- Bom dia! - E foi embora sem dar tempo aos idosos de responder.

- Será que ele pensa que está em um filme da disney? - Perguntou uma senhora quase cega de um olho.

- Deixe o garoto April! Ele está de bom humor, não vejo um adolescente de bom humor a essa hora desde 1978.

- Cale a boca Lily, vamos perder o jogo.

- Com você roubando? Muito obrigada!

- Roubando? Estou verificando!

- Roubando!

- Verificando!

- Roubando!

- VERIFICANDO!

Nick não ouviu a discussão das duas, apenas seguiu o mesmo trajeto de sempre, as vezes pulava em uma poça de água e observava a água espirrar para todos os lados, menos para si mesmo, quando chegou na escola, de repente a alegria sumiu, e a cruel realidade tomou o seu lugar, quando entrou na escola percebeu que Simon estava encostado no seu armário junto com uma garota ruiva, de olhos verdes, uma saia meio curta e meias 5/8 listradas como uma abelha, os cabelos dela estavam arrumados em um rabo de cavalo, ambos sorriam de maneira amigável e ao mesmo tempo falsa.

- Nick! - Simon acenou para Nick, as pulseiras em seu pulso se agitaram e causaram um ruído irritante.

Nick sentiu uma leve vontade de comer cookies e vomitar em seguida.

- Oi, Simon. Oi garota estranha! - Acenou para os dois.

Simon deu espaço para Nick abrir o seu armário.

- Essa é a Eleanor, líder do clube de dança. - Disse Simon apontando o queixo.

- Oi! - A voz dela estava rouca. - Acho que as minhas aulas de canto com o Simon me deixaram rouca. Desculpe.

Quando Nick desviou o olhar, viu John sozinho encostado em seu armário, ele achou que fosse uma boa hora para devolver a sua jaqueta e dizer que a encontrou perdida nos achados e perdidos. Simon roubava algumas coisinhas dos achados e perdidos mas nunca ia admitir.

- Eu já volto. - Disse Nick.

E aquele nervosismo voltou, as borboletas no estômago também, ele queria dar meia volta e sair correndo, mas precisava devolver a jaqueta.

- Eh, oi!

John demorou um pouco para responder, antes observou Nick de cima a baixo de um jeito debochado, o que aquela coisa queria com ele? John queria que Nick fosse esperto e desse meia volta.

- Oi? 

- Então... Eu encontrei a sua jaqueta ontem nos fundos do laboratório, aqui está. - Ele se sentiu meio triste por ter que devolver aquela jaqueta, queria ficar mais um pouquinho com ela.

John percebeu que os seus amigos estavam observando aquilo, alguns riam de deboche, então ele ficou nervoso.

- Me desculpe por não dizer antes, é que eu...

- O que tá fazendo conversando com essa coisa, John? - Perguntou uma garota loira e com uma maquiagem muito exagerada no rosto.

- Na verdade... - Nick foi interrompido novamente, interrompido por um soco de John.

John não sabia o que fazer então pensou rápido, não queria ter a popularidade afetada por ser visto conversando com essa coisa. O impacto foi tão forte que Nick foi parar no chão, com a mão na bochecha vermelha e lágrimas no rosto.

Por que John? Sua popularidade é tão importante assim?

E como se nada tivesse acontecido, John foi embora rindo com os seus amigos.

 

                                                                              3

                                                                                            Vizinhos do inferno

 

Sylvia não aguentava mais aquilo, ela era obrigada a limpar a bagunça que o marido fazia com a amante, ela realmente está limpando a bagunça da amante? Ela não podia reclamar, ela usava o plano médico do marido para o tratamento da anemia, mas assim que estivesse totalmente curada, iria pedir o divorcia e iria embora com o filho para o mais longe possível.

Mas a cura agora era como uma fantasia distante, realmente a cura existia? Sylvia duvidava disso. Quando terminou de jogar todas as latas de cerveja fora, ela colocou a água para ferver.

- Maldita hora em que decidi ficar sozinha naquele hotel 4 estrelas! - Resmungou para si mesma. - Maldita hora em que fui ficar grávida! - Ao perceber o que disse, ela rapidamente tampou a própria boca com as duas mãos, ela amava sim o filho, mas era um fato que ele era indesejável para os dois. - Maldita boca aberta!

Sylvia ouviu alguém batendo na porta, resmungando quase todos os xingamentos existentes ela foi atender, quando abriu, ela se deparou com a pior vizinha de todas, Doroth Fields, uma mulher de 42 anos, cabelos loiros e cacheados, maquiagem leve, um vestido florido e um saltos azuis, e com aquele cigarro na mão, como sempre.

- Bom dia vizinha, posso parecer intrometida mas acho que vi o seu marido entrando com uma prostituta na sua casa.

- Tá vendo aquele lixo ali? - Perguntou Sylvia apontando para a lata de lixo na sua varanda. - Entra nele e espera o táxi pra te levar pra casa! - E fechou a porta bem na cara dela.

Sylvia realmente não estava de bom humor, quando a água finalmente ferveu, ela despejou em um balde e caminhou lentamente até a sala.

- BOM DIA! - E despejou a água no casal apaixonado.

 

                                                                              4

                                                                      Segundas intenções

 

 

O bom de perder os quatro primeiros tempos na enfermaria é que não tinha nenhum professor te olhando com cara feia ou alunos falando mal dos próprios "amigos", e que ele podia ficar vendo televisão, e assistir duas horas e meia de Orphan Black era a melhor coisa do mundo. A melhor coisa até John aparecer na enfermaria por causa de um pé machucado no treino de basquete.

Nick revirou os olhos e ignorou a sua presença e voltou a assistir TV, a sua bochecha continuava formigando, o inchaço já tinha melhorado um pouco, mas John conseguiu arrancar um dente dele, ótimo jeito de começar a manhã.

Simon o levou até a enfermaria.

Simon estava matando a aula de física para assistir o treino de basquete com os amigos do coral.

- Eu acho o Alex gatinho! - Disse Maddie. - Eu queria perder a minha virgindade com ele e...

- E se casar com ele e viveriam felizes para sempre. - Completou Simon com uma voz fina e irritante. - Vamos ter 10 filhos e nove cachorros. Ah, e um pato também, e vamos morar em um lindo castelo na Escócia, aonde ele vai me comer todos os dias até eu estar com a minha barriga tão inchada de porra que um dia vou explodir e sujar a Escócia inteira de esperma!

Maddie e os outros olharam de um jeito aterrorizado para ele, mas logo começaram a ter um ataque de risos.

- Na verdade eu ia dizer que não ia reclamar do mini-pau dele!

- E tu já viu safada? - Perguntou Alison.

- Digamos que os armários do vestiário são ótimos esconderijos! 

- Eu só não falo mais nada porque tu veio armada, eu vi ali na tua bolsa. - Disse Simon se referindo ao spray de pimenta na bolsa de Maddie.

- Vou tacar na tua cara! - Disse Maddie.

- Com quem vocês ficariam? - Perguntou Alison apontando para os jogadores com o queixo.

- Hahaha! Se nem eu me aguento imagine aguentar outra pessoa do meu lado! - Disse Maddie. - Mas se for pra transar me chama que eu vou.

- Eu não ia... - Simon foi interrompido por Roger, um jogador que foi expulso da partida por fazer várias faltas.

- Oi gente! - Disse Roger apoiando o seu braço no ombro de Simon.

- Ah, é você. Oi, tchau! - Disse Simon pegando a sua bolsa e se levantando junto com as colegas. - Vou ver o meu amigo na enfermaria se você me der licença.

- Calma Simon! Eu acabei de chegar. - Disse Roger agarrando os ombros de Simon. - E eu queria falar com você. - Então Roger lançou um olhar mortal para as duas garotas. - Sozinho.

- Cuidado viu, que eu to armada! - Disse Maddie tirando o spray de pimenta da bolsa. - Taco na tua cara safado!

Simon agarrou o braço suado de Roger e o afastou das duas, enquanto Roger continuava lançando aquele olhar mortal.

- O que você quer?! - Perguntou Simon com o tom de voz ríspido. - É só olhar na sua cara que eu lembro de toda a desgraça da minha vida!

- Eu só queria te convidar pro primeiro amistoso com a escola Winchfield, e eu queria, sei lá... - Ele sorriu sem graça e coçou a nuca. - Eu queria te convidar...

- Não. Tchau. - Quando Simon deu meia volta, Roger agarrou o seu braço e o pressionou contra a parede.

- Por favoor? 

- Por que não convida aquela loira burra? - Perguntou Simon apontando para Sheila, uma líder de torcida.

- Porque eu não quero? Eu quero convidar você, ela já vai por obrigação, eu acho, já que ela é uma líder de torcida! - Roger fez biquinho - Por favor Simon! Se você não for vai acabar deixando uma criança triste e deprimida!

- Problema dela! Eu odeio crianças!

Roger se preparou para se ajoelhar, mas para evitar uma cena, Simon agarrou os seus ombros.

- Não se atreva!

Mas Roger ignorou e ficou de joelhos, como se fosse pedir Simon em casamento. Simon sentiu as suas bochechas ficarem coradas e olhou para as colegas, Alison estava indiferente e Maddie torcia para Roger chupar Simon ali mesmo.

- Eu vou pensar no seu caso, agora caí fora!

- Obrigado Simon! - Então Roger agarrou as pernas de Simon e as beijou.

- Para! Para com isso! Tá parecendo um cachorro no cio! - Disse Simon dando tapinhas na sua cabeça

Roger o soltou e voltou a sentar na arquibancada como se nada tivesse acontecido. Algo dentro de Simon se sentiu traído, algo dentro dele mandava ele sair correndo, algo dentro dele não deixava ele esquecer do passado

 

                                                                                           5

                                                                                  O garoto e o novo problema 

 

Nick queria ter ficado na enfermaria até o fim do dia, John só passou 7 minutos lá e logo foi embora, ele achava que John não queria respirar o mesmo ar com a coisa. Mas Nick tinha que ir para o restante das aulas, depois do almoço a primeira aula seria química, e era aonde a professora iria entregar as notas da última prova.

- Maddie Martin? - Chamou a professora. Maddie se levantou e pegou a sua prova, Maddie sorriu ao ver o belo B+ escrito em caneta verde. - Max Leroy?

Nick esperou até chegar a sua vez, mas ele sabia que tinha tirado um A+, já que ele sabia todas as questões.

- Nick Rhodes? - Quando Nick se levantou e pegou a sua prova, ele confirmou que a sua teoria estava certa, um belo A+ escrito em caneta verde. - Parabéns Nick, foi o único a tirar A+ e por isso eu vou esquecer todas as vezes que você dormiu no meio da explicação! 

Antes a professora achava que Nick colocava nas provas de algum jeito, então ela criou uma prova oral de 70 questões exclusivamente para ele, e bem, ele acertou 67 questões. 

- Nick querido, pode me esperar na sala quando todos tiverem ido embora?

Ela parecia bem séria, então ele começou a ficar nervoso, que merda ele fez agora? Não vai pegar mais uma hora de detenção hoje, vai?

E quanto mais o tempo se passava, mais Nick ficava mais nervoso, chegou a tirar sangue de um dedo de tanto morder, e quando finalmente bateu o sino e os outros alunos saíram correndo como se estivessem escapando do inferno, Nick arrumou as suas coisas lentamente, enquanto arrumava as coisas, percebeu que John permanecia imóvel na sua bancada, ele parecia estar extremamente entediado e desconfortável.

- Bem, John, você sabe que recebeu outro F- e desse jeito pode ser expulso do time de basquete, ou pior, até mesmo reprovar! 

John bufou e revirou os olhos.

- Sim, eu sei.

- E eu chamei o Nick aqui por que quero que ele dê aulas particulares para você. Claro que Nick vai ganhar um ponto extra e se você aproveitar pode tirar pelo menos um B+ e continuar no time de basquete, mas é claro que não é obrigatório.

- Espera aí?! Quer que essa coisa, me explique algo que eu tenho certeza que nem você sabe?! Nem pensar.

- A decisão é sua. - Disse ela cruzando os braços.

Por que John era tão cruel com ele? O que Nick fez contra ele? 

- Tudo bem. - Disse John pegando a mochila. - Eu aceito!

O garoto que observava as estrelas ficou tão assustado que saiu andando até chegar ao banheiro, não tinha ninguém nos corredores e Nick podia andar tranquilamente, quando ele chegou no banheiro e se trancou em um box, e vomitou tudo que comeu no almoço de ontem no vaso sanitário

Por que ele continuava sentindo aquele aperto no coração? Por que ele se sentia tão estranho perto de John? 



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