História O Garoto Viajante - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)
Personagens Personagens Originais
Tags Alice In Wonderland, Aliceman, Boys Love, Boyxboy, Gay, Humanversion, Lemon, Yaoi
Exibições 21
Palavras 3.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


(Capítulo repostado, porque corrigi umas coisitas, nada demais, só uns erros de continuidade.)
Oiuuuu! PESSOAZ CEIS NAO SABE COMO TOU FELIZ! PUTA QUE PARIO MINHAS AULA ACABOU! ~português maravilhouso.
Motivo de minha alegria: VOU CONSEGUIR POSTAR FREQUENTEMENTE PRA VOCÊS! ~ahhhhh
Aproveitem o capítulo! Até as notas finais.

Capítulo 13 - Gângster-traficante. (Repostado)


-Não estou muito seguro quanto a esse plano, Nathan. - Jake se pronunciou, enquanto estávamos saindo do castelo, andando pela estrada de bloquinhos prateados. Biro havia ficado com Vens, o mesmo disse que queria matar a saudade. Parecia uma espécie de relação pai e filho, já que Biro era uma criança e Vens cuidava dele protetoramente como um pai. Nathan suspirou.

-Devemos confiar em vossa majestade. O plano vai dar certo, o único problema vai ser conseguir as roupas pro Lucas. Onde iremos achar roupas desse tipo? - Nathan se perguntou. Jake bufou ao ver que Nathan não se importou com sua preocupação pelo mesmo.

-Eu também não estou muito confiante de que irei conseguir. - Me pronunciei. Nathan olhou pra mim e sorriu reconfortante.

-Não é preciso se preocupar, Lucas. Tenho certeza de que tudo irá dar certo. - Deu mais um de seus belos sorrisos. Sorri também o retribuindo. O mesmo cora e desvia o olhar. Jake me olhava torto o tempo todo desde que entramos na sala de Vens. Por alguma razão seu ódio parece ter aumentado e eu nem sei a razão.

-Não fiquem tão confiantes. - Jake se irritou e se pôs a andar um pouco mais a frente que nós.

-Pare de jogar limão, Jake! - O ruivo repreendeu o cinzento.

-Quer saber, não sou obrigado a ficar andando com vocês. Tchauzinho, baby boy. - Mandou um beijinho para Nathan que franziu o cenho. Sem nem dar tempo de piscar, Jake sumiu novamente naquela névoa cinzenta, dando mais um de seus sorrisos macabros. Ele não deveria sorrir para uma criança ou a faria chorar de pavor.

-Baby boy? - Nathan ainda estava com o cenho franzido e com um olhar incrédulo. -O que eu não sou obrigado a escutar...? - Balançou a cabeça em negação e voltou a caminhar pela estrada.

-Acredito que ele gosta de você. - Disse ao ruivo. O mesmo riu. Fiz expressão de que não entendi aonde tinha graça. Ele cessou as rizadas e ficou sério.

-Está brincando? Ele só gosta de me pertubar. Um homem com a alma de um adolescente imprudente. - Riu novamente.

-Pois eu creio que ele gosta de você. - Sorri para o ruivo. -E você, o que sente por ele? - Perguntei sem pensar. Nathan me olha com certo espanto e depois fica pensando uns segundos no que disse.

-Acredito que só o vejo como amigo, não, nem amigo, diria que o vejo apenas como um incômodo. É simples, ele me pertuba porque me odeia e eu o odeio porque me pertuba. Nada mais. - Olhou-me com certeza.

-Não acha que ele ficaria triste ao ouvir isso? - Nathan me olha torto.

-Jake triste? - Riu com escárnio. -Vou fingir que não ouvi isso.

-Se você diz. - Sorrio e continuei andando em silêncio. Fiquei imerso em pensamentos. Todas as peças encaixavam, Jake só podia estar com ciúmes de mim com Nathan. Mas não entendo... Não há motivo para ter ciúmes de algo que nem existe.

[...]

No fim da trilha de tijolos, uma espécie de carruagem nos esperava, parecia moderna como um jipe, mas por alguma razão, não havia rodas embaixo.

-Nunca viu uma carruagem flutuante? - Nathan perguntou desacreditado. Eu estava boquiaberto. -Minha nossa, nem acredito! Então vai ser sua primeira vez andando em uma, aproveite! - O ruivo abriu a porta para que eu entrasse, me sentei ao lado da janela direita. Nathan entrou no automóvel e fechou a porta do mesmo. Falou com o homem que pilotava a carrugem e pediu para que nos levasse ao centro. O homem concordou e girou a chave. O veículo saiu do chão a uma altura que nem imaginei que chegaria e começou a ser pilotado rapidamente.

-Meu Deus! - Busquei um cinto de segurança e gelei ao perceber que não havia. Fui chegando mais perto de Nathan e sem que eu percebesse, já estava agarrado ao seu braço. Nathan não era tão musculoso, diria que é magro, mas mesmo assim parecia ter uns poucos músculos.

-Tem medo de altura? - Perguntou preocupado. Respirei fundo.

-Só não sou um apreciador. - Disse vacilante na voz. O ruivo riu.

-Não precisa ter medo, o veículo não vai cair do céu. - Informou. Mesmo assim continuei agarrado ao seu braço com a ilusão de que estava seguro daquela forma. O vento batia em meu rosto, fazendo meu cabelo se esvoaçar. Nathan percebendo isso, pediu ao motorista que fechasse as janelas.

[...]

O caminho pela mata foi rápido. Já até imagino como será o centro, um lugar colorido e feliz. Onde criancinhas corriam fazendo travessuras e seus pais compravam sorvete para tentar acalmá-las. Mas ao ver uma fileira de prédios cinza ao longe, descobri que tudo que imaginei era pura ilusão.

-Já chegamos senhores. - O motorista avisou. -Aonde vão querer ir?

-Leve-nos ao Sr.Lagarta. - Ao eu proferir as palavras o motorista me olhou desacreditado.

-Mas senhor, ninguém vai por aqueles lados. O território do Sr.Lagarta não é pra alguém como você. Lá você irá pelas ruas e encontrar prostitutas e prostitutos, traficantes, contrabandistas e tudo que há de ruim nesse país. - Informou o motorista. Engulo em seco. Já imaginava que seria um lugar assim, mas ouvindo dessa maneira da boca de alguém fica mais aterrorizante. Sem contar que não estou tão confiante no plano de Vens.

-Prostitutos? Não são só mulheres que se prostituem? - Perguntei. O motorista riu.

-Ainda tão ingênuo. Tem certeza de que quer ir? - Acenei com a cabeça. Ele então suspirou e continuou a dirigir. -Prostitutos homens são raros, mas existem. Não chamam muita atenção porque só são homens adultos, não-virgens e de aparência acabada. É quase impossível encontrar um prostituto homem virgem, provido de beleza e jovem. - Agora que estava com mais medo.

-Com licença. - Nathan se pronunciou. -O senhor saberia onde posso encontrar uma loja de roupas mais... "Ousadas"...? - Nathan perguntou ao homem mais velho, que o olhou com desconfiança.

-Sei sim, senhor. Vou levá-lo até lá. - O motorista informou e fez uma curva rápida.

Eu via da janela pessoas pequeninas andando lá embaixo. Prédios cinzentos, telegramas com propragandas, grandes telões nos prédios com imagens e vídeos passando. Parecia uma Las Vegas tecnológica, sombria e sem cor. O motorista foi pra baixo com o veículo e parou em frente uma loja de roupas.

-Irei esperá-los aqui fora. - O homem avisou.

-Obrigada. - Sorri ao motorista, saindo do carro. Ele acenou positivo com a cebeça. Nathan agradeceu também e saiu logo atrás de mim, fechando a porta do veículo.

-Vamos? - Perguntou não muito animado. Entrou na loja de aparência luxuosa e cara. Fui logo atrás dele, adentrei o local e observei à minha volta. Parecia tudo tão caro e bonito.

-Clientes! - Uma mulher baixinha e magra veio correndo até nós. Ela vestia roupas coloridas demais e a maquiagem quase não nos deixava ver sua face. -O que desejam? Temos roupas, sapatos, acessórios, jóias e muito mais. - Proferiu a mulher agitada.

-Está vendo esse garoto? - Me puxou para perto e ficou com as mãos em meus ombros. -Quero que o tranforme. - Sorriu sugestivo para a mulher que abriu um sorriso grande.

-Sim, senhor. O que o senhor tem em mente?

[...]

-Lucas, já está pronto? Precisamos ir! - Gritou Nathan do lado de fora da cabine de experimentação.

-Sim, estou. Só um pouco envergonhado. - Avisei de volta.

-Não precisa ficar com vergonha, tenho certeza de que ficou muito bem em você. - Mesmo sem o ver, pude sentir que sorriu.

-Tudo bem... - Abri a cortina da cabine e olhei envergonhado para Nathan. Tenho certeza de que minhas bochechas estavam escaldantes de tão vermelhas.

Nathan se virou, já que estava conversando com a mulher. O seu olhar foi para meu corpo e por alguma razão ele ficou parado com a boca entre aberta, rosto vermelho e respiração pesada.

-Está horrível, não é? Eu vou tirar! - Avisei.

-Não! Está incrível! - A mulher gritou e correu até mim. Nathan continou parado. -Olhe só! - Me virou de costas e abaixou meu tronco, fazendo empinar minha bunda. - Está realçando seus glúteos! Esse short de couro preto, colado e curto ficou muito bem, assim como pensei. - Me levantou e olhou-me de frente. -Essa regata vermelha, mostrando a belezura que é essa barriga branquinha então, nem se fala! - Apontou para a regata que ia até um palmo à cima do meu umbigo. -Mas... Sinto que falta algo. - Ficou pensativa. Nathan ainda estava me encarando.

-Nathan... Você tá bem? - Perguntei me aproximando dele e estendi minha mão para tocar seu rosto, mas o mesmo deu um passo à trás e ficou um pouco cambaleante.

-Eu... Eu tenho certeza de que vai achar algo. Vou esperar na carruagem. - Avisou à vendedora e foi andando rápido pra fora da loja.

-O que deu nele? - Me perguntei.

-Eu sei o que aconteceu. - A mulher deu um sorriso sacana. Não entendi muito bem.

-O que você acha que está faltando? - Perguntei à vendedora. Ela sorriu pensando em algo.

-Acessórios, cabelo e maquiagem! - Deu uns pulinhos. -Você é tão fofo, mas vou te deixar o pecado da luxúria em pessoa!

-Desde que isso me ajude com o plano... - Suspirei cansado.

-Pode deixar, meu bebê. - A mulher me deu uma piscadela amigável. -Primeiro algo pra realçar suas maravilhosas pernas. - Ela puxou umas meias de diferentes tipos. -Será que 7/8 fica bom? - Se perguntou. -Não, quero mostrar suas pernas, não escondê-las. - Jogou as meias para longe. Ela abriu a boca e sorriu grande. -Isso não está à venda, pois na realidade é algo meu. Mas tenho certeza de que vai ficar um arraso em você! - Informou. -Antes de pegar, vamos fazer a maquiagem e o cabelo, quem sabe algum acessório...

-Sou todinho seu. Faça o que bem quiser com o meu corpo, desde que sua promessa para com Nathan se cumpra. - Sorri à mulher. Ela acenou positivo com a cabeça.

-Claro que irei cumprir! - Deu um sorriso sapeca.

[...]

-Prontinho! Espere só um pouco, já volto. - Saiu animada e me deixou sozinho.

Me observei no espelho. Ela disse que iria me maquiar, mas não noto diferença alguma, há não ser pelo brilho labial rosa. Também já estava com cabelo pronto. Ao contrário de antes que estava meio bagunçado, agora ele formava um topete caindo para minha testa. Devo confessar que nunca me arrumei tanto.

-Aqui! - Exclamou alto, me fazendo virar para olhar a vendedora com uma bota de couro, cano longo que deveria ir até meu joelho. Não me assustei por isso, e sim pela bota ter um grande salto. Eu vou cair nessa coisa!

-Fora de cogitação! Eu vou cair andando com isso! - Reclamei. Cruzei os braços. Ela formou um biquinho nos lábios.

-Vamos lá! Eu te ensino! - Pediu manhosa. Bufei. Nunca imaginei que um dia iria aprender a andar de salto alto.

-Tudo bem... - Falei cansado. Ela deu pulinhos e veio em minha direção.

-Sente-se, vou colocar em você. - Procurei uma poltrona que tinha na loja e me sentei. Ela se aproximou de mim e ficou de cócoras. Estendi uma perna para ela e a mesma colocou a bota, amarrando com cuidado cada cadarço. Fez o mesmo com a outra e depois se levantou. -Levante. - Pediu.

-Eu vou cair... - Fiz expressão de choro. A mesma deu um risinho.

-Não vai, não! Vem, eu te seguro. - Estendeu-me a mão. Segurei relutante e ela me puxou, fazendo com que eu ficasse em pé. -É fácil. Assim que o calcanhar estiver no chão, apoie o seu peso na planta do pé (a parte logo antes dos dedos) e, em seguida, ande como se estivesse na ponta dos pés. Pegue impulso para o próximo passo. Melhore a sua postura. Andar bem de salto alto depende bastante da postura.

-Entendi. - Fiz o que ela disse. No começo me embaralhei e quase cai, mas depois foi bastante natural. É, tem razão, é fácil. Só que dói como o inferno o pé. Sempre respeitarei quem andar com um salto do tamanho do mundo e não cair, prometo.

-Está perfeito! Não precisa de mais nada! - Sorriu. -Ah, seu amigo já me pagou, então só vou lhe dar o troco. Quanto a bota... Pode ficar. Ficou melhor em você do que em mim.

-Obrigado! - Sorri.

[...]

Nathan estava estranho o caminho todo, desde que me viu na loja. Falava comigo sem me olhar no rosto. Parece que fiz algo errado.

-Senhores, chegamos. - Disse o motorista. Eu havia rido da reação que ele teve quando entrei na carruagem. Ficou boquiaberto e depois me encheu de perguntas.

-Ótimo, vamos descer. Lembre-se do plano, Lucas. - Nathan olhava em meus olhos e evitava olhar-me por inteiro.

-Têm certeza de que é aqui mesmo, senhores? Esse é ponto de prostituição. - Perguntou o motorista.

-Não se preocupe. Eu vim aqui justamente para ser um prostituto. - Falei ao homem mais velho que chocou-se com minha revelação.

-Enfim, não vou perguntar o por quê, afinal, não é da minha conta. Fiquei feliz de ter sido motorista de vocês, senhores.

-Muito obrigado. - Agradeci e respirei fundo. Nathan saiu antes e veio abrir a porta do meu lado.

Tinhamos parado em frente à uma boate que também servia como ponto de prostituição. O senhor lagarta estará lá dentro. Vens me mostrou antes uma foto do tal Sr.Lagarta, e me disse que ele é o dono dessa tal boate. Só preciso encontrá-lo no meio de tanta gente. Respirei fundo novamente e dei um passo pra fora do veículo. Nathan fechou a porta e me acompanhou até a entrada.

-Eu não vou poder entrar. Então só te digo que tome cuidado, há muitos aproveitadores aí. - Engulo em seco com a aviso.

-Tudo bem. - Sorri confiante, mesmo que por dentro não estivesse tanto.

-Até mais tarde, Lucas. - Sorriu e foi na direção do veículo.

Contei até três em pensamento e depois entrei de uma vez. Estava em um corredor escuro onde várias pessoas estavam se beijando e se esfregando. Me encolhi um pouco e andei em passos tímidos até a segunda porta de entrada. Havia dois seguranças parados com uma expressão carrancuda. Um deles me olhou de cima à baixo e depois soltou um risinho olhando para o outro que concordou. Eles abriram a porta e deram passagem para eu entrar. Antes de a fecharem um deles deu um tapa em minha bunda. Levei um susto e andei um pouco mais rápido, quanto antes encontrar o Sr.Lagarta, melhor.

A música alta fazia meus ouvidos doerem e as pessoas se esfregando e mechendo-se agitadas deixava tudo mais abafado. Recebi alguns olhares maldosos e uns sorrisos estranhos enquanto andava entre as pessoas. Fui até o barman e perguntei onde estava o senhor Lagarta. Ele me respondeu depois de me olhar e soltar um risinho. Havia indicado um espaço reservado mais à frente. Andei esbarrando em algumas pessoas e recebendo passadas de mão por onde passava. Quero sair daqui. Encontrei um espaço com uns seis seguranças espalhados envolta de um assento reservado. Nele estavam duas mulheres com roupas mais vulgares que as minhas, se esfregando em um homem negro de terno azul camurça. Ele ria enquanto as assanhadas passavam a mão por todo seu corpo. De repente, ele olha em volta e se depara comigo o observando. Dei um passo à trás e sinto alguém apertar minha cintura com força. Tento me soltar, mas parece impossível. Sinto uma respiração pesada em meu pescoço e algo duro entre a minha bunda. Eu quero sair. Alguém, por favor! Sinto lágrimas se formando no canto dos meus olhos.

-Ei! Quem disse que podia tocar no garoto? Ele é meu! - O homem de terno azul disse friamente. Quem estava atrás de mim, se foi. O homem deu um sorrisinho e andou até mim. -Se não aguenta ser apalpado, por que escolheu se prostituir? Precisa tanto assim de dinheiro? - Perguntou. Não lhe respondi. -Tsc! Olhe pra mim! - Pegou em meu queixo e levantou meu rosto. Deixei minhas lágrimas descerem por minhas bochechas rosadas. Ele olhou sério em meus olhos, depois direcionou o olhar para minha boca que estava meio aberta. Deslizou sua mão do meu queixo para entre meus cabelos e puxou-me para perto, selando nossos lábios. Não soube como reagir por um instante, então decidi me entregar ao calor do momento. Beijava com vontade um completo desconhecido, e não vou mentir, estava adorando. Ele sequer pediu passagem com a língua e a forçou para dentro da minha boca. Achava excitante o modo a qual ele comandava tudo e me deixava praticamente sem ter como reagir. O beijo acabou com um estalo gostoso, um fio de saliva ainda conectava nossas bocas. Estava extasiado, com o olhar perdido. Ele deu um sorriso grande, mostrando seus dentes branquinhos e aproximou a boca do meu ouvido.

-Meu nome é John. - Se afastou para olhar-me nos olhos. -Venha comigo. - Sorriu e passou seu braço pelos meus ombros, fazendo com que o acompanhasse. Mas não posso ir! Tenho que encontrar o senhor Lagarta!

-Senhor John! - Ouvi uma mulher chamar. John virou-se, me fazendo virar também e fitou-a. -Vai nos deixar sozinhas? - Apontou para ela e a outra mulher. Eram as mesmas que se esfregavam nele anteriormente.

-Eu achei um tesouro em meio ao lixão, não vou deixá-lo escapar entre meus dedos. - Disse ele e olhou para mim sorrindo.

-Mas senhor... Está nos chamando de lixo? - Fez uma expressão de falsa tristeza.

-Não, estou chamando de carniça. - As mulheres ficaram com raiva e saíram pisando duro. John voltou a andar comigo para fora do local, sendo acompanhado pelos seguranças. Na saída ele acenou com a cabeça para os seguranças que guardavam a porta e foi comigo, passando pelo corredor escuro cheio de casais. Na saída vi a carruagem que tinha vindo com Nathan e o mesmo me observando da janela. Ele parecia irritado, mas mesmo assim acenou positivo com a cebeça. John me levou até sua carruagem e abriu a porta para que entrasse. Ele entrou pelo outro lado e me puxou para perto, fazendo minha cabeça encostar em seu peitoral.

-Sr.Lagarta, para a mansão? - Perguntou o motorista e só agora minha ficha caiu.

-Sim, para a mansão. - Respondeu.

O gângster-traficante que vim pedir informação -vulgo Sr.Lagarta-, estava me beijando há alguns minutos atrás!


Notas Finais


Lucas tá safado viu? Adoro personagens taradinhos :3
E Sr.Lagarta, que negão gostoso da porra! Aqueles cachinhos dele hmmmm BIURIFUL ~inglês maravilhouso. Sim caralho, ele é gostoso e tem cachinhos, porque amo cachinhos! u-u #WikiHowOProfessorVirtualQueEnsinaAndarDeSaltoAltoEQueVoceRespeita -q Tenkiu WikiHow :)

Beijos de luz e até o próximo! °3^


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