História O gatinho de dois irmãos - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Sakamaki-Alliy

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 27
Palavras 726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capitulo terá a narração do irmão, no proximo terá a narração da irmã e assim sucessivamente. Espero q gostem

Capítulo 2 - Surpresas


Fanfic / Fanfiction O gatinho de dois irmãos - Capítulo 2 - Surpresas

          Minha irmã estava sem reação e quando olhava para aquele garoto e não conseguiamos entender como ele entrou ali ou por que ele tinha olheras de gato, mas ele estava ferido e eu não poderia deixar ele assim. Disse para a Aline para buscar faixas e ferver um pouco de água. Fiz o máximo possivel para trata-lo. Algums minutos depois eu o deitei sobre a cama e minha irmã me disse:
_ João, não deviamos leva-lo para o hospital?
          Eu estava preocupado e disse:
_ Ele está bastante ferido, mas eu parei o sangramento. Ainda assim, melhor não move-lo muito para qhe não volte a perder sangue. É melhor chamar um médico para vir.
          Mas no momento em q ela ia saindo, ele segurou no braço dela e disse:
_ Por favor, não. Ninguem pode saber que estou aqui!
          Eu me surpreendi e disse:
_ Está bem, mas se acalme e solte ela!
          Ele voltou a se deitar, mas eu me peguei com os punhos fechados. Acho que quase o ataquei por reflexo em proteger minha irmã. Eu umideci uma toalha e limpei seu rosto, mas ele estava febril e precisava descansar bastante. Depois de um tempo, ele se acalmou e começamos a conversar. Minha irmã perguntou a ele:
_ Quem é você?
          Mas ele não respondia e apenas perguntava onde estava. Eu já estava irritado e levantei um pouco a voz enquanto dizia:
_ Eu não sei quem ou o que você é, mas quando um cara banhado em sague aparece dentro da nossa casa, eu fico meio enclinado a saber quem ele é. Nós ajudamos você, será que não pode responder nenhuma pergunta?
          Depois dee alguns segundos, ele respondeu:
_ Obrigado por me ajudarem, mas não posso lhes dizer meu nome. Qualquer outra pergunta eu terei prazer em responde-lhes.
          Ele era educado e cortês quando estava calmo. Minha irmã tornou a perguntar:
_ Por que veio aqui?
          Ele olhou para nós e disse:
_ Eu estava fugindo de alguém, mas fui alcançado e não consegui me defender. Fui um massacre contra mim, mas por um descuido dele, eu consegui desorienta-lo por um instantes e fugi. Eu estava muito ferido e não tinha mais forças para fugir e fiquei desacordado na colina. Foi ai q vocês me acharam e me trouxeram para cá.
          Eu estava supreso e respondi o indagando:
_ Espera um pouco, "nós te encontramos e teouxemos você pra cá"? Então quer dizer que aquele gatinho de antes...?
          Ele deu um pequeno soreiso e respondeu:
_ Sim, era eu. Eu fiquei daquela forma para fugir sem ser visto. Sei que é estranho e surpreendente, mas lhes imploro para que não contem a ninguém. O destino de muitas pessoas dependem da descrição da minha localização.
          Minha irmã se pôs na frente dele e perguntou:
_ O que você é?
          Ele fechoh os olhos e disse:
_ Eu sou um ser místico. Algo que meros humanos sequer sabem que existe e seria melhor que continuassem sem saber. Por favor... Me deixem ficar aqui um pouco mais e prometo responder a todas as suas dúvidas, desde que seja possivel.
          Eu não confiava em suas palavras, mas eu e minha irmã não poderiamos chuta-lo para fora ferido assim e concordamos. O deixamos descansando no meu quarto e eu disse a minha irmã:
_ É melhor não se aproximar muito dele. Eu não sei o que é, mas ele esconde alguma coisa ruim.
          Ela me perguntou :
_ Acha que ele é uma pessoa ruim?
          E eu a respondi:
_ Eu nem sei se ele é uma pessoa. Ou ele é louco, ou o que ele disse é verdade. Qualquer uma dessas duas coisa o faz ser uma pessoa estranha, então não quero que ele se aproxime de você.
          Depois de pouco mais de uma hora, ele veio até nós. Era impressionante, ele estava completamente recuperado de seus ferimentos e disse:
_ Com sua licença. Eu já estou melhor, responderei a todas as suas perguntas e partirei o mais rapido possível.
          Nem eu nem minha irmã conseguiamos falar. Era como se estivessemos em frente a um ser divino, como se somente sua presença nos fizesse cair de joelhos. Era como se Deus viesse até nos e conversasse com a gente.


Notas Finais


Bom, n tenho mt oq dizer. So espero q gostem e fiquem a vontade oara conversarem cmg nos comentarios.


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