História O gatinho de dois irmãos - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Sakamaki-Alliy

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 21
Palavras 736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, esse capítulo é contado pela irmã e ao final acontece uma coisa q ela n sabe, mas será contado pelo irmão no proximo capítulo. Um sempre contará seu ponto de vista e isso vai explicar mt o ponto de vista do outro, pois há coisas que apenas um dos dois sabe. Boa leitura

Capítulo 3 - Um garoto acima dos humanos


Fanfic / Fanfiction O gatinho de dois irmãos - Capítulo 3 - Um garoto acima dos humanos

          Ao ver que nós estavamos sem reação, ele disse:
_ Vejo que estão supresos. Deixe-me explicar do começo. Há alguns dias eu estou fugindo e preciso de sigilo, ou algo terrivel pode acontecer. Eu não sou como vocês, mas não posso lhes dizer exatamente o que sou, basta que saibam que sou um ser místico. Por conta disso, eu me recupero de ferimentos rapidamente e tenho certos "talentos" em especiais.
          Meu irmão se levantou e perguntou:
_ E entre esses "talentos", tem a habilidade de se tornar um animal, certo?
          Ele olhou para nós e respondeu:
_ Não exatamente. Não qualquer animal. No meu caso, minha outra forma é de um felino.
          Eu refleti um pouco sobre isso e disse:
_ No seu caso? Então há outros como você? Eram eles que estavam atrás de Você?
          Ele apenas acentou com a cabeça afirmando que sim. Eu não sabia mais o que dizer, apesar de ter tantas perguntas. Ele seguiu dizendo:
_ Eu peço que me deixem ficar por essa noite para que eu me recupere completamente.
          Eu balancei a cabeça dizendo que sim, mas no mesmo instante meu irmão disse:
_ Nossa mãe vai voltar em pouco tempo. Não temos como explicar você aqui.
         Ele sorriu e disse:
_ Se é o caso, vocês conseguiriam explicar um pobre gatinho indefeso e assustado?
         E diante dos nossos olhos, ele se tranformou em um gato. Com.suas quatro patas, ele rastejou para fora das roupas que eu havia dado a ele e disse:
_ Assim ela não precisa saber de nada.
          Meu irmão abismado responde:
_ Ela não precisa saber de nada? EU É QUE NÃO ESTOU ENTENDENDO NADA. O QUE DEMÔNIOS É VOCÊ?
          Eu disse para ele:
_ João, se acalme. É estranho, eu sei, mas não precisa gritar.
          Então estendi a mão para aquele gatinho, mas meu irmão se colocou na frente dizendo para eu não encostar nele. O gato disse:
_ Não precisa ter medo de mim.
          Ele tocou a pata na perna do meu irmão e João se acalmou. Era como se todo o temor e preocupação deixasse a mente dele. João disse:
_ Então... Esse é outro dos seus talentos... Meu corpo está relaxado e... Em paz.
          Eu entendi o que meu irmão queria dizer no momento seguinte. Eu peguei o gato no colo e me senti bem, como se eu fosse uma planta recebendo luz do sol. Aquele pequeno gatinho era bem mais do que um ser místico, como ele dizia. Era um ser de bom coração que trazia armonia para quem o tocava. O tempo passou e a mamãe chegou exausta do trabalho. Meu irmão havia preparado o jantar e nós três estavamos comendo quando eu coloquei uma tigela de leite ao pé da cadeira. Quando o gato veio beber, minha mãe olhou e perguntou:
_ E esse gato? De onde veio?
          Eu respondi:
_ Nós o achamos na colina, ele estava ferido e o trouxemos para cuidar dele.
          Depois de uma boa olhada, ela disse:
_ Ele parece bem pra mim.
          Eu disfarcei dizendo:
_ Bem, não era nada grave. Podemos ficar com ele?
          Minha mãe olhou para o gato e parecia que iria recusar, pois já tinha muitas preocupações e não queria ter mais uma. Porém o gatinho se esfregou em suas pernas e ronrornou tranquilamente enquanto olhava para ela. Minha mãe não pode dizer "não" e disse que poderiamos ficar com ele, desde que cuidassemos bem dele. Eu olhei para o gato e sorri, era muito útil ter aqueles talentos.
          Horas depois, eu e meu irmão conversavamos onde ele iria dormir. O gato disse:
_ Eu não tenho exigências sobre onde irei ficar, um pano sobre o chão já é o suficiente para mim.
         Mas tanto eu quanto meu irmão achamos que o chão seria inconveniente nosso "convidado" ficar assim. Mas o João nunca confiaria nele dormindo no meu quarto, então decidimos que ele dormiria no quarto dele. Quando eu já estava deitada, não parava de pensar naquele garoto que poderia se tornar um gato à vontade. Quase não dormi a noite, queria tanto ir no quarto do meu irmão para olha-lo de novo. Ao amanhecer, levantei cedo e esperei na cozinha meu irmão sair do quarto, mas quando ele desceu as escadas, estava com uma expressão assustada e angustiada.


Notas Finais


Obg por lerem. Voltem sempre.


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