História O gatinho de dois irmãos - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Sakamaki-Alliy

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nesse capítulo é mostrado o que aconteceu no quarto do irmão durante a noite e o porque ele estava tão apreensivo durante a manhã seguinte.

Capítulo 4 - Presságio de um confronto


Fanfic / Fanfiction O gatinho de dois irmãos - Capítulo 4 - Presságio de um confronto

         Quando minha irmã foi para seu quarto, o gato e eu fomos para o meu. Eu coloquei confortavelmente algumas almofadas sobre uma bacia e a coloquei sobre uma cadeira perto da minha cama. Eu queria observa-lo até que dormisse, pois queria ter certeza que ele não iria sair de lá quando eu adormecesse. Ele respirava devagar e estava imóvel, logo concluí que estava realmente dormindo. Esse foi o sinal para que eu pudesse dormir também. Algumas horas depois, acordei com o som de uma conversa e me assustei com o gato em cima da cama conversando com um pombo que estava na janela. Eu não pude falar nada e mesmo percebendo que eu estava escutando, eles me ignoraram completamente. O pombo falava ao gato:
_ Eles virão atrás de você. Seny já sabe que você está aqui. Ele mandou um recado. Alguém estará esperando na colina. Sabe que não pode fugir. Assim que você tentar, seu adversário irá atrás de você. Você terá que lutar.
          E o gato respondeu:
_ Eu vou vencer. O eclipse será em pouco tempo e só preciso estar sozinho quando ele acontecer. Quando eu leberta-lo, não importa quantos tenham se juntado ao Seny, eles não poderão fazer nada.
          O pombo, serio, falou:
_ Sabe que mesmo que vença dessa vez, ele te encontrará de novo antes do eclipse. Você não pode fazer isso sozinho. Me diga onde está a chave e eu a guardarei com a minha vida até você chegar.
          O gato fez uma expressão seria e o respondeu:
_ Você sabe que eu não posso. Você é meu melhor amigo. Se eu disser, você será  caçado também. Não quero que se arrisque. Além disso se você ficar guardando o lugar, eles verão que você está protegendo a chave e irão até lá. São muitos pra enfrentar sozinho.
          Eu não entendia o que eles estavam falando, como assim chave? Quem eram "eles"? Após alguns momentos, o pombo disse:
_ Se acha melhor assim, eu não posso discordar. Quando precisar da minha ajuda, estarei bem perto. Mais uma coisa, melhor apagar a memória desses humanos. Seny vai se irritar ainda mais quando descobrir que os humanos sabem sobre nós.
          O gato respondeu:
_ Quanto mais irritado ele estiver, mais descuidado serão suas decisões. Obrigado por tudo, meu amigo. Tome cuidado para que eles não descubram que está me ajudando.
          O pombo disse:
_ Ele não confia em mim. Deve ter um motivo para ter me mandado até você.
          O gato diz:
_ Provavelmente é porque você é o unico que não quer me matar. Os outros me atacariam assim que me vissem. Ele quer evitar chamar atenção.
          O pombo foi embora e o gato andou pela cama até bem perto do meu rosto e pôs a pata sobre minha testa.
_ Eu deveria apagar qualquer vestígio que você tem sobre mim, mas vou fazer o contrário. Amanhã terei um combate de vida ou morte com um inimigo que ainda não sei quem é e quero que testemunhe. Se eu morrer,  avise ao pombo. Diga "gabryl" e ele irá até você. Eu estou inserindo em sua mente a localização da chave. Não diga isso a ninguém.
          Eu recebi imagens de um lugar que eu não conhecia, mas eu sabia que se descrevesse, o pompo saberia onde ficava. Na manhã seguinte eu me levantei e junto com o gato, desci as escadas. Minha irmã estava na cozinha, parecia que nos esperava, pois nos recebeu com um sorriso, porém o mesmo foi desfeito quando ela percebeu meu rosto coberto por apreensão.
          Eu me sentei à mesa e o gato se deitou ao lado de sua tigela esperando por seu leite. Minha irmã foi rapida ao servi-lo e ele sorriu agradecendo. Era impossivel para mim entender como ele conseguia se manter calmo. Após o café da manhã, minha mãe saiu para o trabalho e nós nos sentamos na calçada de casa para tomarmos ar. O gato se sentou no colo da minha irmã  e conversava com ela, porém estava com um olhar triste. Era como se estivesse se despedindo dela. Ele gato disse para nós.
_ Quero agradece-los pela hospitalidade e por me salvarem. Apesar desse pouco tempo, eu pude sentir pelo toque que vocês são pessoas boas e de bom coração. Aline, entre todos os humanos que já conheci, você é a mais doce. Adeus aline. João, venha comigo, por favor.


Notas Finais


Estou um pouco ancioso para escrever o proximo capítulo, pois ja estou me alocando e sinto q posso fazer algo melhor no próximo. Agradeço a quem leu e espero que gostem.


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