História O Gato e o Cão - Capítulo 11


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Categorias Originais
Tags Amizade, Aventura, Furry, Policial, Romance, Yaoi
Exibições 31
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Dlp pela demora deu bloqueio de criatividade mas, depois de varios rps com a minha amada. Relacionados a Jam.
Eu finalmente tive uma ideia.
Vocês devem ter notado que eu ando esquecendo um pouco de TragedyXHydeky. Mas e porque eu to mais concentrada na historia em si agora. Mas não se preocupe em breve vai te amassos e pegadas delicia por toda a parte c:
Espero que gostem.

Capítulo 11 - Tudo pode dar errado agora.


.Tragedy.

Uma escuridão se alastrava pelo local, eu só podia ver a luz forte de uma porta provavelmente bem vigiada por guardas. No momento bolava planos na minha cabeça de como poderia passar por eles. A vida das pessoas Lá dentro com meus companheiro dependia de mim nesse momento... Mas o que fazer? Eu precisava de ajuda mas eu não queria admitir. Eu precisava de ajuda interna, mas não podia pedir ajuda de meus parceiros, eles estavam ocupados resgatando e avaliando as coisas La dentro.

-Droga o que eu faço? Eu não posso sair atirando em tudo e muito menos me disfarçar. Meu rosto e bem conhecido aqui...- Comentei para mim mesmo em um tom de voz rouco e baixo de frustração.

Ouso passos, passos rápidos e leves mas pareciam se aproximar daqui, era só o que faltava eu estou num lugar aonde não pode se esconder de onde ele esta vindo... Eu preciso agora me concentrar e capturar quem quer que seja sem fazer nenhum barulho.

Pego um pano e preparo uma faca que peguei em um dos meus bolsos. Quando vi que ele estava perto de mais avancei. Prendi ele contra o chão atrás da lata de lixo para que os guardas não me notassem agir. Cobri sua boca com um pano e apontei a faca para ele, com a intenção de dizer para ele se calar.

 

Logo percebi que na verdade ele não parecia querer reagir, ele estava tremendo em e olhando assustado com as pupilas severamente diminuídas de pavor. Interessante, talvez ele não seja um deles. Mesmo assim devo ser cauteloso.

Soltei ele do pano e ele deu tossidas antes de voltar a tremer  e me olhar com pavor. – Q-quem e você?- Ele tentava se acalmar mas dava para ver seu pavor em seus olhos. – Sou Tragedy, policial/Detetive. Você é?- Ameacei ele novamente com um olhar penetrante. Ele estremeceu e se afastou .

-N-não me machuque sou apenas um mero Mordomo! Tenha piedade.- Disse ele com um olhar profundo, parecia verdade mas mesmo assim devo ficar de olho.

Pensando melhor... e isso que eu preciso! Ele pode me ajudar mas eu preciso manter ele de bico fechado... mas como?

-O que venho fazer aqui se e apenas um mordomo?- Rosnei esperando resposta mas ele parecia agora ficar mudo sem reação. Impaciente eu repeti a pergunta. Mas nada, ele ficou uns segundos calado antes de me olhar com um olhar triste e profundo e responder. – Vim entrar de meu irmão. Eu ouvi dizer que esta preço aqui... isso e tudo minha culpa. – Ele agora chorava. Mas eu estava aliviado, isso era o suficiente para que ele possa me ajudar.

Se eu usar o irmão dele como desculpa eu posso faze ló me ajudar mas.... infelizmente não tenho certeza se eu daqueles escravos tirados de lá e exatamente irmão dele. Droga isso atrapalha mas que outra escola eu tenho.

-Eu estou com policiais La dentro, se você ajudar a distrair aqueles guardas, posso tirar seu irmão de lá.- Sorri tentando acalma-lo, parece funcionar ele agora me olhava com atenção limpando as lagrimas. –Serio? Oh, obrigada! Muito obrigada.- Ele agora tentava não gritar. Olhei por cima da late de lixo e La estavam os guardas, fumando provavelmente e conversando sobre algo que não podia escutar.

-Eu conheço aqueles homens.- Voltei a concentrar nele ao ouvir aquelas palavras. Isso e perfeito! E uma sorte em um mar de azar.

-Otimo! Vamos fazer assim....-

........

.Jam.

La estava eu agindo depois de escutar a explicação daquele bom homem. Estava indo em direção aqueles capangas do meu amo, mas e claro que eu não disse isso para o homem pois se eu disse-se ele me usaria para coisas alem de ajuda-lo a entrar e meu chefe ficaria furioso.

Eu preciso dele para continuar sustentando a minha família, e eu não gostaria que meu melhor amigo no mundo fosse preso. Não agora eu não quero isso. Então vou ajudar.

Cheguei ate os guardas com um sorriso meigo como sempre tive. – Boa noite. Eu sou Jam mordomo de Kanata, herdeiro do Chefe Shadowy. Eu vim aqui para resolver negócios no lugar de meu amado amo.- Tentei dizer isso com firmeza, mas e meio complicado quando se esta sendo fuzilado por olhos cuja o olhar e psicótico e extremamente interessado. Isso me da um certo nojo e agonia.

-Hm interessante, porque não vem se divertir um pouco com agente depois? Ahaha, pode passar meu caro~.- Disse um deles com um olhar cada vez mais arrepiante, ignorei e me foquei na missão que foi dada a mim.

-Mas eu não conheço o local, poderiam me mostrar por favor?- Ugh, eu não posso sentir medo agora! Eu tenho que ser forte pelo meu irmão. Eu não posso deixa ló nesse lugar!

-Ehehe sem problemas gracinha, vamos La homens. – Disse um outro homem agora com um olhar mais suave, mas alguns homens pareciam se negar a ir. – Mas não podemos sair daqui! Temos ordens de ficar e vigiar!- Rosnou um Lobo com a face cheia de cicatrizes.

-Ora vamos, alguns minutos fora não vai fazer mal a ninguém. Deixem de galinhagem!- Bufou o homem e logo colocou a mão em meu ombro, rosnei baixo mas me mantive sorridente. – Por aqui, não tenha presa~- Riu baixo um deles e logo ambos começaram a me mostrar o local. Eu não gostava do jeito que olhavam para mim.

Eu não gostava quem e tocassem e nem rissem de mim mas, e tenho que aguentar e seguir o que o jovem homem me disse. Ele vai me ajudar eu tenho certeza!

-E-EI! Vocês viram isso?- Virei as orelhas fingindo ouvir algo, logo eles olharam em volta confusos e olharam para mim de volta.- eu vi vultos... não pareciam ninguém que eu conheça daqui! Eu acho que são espiões!- Inventei qualquer coisa que me visse a cabeça. Droga eu vi que alguns estavam a segurando a risada.

-Espião? Ahahha esta falando serio? Que piada- Riu um deles finalmente e logo os outros seguiram rindo. – Você esta tentando nos fazer de trouxas é, uke?- Continuaram rindo, como ousam me chamar disso? Isso e uma falta de educação!

Mas me aliviei ao perceber que o homem que me a segurava pelo ombro parecia estar ficando serio. – Calados, vocês se lembram do que ouve semana passada, vamos dar uma olhada. – Rosnou e logo deu a ordem de alguns homens o seguir. – Davi Fique com o Mordomo enquanto vamos verificar.- Bufou uma ordem e vi eles sumindo no meio dos grandes corredores.

Era agora eu precisava pensar em algo rápido!

Comecei a tossir como se estivesse rouco e o olhei com um olhar meigo e logo falei baixo. – Poderia me pegar um copo d’água?- Ele corou e logo sacudiu a cabeça. – Não posso sair e pegar água agora espere ate os outros voltarem- Bufou se mantendo firme, logo usei a tática do olhar de pidão. Ehehe e  engraçado usar essa  palavra.

-Grrr, Ta tudo bem! Mas não saia daí e grite se vir algo!- Ele rosnou e logo me deixou de lado e foi em uma sala buscar a tal da água.

Ótimo! Funcionou! Como eles são fáceis de lidar... pensei que seria pior, talvez eles pensem que eu sou.... ugh

Peguei o comunicador que me foi dado e logo o liguei. –H-hm, você esta me escutando?- Perguntei insegura olhando para os lados.

Demorou um pouco mas finalmente ele respondeu calmo. –Sim, você conseguiu distraílos?- Perguntou em seguida parecendo mais serio agora.

-Sim! Mas não vão demorar muito tempo para voltar.- Estremeci com a possibilidade deles voltarem e me ver falando assim em um comunicador de policia. – Ótimo eu vou avisar para meus parceiros irem ai e não fazerem mal a você tudo bem? Espere por eles e os guie ate a saída o mais rápido possível!- Ele falou cheio de determinação mas eu  não estava seguro disso.

Eu esperei paciente pelos parceiros dele, estava começando a ficar cada vez mais tenso pois estavam demorando. Sabia que se demorasse muito iria dar tudo errado.

Ouvi passos e vozes, Arrepiei por inteiro e a empolgação tomou conta de mim. Vi um pequeno gato e um cachorro se aproximando com os escravos! Oh, finalmente vou ver meu irmão!

-Ali esta ele! Nem acreditei no babão quando disse que achou ajuda. Que cachorro inteligente em. – O gato parecia falar em tom de deboche, mas não liguei procurei entre a multidão pelo meu irmão mas nada.... aonde ele está?

-... Tragedy também nos falou pelo o que você procura... acho que sei quem é.- Disse o cachorro e isso me chamou a atenção instantaneamente. – E obvio eles são praticamente iguais esses cachorros.  Diferença e que um é pequeno e outro é grande.- Ronronou o gato e logo procurei com o olhar meu irmão novamente.

Lá estava ele! Encolhido entre a multidão! Abri espaço rapidamente e envolvi ele em meus braços. Na hora ele se arrepiou e tentou se afastar de mim mas eu não deixei ele ir. Eu nunca mais vou deixar ele ir. Meu pequeno irmão.

-Eu fiquei tão, tão preocupado! Ah, porque fui te deixar sozinho.... eu sou um idiota- Comecei a chorar, de tristeza e de felicidade. Eu pensei que nunca mais o veria. Trabalhar com criminosos não e algo que e satisfatório. É perigoso.

-...- Ele se encolheu no meu abraço. Tão pequeno....

-Ainda bem que o achamos... bem temos que ir rápido! Antes que os guardas percebam nossa presença.- o cachorro parecia ficar cada vez mais serio mas também inseguro em ficar nesse local. Eu não podia negar que também estava.

-Vamos La cabeças de melão!- Chiou o gato e fomos andando rápido, todos juntos ate a saída, eu os guiava ate aonde seria a saída mas algo me fez arrepiar e agarrar a mão do meu irmão com força. Era uma voz. Uma voz nada amigável...

-EI PAREM AI!- Foi o que eu ouvi...

Eu continuei correndo guiando eles, eles dependiam de mim. Eles precisavam de mim nesse momento.

Mas foi quando eu ouvi um barulho forte, eu senti uma dor intensa e horrível. Mas não parei...

Meu irmão..

Precisa de mim.


Notas Finais


Que calo


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