História O Gosto da Vingança - 2 Temporada - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Família, Filhos, Recomeço, Vingança
Exibições 106
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Não de novo


Estava com tantas saudades daquele corpo que completava o meu, fazia alguns dias que não tínhamos nada, e esse pequeno espaço de tempo já me deixava louco para tê-la.

    Nosso corpo se encaixava como uma peça de quebra cabeça, e logo eu estava em cima dela a beijando como se a boca dela fosse tudo que eu queria nada vida, e eu queria mesmo. Quando menos esperei ela me afastou com um empurrão de leve, eu já estava duro como pedra.

Sentei na cama sem entender nada, ela estava me rejeitando era isso?

— O que foi amor? — Pergunto intrigado.

— Você já tomou banho? Acabasse de chegar da rua.

    Ela nunca tinha reclamado. 7 anos juntos, e ela nunca me mandou tomar banho na hora de uma amassado, pelo amor de Deus! Penso em algo para falar, mas minha mente parece ter dado um branco, levanto em silêncio e me tranco no banheiro. Espero que isso seja apenas TPM.

    Saiu alguns minutos depois e ela já estava dormindo. Olhei para baixo e suspirei de desgosto, ficamos na mão amigo.

   

    Acordei sentindo um vazio na cama, a Babi sempre levantava primeiro para arrumar as crianças, e depois do jeito que ela me tratou ontem eu esperava ao menos que ela me acordasse com um beijo de bom dia, mas nada.

    Tomei um banho rápido e desce, a casa estava em silencio, um indicio que as crianças não estavam, e esse silencio era deprimente. Meus filhos traziam alegria a casa, e com eles a casa que era tão grande se tornava pequena.

    O cheiro delicioso de comida caseira, denunciava que tinha gente na cozinha, era uma das minhas partes preferidas na casa. A Babi estava de costa para a entrada e a Lucy conversar com ela qual seria a sobremesa.

A abracei pela cintura e beijei seu pescoço.

— Bom dia amor. — Ela ficou tensa na hora, e eu fiquei em alerta, tinha alguma coisa errada com minha mulher.

— Bom dia. — Diz se afastando, para levar um pote com até a Lucy.

— Lu você pode pegar as crianças hoje? — Pergunta ainda de longe.

— Claro, mas depois quero falar com você.

    Se eu estava achando ela estranha, agora então eu tenho certeza. Liguei para o Rober para encontra-lo e irmos buscar as crianças juntos, o filho dele Gabriel, estudava na mesma escola que o Matt e a Nic. E eu teria alguém com quem conversa, eu precisava mesmo de um amigo para desabafar.

    As horas passaram voando e já perto de ir buscar as crianças eu fui atrás da Babi para falar com ela, mas a conversa dela com o Chris estava tão interessante que ela não me percebeu entrando na sala.

Fui parando ao escutar o assunto e fiquei num canto onde eles não poderiam me ver.

— É sério Chris, não aguento mais esconder isso dele. Toda vez que ele chega porto de mim tenho vontade de correr, e daqui a pouco ele vai desconfiar. — Ela solta um suspiro alto como se estivesse cansada.

Paralisei, ela estava falando de mim?

— Eu te disse desde o início para contar tudo pra ele, mas você é teimosa Bárbara. — Chris resmunga.

Ela abaixa mais o tom de voz e continua.

— Só que depois que ele saber tudo vai mudar! Não sei como ele vai aceitar. Ainda tem as crianças, essas coisas mexem com elas. Amanhã a gente vai ter uma reunião para a minha volta aos palcos e contar isso agora só vai causar problemas, e está muito recente, três meses é muito pouco.

— Luan vai descobrir e vai ficar puto com você.

    Essa conversa tinha muitas possibilidades de interpretação, mas o que mais mexeu comigo foi a que ela podia estar me traindo. Assim eu teria uma justificativa para a maneira diferente que ela está me tratando, mas três meses? Ela não está me tratando assim a umas semanas atrás.

    Minha cabeça formulava inúmeras situações, e antes que ela me descobrisse ali, peguei a chave do carro e fui até a casa do Rober.

    Anos convivendo juntos levava uma pessoa a conhece a outra como a si mesma. Quando ele abriu a porta da casa, já sabia que tinha algo muito errado comigo. Nem deixei ele perguntar direito, fomos entrando no carro e eu já desabafava tudo.

— Cara acho que a Babi tá me traindo, mas eu tenho certeza que ela está me escondendo alguma coisa, eu escutei uma conversa dela, cara eu to desesperando. Sete anos de casado e eu ainda amo aquela mulher como se ela fosse minha vida, e só de imaginar ela com outro, minha vida desmorona, como eu vou viver sem ela? E meus filhos, meu Deus, meus filhos!

— Luan, respira cara. — Ele me olha assustado. Suspiro alto, minha cabeça parece que vai explodir com tantas informações.

— A gente quase morreu pra ter que ficar juntos — Murmuro atordoado. — Se ela estiver mesmo com outra pessoa eu... o que eu vou fazer da minha vida? Eu nem sei.

— Luan eu duvido muito que a Babi está com outro, ela te ama, é difícil até de imaginar.

— Eu não vou deixar ela desistir da gente, eu vou mostrar a ela que o que a gente tem é maior que qualquer coisa que ela possa ter com outra pessoa.

    Estaciono em frente ao colégio das crianças.

— É assim que se fala! — Me incentiva.

— Agora vamos pegar as crianças, preciso pensar em alguma coisa ainda hoje.

    Foi só eu passar pelo portão que meus filhos vieram correndo até mim.

— Papai! — A animação deles era algo contagiante.

— Oi amores.

— A mamãe não veio? — Nicolle pergunta olhando para os lados.

    A relação das duas sempre foi de tanto afeto, como eu poderia imaginar minha filha sem a mãe?

— Ela está esperando vocês, mas que tal se antes a gente passasse naquela sorveteria? — Pergunto empolgado?

— Oba! — Falam em uníssono.

    Gabriel e Rober se juntam a nós e vamos até a sorveteria que ficava bem próxima a nossa casa.

— Pai. — Matt me chama, se aproximando da mesa onde eu e o Rober ficamos conversando.

— Oi filho?

— A Nicolle está se entupindo de sorvete, a mamãe vai brigar com a gente.

— Deixa que com ela eu me entendo, agora vai se divertir. — Ele olha para mim pensativo, dá de ombros e volta correndo até a mesa onde os outros dois estão.

— Babi adora quando você faz surpresas pra ela.

— Eu sei, já to aqui pensando. Quando chegar em casa vou falar com a Lucy, e agora vou ligar para minha mãe e vou pedir para ela ficar com as crianças.

    Disquei o número da minha mãe e no mesmo instante ela atendeu.

— Oi mamusca.

— Oi Luanzinho, como você está querido?

— Eu to bem mãe, e a senhora?

— Com saudade dos meus netos e de você, essas crianças vieram almoçar aqui a semana passada, já você eu não vejo a um bom tempo.

— Eu sei mãe, desculpa. Queria pedir um favor a senhora.

— Pode pedir querido.

— A senhora pode ficar com as crianças até amanhã de manhã?

— Claro que posso, você ta com algum problema?

— Não, eu só quero um tempo com a Babi.

— Ah, sei bem. Pode trazer elas que eu fico.

— Obrigada Mamusca, vou levar elas a noite.

   Só de imaginar outro homem a tocando, sabendo a incrível sensação que era tê-la em seus braços, eu ficava louco. Se ela estava com outro eu precisava fazer-la lembrar que a nossa relação nós fazia feliz, que ainda nós amávamos. Eu não iria perde-la, não de novo.


Notas Finais


Cade meus leitores hein?
Me digam se estão gostando, ou vou ficar bem perdida.


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