História O Gosto da Vingança - 2 Temporada - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Família, Filhos, Recomeço, Vingança
Exibições 104
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos descobrir qual o segredo da Babi? VAMOS \o/

Capítulo 3 - Dois Corações


Fanfic / Fanfiction O Gosto da Vingança - 2 Temporada - Capítulo 3 - Dois Corações

    Levei as crianças para a casa dos meus pais com a desculpa de uma visita, até chamei a Babi, mas ela disse que tinha um compromisso. Escolhi não pergunta que compromisso era esse, até para evitar estresses desnecessários. Mas quando eu voltei e vi ela saindo do carro, minha raiva subiu à cabeça e tudo que eu tinha vontade era de esmurrar aquele carro de luxo vermelho junto com o dono dele, que olhava sorrindo para minha mulher.

    Desci o meu carro pronto para uma briga, mas a Babi se despediu de com uma acenada e foi andando o curto caminho da calçada até a nossa porta.

— Bárbara! — Grito. De longe dava para perceber o quanto ela ficou assustada com minha presença.

    Ela enfiou a sacola que estava na mão dentro da bolsa e eu fiquei ainda mais em alerta.

— Tá tudo bem? — Pergunto desconfiado.

— Sim, porquê? — Os olhos verdes escondiam segredos e eu sabia.

— Nada, quem era aquele cara?

— Era o pai da Larissa, uma amiguinha das crianças. Ele me deu um carona ate aqui.

    Me recusava a pensar que ela estava usando as crianças como desculpa, talvez fosse só neura da minha cabeça, ela realmente só pegou uma carona.

— Hm, vamos entra?

— Claro — Dá um sorriso nervoso.

    Já estava a noite, eu tinha pedido a Lucy para chamar uma jovem que sempre a ajudava nós evento da casa, para ajudá-la a decorar tudo antes que a Babi chegasse. E deu certo, quando ela entrou estava tudo escuro e só as luzes das velas marcavam o caminho que tínhamos a seguir.

    Ela paralisou a minha frente e virou-se para mim.

— Vá em frente. — Incentivo.

    Ela anda devagar e para em frente à mesa toda decorada. E quando ela me olha com os lagrimejando, eu senti que daria certo. Ela veio correndo e me abraçou emocionada.

— Está tudo lindo, eu não acredito que você fez isso pra mim. — Chora no meu peito.

— Você merece muito mais. — Beijo seus lábios macios. Dessa vez ela não me empurrou ou fugiu de mim, ela se entregou.

    Aproveitei a sensação dos lábios dela nos meus e todo o planejamento da noite foi por água a baixo, porque tudo que eu queria era estar dentro da minha mulher e não sair mais.

    Levantei suas pernas até a minha cintura e fui até a sala com ela nos meus braços ainda me beijando. Caímos no sofá e ali mesmo ficamos, as roupas longo deixaram de ser um empecilho para as nossas peles se tocarem. As nossas sombras transmitidas pelas velas se tonou algo sensual e eu estava disposto a fazer aquilo ser especial para ela.

    Levantei ela do meu copo, o suficiente para faze-la escorregar, a fazendo gemer alto.

— Eu estava com saudades desse corpo. — Beijei os seus seios, enquanto mantinha a cintura dela subindo e descendo.

— Eu também, com muitas saudades.

    Ela se uniu mais ao meu corpo, e eu fui ainda mais fundo, enquanto ela arranhava minha costa. Nossos gemidos se misturavam no ambiente, era uma conexão perfeita, nossos corpos se reconheciam, era prazeroso, o amor fazia isso com a gente. Ela estremeceu com a proximidade do orgasmo e me incentivou a ir mais rápido. Senti o meu prazer ir cada vez mais fundo e chegamos juntos ao clímax.

    Ela se encontrava no meu colo enquanto comia, apenas com minha camiseta e calcinha, e eu apenas de cueca, e isso já era tentação demais. Eu nem me concentrava direito com as exclamações de prazer dela, cada vez que ela fazia isso eu me remexia.

— Se você não parar de gemer, eu vou dar uns tapas nessa bunda. — Sussurro a ameaça.

— Eu adoraria — responde roçando em mim.

— Ah é, então vem cá. — Em um movimento rápido ela pula do meu colo e sai correndo subindo as escadas.

— Só se você me pegar Rafael. — Grita correndo.

    Vou atrás e a encontro sentada na cama com uma cara sapeca.

— Está me esperando?

— Sim.

    Ando até ela e a prendo entre meu corpo e o colchão.

— Você ama me provoca. — Mordo seu lábio levemente.

— Eu te amo. — Fala carinhosa, passando as mãos nos meus cabelos.

— E o nosso sexo, o que você acha dele? — Pergunto curioso.

— Com você eu sempre faço amor, e todas são perfeitas. — Responde parecendo sincera.

    Algo se acende em mim e resolvo perguntar o que estava me perturbando tanto.

— Então é melhor comigo que com ele?

    Ela me encara confusa e me afasta para se sentar.

— Do que você ta falando, Luan? — A cara confusa dela realmente me faz acreditar que ela não entendeu.

— Do seu amante.

    Ela olha pra mim e vai abrindo um sorriso e logo depois cai na gargalhada.

— Luan você se drogou? — Pergunta enxugando as lágrimas causadas pela risada.

— Eu to falando sério! — Respondo exasperado.

    Ela levanta e me olha como seu eu fosse um alienígena.

— Você ta louco, Luan!? — Ela parece tão confusa que eu começo a sentir medo de ter falado alguma merda.

— Eu escutei você com o Chris, você disse que está com ele a três meses, que ainda está muito recente pra contar qualquer coisa, eu ouvi!

     Ela balança a cabeça em negação e me dá as costas. Acho que ela me abandonou, desço as escadas logo depois dela e peço para que ela me espere, mas ela me ignora e continua a descer.

Corro um pouco mais e a alcanço, e pego no seu braço, a impedindo de continuar.

— Me larga seu idiota. — Puxa o braço com força.

    Evitando que aconteça algum acidente a deixo descer as escadas. Ela vai até a bolsa que ela largou na entrada e tira a sacola que ela está segurando quando eu a vi lá fora. Babi tira uma caixa branca da sacola e me entrega sem nenhuma delicadeza.

— Parabéns, babaca!

    Ela volta lá pra cima, e do andar de baixo dava pra ouvi-la batendo a porta. Olhei aquela caixa com medo, o que eu fiz.

    Dentro tinha um sapatinho vermelho e um teste de gravidez positivo, junto com um bilhetinho.

“Agora no corpo dá mamãe, batem dois que amam o papai!!”


Notas Finais


Alguem fez muita merda, e esta ferrado kkkkkkkkkkkkk #SeFerrou

Que bom que vcs voltaram <333


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