História O gosto do mamilo. - Capítulo 43


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Categorias Originais
Tags Amor, Drama, Ódio, Romance, Sexo, Tragedia
Visualizações 85
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Credo. Que sonho é esse? E essa louca da Mariza treinando tiro ao alvo.....
Opa.... não gosto disso.

Capítulo 43 - Faça você mesmo.


Fanfic / Fanfiction O gosto do mamilo. - Capítulo 43 - Faça você mesmo.

MARIZA.

Estacionei a poucos metros da escola de tiro ao alvo e fiquei olhando a pouca movimentação do lugar. Eu estava vestida com uma roupa básica, jeans e camiseta. A tarde estava nublada, mas eu sentia calor. Fiz questão de verificar que eu não era conhecida ali. Era perfeito. Peguei minha bolsa de lona esportiva e subi os poucos degraus gastos de madeira.

- Boa tarde senhora. – um garoto cheio de espinhas exibiu seu sorriso com aparelho. “Que nojo.”

Não respondi e ele raspou a garganta sem jeito.

- Em que posso ajudá-la?

- Vim para a minha primeira aula de tiro.

- Seu nome, por favor.

- Mariza Alcântara.

Ele digitou no computador e relanceei os olhos pela sala. Do lado direito a parede estava coberta de fotos de frequentadores do clube que eram campeões de tiro por pontuação.

- Aqui está. – disse o garoto. – A senhora pagou um mês adiantado?

- Sim.

O garoto escreveu numa ficha e me deu para assinar. Rubriquei e devolvi.

- A senhora vai usar que tipo de arma?

- Uma pistola.

Ele escreveu e me entregou um cartão.

- Esse é seu cartão do clube. Pode mandar plastificar depois, se quiser.

Não respondi nada e ele fez sinal para eu segui-lo.

- Por aqui.

Fui levada até os estandes de tiro e que tinham cabines individuais conforme a modalidade da arma. Escolhi uma cabine vazia e ele avisou o instrutor, voltando para a recepção. O instrutor me deu o óculos e fones de proteção.

- Oi, tudo bem? Sou Elder.

- Mariza. – apertamos as mãos.

- Já manejou armas antes, Mariza?

- Não. – respondi com um sorriso.

Ele também sorriu. Aquilo nunca falhava. Ele escolheu uma arma, me passou as instruções e depois de colocar os óculos e os fones de proteção para os ouvido, comecei a praticar.

Uma paz enorme me inundava a cada tiro disparado.

 

 

LÉO.

Passava das oito horas da noite quando a campainha tocou. Olhei pelo olho mágico e fiz uma careta destrancando a porta, não acreditando.

- Michele?

Deus! Devia ter uma placa na minha testa escrito “mulheres me mostrem seus peitos.” Por que Michele estava na minha porta vestida com uma blusinha fina, sem sutiã e seus mamilos estavam tão pontudos que se inchassem mais iria furar a blusa. Tenho que confessar que ela tinha seios deliciosos siliconados, e os maiores mamilos que já chupei. Mas qual parte do “acabou” ela não tinha entendido?

Ela viu para onde eu estava olhando e sorriu insinuante.

- Surpresa! – cantarolou mostrando uma garrafa de vinho que estivera escondendo atrás de si. – Vim fazer uma visitinha. Posso entrar professor? – deu um passo.

- Não. – respondi. Ela parou. –Se não se importa eu estou ocupado.

Ela manteve o sorriso e o entusiasmo.

-Vamos Léo só uma taça de vinho, sei que você adora.

- Eu não quero beber agora. O que você está fazendo aqui? – perguntei meio impaciente. Só faltava Beta também chegar de surpresa e aí sim, eu estaria encrencado de vez com ela.

Michele fechou a cara.

- Qual é o problema professor Leonardo? – perguntou mordendo meu nome.

- Problema algum. – respondi. – Já disse que estou ocupado.

Michele abriu um sorriso meloso.

- Já estive aqui outras vezes e foi bem mais divertido.

Perdi a paciência.

- Isso mesmo... foi. Do verbo não é mais. Já conversamos sobre isso, quer que eu desenhe para você?

Ela deu um passo a frente forçando a entrada e segurando o braço dela fiz uma meia volta colocando-a do lado de fora de novo.

- Eu já disse que estou ocupado Michele. Que mania é essa de tudo mundo entrar na minha casa quando bem entendem?

-Não sabia que sua casa era tão frequentada assim. A vadiazinha está com você agora? É isso?

Respirei fundo, cansado.

- Não vai rolar Michele. Isso que você quer não vai rolar. E para deixar tudo claro de novo, não tem ninguém comigo e nem vai ter. Entendeu? Não quero mais nada com você, por favor, vá embora.

Ela ficou me olhando por um instante como se não acreditasse no que estava ouvindo e fez um gesto de cabeça.

- Tudo bem. Talvez não hoje mas...

- Nem hoje, nem amanha, nem dia nenhum. – a interrompi. – Vá para casa. – disse com um pouco de pena dela. – Já é tarde, vá para casa e não fique se mostrando assim pode ser perigoso.

Ela me olhou como se não tivesse me reconhecendo.

- Você é um babaca Leonardo. – proferiu com raiva e foi embora.

Tranquei a porta. Tranquei a casa toda. Me tranquei no meu quarto e tirei a roupa, deitei nu. Os lençóis macios deslizando em minha pele me faziam lembrar dela. Eu só queria uma pessoa nua em minha cama comigo. Beta. Eu queria amá-la de todas as formas, abraçá-la quando seu corpo treme com os espasmos do orgasmo, ela gosta quando faço isso, se sente protegida. Adorava sentir o calor de seu corpo macio em meus braços. Seus mamilos tenros e rosados que ficavam vermelhos de tanto eu chupá-los, aqueles biquinhos pontudos e frios eram minha perdição. Seus beijos, suas carícias em meu corpo, suas brincadeiras e o som de sua risada, seu rosto corado. Tudo nela era perfeito. Eu a amava e estava adorando a ideia de passar o resto da minha vida com ela.

 

 

 

BETA.

Na mesma noite.

 

A igreja estava lotada enfeitada com arranjo de lírios e flores silvestres amarelas e eu caminhava em direção ao altar. Hipnotizada pelo brilho do olhar azul e o sorriso de dentes perfeitos e brancos que me esperava. Léo parecia um ator dos filmes de Hollywood, em seu terno preto feito sobe medida para a ocasião. Ele sorria tão feliz quanto eu, quase não acreditando que finalmente ficaríamos juntos. Nada mais de se esconder, estávamos livres.

Olhei para a esquerda, eu caminhava sozinha. Minha mãe também não estava no

 

altar. Meus pais não apareceram no casamento da própria filha? Senti uma pontada de tristeza, pois sonhei tanto com esse dia. Meu pai me entregando ao homem que me amaria para sempre. Mas nem tudo é perfeito. O importante é que Leonardo e eu agora seriamos marido e mulher. “Meu marido.” A frase me causou um frio gostoso na barriga. Eu seria a garota de dezoito anos casada mais feliz do mundo.

De súbito ouvi um som úmido e molhado, como se estivesse chapinhando em... olhei para baixo... barro? O corredor central da igreja tinha se transformado num corredor de barro. Meu vestido branco estava um palmo sujo de lama e eu o levantava num esforço inútil para não sujá-lo mais. Léo continuava sorrindo para mim e sua imagem foi se apagando até desaparecer. Tudo tinha desaparecido e eu não estava mais na igreja. Era um lugar frio e chuvoso, o clima pesado. Meu vestido de noiva agora era preto e desconfortável, pesado pela chuva, as rosas do buque estavam mortas e desfolhadas. Mais a frente havia uma mulher com o rosto coberto por um véu preto. Me aproximei e vi que ela rezava defronte a uma lápide.

- Que lugar é esse? –perguntei.

Ela me olhou por um segundo e colocou o dedo nos lábios pedindo silêncio.

- Respeite os mortos.

Senti o frio daquele lugar congelar todo meu corpo e fiquei com medo. Eu estava num cemitério em ruínas.

- Quem morreu?

A mulher me olhou de novo e ergueu o véu. Seus olhos não tinham órbitas, apenas dois buracos negros e vazios.

- Você. – ela respondeu apontando um dedo esquelético para mim.

- Não. É mentira. –apavorada me virei para correr, mas minhas pernas não obedeciam. –Não...

Forcei o pé para cima, mas afundei na lama até a canela. E quanto mais eu me esforçava mais afundava.  A mulher sem olhos continuava me olhando. Na minha frente surgiu uma cova ameaçadoramente aberta.

- Não. Eu não estou morta. – gritei.

Mas eu afundava mais e mais. Já sentia a lama fria em minha cintura, me puxando para dentro da cova.

- Não... não... NÃO.

Acordei no meu quarto, sentada na cama. Meu coração a ponto de sofrer um ataque. Estava ofegante e encharcada de suor. Tirei a camiseta que estava dormindo e fiquei só de calcinha. Minha pele nua se arrepiou e meus mamilos ficaram duros. Abracei os joelhos esperando a respiração se normalizar. Que sonho pavoroso, agourento. Eu queria Leonardo comigo, mas já era muito tarde para acordá-lo. Sentindo uma tristeza profunda, abracei o travesseiro e chorei.

 


Notas Finais


Não sei quanto a vocês, mas não estou gostando. Bjos amores e obrigada a todos. Tia Aliteia está preparando uma surpresa para.... bom no tempo certo eu direi. kkkkkkkkk


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