História O Grimório - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Bruxa, Horror, Magia, Mistério, Sobrenatural, Terror, Witch
Exibições 2
Palavras 660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Reencontro...


Fanfic / Fanfiction O Grimório - Capítulo 3 - Reencontro...

"...I'm gonna swing from the chandelier 

From the chandelier

I’m gonna live like tomorrow doesn’t exist

Like it doesn’t exist..."

-Droga, preciso mudar o som do despertador, afinal,  ninguém acorda com a disposição da Sua subindo em lustres as sete da manhã.  -murmurei para mim mesma obrigando me a levantar da cama.

Uma nova semana começava, e com ela, as aulas de música matinais na faculdade.  Tomei uma dduche e desci para tomar café. 

-Mal posso esperar para encontrar Alessa para tocarmos essa maravilhosa suíte em ré menor juntas e morrermos de tédio... -Sussurrei comigo mesma.

-Falando sozinha de novo Dae?  -Arthur já estava saindo para trabalhar. 

-Preciso perder essa mania, eu sei. Estou trabalhando nisso.

-Você fica uma graça falando sozinha, parece aquelas senhoras da terceira idade quando estão procurando algo. -Ele sorriu e em seguida me deu um beijo na testa e um abraço apertado. -Busco você ao meio dia.

Engoli aquelas torradas feitas com tanto carinho por ele que, para variar, estavam torradas demais. Meu irmão tinha muitos talentos, como por exemplo, ser produtor musical, mas cozinhar não era seu forte. 

-Ok,  ao menos estou alimentada não passarei fo...

"Biiiiiiiiiiiiiiii"

A buzina do Impala de Alessa me fez pular de susto, como todos os dias fazia. Peguei minha bolsa e meu nada pequeno instrumento e fui ao seu encontro. 

-Bom dia Pocahontas. Pronta para mais uma manhã de aula? -Alessa era bizarramente animada sempre, não importava o dia nem horário,  na verdade acho que nunca a vi de mau humor.

-Super animada para tocar aquela suíte até a morte. -Falei com tom irônico. 

-Ora mas é tão maravilhosa aquela canção,  ontem toquei ela por três horas seguidas, tenho certeza que meus vizinhos amaram. -Alessa falava e gesticulava ao volante. 

-Queria ter visto isso, porém creio que ontem você deve ter saído e nem sequer tocou no seu instrumento, eu te conheço Ale, não minta para mim.

-Ora vejam só, parece que temos uum " cheroque homes" aqui. -Ale caiu na gargalhada.  -Ok,  você me pegou, eu não estudei mesmo. Mas e você o que fez? Arthur ficou em casa?

-Me parece que sua curiosidade é sobre meu irmão e não sobre mim não é mesmo? -Falei cruzando os braços e olhando para Ale que ficou vermelha nomesmo instante.  Eu sabia do interesse que ela tinha em meu irmão e apesar de os dois nunca terem conversado eu sentia ciumes dele.

-Claro que não,  oras, bom...Talvez. .. Dae seu irmão é um gato, ele não tem namorada ainda mesmo? Me custo a acreditar quando você fala que nunca o viu com ninguém. 

-Talvez ele não goste de mulheres.  -Falei rindo com tom irônico. 

-Seria um grande desperdício. -Ale riu.-Chegamos. E olha quem já está ali nos aguardando para as boas vindas das férias, Thomas, o lindo, primeiro de seu nome, o rei das garotas.  

-Para com isso Ale, vamos, talvez ele não nos veja. -Falei saindo disfarçadamente do carro.

-Daena.  -Ele se aproximou e me abraçou dando me um beijo no rosto logo em seguida.  Thomas era um rapaz bonito,  tinha cabelos negros e olhos claros, era alto e tinha um jogado, meio grande.  Tínhamos ficado antes das férias da faculdade, porém eu não queria me envolver com ninguém é me parece que ele não havia entendido isso. 

-Está tudo bem? Você mal respondeu minhas mensagens, fiquei com saudades suas.

-Olá pra você também,  senhor das duas terras, rei do Egito que não fala com humildes seres de pele mais escura. -Ale ironizou quebrando o clima que havia ficado. 

-Alessa,  mal pude sentir saudades suas. 

-Ora não seja acanhado,  confesse que sofreu a minha ausência nesses incontáveis e inacabaveis trinta dias. -Ale o abraçou e fomos andando até a sala. Ela sabia que eu não queria me envolver com Thomas e me livrar de ter que explicar o motivo pelo qual não respondi suas mensagens foi aliviante naquele momento.  

-Estou te devendo uma.  -Sussurrei em seu ouvido.

-Eu vou cobrar.  -Ela deu uma piscada e seu famoso sorriso maldoso, que só ela sabia dar. 





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