História O Guarda Costas - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters, Supernatural
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Castiel, Dean Winchester, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Destiel, Malec, O Guarda Costas, Raphael Santiago, Saphael, Shadowhunters, Simon Lewis
Visualizações 504
Palavras 2.779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello Loves
Sei que devem querer me matar por enrolar, e ainda escrever uma capitulo tão sem graça
Mas é que eu tive um bloqueio criativo, e estou aqui superando ele
Prometo capitulos melhores <3
Me perdoem por erros e boa leitura <3
Titia ama vocês <3

Capítulo 10 - Gosto de jogar


POV Alec

Fiquei em choque quando vi Magnus chorar e sem nem mesmo pensar eu o abracei, senti o corpo dele enrijecer com o contato, mas depois de alguns segundos ele se agarrou a mim e me abraçou com força, eu sabia que ele era apegado a Raphael, só não sabia que era TÃOO apegado a ele.

Não sei porque isso me incomodou eu odiava Magnus, não é? Então porque o idiota o abraçou, rosnou meu inconsciente.

Eu gostei, desculpe mas gostei de sentir o cheiro de Magnus perto, gostei de sentir seus músculos me apertando, e gostei mais ainda de saber que ele se sentia confortável em meus braços.

E durou pouco esse pensamento assim que ele se afastou.

— Se contar pra alguém sobre isso, eu vou mata-lo

Eu sorri, não sei porque mas sorri largamente porque esse comentário significava que o Magnus que eu odeio voltou.

— Porque eu contaria pra alguém – comentei com a mesma Marra que ele.

Ele praticamente me fuzilou com o olhar.

— Porque não vai embora, Lightwood – rosnou

Revirei os olhos dando de ombros e me sentei na cama enorme de Magnus

— Eu vou... mas antes ligue para os Santiagos, preciso saber se Raphael esta respirando. – digo com um ar serio.

Magnus parece entender a seriedade da situação e se senta ao meu lado

— Porque? – pergunta curioso, seus olhos ainda estão vermelhos assim como seu rosto, por ter tentado disfarçar as lagrimas secando o rosto brutalmente

Eu me sento ereto e fito minhas próprias mãos e logo depois eu o encaro, olhos azuis se perdendo naqueles verdes dourados.

— Porque se ele ainda estiver respirando, sugiro que contratem um guarda costas, para o irmão adotivo dele.

 

POV Simon.

Assim que acordei eu não o vi mais na cama, droga, não acredito que acabei de transar com aquele idiota, e pior me sentia totalmente esgotado e dolorido, me enrolei nos lençóis e tentei o encontrar mas ele já havia saído.

Maldito Raphael Santiago, usou sexo pra escapar de seu guarda costas.

Eu deveria ter sido mais prudente.

Eu deveria não ter me deixado levar pela atração.

Me sentei na cama me sentindo o pior idiota do mundo, mas logo virei bruscamente e o vi sair do banheiro enrolado em uma toalha, as gotas de água que caíam de seus fios negros em seu abdômen perfeito me distraíram, será que ele esta me vendo babar?

— Achei que..... – minha voz falhou

Ele sorriu  secando o cabelo com outra toalha que ele trazia em mãos.

— Que eu tinha fugido? – ele completou e eu assenti vergonhosamente – Eu ia fugir.

Eu senti meu fôlego sumir.

— E o que esta fazendo aqui comigo? – perguntei sem pensar, Droga, isso é pergunta que se faça, apenas agradeça Lewis, porque se tivesse o perdido o que iria dizer a Guardalupe.

Ele colocou a toalha nos ombros e caminhou ate uma mesinha, onde pegou uma bandeja de café da manhã e a colocou sobre a cama enquanto eu o observava se sentar ao meu lado sem entender nada, Uma hora ele era bruto, e em outras era fofo, O que esta acontecendo comigo?

— Coma – ele mandou

Eu obedeci, na verdade eu comi porque queria algo pra tentar amenizar aquela estranha situação.

Peguei uma panqueca e bebi um gole de café, porque como Clary diz: “Sou movido a cafeína”

Ele ainda me fitava atentamente como se eu fosse algo inédito.

— O que foi? – pergunto evitando o olhar nos olhos. Sei que estou nervoso e não to conseguindo disfarçar.

Ele sorri

— É que eu nunca fiz isso – ele conta

Eu o encaro de olhos arregalados.

— Sexo? – Whattsss eu disse isso em voz alta, com toda certeza ele já deve ter feito sexo, seu idiota, gritou meu inconsciente, mordi o lábio me sentindo frustrado

Ele riu, podia ser pior? Ele esta rindo de mim.

— Não, eu já fiz sexo, eu to falando que eu nunca vi a pessoa pela manhã, geralmente elas vão embora pela noite ou eu vou – ele diz tentando não rir com minha pergunta, Idiota!, grito pra mim mesmo.

— Ainda não respondeu minha pergunta... porque não fugiu? – fui direito

Ele se aproximou ainda mais de mim, e meu corpo falhou, sua respiração quente batia em meu rosto me impedindo de pensar direito

Merda, eu sou um homem de 26 anos eu tenho que me controlar, controlar o que se já deu pra ele?, zombou meu inconsciente.

— Não sei. – Ele disse pegando um pedaço da minha panqueca, eu o encarei incrédulo, não sabe, serio?

— Eu só não queria lhe causar mais problemas

Nossos olhares se conectaram e minha pulsação acelerou, como ele é cara de pau, como pode me olhar desse jeito, cheio de desejo e carinho sendo que me conhece a tão pouco tempo

Como pode eu sentir o mesmo por ele sendo que o conheço a tão pouco tempo?

Talvez isso seja o que chamamos de atração a primeira vista, mas o que ele teria visto em mim? Ele tinha Janne ao seu dispor, que era uma mulher muito bonita e atraente, o que ele ia querer comigo?

Se passaram horas, tudo bem, somente alguns minutos mais pra mim foram horas, ate que eu desconectei meu olhar do dele e me pronunciei

— Ok – peguei minhas roupas do chão tentando pegar com elas minha dignidade por ter acabado numa cama de hotel com meu protegido. – Posso usar seu banheiro.

Ele assentiu.

— Mas antes termine seu café – ele me encarou com um olhar frio, cheio de mistério, como pode alguém mudar de humor tão rápido?. – Odeio desperdício

Me encolhi e voltei a me sentar na cama, peguei algumas torradas e ele parecia minha mãe vendo se eu comia todos os brócolis, af quantos anos eu tinha dois?

Eu era que tinha que mandar, então porque eu deixo ele mandar em mim, a... é eu quero que ele confie em mim. E tenho que conseguir isso.

— Porque? – pergunto pra ele.

— Porque o que? – ele me olha indiferente.

— Porque me beijou no elevador?

Ele sorriu divertidamente.

— Gosto de jogar – diz simplesmente.

— Jogar vídeo game? – pergunto perdido e novamente ele ri da minha cara

— Não, Lewis , é outro tipo de jogo, mas não quero persuadi-lo a nada, só jogaremos se você quiser.

— Você acabou de falar que não queria me causar mais problemas? – o repreendo.

— Eu sei, mas pode ser um segredo só nosso, é divertido ver um homem tão engomadinho como você se derretendo por um riquinho mimado.

Quem ele pensa que é, ta tão na cara que ele mexe comigo?

Droga nunca senti esse desejo insano por um protegido, ele consegue brincar com minha sanidade em questão de segundos.

— Que tipo de jogo? – pergunto abaixando o olhar

Ele se aproximou da minha orelha  e sussurrou

— Vou pro banho

— Mas você acabou de sair do banho – exclamo espantado

Ele ri

— Você vem junto.

 

POV Magnus

 Tentei ligar varias vezes para Raphael mas só dava caixa postal, disquei o numero dos Santiago, e Guardalupe disse que Raphael estava na Califórnia.

Bem típico dele eu aqui morrendo de preocupação e ele se divertindo , me senti um completo idiota quando desliguei o celular, pude ver os olhos incrivelmente azuis de Alec me fitando, eu não consigo o encarar nos olhos, não depois de ter desabado em seus braços.

— O que aconteceu? Esta pálido – perguntou se levantando da cama que estava sentado.

Eu deixei o celular na escrivaninha do computador e me sentei na cadeira, me sentia tonto e enjoado.

— Magnus? – escutei Alec me chamar preocupado, mas ignorei e comecei a discar – Pra quem esta ligando?

— Vou ligar pro irmão do Raphael.

— Acho que não precisa – disse Alec checando o celular e eu o encarei – Acabei de receber uma mensagem dizendo que ele esta indo pra casa dos pais.

— Tia Guardalupe precisa ficar sabendo – exclamei pegando meu casaco

Em questão de segundos senti mãos me envolvendo

— Espera

Eu encarei pela primeira vez dês de quando parei de chorar os olhos de Alec, e de perto era de um tom de azul tão magnífico que hipnotizava, Por um momento senti uma leve palpitada no peito mas logo me recuperei

— O que? – perguntei serrando os dentes.

Ele recuou por um momento.

— Dormiu a noite anterior?

Eu o encarei indiferente mas seu tom era inquisitivo e logo respondi

— Não... não... consegui dormir.

Ele me puxou pelo braço como uma mãe faria

— O que esta fazendo? – perguntei assustado e surpreso

— Só vou deixar sair desse quarto quando tiver dormido pelo menos 4 horas.

— Para de agir como se fosse minha mãe – argumentei me sentindo ridículo

— Só quando parar de agir como uma criança – ele disse me puxando pra me deitar na cama

— Lightwoo.....

— Quieto, apenas descanse. – ele disse me cobrindo.

— O que garante que eu não vou sair quando você for embora? – perguntei curioso, eu não iria obedecê-lo so porque ele queria.

Ele se sentou ao meu lado e me fitou sorriu e aproximou os lábios da minha orelha, senti uma onda de eletricidade passar por mim.

— Eu não vou embora.

 

POV Raphael.

Eu deveria ter fugido mas quando entrei no elevador, lembranças de um beijo maravilhoso me assombraram, deus como pode aquele filho da mãe ter me atraído, Eu tentei fingir que não aconteceu mas infelizmente aconteceu, com toda certeza depois que eu o deflorar um pouquinho essa atração acabe, espero.

A única coisa boa nessas minhas aventuras é que me fazem esquecer do que me faz mal

Sai do elevador e Simon ainda dormia, então liguei para o serviço de quarto

O que deseja senhor Santiago? – uma voz suave e doce disse do outro lado da linha

— Eu gostaria que me mandassem um pouco de tudo para o café da manha. – dei uma olhada de relance pra Simon e voltei a me concentrar no telefonema

Já estamos mandando senhor, deseja mais alguma coisa?

Olhei novamente para meu guarda costas e sorri

— Ben Affleck ainda esta no hotel? – perguntei inocentemente, tinha que achar um jeito de agradar Simon e percebi que mesmo ele sendo um homem formado ainda tinha seu lado nerd

Sim ele esta no hotel ainda. – confirmou a moça.

— Obrigado – agradeci e desliguei, ainda com telefone em mãos comecei a discar o numero de Ben ele atendeu no terceiro toque

Alo – escutei sua voz meio sonolenta

— Desculpa acordá-lo, lembra do Raphael Santiago, a festa mais louca da sua vida? – perguntei meio relutante será que ele lembra?

Você ainda esta vivo, pensei que tinha morrido de overdose alcoólica – seu tom ficou mais relaxado e eu relaxei também.

— Sempre confiando em mim não é mesmo?

Você bebeu o bar inteiro – ele riu

— O que? mas eu não fiquei bêbedo – comentei rapidamente

Não, você beijou o barmen só pra ele te dar mais tequila – ele gargalhou, ok talvez eu estivesse bebido um pouco demais naquela festa

 — Em minha defesa o Barmen era gatinho, isso não faz de mim um bêbedo – acrescentei pegando um gole do whisky que estava sobre uma mesa do quarto.

Você flertou com um copo de tequila – ele disse

— Eu tenho a mente aberta – comentei rindo – Ok, ok, bebi um pouco demais aquele dia

Mas tenho certeza que não me ligou só pra falar daquele dia, o que quer malandro?

— Seus fãs sabem desse linguajar?

Meu linguajar é bem refinado, mas o termo malandro é bem sua cara, agora fala

— Ok, você poderia me fazer um favorzinho.

 

****

 

Assim que sai do banho Simon estava sentado enrolado nos lençóis ele me encarou surpreso

— Achei que..... – sua voz falhou

Eu sorri secando meu cabelo com outra toalha que eu tinha em mãos.

Senti desejo reprimido inalando dele, e como eu disse esse é o melhor tipo de desejo

—.... Que eu tinha fugido? –  completei e logo acrescentei  – Eu ia fugir.

— E o que esta fazendo aqui comigo?

Eu ignorei a pergunta dele, porque nem eu mesmo sabia o que eu estava fazendo ali, e se eu não sabia nem como responder a mim mesmo essa pergunta como eu ia responder a ele

Coloquei a toalha em meus ombros e caminhei ate uma mesinha, onde peguei a bandeja de café da manhã que eu havia pedido e a coloquei sobre a cama onde Simon me olhava surpreso

— Coma – mandei, depois de ontem eu sei que ele precisa de energia

Ele me obedeceu e o fitei atentamente, era tão estranho estar na presença dele, eu sentia uma vontade imensa de toca-lo, na verdade eu sempre dispensava as pessoas depois da 1° transa então porque que com ele foi diferente, ri de uma piada interna, tentei disfarçar mais Simon notou

— O que foi?

— É que eu nunca fiz isso – sorri

Ele me encarou de olhos arregalados.

— Sexo?

Comecei a rir, ele acha mesmo que eu , Raphael Santiago nunca fiz sexo? Ate meu inconsciente esta rindo desse comentário

— Não, eu já fiz sexo, eu to falando que eu nunca vi a pessoa pela manhã, geralmente elas vão embora pela noite ou eu voj

— Ainda não respondeu minha pergunta... porque não fugiu? – foi direito

— Não sei. – Eu não sabia o que responder então me inclinei e peguei um pedaço da panqueca que ele tinha em mãos, e comecei a pensar em uma resposta pratica — Eu só não queria lhe causar mais problemas

Nossos olhares se conectaram, mas sempre que isso acontece, ele fica vermelho ou vira os olhos como se não conseguisse me olhar e isso era extremamente adorável.

— Ok, posso usar seu banheiro

— Mas antes termine seu café

— Porque?

— Porque o que?

— Porque me beijou no elevador?

Eu não esperava essa pergunta então sorri, e respondi sincero

— Gosto de jogar.

— Joga vídeo game?

Eu comecei a rir, esse garoto é inocente demais e eu vou adorar tirar isso dele.

— Não, Lewis , é outro tipo de jogo, mas não quero persuadi-lo a nada, só jogaremos se você quiser.

— Você acabou de falar que não queria me causar mais problemas?

Sim eu disse mas agora o vendo assim enrolado nos lençóis em minha cama com seu cabelo pós foda desarrumado, Eu só queria fode-lo novamente.

— Eu sei, mas pode ser um segredo só nosso, é divertido ver um homem tão engomadinho como você se derretendo por um riquinho mimado.

— Que tipo de jogo? – perguntou abaixando o olhar

— Vou pro banho - sussurro no ouvido dele

— Mas você acabou de sair do banho

Eu dou risada

— Você vem junto.

 

POV Simon

Fiquei boquiaberto quando o vi estender a mão para me levar com ele, a propósito achei que ele estava brincando, mas ele logo disse que estava falando serio. O que me deixou ainda mais boquiaberto, meu coração acelerou e por um momento esqueci ate meu nome.

— Não quer ir? – ele me encarou indiferente – A decisão é sua

Puta Merda!

Eu quero muito ir com ele

Peguei a mão dele e ele me puxou ate o banheiro

Era um banheiro amplo e dourado, o Box era luxuoso como tudo naquele hotel.

Encarei Raphael que me fitava atentamente.

— Solte o lençol – sua voz saiu como uma ordem.

E só agora percebi que ainda estava enrolado nos lençóis  e me apertei ainda mais nele corando e abaixando o olhar.

— Já te vi nu – ele sussurrou se aproximando de mim, senti seu toque em meus ombros me fazendo estremecer, o lençol caiu no chão levemente enquanto sentia meu corpo estremecer com o contato

Suas mãos desceram acariciando minha pele senti seu hálito quente em minha nuca.

— Como você consegue me fazer me sentir assim? – ele me pergunta mordiscando minha orelha, arfo

— Assim como? – pergunto inocentemente.

— Louco de desejo. – ele sussurra

Sinto ele morder meu pescoço e o inclino pra dar mais liberdade a Raphael sobre meu corpo.

E assim ele o faz, ele morde, beija e chupa meu pescoço

— N-Não... íamos... tomar.... B-Banho? – pergunto me atrapalhando com as palavras

Ele me solta e se afasta, Droga porque eu tinha que perguntar isso agora?

— V-Volta.... – pedi num sussurro que mais saiu como um apelo

Raphael sorriu deixando a toalha cair, e puta merda, eu não consegui desviar o olhar daquele maldito corpo perfeito, ele abriu ainda mais seu sorriso e entrou no Box ligando o chuveiro, a água caia de uma maneira tão sexy naqueles músculos que por um momento perdi o ar.

— Não vai vim? – ele me perguntou com um sorriso brincalhão

Recuei um pouco mas logo me juntei a ele, Raphael fechou o Box e me encarou de maneira maliciosa, Puta merda!, esse garoto será minha perdição

Senti ele se aproximar e me prensar contra o Box, seus lábios a menos de dois centímetros dos meus.

— Agora não tem ninguém pra te salvar, babá

Esse comentário despertou algo em mim, algo que nem eu sabia que existia e num movimento brusco eu acabei com o espaço entre nossos lábios.

 

Continua....


Notas Finais


Que surpresa vocês acham que o Raphael tem pro Simon? hum?
Comentem quero muitos comentarios <3
Tambem quero que decidam, querem Clastian ou Clace, eu shippo os dois mesmo kkkk se bobear shippo mais clastian <3
Sei que vao dizer que sou doente e tals.
Sorry <3
Comentem bastante heim <3
Amo comentarios <3


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