História O Guarda Costas - Capítulo 15


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Categorias Shadowhunters, Supernatural
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Castiel, Dean Winchester, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Destiel, Malec, O Guarda Costas, Raphael Santiago, Saphael, Shadowhunters, Simon Lewis
Visualizações 342
Palavras 1.833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helo loves!!! Vou demorar pra atualizar porque estou sem net me perdoem😭

Capítulo 15 - Consequências


Pov Raphael.


Estava tudo escuro ate que eu conseguir abrir um pouco meus olhos, tudo estava embassado mas eu pude sentir seu toque familiar e reconfortante. Pude senti-lo me envolver em seus braços, e nesse momento pensei que não ouvesse lugar melhor pra morrer.


Abrir os olhos foi um balde de agua fria eu estava tão cansado que gostaria de entrar em coma.

Olhei para o lado de relance e vi Dona Guardalupe dormindo na cadeira. 

Arranquei o tubo que estava na minha cara e tentei tirar a agulha de meu pulso sem fazer barulho mas a maldita maquina me entregou apitando sem parar .

Dona Guardalupe acordou assustada me dando uma olhada mortal. Eu nunca tive tanto medo dela como agora.

— Raphael - ela me repreendeu colocando o tubo novamente no meu nariz. Bufei frustrado — Isso é algo pra regular seus batimentos.

— Mas eu to bem - comentei alto ate demais. Eu não queria ficar naquele maldito hospital com o maldito aparelho dedo duro. Olhei pra ele e bufei, amaldiçoado seja todos esses aparelhos que apitam e que eu não sei o nome.

Ela me fuzilou com o olhar

— No que estava pensando? - ela exclama deixando uma lagrima teimosa cair — Se não fosse por Simon estaria morto agora.

Eu a encarei confuso

— Simon? - perguntei arqueardo a sobrancelha. 

Guardalupe suspirou

— Ele foi conferir se precisava de algo e te encontrou dormindo. Ainda bem que ele viu os remedios caidos na pia.

A pergunta é porque que Simon estava no meu quarto mais precisamente no meu banheiro? 

— Você deve a sua vida a aquele garoto - ela exclamou num misto de emoções que não consegui identificar. 

— Ele é pago pra isso - sussurrei e me aconcheguei naquela cama desconfortavel. — Me deixa dormir.

— Raphael.... - fungou.

— Só me deixa dormir. Porra! - exclamei irritado. 

Escutei o barulho da porta bater e quando notei lagrimas caiam no travesseiro



Pov Simon.


Eu estava a 2 horas esperando notícias sobre Raphael. Dona Guardalupe me disse que seu estado era estável graças a rapidez que foi encontrado e eliminado os remedios de seu organismo. 

E a unica pergunta que se formava na minha cabeça era do porque?

Porque Raphael tentaria se matar?

Talvez os Santiago tenham muitos segredos e eu vou descobrir cada um deles.

— Como ele esta? - a voz de Dean ecoou pelo recinto e ele me abraçou e nesse momento eu percebi o quão mal eu estava porque eu me agarrei ao meu melhor amigo como um suporte pra não cair.

Dean estranhou mas manteve o Abraço e eu sou muito grato a esse homem.

— Porque quer saber? - perguntei ao sair do Abraço. 

Dean sorriu de canto

— Cass me encheu pra vir ate aqui saber como o irmão estava, ja que o medico disse que ele tinha que estar de repouso absoluto - confessou me arrancando o primeiro sorriso do dia.

— Ele esta bem pede pra Castiel ficar tranquilo.

Dean assendiu e ficou me encarando depois de alguns minutos eu o encarei.

— Pergunte logo o que quer perguntar, Winchester - o repreendi

Ele remexeu em seus fios loiros

— Como o encontrou?

Me surpreendi com a pergunta e logo comecei a lembrar daquela noite.


Flashback on


Maia, Isabelle e Lily estavam a dançar sedutoramente na pista elas são mulheres belíssimas mas era uma pena olhar pra uma mulher tão linda quanto Isabelle e pensar em Raphael.

Eu só estava a uma semana nesse caso e ja tinha enlouquecido por um garoto idiota.

As luzes piscavam e a musica estava alta ate demais.

Quando pensei em ir embora fui puxado por Lily que sorria sem parar claramente bebada.

— Vem dançar comigo - ela sussurrou em meu ouvido.

Eu a fiz soltar meu braço mas não de uma maneira agressiva.

— Lily esta bebada, vamos pra casa - eu exclamei alto por conta do som

Maia e Isabelle se aproximaram pra amparar a amiga.

— Para de ser chato - falou Isabelle — Ainda é cedo.

Eu franzi o cenho.

— São 5 horas da manha - Exclamei.

A morena sorriu, com toda certeza estava bebada tambem.

Lily tentou me beijar e eu me esquivei.

— Muita calma ai mocinha - a adverti

Ela voltou a rir

— Ele não pega protegidas é lei - Maia comentou com alguma malícia.

  Droga vocês só tem 17 anos nem deviam estár bebendo - exclamei irritado. — Vamos pra casa agora!

Elas bufaram e me seguiram deixando vários palavrões escaparem. 


Depois de deixar as meninas eu tive que carregar uma Lily bebada e muito atrevida pra casa 

Ela realmente era irmã de Raphael tão atirada quanto, sorri ao ver que Raphael estava na varanda. Talvez eu fosse falar com ele.

Deixei Lily em seu quarto tendo que lutar contra sua resistência ao tentar me agarrar.

Assim que me livrei dela fui ate o quarto de Raphael.

Ele estava tão lindo, seus fios negros caidos bagunçados enquanto seu torax elevava em uma lenta respiração. 

Mas ele não deveria ter dormido tão rapido ele estava acordado a alguns minutos.

Fui ate ele e o chacoalhei, só obtive resmungos irritados e um to muito cansado. 

Estranhei eu tinha feito um curso de primeiros socorros e sabia que não era normal sentir sua respiração tão fraca, novamente tentei acorda-lo mas ele apenas reclamava e tentava fechar os olhos.

Definitivamente algo estava errado mas.... ele não faria isso não havia motivos.

Corri pro banheiro pra descartar a teoria que estava em minha cabeça quando me surpreendi ao se confirmar.

Senti lagrimas queimarem em minha garganta. 

Raphael Santiago havia tentado se matar, a pia estava com alguns comprimidos na borda.

Porque ele faria isso?

O agarrei em desespero e o puchei para meus braços, me sentia tão pequeno nesse momento, tão vulnerável e tão desesperado eu não podia deixa-lo morrer.

Rapidamente peguei meu celular do bolso e disquei a emergência 

— Alo qual a emergência?  - a voz doce e suave de uma mulher invadiram meus tímpanos

— Eu preciso de uma ambulância pra casa dos Santiagos. AGORA!


Flashback off


— Eu estranhei ele ainda estar acordado e fui ver se algo estava errado, achei estranho o fato de ter dormido tão rapido e como eu lembrei do caso da Jo eu suspeitei que fosse tentativa de suicídio.... felizmente falha - respondi a Dean tentando ser o mais formal possível.

Vi sua expressão mudar completamente de curioso pra machucado. Eu havia me esquecido que ela era sua antiga protegida ele a protegia de tudo porque a tratava como irmã mas nunca pensou que tinha que protege-la dela mesma.

— Sinto muito - sussurrei solidario colocando minha mão em seu ombro.

Dean deu de ombros como se não ligasse mas ligava eu sabia disso.

Ele era muito fechado e eu rezava pra que um dia algum lhe fissesse se abrir. Ele nunca realmente me contou sobre a morte de Jo só me disse que ela se matou e eu nunca iria perguntar sobre isso pois eu sabia que esse era um assunto delicado pra ele.

— Eu não ligo - ele disse sorrindo. Um sorriso pra tentar disfarçar a dor.

— Preciso descobrir o que acontece naquela casa - comentei e Dean me olhou surpreso

— Por que se importa? - perguntou.

— Porque tem muitos segredos enterrados la e esses segredos são a chave pra mim tentar entender a cabeça de Raphael.

Dean arqueou a sobrancelha

— Porque eu sinto que isso esta se tornando pessoal?.

Sorri docemente pra ele 

— Porque esta.


Pov Raphael.


Escutei uma batida na porta e encarei um Simon totalmente fudido. Fudido mesmo porque parecia não ter dormido nem por um segundo e ja era 8 da noite.

Ele pediu permissão pra entra que foi concedida sem nenhuma hesitação. Eu queria tanto ve-lo e mais ainda toca-lo mas isso parecia tão distante. 

Ele sorriu fracamente e se aproximou de mim tocando minha mão timidamente 

E isso era o que mais me encantava nele, fizemos bem mais do que um simples tocar de mãos e ele ainda continuava tímido.

Desde quanto uso a palavra encantar?

Eu apertei sua mão na tentativa de mostrar que seu toque era bem vindo.

Vi seus olhos se fecharem como se tivesse tentando engolir algo que o fissesse mal.

— O que houve? - perguntei curioso fazendo um leve carinho em sua mão 

Simon fungou e sorriu fracamente. 

— Um playboyzinho medido a bad boy me preocupou muito essa noite.

— Que idiota esse cara - sorri fingindo inocência — Devia se afastar desse idiota 

Simon conectou seu olhar ao meu, me fazendo me perder em suas iris acastanhas.

— Ele é um idiota mesmo e acho que eu sou mais por o querer tanto mesmo isso sendo proibido - confessou com uma sinceridade avalasadora

Alguem devia avisar Simon que palavras tem impacto e que aquelas com toda certeza me atingiram.

— Ouça Lewis - fui direto — Tem que se afastar

Simon me encarou confuso

 — O que? - perguntou espantado com toda certeza não acreditava em minhas palavras depois da minha declaração bebada na boate.

Mas Simon não merecia alguem como eu não que eu fosse superior mas talvez inferior, talvez Simon fosse bom demais pra mim. Eu não merecia alguem tão puro e sincero como ele quando eu era tão fudidamente fudido e mentiroso. 

— Tem que se afastar eu não sou homem pra você, merece alguem melhor... - fiz uma pausa tentando ignorar a dor que aquilo me causava — merece alguem inteiro... eu sou apenas pedaços... e sou capaz de coisas terríveis.

Vi Simon me fitar ainda espantado mas logo o espanto se foi e ele suavizou sua expressão. 

— Não acredito em voce - sussurrou — É alguém bom debaixo dessa postura de foda-se tudo eu sei

Ele falava sincero e isso me deixava incomodado, eu não sou uma boa pessoa. Eu sei que não sou, se ele soubesse...

— Lewis... - sussurrei sentindo as palavras engasgarem em minha garganta. 

— Estou preocupado com você... eu gosto de você - sussurrou a última parte bem baixinho.

Senti meu coração doer e era tão estranho ver dor em seus olhos tão iluminados e sentir aquilo como se fosse facadas em meu peito.

— Eu tambem gosto de você - sussurrei e fui sincero, Simon me conquistou de um jeito que eu não poderia negar eu o desejava tanto que me assustava.

— Então... - ele sussurrou deixando uma lagrima cair.

E eu queria tanto tirar aquela expressão de dor de seu rosto e o beijar tão intensamente que o tirasse o ar mas... Simon não merecia isso... Não merecia estar com alguem como eu.

— Eu não quero te machucar - confessei baixinho.

Ele limpou a lagrima que ameaçava cair.

— Então não machuque - sussurrou como uma súplica. 

A dor era evidente e ate eu compartilhava dela talvez eu finalmente tenha entendido o que é realmente se importar com alguem... talvez essa pessoa esteja melhor sem você. 

— Quero que continue na casa mas trocara de posto com Dean - dei a ordem e vi lagrimas rolarem de seu rosto e eu não estava atras só era mais experiente em mostrar frieza quando na verdade queria chorar ate parar de doer.

— Raphael... - sussurrou

— Eu não te mereço Lewis e o melhor pra você - confessei sentindo meu peito doer.

Simon limpou as lagrimas e saiu, eu o machuquei e me odeio por isso.


Continue...


Notas Finais


Espero que tenham sofrido tanto quando eu quando escrevi esse capitulo 😭
Quero muitos comentários e desculpe a demora pra atualizar.
Proximo capitulo teremos um pouquinho de malec❤


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