História O Halloween sobrenatural da Pensilvânia - Capítulo 3


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Anjos da Noite (Underworld), Avril Lavigne, Big Time Rush, Dracula Untold, Grimm, IZombie, Scream (Série), Sherlock, Supernatural, Teen Wolf, The Vamps
Personagens Abaddon, Adam Milligan, Alan Deaton, Alex Jones (Annie Jones), Allison Argent, Ashton Irwin, Avril Lavigne, Bela Talbot, Blaine DeBeers, Bobby Singer, Bradley Simpson, Calum Hood, Carlos Pena Jr, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Clive Babinaux, Connor Ball, Cora Hale, Crowley, Dean Winchester, Derek Hale, Dr. John Watson, Dr. Ravi Chakrabarti, Emma Duval, Isaac Lahey, James Maslow, James McVey, John Winchester, Kate Argent, Kendall Schmidt, Kevin Tran, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lilith, Logan Henderson, Lúcifer, Lucy Stone, Luke Hemmings, Lydia Martin, Malia Tate, Mary Winchester, Meg Masters, Melissa McCall, Meredith Walker, Michael Clifford, Michael Corvin, Monroe, Nick Burkhardt, Olivia "Liv" Moore, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester, Scott McCall, Selene, Sheriff John Stilinski, Sherlock Holmes, Stiles Stilinski, Theo Raeken, Tristan Evans, Victória Argent, Viktor
Tags Aventura, Luta Contra O Mal, O Bem, Romance, Sobrenatural, Violencia
Exibições 2
Palavras 3.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, tudo bem com vcs? espero que sim, bem eu nessa nota que dar 4 observações:
1 OBS: Me perdoem pela demora, estava sem criatividade por isso demorou bastante tempo, mais não foi só por causa disso também tinha por que tive que parar de escrever por um tempo para poder estudar algumas coisas e também para fazer algumas coisas, como limpar a casa etc.
2 OBS: Peço para as pessoas que leram o ultimo capitulo assim que publiquei novamente, pois aquela publicação foi a "antigo", mentira, vou explicar, é que eu tinha acabado de escrever era cerca de 3 horas da manhã então deliguei o computador e fui dormir, no outro dia eu peguei copiei tudo e depois fui ler novamente e decidi mudar algumas coisas, mudei mas quando fui publicar, mandei a antiga ai né já sabe, seria ótimo se pudesse ler novamente para ver onde eu troquei.
3 OBS: Gente sei que o Halloween já passou na vida real, mais é que eu tive a ideia 2 semanas antes de chegar outubro, mais para eu escrever formular a escrita ficou muito difícil, então não desistam de ler, ah e outra coisa sei que no capitulo anterior as características do pai dela, para os HUNTERS, deixou bem claro quem seja, mas nem sempre as coisas são o que parecem, então...
4 OBS: Esse capitulo esta grande em compensação do tempo que demorei, e a discrição perfeita da casa e de seu quarto ajudaram aos acontecimento da historia então se tiver muito chato me avisem.
ENTÃO PESSOAS aproveitem esse capitulo.

Capítulo 3 - Secredos


Fanfic / Fanfiction O Halloween sobrenatural da Pensilvânia - Capítulo 3 - Secredos

P.O.V GENEVIEVE

 

            Depois de relembrar, mexi a cabeça tentando esquecer, pois quem tá morto não revive, a não ser que faça um feitiço, mas mesmo assim é melhor deixa-lo em paz. Mesmo que isso me machuque por dentro. Alex me despertou do transe, chamando pelo meu apelido que a muitos anos não escuto.

Alex: GENNI, Ei está tudo bem?

Me: Hãm? Sim, claro estou bem.

Alex: Não era o que parecia!

Me: É que estou passando por um momento complicado.

Alex: Estou sabendo...

Me: Como...

Alex: Sua mãe contou para a minha e ela pediu para que eu te ajudasse a esquecer tudo e se recuperar.

Me: Ahh claro que ela pediu, era só o que me faltava.

Alex: Ei, vai ser legal, acredite em min, como você deve saber já tenho 18 anos, então...

Marcela: Queridos chegamos, Gene espero que goste do seu novo quarto.

            Minha tia falou e me virei para a janela do carro, não era a mesma casa de antes, era maior, com 1º andar, do lado de fora deu para perceber que dois quartos que havia no 1º andar tinha uma janela grande, o que era bem charmoso, elas eram bem diferentes meio para fora como a metade de um octógono, que era igual a janela do lado esquerdo do térreo, sai do carro, UAU! foi a única palavra que consegui dizer, na frente da casa era apenas grama, com um caminho dividindo ao meio, onde levava até uma pequena escada na frente da porta de entrada, de três degraus, caminhamos até lá e então eles a abriram, dentro era mais espaçoso do que do lado de fora parecia representar, assim que entrei fiquei de boca aberta, e então comecei a observar todo o local e andando a vários lugares, a esquerda ficava a sala de estar, onde tinha na parede uma televisão media, ao lado da parede que tinha a janela, logo em baixo da TV tinha uma cômoda pequena que em cima tinha um aparelho para DVD, controles e jarros de flores, na mesma parede tinha quadros com fotos e pinturas, abaixo da janela tinha metade de um sofá da mesma forma que a própria, onde tinha almofadas marrons, combinando com o sofá, no centro da sala tinha um pufe quadrado grande com a cor bege bem bonito, e em frente da TV tinha um sofá da mesma cor, no lado direito tinha uma cadeiras, daquelas que tem no Brasil, cadeira do vovó, eu acho, que se inclina para deitar, fiquei admirada com essa casa, tão grande, tão linda, e as cores da parede, bege e marrom, maravilhosas, na mesma parede da TV no lado direito, sem nada entre eles, uma estante de madeira, repleta de livros, series, filmes e jogos, logo em frente um tapete bem aconchegante branco, macio e peludo, onde ao redor tinha vários brinquedos de crianças, pois além do meu irmão, também tinha minha prima de 2 anos, nós não nos conhecemos pessoalmente mais de vez em quando eu a via pelo Skype, ao lado direito tinha uma mesa com o computador e uma cadeira que girava, a outra parede era feita de vidro com portas que rolavam para o lado de madeira, onde dava acesso a piscina e a churrasqueira feita de tijolo.

 

            Voltando a porta, no lado direito tinha uma parede onde havia mais fotos de quando eu e Alex éramos crianças, as festas, as brigas, todo minha tia tirava foto, logo tinha um espaço sem porta, onde dava aceso a dois cômodos de uma casa, a cozinha e a sala de jantar, entrei para analisar, no lado direito dessa “porta” fica a cozinha com a janela do lado direito de fora, onde tem um fogão de 6 bocas, armários, uma pequena mesa no centro com quatro cadeiras, geladeira e outros eletrodomésticos e objetos presentes nas cozinhas normais, no lado esquerdo uma sala com uma mesa no centro, um retângulo grande, com cerca de 12 cadeiras, uma em cada lado da largura e cinco em cada lado do comprimento, em cada canto um jarro com plantas de mentira, o que é bem engraçado pois não tem muita ventilação, sai dessa parte e no mesmo lado, direito, tinha um banheiro, não entrei apenas passei direto e em seguida tinha um quarto de casal, e do lado do quarto, outro quarto só que de solteiro, também não entrei e na frente desse quarto, as escadas para o 1º andar, onde em baixo tinha um quartinho de deposito, não subi, pois queria observar mais tempo todo o espaço, em frente do quarto de casal, tinha uma suíte, que logo pensei que é da minha tia. Estava admirada, mal tinha visto toda a casa, mas já achei que aquele lugar não era uma casa e sim uma mansão.

Me: Tia... isso não é uma casa, é uma mansão e bem grande.

Marcela: Obrigada querida, sobe lá, Alex mostra o quarto dela.

Alex: Vem cá, você vai amar, tem sorte de ter pegado o melhor quarto.

            Ele disse me puxando pela mão escada acima, subi rapidamente, lá existia quatro quartos, dois no lado esquerdo e dois no lado direito, e na frente da escada uma janela do chão até o teto, ele me mostrou os quartos da esquerda para a direita, o primeiro quarto foi o dele, que era do lado esquerdo da escada, como ele apenas estava me mostrando, não entramos, segundo ele “nunca entre no meu quarto sem antes bate”, depois foi o da Julie, a minha prima mais nova, como a porta estava aberta percebi que tinha a janela, e como na sala, tinha um banquinho que contornava a estrutura, as paredes um lilás bem claro, o banquinho era rosa bebe, era muito fofo e lindo, me lembrei de quando era pequena, sempre gostei dessas cores dava um tom de uma menina sapeca e fofa, o que aparentemente eu era, mais agora estou mais para misteriosa e estranha, e então chegou o outro quarto, sua estrutura era a mesma mais as cores havia mudado, as paredes eram um azul bebe, e alguns móveis e objetos eram um tom de azul escuro e outros azul médio, também tinha verde, mais era pouquíssimo, logo percebi que era de Thommas, meu irmão, me lembrei do quarto do Lex, era como eu o chamava quando pequena.

 

            Logo depois ele mostrou o último quarto, a porta estava fechada, ele me posicionou na frente da própria e perguntou se eu estava pronta, confirmei, ele a abriu, meu coração parou, era lindo, perfeito algo inexplicável, podia não ser rosa, ou lilás, mais foi incrível como eles escolheram as cores em perfeita combinação, combinação que eu nunca pensei que combinaria. A cor das paredes era branca com preto em forma de montanhas, no lado direito tinha uma cama de casal, a cocha era roxo, com travesseiros com a fronha cinzas, em cima da cama tinha até um ursinho de pelúcia que era meu quando bebe, o agarrei de imediato, há anos não o vejo, no lado direito da cama tinha uma mesinha pequena onde tinha um relógio e um abajur em forma de triangulo (1), no lado esquerdo da cama um lugar limpo sem nada, Lex disse que aquele lugar era para eu colocar alguns pôsteres, fotos, em fim o que eu quisesse.

 

No chão, bem perto de uma porta, tinha um tapete cinza da mesma textura do da aria das crianças, em uma parede tinha um armário com os símbolos das minhas bandas favoritas, a cor de fundo era branca a cor dos símbolos diversas, ao lado tinha um grande espelho que se iniciava no chão e ia até o teto, igual a janela, depois eu vi uma guitarra e um violão pendurados na parede um abaixo do outro, senti minha pupilas delatarem, era o meu sonho, sempre foi o meu sonho ter uma guitarra e um violão, logo ao lado uma mesa com um computador da Samsung preto lindo e tinha uma porta no sul que dava acesso a uma pequena varanda onde dava para ver a piscina e a cesta de basquete, depois me virei para a porta e então avistei uma televisão e em baixo uma pequena cômoda onde tinha alguns livros escolares, uma bolsa e esculturas que eu tinha feito quando pequena, em um das portas da cômoda tinha sapatos, vans, all star, entre outras marca, não podia ficar mais feliz, não acredito que o que mais sonhava está se tornando realidade, um quarto perfeito, e da minha cara, não é que nós não tínhamos dinheiro, mais não era o suficiente para esse quarto.

 

Com o meu ursinho de pelúcia nas mãos, sai correndo para abraçar o meu primo, eu amei tudo aquilo, e agora poderei viver com toda a minha família, juntas, estava incrível, ele me rodopiou no ar como se eu fosse uma garotinha de 5 anos, o que era ridículo, pois eu estava me comportando como uma, o agradeci dando um beijo em seu rosto, desci as escadas correndo, só escutei as risadas dele atrás de min, acho que ele estava achando que me fazer ficar feliz não seria tão difícil como imaginou, degrau por degrau finalmente cheguei no térreo e apareceu meu tio e minha tia de uma só vez.

Me: Muito obrigada, obrigada, é perfeito.

Marcela: Sabíamos que iria gostar!

Me: Mas como souberam que eu gostava daquelas bandas e como conseguiu um guarda-roupa daquele?

Itãn: Bem perguntamos para a sua mãe, e o guarda-roupa, foi fácil, compramos um branco depois seu primo comprou spray de grafitagem e então fizemos tudo, demorou uma semana, mas valeu a pena.

Lex: No final fiquei todo colorido, você vai ficar me devendo.

Me: Pode apostar eu vou pagar.

Mamãe: Cadê as crianças? Elas não deveriam estar aqui?

Marcela: A babá os levou para passear, a Julie está louca para te conhecer.

Me: Eu também.

            A tia marcela apontou para min, fiquei tão ansiosa, que nem prestei atenção que tinha deixado o meu celular no carro, mas isso não importava nesse momento. Estávamos todos juntos na sala, conversando como as nossas vidas mudaram, rotinas diárias até a babá chegar e a pequena Julie correu para min, parecendo que me conhecia desde sempre, a abracei, repetindo as palavras que tinha falado antes, ele falou a mesma coisa, minha mãe se levantou e foi até a babá ver seu filho que a tempos não tinha visto, ele estava mais fofo, nem acreditamos como tinha crescida tanto cabelo nele, a minha tia apresentou a babá, a Catrinny, ela tinha cabelos pretos curtos lisos, olhos azuis e aparentava ter uns 20 anos, me dirigi até ela falando o meu nome, com a intensão de sermos amigas, mesmo eu tendo 16 e ela 20, parecia ser o certo, segundo o meu tio eles a consideram como da família, então eu me daria bem com ela. Enquanto eu e Lex formos brincar com Julie no tapete conversando coisas paralelas, mamãe e meus tios também conversavam sobre como seria a convivência deles.

*Na aria das crianças*

Me: E então, tem namorada?

Alex: tenho.

Me: Pelo seu sorriso ela parece te fazer feliz, me conta sobre ela!

Julia: Vocês quelem com batata flita? – ela era pequena então não sabia falar certas palavras muito bem.

Nos: Sim, por favor.

Alex: Bem... o nome dela é Brenda, namoramos já faz um ano, nos vemos quase todo dia, na escola, em casa, nos passeios, em fim em vários lugares, mas não vamos falar sobre a minha relação com a Brenda e você? Como foi viajar para vários lugares e aprender várias línguas.

Me: Sinceramente um saco... todo ano era a mesma coisa ir para uma cidade, aprender a língua, caçar coisas estranhas, ficar lá durante um ano e depois sair e procurar outra cidade para morar, é cansativo, obrigada – a Julie havia me dado o pratinho de mentirinha com comida de mentirinha – mais sabe, como todo lugar tem um lado bom, eu conheço novas pessoas, mesmo demorando para isso acontecer mais eu conheço me torno amiga e saiu por ai vendo o que a cidade tem de melhor.

Alex: Nossa, como isso está gostoso mana, – ele deu o prato para a própria, fiz o mesmo – hum, mas tipo, quais foram os melhores lugares que você já visitou?

Me: França, China, Alemanha e principalmente o Brasil, pode ser um pouco difícil de aprender sua língua, mas... lá além de ter uma grande diversidade de culturas e pessoas, também é muito fácil fazer amigos, no começo foi meio difícil entender o que eles falavam mais depois ficou mais fácil, até hoje tenho uma amiga que fala comigo todos os dias.

Alex: Nossa, deve ser muito legal lá em?

Me: Você não imagina

Pode ouvir a conversa da minha mãe com os meus tios, só estávamos nos, pois a babá tinha saído para uma festa, que aparentemente era de sua amiga, eu, Lex e Julie continuamos a brincar de restaurante, era incrível como o meu primo, mesmo tendo 18 anos, ainda brincava com a sua irmã de um jeito super carinhoso.

*Na sala*

Marcela: E então mana, o que você pretende fazer agora?

Mellina: Bem... primeiramente arrumar um emprego, sabe, para conseguir dinheiro o suficiente para colocar a Gene na escola e comprar uma casa ou um apartamento, depois comprar moveis para decora-la, procurar casos estranhos pela cidade e assim por diante.

Itãn: Nos podemos ajudar a comprar a casa, por aqui as casas são muito caras, quanto vocês têm com a venda do apartamento, do carro e com a suas custas?

Mellina: Bem o apartamento foi 1,500 dólares pois ela estava um pouco velha e os imóveis eram usados, o carro foi 2,078 dólares, e com a nossas custas temos cerca de 5,700 dólares, quanto é uma casa por aqui?

Marcela: Bem essa casa foi 10 mil, isso porque ganhamos a promoção, mais naturalmente as casas dessa cidade é uns 8 mil.

Itãn: É provavelmente, dependendo do local pode chegar a 20 mil.

Mellina: Nossa, eu não tenho todo esse dinheiro, vou ter que vender algumas roupas e trabalhar mais.

Marcela: Mellina, minha irmã, nos pensamos e repensamos e chegamos em uma conclusão... que iremos te ajudar no pagamento da casa, você escolhe uma e nos a compramos, o que acha?

Mellina: Serio, seria perfeito, muito obrigada – ela foi abraçar a sua irmã, pela consideração, elas sempre eram unidas desde o meu nascimento até agora.

Itãn: Mas as mobílias terão que ser vocês, nós não sabemos qual o seu estilo.

Mellina: Claro que isso, vocês já iram ajudar muito, eu posso arranjar um trabalho de chefe de cozinha, o Michael de advogado, a Selene de garçonete ou pediatra...

Me: E eu posso trabalhar de garçonete, como antes, ou babá, eu amo crianças. E com isso podemos ter dinheiro o suficiente para comprarmos o que quisermos. – falei me intrometendo na conversa.

Mellina: Mas talvez isso vá demorar alguns meses, no máximo uns 4 meses ou mais

Marcela: Não se preocupe fique o tempo que quiser.

Depois formos todos almoçar e continuamos conversando sobre diversas coisas, o que era engraçado, já que quando era apenas eu, mamãe, tia Selene e tio Michael, raramente saia alguma palavra de dentro das nossas bocas, nem se quer um AI ou EI ou até mesmo um OU, falando neles onde será que eles estão já chegou a hora do almoço e eles ainda não chegaram tem alguma coisa estranha ai.

 

POV. NARRADORA

 

            Enquanto eles conversavam sobre os tempos que se passavam desde que não se viram mais, Selene e Michael iam para o seu esconderijo que há anos não via, ele se localizava em uma estrada que foi parada por estragos, o esconderijo era uma caverna não muito escuro mais o bastante para ela se proteger do sol quando tinha a cerca de 120 anos, Selene estava comovida, pois escondiam segredos sobre Gene e sobre quem é seu pai.

Selene: Me sinto tão culpada.

Michael: Pelo que?

Selene: Pelos segredos que escondemos de Genevieve e de Mellina, elas nem sequer sabem que temos uma filha ou alguma coisa sobre o pai da garota.

Michael: Nos guardamos esse segredo há nos, por que só agora você se sente culpada?

Selene: Por que nós estamos na terra natal dela e foi nessa cidade que eles se conheceram e foi graças a min.

Michael: Não fica assim, vem cá, vamos aproveitar que estamos á soes.

Ele disse se aproximando e beijando seu pescoço por trás, depois ela se virou e eles começaram a se beijar, ela estava começando a esquecer tudo até que alguém apareceu por trás dando um imenso susto em ambos, que logo pegaram suas armas que estavam facilmente a vista.

XX: Ora, ora, ora se não são a dupla perfeita a vampira e o mestiço.

Selene: O que... como você está...

Michael: Drácula, você deveria estar morto. Como voltou?

Drácula: O que acham? Que eu iria morrer com um simples tiro? Eu sou o primeiro vampiro, desde a morte de Victor e de Marcos, eu os conhece.

Selene: Como você soube desse lugar?

Drácula: Vivo aqui desde vocês me mataram e acredite, esse lugar é o pior de todos, só não entendo como você consegue ir para o sol sem se queimar?

Michael: Simples eu projetei um anel que a faz caminhar no sol sem se preocupar.

Drácula: Ótimo, quero um para min, o faça que os deixo em paz.

Selene: NUNCA, e dá para tirar o pé da minha mezinha, ela custou uma fortuna na época.

Drácula: Sem anel, sem paz, vamos é simples apenas faça um.

Drácula queria andar elas ruas de manhã novamente, queria procurar a encarnação de seu grande amor, que anos espera atentamente alguma notícia, ele queria experimentar o amor novamente, viver, ter filhos e depois, com muito sofrimento, os matar, já que é muito perigoso, e pode fazer com que seus superiores o matem, mas eles não queria saber de sua vida, apenas queriam ficar a soes, pelo menos um dia sozinho. Mas não seria por isso que iriam aceitar.

Michael: Nunca!

Drácula: Vocês têm certeza?

Selene: Nos queremos paz e sossego mais não será por isso que iremos aceitar isso, você pode ser bom, mas no fundo sente sede de vingança pela sua amada, todos os anos que você a encontra sempre há alguém que a mata e sempre é a mesma pessoa, seu arqui-inimigo, e então você o mata e o ciclo se reinicia.

Drácula: Então não iram fazer né! É uma pena pois agora a pequena Genevieve vai saber tudo sobre seu pai e sobre vocês;

Michael: Como você sabe disso?

Drácula: Digamos que sua namoradinha goste de escrever diários!

Drácula estava disposto a colocar tudo contra eles, então com muita dificuldade, eles pensaram bem e decidiram que acharia melhor que eles não soubessem, logo aceitou e Michael teve a ideia de trabalhar como cientista ou como professor de ciência, para ter aceso a químicas e maquinas cientificas para poder fazer o anel para ele.

 

POV. GENNEVIEVE

 

            Já fazia horas que não via meus tios, eu e Lex começamos a assistir The Walking Dead, e me apaixonei pela própria tão ficção mas ao mesmo tempo realista, Lex disse que já avia começado a assistir, mas já que eu estava ali, assistiria novamente, enquanto o restante ficou conversando no quintal da casa, eu estava feliz pois além de estar com a minha família, estava comendo um das maravilhosas tortas que poderia existir no mundo, torta de maçã, meu deus eu amo essa torta quanto amo o outono ou matar algum demônio. Me dirigi para a cozinha para pegar mais torta até que a campanhia tocou, corri para atender pensando que era os meus tios mais eram apenas quatro rapazes em pé na frente da porta.

Me: Poço ajudar?

XX: Sim, Alex está?

Me: LEX É PARA VOCÊ

Lex: Meninos o que fazem aqui?

O que eles queriam? Quem era eles? Fiquei curiosa eles aparentavam ser legais e já que conhecem meu primo, as minhas expectativas amentaram, a não ser que aparentavam ser mais novos do que eu.


Notas Finais


E então? o que acharam? ficou legal? até o próximo capitulo, vou tentar não demorar muito dessa vez.
BEIJINHOS DE CACAUUU
(1) - https://vaipracasa.files.wordpress.com/2012/07/luminaria-triforce-zelda.jpg


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