História O Híbrido {ABO NamJin} - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Rap Monster
Tags Alfa, Bangtan Boys, Beta, Bts, Jikook, Jimin, Jin, Junkook, Namjin, Namjoon, Ômega, Rap Monster, Rapmon, Romance, Shipp, Shipps, Suga, Tae, Taesook, Universo A/b/o, Vhope, Yaoi
Visualizações 187
Palavras 883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem mesmo a demora, houveram diversos problemas familiares, mas esta aqui ;-;
desculpem pelo tamanho, mas não queria deixar sem Cap. MAAASSS Hoje entre as 7h às 8h terá mais, talvez maior ;-;
Bjss :3

Capítulo 2 - Isso é Tudo Que Eu Posso Fazer


Não havia algo sensato que eu pudesse ter feito naquele momento, suas palavras ainda rodavam em minha cabeça, junto aos seu olhar extremamente vazio, que me fitava, tudo que eu pude fazer naquele momento fora correr. Isso mesmo, eu fugira, levantei-me rapidamente e saira antes que qualquer um deles pudesse ter qualquer reação, jurara ter ouvido Yang Mi gritar com Namjoon-Ah, mas talvez fosse somente meu subconsciente que desejava tal situação. Não sabia onde estava a ir, mas sentia o ar gélido cortar meus pulmões como lâminas violentas, o ar parecia faltar, mas não me importara com aquilo, mesmo que a neve continuasse a cair sobre seus cabelos, mesmo que o frio fizesse com que todas as partes de seu corpo gritassem por socorro, Jin sentia-se livre. A liberdade de correr para onde quisesse, gritar e chorar sem olhares o julgando, fazer o que bem entendia, isto é ser adulto?

Jin fizera-se a mesma pergunta até que percebera que não estava mais correndo pelo asfalto, mas sim pela neve que cobria a grama que Jin pensava ter antes do inverno chegar, analisara as grandes árvores ao seu redor, adentrara a pequena floresta que havia ao lado da cidade, Jin se admirara o local, jamais havia admirado tal paisagem, somente ouvira histórias antes de dormir sobre tais lugares, o quanto possuiam uma exuberante beleza, porém, florestas poderiam conter diversos segredos, adentrar uma poderia ser de extremo risco, mas não se importara com aquilo no momento.

Sentara sobre uma das pedras que ali havia, observava tudo atentamente, como uma pequena criança em um zoológico, fascinado pela nova descoberta, esquecendo-se do real motivo por estar ali.

O vento soprara violentamente, bagunçando seus cabelos, o mesmo sentira um arrepio passar por todo seu corpo, a solidão novamente o invadira, e a realidade fora novamente à tona, o mesmo estava sozinho.

Os únicos que Jin pensara ter, eram o que Jin temera, não eram seus parentes, não o conheciam, eram estranhos que apenas deram-me abrigo, mas o que Jin precisava mais que um abrigo naquele momento era de afeto, Jin precisava de uma família, mais que antes.

Ao estes pensamentos o invadirem, uma lágrima solitária escorrera por sua bochecha, dando início a uma cachoeira, que por Jin, parecia não ter fim, logo os soluços surgiram, e Jin entregara-se ao choro, despejando tudo o que estava a guardar para sí por todo aquele tempo, decidira não reprimir-se mais, decidira que no momento que precisasse chorar, choraria, não iria mais esconder-se por máscaras felizes, que refletiam totalmente o contrário de seus sentimentos.

Mas fora neste momento que Jin sentiu uma mão pousar sobre seu ombro, alarmado o garoto virou-se para a direção do toque que recebera, e se deparara com o garoto o fitando, inexpressivo como sempre.

Tratei de virar o rosto rapidamente, determinado a não ter que ouvir mais de seus sermões.

-E-eu estou bem, pode voltar para… -Começara a falar inseguro, mas fora interrompido pelo som estridente de sua voz.

-Posso ver o quão bem está. Eu estou aqui faz tempo… Se realmente quisesse “fugir” de lá, deveria ter procurado um lugar mais estratégico que essa floresta ridícula, nem precisei te seguir para saber que estava aqui. -Namjoon dizia extremamente confiante sobre suas palavras, o mesmo encarava-o fixamente.

-Eu não estava “fugindo”... Só… -O mesmo tentara respondê-lo novamente, mas sua voz falhara devido às novas lágrimas que teimavam a escapar.

Cansado da dor em sua garganta de tanto segurá-las, apenas deixou que rolassem, sua visão ficara um tanto turva devido às tantas lágrimas que rolavam por sua bochecha rosada.

-Estava tentando achar um lugar para… Chorar sem ter que se justificar? -Namjoon tentara entender o lado do garoto, por mais que fosse difícil de entender.

-Digamos assim. -Jin dissra com voz chorosa, tentando mantê-la o mais firme possível, não obtendo sucesso.

-Olha… Eu não sou bom nisso… Mas… Vai ficar tudo bem, okay? Vai passar, você só… Precisa dar tempo ao tempo. -Namjoon não acreditava na cena que estava a presenciar, tentava entender o garoto à sua frente, mas aquilo não parecia normal para o mesmo.

Namjoon já iria tentá-lo confortá-lo novamente, quando foi surpreendido por um abraço do mesmo, que escondera seu rosto em seu pescoço, o apertava forte, de todas as formas tentando aconchegar-se no calor do corpo do parceiro, que também rodeara seu corpo com seus braços, afagando os cabelos castanhos do amigo.

-Vai ficar tudo bem. Tudo bem. -Namjoon repetira a mesma frase em seu ouvido, enquanto afagava seu cabelo.

As lágrimas já estavam a parar, Jin sentia-se culpado por estar umedecendo a roupa do amigo, mas simplesmente não conseguia-se desprender de seus braços, fora ali que encontrara a paz que tanto procurara, seu abraço parecia ter aconchegado seu coração e afastado toda a angústia que antes o abrigava, mas não durara muito. Assim como tudo que há de bom no mundo, seu abraço também houvera um fim.

-Então… Vamos. -Namjoon dissera somente, pondo-se a caminhar, nem mesmo virou-se para encarar-me, o mesmo ficara irritado com sua ação?

-x-

 

-Finalmente! Fiquei preocupada! -Sua voz doce soara de longe.

-Desculpe… Eu… -Jin começara a falar, mas a praga novamente o interrompera.

-Não importa. Vamos comer logo antes que tudo se repita… -Namjoon-Ah se procunciara, puxando-me junto consigo em direção a mesa, finalmente iríamos comer... !

 



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